Macaé reforça protagonismo na Economia do Mar e reúne mais de 100 empresas durante a Expo 2026
Muito além de sua vocação no petróleo, Macaé deu mais um passo para consolidar sua posição como referência nacional na Economia do Mar. A Prefeitura abriu, nesta sexta-feira (24), a 4ª Feira da Economia do Mar, durante a programação da Expo Macaé 2026, reunindo mais de 100 empresas, seis empresas âncoras, representantes do setor produtivo, especialistas, instituições de ensino e investidores para discutir oportunidades de negócios, inovação e desenvolvimento sustentável.
A programação mostrou a força de uma cadeia produtiva que vai além da indústria offshore e engloba pesca, logística, construção e manutenção naval, operações portuárias, turismo, pesquisa, tecnologia e prestação de serviços ligados ao mar. A proposta foi ampliar conexões entre empresas, incentivar investimentos e fortalecer a diversificação da matriz econômica de Macaé.
Na abertura, o prefeito Welberth Rezende afirmou que a cidade vive um novo momento, impulsionado pelo crescimento da iniciativa privada e pela expansão de diferentes setores da economia.
“Macaé tem parte de sua receita incrementada pelos royalties, mas é fundamental dizer que a cidade tem hoje um terço de todo o investimento privado do Estado do Rio de Janeiro. A Economia do Mar nos permite diversificar nossa economia, inicialmente pelo offshore, depois pela pesca, pela indústria naval, pela prestação de serviços e pela chegada de novas empresas do setor de petróleo e gás”, disse.
Ainda segundo o prefeito, essa transformação não se limita às atividades ligadas ao mar.
“Hoje somos o maior produtor de grãos do Estado do Rio de Janeiro, temos um agronegócio em crescimento, estamos avançando na educação, no turismo e na atração de novas indústrias. Grandes eventos, como a Expo Macaé e o Natal, movimentam a economia e ajudam a consolidar a cidade como um polo de desenvolvimento”, disse.
Durante a cerimônia, foi anunciado que Macaé será a primeira cidade brasileira a receber o Selo Azul, certificação voltada às boas práticas relacionadas à Economia do Mar e ao desenvolvimento sustentável.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sylvio Lopes, a relação da cidade com o mar vai muito além da indústria do petróleo.
“Em Macaé, o mar é a nossa identidade e a nossa sobrevivência. Cerca de 95% do comércio mundial é feito pelo mar. Nossa Economia do Mar vai muito além da indústria do petróleo. Ela envolve a pesca, as atividades marítimas, a indústria naval e toda uma cadeia produtiva que depende do mar”, comentou.
A iniciativa contou com a participação de mais de 100 empresas, entre elas seis empresas âncoras. A Zurich Airport Brasil, responsável pela operação do Aeroporto de Macaé, também esteve presente. Representante da Zurich, Rodrigo Assunção reforçou o potencial logístico e de negócios da cidade. Macaé é considerada a maior base de aviação offshore para óleo e gás do mundo. Empresas dos segmentos de energia, logística, tecnologia e serviços participaram das rodadas de negócios e dos painéis voltados à inovação.
O encontro também refletiu o momento positivo vivido por Macaé no ambiente de negócios. Recentemente, o município foi reconhecido no Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora e conquistou o Selo Prata de Referência em Atendimento, reconhecimentos que reforçam as políticas de incentivo ao empreendedorismo e à atração de investimentos.
O coordenador regional do Sebrae no Norte Fluminense, Guilherme Reche, lembrou que a Feira da Economia do Mar fortalece o ambiente de negócios ao aproximar empresários, fornecedores e grandes empresas.
“As feiras criam um ambiente para conectar empresários ao mercado. Nesta rodada de negócios, aproximamos pequenas empresas das empresas âncoras, gerando networking e novas oportunidades para fortalecer o ambiente de negócios da região”, finalizou.
Ao reunir o governo de Macaé, empresas e instituições em torno de uma agenda estratégica para o país, a 4ª Feira da Economia do Mar reafirmou a posição de Macaé como um dos principais polos brasileiros de energia, inovação e negócios ligados ao mar.
A programação mostrou a força de uma cadeia produtiva que vai além da indústria offshore e engloba pesca, logística, construção e manutenção naval, operações portuárias, turismo, pesquisa, tecnologia e prestação de serviços ligados ao mar. A proposta foi ampliar conexões entre empresas, incentivar investimentos e fortalecer a diversificação da matriz econômica de Macaé.
Na abertura, o prefeito Welberth Rezende afirmou que a cidade vive um novo momento, impulsionado pelo crescimento da iniciativa privada e pela expansão de diferentes setores da economia.
“Macaé tem parte de sua receita incrementada pelos royalties, mas é fundamental dizer que a cidade tem hoje um terço de todo o investimento privado do Estado do Rio de Janeiro. A Economia do Mar nos permite diversificar nossa economia, inicialmente pelo offshore, depois pela pesca, pela indústria naval, pela prestação de serviços e pela chegada de novas empresas do setor de petróleo e gás”, disse.
Ainda segundo o prefeito, essa transformação não se limita às atividades ligadas ao mar.
“Hoje somos o maior produtor de grãos do Estado do Rio de Janeiro, temos um agronegócio em crescimento, estamos avançando na educação, no turismo e na atração de novas indústrias. Grandes eventos, como a Expo Macaé e o Natal, movimentam a economia e ajudam a consolidar a cidade como um polo de desenvolvimento”, disse.
Durante a cerimônia, foi anunciado que Macaé será a primeira cidade brasileira a receber o Selo Azul, certificação voltada às boas práticas relacionadas à Economia do Mar e ao desenvolvimento sustentável.
Para o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Sylvio Lopes, a relação da cidade com o mar vai muito além da indústria do petróleo.
“Em Macaé, o mar é a nossa identidade e a nossa sobrevivência. Cerca de 95% do comércio mundial é feito pelo mar. Nossa Economia do Mar vai muito além da indústria do petróleo. Ela envolve a pesca, as atividades marítimas, a indústria naval e toda uma cadeia produtiva que depende do mar”, comentou.
A iniciativa contou com a participação de mais de 100 empresas, entre elas seis empresas âncoras. A Zurich Airport Brasil, responsável pela operação do Aeroporto de Macaé, também esteve presente. Representante da Zurich, Rodrigo Assunção reforçou o potencial logístico e de negócios da cidade. Macaé é considerada a maior base de aviação offshore para óleo e gás do mundo. Empresas dos segmentos de energia, logística, tecnologia e serviços participaram das rodadas de negócios e dos painéis voltados à inovação.
O encontro também refletiu o momento positivo vivido por Macaé no ambiente de negócios. Recentemente, o município foi reconhecido no Prêmio Sebrae Prefeitura Empreendedora e conquistou o Selo Prata de Referência em Atendimento, reconhecimentos que reforçam as políticas de incentivo ao empreendedorismo e à atração de investimentos.
O coordenador regional do Sebrae no Norte Fluminense, Guilherme Reche, lembrou que a Feira da Economia do Mar fortalece o ambiente de negócios ao aproximar empresários, fornecedores e grandes empresas.
“As feiras criam um ambiente para conectar empresários ao mercado. Nesta rodada de negócios, aproximamos pequenas empresas das empresas âncoras, gerando networking e novas oportunidades para fortalecer o ambiente de negócios da região”, finalizou.
Ao reunir o governo de Macaé, empresas e instituições em torno de uma agenda estratégica para o país, a 4ª Feira da Economia do Mar reafirmou a posição de Macaé como um dos principais polos brasileiros de energia, inovação e negócios ligados ao mar.