Maria Laura Gomes
06/05/2026 17:53 - Atualizado em 06/05/2026 18:03
Divulgação
A direção do Clube Esportivo Rio Branco comunicou, com pesar, o falecimento do Grande Benemérito e ex-vice-presidente Edio Pereira Filho, ocorrido na manhã desta quarta-feira (6). Aos 82 anos, completados no último dia 6 de março, ele deixa uma trajetória marcada por dedicação, amor ao clube e participação ativa em diferentes gestões. A causa da morte não foi divulgada. O velório está marcado para 5h desta quinta-feira (7) e o sepultamento acontece às 11h30, no Cemitério do Caju.
Reconhecido como uma das figuras mais presentes e representativas da história recente do Rio Branco, Edio Pereira Filho também era lembrado pelo perfil agregador, pela convivência próxima com amigos e pelo esforço em manter o ambiente familiar dentro do clube.
Amigos e companheiros destacaram o legado deixado por Edio, ressaltando sua importância dentro e fora do clube. Para o vice-presidente geral do clube e radialista Arnaldo Garcia, ele era um dos nomes mais emblemáticos da instituição. “Um dos últimos grandes riobranquenses, um ser humano extraordinário e apaixonado pelo clube, que deixa muitas histórias e uma enorme saudade. A família Pereira tem uma marca dentro do clube e ele era o mais presente nessa representação”, afirmou.
O jornalista Antunis Clayton relembrou a convivência com o ex-dirigente, especialmente a partir dos anos 2000, e destacou sua personalidade e vínculo com o clube. “Eu tive a oportunidade de ser companheiro do Edio Pereira como conselheiro do Rio Branco depois dos anos 2000. Um homem muito generoso, de fala mansa, mas que colocava com firmeza seu ponto de vista”, disse.
Antunis também ressaltou o lado pessoal de Edio e a relação construída fora do ambiente do clube. “Muito companheiro dos amigos, um apaixonado pelo Rio Branco. Depois, tive a oportunidade de ser cliente da loja dele, e via como ele levava a família para o clube, ajudando a fazer daquele espaço um ambiente familiar”, completou.
Por fim, o jornalista destacou o sentimento de perda e o simbolismo da despedida. “É uma perda muito grande pra nós. Fica uma saudade enorme e uma nostalgia de um futebol de Campos que não volta mais”, concluiu.