Maria Laura Gomes
- Atualizado em 01/02/2026 18:41
Foto: Adalberto Gomes
O Corinthians é bicampeão da Supercopa do Brasil. Em duelo disputado neste domingo (1º) no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, o Timão venceu o Flamengo por 2 a 0 e conquistou o título da edição 2026 da competição. Os gols foram marcados por Gabriel Paulista, no primeiro tempo, e Yuri Alberto, na etapa final.
O Corinthians abriu o placar aos 27 minutos do primeiro tempo. Matheuzinho levantou a bola na área, Gustavo Henrique venceu Guillermo Varela pelo alto e ajeitou de cabeça para o meio. Gabriel Paulista apareceu bem posicionado e bateu de primeira para vencer o goleiro Agustín Rossi, colocando o Timão em vantagem.
Ainda no fim da primeira etapa, o Flamengo teve um desfalque importante. Após o apito final do primeiro tempo, o árbitro Rafael Klein foi chamado ao monitor do VAR para revisar um lance envolvendo Jorge Carrascal e o volante Bidon. O juiz constatou que o camisa 15 atingiu o rosto do adversário com o cotovelo e aplicou o cartão vermelho direto antes do reinício da partida.
No segundo tempo, o Corinthians chegou a balançar as redes em duas oportunidades, mas ambas foram anuladas por impedimento. Em uma delas, Yuri Alberto finalizou para defesa de Rossi, Memphis Depay aproveitou o rebote e marcou, mas o lance foi invalidado pela posição irregular do camisa 9 no início da jogada. Pouco depois, Yuri voltou a marcar após sair sozinho nas costas da zaga e encobrir Rossi fora da área, porém o impedimento foi novamente assinalado.
Mesmo com um jogador a menos, o Flamengo tentou reagir. A melhor chance veio em cruzamento na pequena área, quando a bola sobrou para Lucas Paquetá, que finalizou forte por cima do gol, desperdiçando a oportunidade de empate.
O gol que sacramentou o título corintiano saiu em contra-ataque. Yuri Alberto recebeu em velocidade, percebeu Rossi adiantado e finalizou por cobertura, marcando um golaço e fechando o placar em 2 a 0.
Com o apito final, o Corinthians confirmou a vitória e levantou a taça da Supercopa do Brasil pela segunda vez, a primeira desde o retorno da competição, em 2020, reafirmando sua força em decisões nacionais.