Porto do Açu planeja hub de hidrogênio verde e prevê instalação de data center
O Porto do Açu, em São João da Barra, quer se transformar em um hub de hidrogênio verde, com objetivo de produzir combustíveis sustentáveis. Para o projeto, a administração do complexo reservou uma área de 1 km² e a fase de implementação deverá durar 20 anos. As informações foram confirmadas pelo CEO da Prumo, Rogério Zampronha, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo.
Segundo Zampronha, o Porto possui uma licença prévia emitida, o que permite que empresas interessadas reservem espaço no complexo. E posteriormente, o complexo terá de emitir uma reserva de operação. "Vai haver algumas plantas de produção de hidrogênio, não para exportação de hidrogênio, mas sim para insumo da produção dos novos combustíveis. Então é hidrogênio para fazer metanol para ser usado nos navios que aportam, metanol para indústria química e metanol para a síntese do biodiesel no interior do Brasil, principalmente", explicou ao acrescentar que a previsão é de que as plantas instaladas produzam, por ano, 605 mil toneladas de hidrogênio verde (feito a partir de eletricidade limpa, de fontes renováveis, para eletrólise da água) e de hidrogênio azul (feito com gás natural, mas com captura e armazenamento, ou reutilização, das emissões de carbono).
Além disso, são projetados 1,9 milhão de toneladas de amônia verde por ano e 315 mil toneladas de e-metanol, ambos feitos a partir do hidrogênio verde.
Em janeiro deste ano, o Porto do Açu e a Yamna, empresa inglesa especializada na produção de hidrogênio verde e seus derivados, firmaram um acordo de reserva de área no hub de baixo carbono para a implantação de uma fábrica de amônia verde. A Yamna prevê que a nova fábrica de amônia tenha capacidade de produção de até um milhão de toneladas por ano (1MTPA). A decisão final de investimento está prevista para 2027, com o início da produção das primeiras moléculas verdes em 2030.
Cinco meses antes, foi assinado contrato de reserva de área para o hub de hidrogênio de baixo carbono e derivados com a empresa norueguesa Fuella AS, desenvolvedora e operadora de usinas de hidrogênio verde e amônia. O objetivo do projeto é implementar uma planta de amônia verde de até 520 MW, baseada em eletrólise de água, com potencial para produzir 400 mil toneladas de amônia verde por ano
O Porto também informou ter parcerias com a multinacional HIF Global, para a produção de e-metanol, e com a H2Brazil, para fabricação de hidrogênio verde.
Além do hub de hidrogênio verde, a administração do Porto do Açu prevê a instalação de um data center. Segundo Zampronha, foi firmado contrato com duas empresas de desenvolvimento de data centers multinacionais. O executivo diz que, por enquanto, não revela o nome das duas companhias.
Além disso, são projetados 1,9 milhão de toneladas de amônia verde por ano e 315 mil toneladas de e-metanol, ambos feitos a partir do hidrogênio verde.
Em janeiro deste ano, o Porto do Açu e a Yamna, empresa inglesa especializada na produção de hidrogênio verde e seus derivados, firmaram um acordo de reserva de área no hub de baixo carbono para a implantação de uma fábrica de amônia verde. A Yamna prevê que a nova fábrica de amônia tenha capacidade de produção de até um milhão de toneladas por ano (1MTPA). A decisão final de investimento está prevista para 2027, com o início da produção das primeiras moléculas verdes em 2030.
Cinco meses antes, foi assinado contrato de reserva de área para o hub de hidrogênio de baixo carbono e derivados com a empresa norueguesa Fuella AS, desenvolvedora e operadora de usinas de hidrogênio verde e amônia. O objetivo do projeto é implementar uma planta de amônia verde de até 520 MW, baseada em eletrólise de água, com potencial para produzir 400 mil toneladas de amônia verde por ano
O Porto também informou ter parcerias com a multinacional HIF Global, para a produção de e-metanol, e com a H2Brazil, para fabricação de hidrogênio verde.
Além do hub de hidrogênio verde, a administração do Porto do Açu prevê a instalação de um data center. Segundo Zampronha, foi firmado contrato com duas empresas de desenvolvimento de data centers multinacionais. O executivo diz que, por enquanto, não revela o nome das duas companhias.
Para Zampronha, o Porto tem vantagens que tornam a área propícia à instalação de um data center, como abundância de água e energia, presença de universidades federais e estaduais ao redor da área portuária e incentivo tributário do governo do Rio de Janeiro.
— A gente espera que possa anunciar os investimentos de quais vão ser os data centers nos próximos meses. Está virando uma realidade — afirmou Zampronha.
Com informações da Folha de S. Paulo