Acusado de matar a professora Luanda Bittencourt vai a júri popular nesta quarta-feira
Gabriel Torres 11/08/2026 17:07 - Atualizado em 11/08/2026 17:35
Luanda Bittencourt foi baleada dentro de um estacionamento na Rua 13 de Maio em 2022 e morreu após 23 dias internada no HFM
Luanda Bittencourt foi baleada dentro de um estacionamento na Rua 13 de Maio em 2022 e morreu após 23 dias internada no HFM
O júri popular do acusado pela morte da professora Luanda Bittencourt Mota Ribeiro está marcado para esta quarta-feira (12), às 10h, no Fórum Juíza Maria Tereza Gusmão Andrade, em Campos. O crime ocorreu em fevereiro de 2022, quando Luanda tinha 46 anos e foi baleada dentro de um estacionamento na Rua 13 de Maio, no Centro. O principal suspeito é o ex-companheiro da vítima e policial civil aposentado José Ricardo Silva Ribeiro, que foi preso dois dias após o crime.

Após ter sido baleada três vezes a queima-roupa, a professora chegou a ser socorrida pelo Corpo de Bombeiros e encaminhada ao Hospital Ferreira Machado, onde permaneceu internada em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 26 do mesmo mês. Já José Ricardo foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Casimiro de Abreu.

A filha de Luanda, Alícia Bittencourt, espera que seja aplicada uma pena severa ao acusado pelo assassinato da mãe. "Estamos torcendo para que o máximo rigor da lei seja aplicado. Queremos justiça pela vida da minha mãe. Nada vai apagar o que aconteceu, mas precisamos lutar para que sejam aplicadas penas severas aos assassinos, independente de quem sejam", disse.

Luanda atuava como assessora de gabinete administrativo da Regional Norte Fluminense da Secretaria de Estado de Educação e também lecionava no Ciep Clóvis Tavares. O júri deve definir a responsabilidade do acusado pelo crime.

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