A reação do grupo rosáceo após a operação "Vale Voto", da Polícia Federal (PF) (aqui), foi previsível.
Ataques aos opositores, críticas ao juiz, uso do nome de Deus, e estratégia da vitimização.
O grupo que voltou ao poder em 2008 prometendo "deixar o passado para trás", com duras críticas ao governo Mocaiber, encerra a segunda gestão com uma operação da PF e prisão de secretária.
E agora, para tentar manter o poder, os rosáceos contam em seu time com peças estratégicas que faziam parte da gestão de Mocaiber e eram duramente criticadas por Garotinho. Inclusive, o marido da secretária que foi presa é um desses nomes.
Coisas do destino.



