Tartarugas-cabeçudas realizam a primeira caminhada em Farol de São Tomé
Em mais uma etapa do ciclo de conservação marinha, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e a Fundação Projeto Tamar promoveram a primeira caminhada de 40 filhotes de tartarugas-cabeçudas (Caretta caretta) na praia do Farol de São Tomé, em Campos. A ação aconteceu no dia 16 de janeiro, com apoio logístico e operacional do Parque Estadual da Lagoa do Açu (Pelag). Cerca de 200 pessoas estiveram presentes durante o espetáculo da vida marinha.
"Apoiar a soltura das tartarugas que hoje são classificadas como vulneráveis é mais do que uma ação pontual, é fazer parte do ciclo de vida de uma espécie ameaçada e cumprir nossa missão de proteger o meio ambiente fluminense", afirmou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.
A Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) é classificada como vulnerável e a desova no litoral do rio é acompanhada durante todo o ano por agentes ambientais. O local onde ocorre a desova fica dentro do Parque Estadual da Lagoa do Açu (Pelag). Muitos ninhos encontrados em outras áreas são translocados para dentro dos limites da unidade de conservação, buscando maior segurança para os ovos. Após eclodirem é feita a contagem e posteriormente a caminhada, acompanhada pela população na Praia do Farol de São Tomé.
Devido à logística, o avistamento dos primeiros passos da espécie é feito na área do parque costumam ser agendadas para todas as sextas-feiras de janeiro, com possibilidade de extensão ao mês de fevereiro dependendo da quantidade de ninhos. O procedimento ocorre quando, ao longo da semana, técnicos da Fundação Projeto Tamar identificam um número significativo de filhotes prontos para serem introduzidos ao oceano. A ação de educação ambiental, sensibiliza anualmente a comunidade sobre a importância da conservação das tartarugas marinhas e de ecossistemas costeiros.
A ação integra o Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas (PMTM), desenvolvido pela Porto do Açu Operações, em parceria com a Fundação Projeto Tamar e as empresas Ferroport, Vast e GNA, com coordenação da Reserva Caruara. Desde 2008, o Programa monitora 62 km de faixa de areia, desde o pontal de Atafona, em São João da Barra, até a Barra do Furado, em Campos. A região é área prioritária de desova da espécie Caretta caretta, conhecida como cabeçuda, ameaçada de extinção.
Sobre o parque
Com 8.249,12 hectares, o Parque Estadual da Lagoa do Açu abrange partes dos municípios de Campos e de São João da Barra, no Norte Fluminense. A unidade de conservação tem como um de seus objetivos assegurar a preservação de parte de um dos mais ricos e bem preservados remanescentes de vegetação de restinga do Estado do Rio.
"Apoiar a soltura das tartarugas que hoje são classificadas como vulneráveis é mais do que uma ação pontual, é fazer parte do ciclo de vida de uma espécie ameaçada e cumprir nossa missão de proteger o meio ambiente fluminense", afirmou o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi.
A Tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) é classificada como vulnerável e a desova no litoral do rio é acompanhada durante todo o ano por agentes ambientais. O local onde ocorre a desova fica dentro do Parque Estadual da Lagoa do Açu (Pelag). Muitos ninhos encontrados em outras áreas são translocados para dentro dos limites da unidade de conservação, buscando maior segurança para os ovos. Após eclodirem é feita a contagem e posteriormente a caminhada, acompanhada pela população na Praia do Farol de São Tomé.
Devido à logística, o avistamento dos primeiros passos da espécie é feito na área do parque costumam ser agendadas para todas as sextas-feiras de janeiro, com possibilidade de extensão ao mês de fevereiro dependendo da quantidade de ninhos. O procedimento ocorre quando, ao longo da semana, técnicos da Fundação Projeto Tamar identificam um número significativo de filhotes prontos para serem introduzidos ao oceano. A ação de educação ambiental, sensibiliza anualmente a comunidade sobre a importância da conservação das tartarugas marinhas e de ecossistemas costeiros.
A ação integra o Programa de Monitoramento de Tartarugas Marinhas (PMTM), desenvolvido pela Porto do Açu Operações, em parceria com a Fundação Projeto Tamar e as empresas Ferroport, Vast e GNA, com coordenação da Reserva Caruara. Desde 2008, o Programa monitora 62 km de faixa de areia, desde o pontal de Atafona, em São João da Barra, até a Barra do Furado, em Campos. A região é área prioritária de desova da espécie Caretta caretta, conhecida como cabeçuda, ameaçada de extinção.
Sobre o parque
Com 8.249,12 hectares, o Parque Estadual da Lagoa do Açu abrange partes dos municípios de Campos e de São João da Barra, no Norte Fluminense. A unidade de conservação tem como um de seus objetivos assegurar a preservação de parte de um dos mais ricos e bem preservados remanescentes de vegetação de restinga do Estado do Rio.
Com informações do Inea