Cinco dos seis casos suspeitos de febre maculosa são descartados em São Fidélis
Dos seis casos suspeitos de febre maculosa em São Fidélis, cinco foram descartados. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (5), pela Prefeitura de São Fidélis. O único caso que segue em investigação é o do médico veterinário Gabriel Serra, de 30 anos, que morreu no último domingo (2).
Segundo a secretaria de Saúde de São Fidélis, foram realizadas seis coletas. Destas, cinco exames apresentaram resultado negativo para a doença. "Apenas o exame do Gabriel, o veterinário que morreu no domingo (2), ainda não foi disponibilizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), pois ainda encontra-se em análise pelo Laboratório da Fiocruz", informou a pasta.
O caso também é acompanhado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). A pasta destacou que as medidas implementadas em São Fidélis seguem os protocolos que também devem ser adotados em qualquer município com casos suspeitos, incluindo investigação epidemiológica, ações no território e orientação à população.
Segundo a secretaria de Saúde de São Fidélis, foram realizadas seis coletas. Destas, cinco exames apresentaram resultado negativo para a doença. "Apenas o exame do Gabriel, o veterinário que morreu no domingo (2), ainda não foi disponibilizado pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), pois ainda encontra-se em análise pelo Laboratório da Fiocruz", informou a pasta.
O caso também é acompanhado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ). A pasta destacou que as medidas implementadas em São Fidélis seguem os protocolos que também devem ser adotados em qualquer município com casos suspeitos, incluindo investigação epidemiológica, ações no território e orientação à população.
A febre maculosa é transmitida pela picada de carrapatos infectados pela bactéria Rickettsia rickettsii. Por isso, pessoas que frequentam áreas de mata, rios, pastagens ou locais com circulação de animais devem utilizar roupas claras, calças e blusas de mangas compridas, botas e inspecionar o corpo após a exposição. Caso seja encontrado um carrapato aderido à pele, a orientação é removê-lo cuidadosamente com o auxílio de uma pinça, evitando esmagá-lo. Ao retornar para casa, também é importante inspecionar todo o corpo em busca de carrapatos.
Como forma de prevenção, a Defesa Civil do município isolou o acesso às áreas com possibilidade de contato com o vetor da doença.