P C S - Plano de Cargos e Salários para os servidores de Campos.
Hoje, finalmente foi votado, E APROVADO COMO MANDA O EXECUTIVO, o tão esperado P C S para os servidores municipais de Campos. A sessão foi muito polêmica e os debates foram intensos provocados pelos vereadores Marcão, Rafael, Fred e José Carlos, assim como alguns aplausos e vaias de poucos servidores presente, o que gerou ameaças do presidente da Casa de esvaziar o plenário, contestado por vereadores da oposição que reclamaram de tratamento diferente do presidente, quando o secretário garotinho foi lá dar seu show com direito a casa cheia de servidores para aplaudí-lo, sem que nenhuma ameaça idêntica houvesse feita pelo presidente Edison.
O grande impasse que gerou a reação e o voto contrário dos vereadores da oposição, foi decorrente do fato de que o Projeto fora encaminhado à Casa apenas 15 min antes da sessão, sem que nenhum deles tivesse tempo hábil para analisar a proposta, contrariando dispositivo da Lei Orgânica, que prevê 15 dias de prazo para análise e votação, não respeitando o pedido de tempo maior, por imposição da prefeita.
Também porque o secretário garotinho, comparecendo em reunião dos servidores lá no SIPROSEP, aparentemente teria influído na votação da proposta levada na assembléia, com a ameaça, impondo aos servidores duas possibilidades: ou o aumento anual dos salários, ou a aprovação do Plano de Cargos. Os dois, direito dos servidores, a prefeita não iria fazer, alegando a crise de caixa por que passa o desgoverno local.
E PORQUE SÓ AGORA, EM PLENA CRISE FINANCEIRA, VEIO A PROPOSTA DO PCS ? Pergunto.
Entendo que foi uma tacada de mestre dos atuais prefeitos de Campos, vez que o dito PCS é reivindicação antiga, já prometida por todos os governos que antecederam ao da atual prefeita, desde o primeiro do seu marido garotinho em 1.989, 25 anos portanto dos mesmos, passando por Sergio Mendes, garotinho de novo, Arnaldo, Mocaiber e culminando com a Rosinha desde 2008 até hoje, seis anos e meio já.
E porque tacada de mestres? Porque se não aproveitassem este momento para justificar a falta de dinheiro, com respaldo na atual crise econômica do desGoverno Federal, que afetou diretamente o desgoverno municipal e decorrente da queda das receitas dos royalties, entre outros desmandos e corrupção generalizadas, poderiam nunca mais ter outra oportunidade de ouro para tentar passar tal proposta, NUM VERDADEIRO OPORTUNISMO POLÍTICO dos atuais prefeitos, que veio em flagrante prejuízo aos interesses dos servidores, que viram-se forçados a optar pelas perdas do reajuste de seus salários, trocados pela aprovação de um sonho antigo.
E porque OPORTUNISMO POLÍTICO travestido de crise financeira? Porque sabemos que essa crise vai passar, senão este ano, no próximo, ou o Brasil quebra de vez. Aí eles terão perdido essa chance única até 2016 pra ficar bem na fita com os servidores municipais. Mas terão imposto a todos eles uma perda só reversível na justiça, jogando ainda toda a respponsbilidade para o SIPROSEP, que concordou com tal absurdo, mesmo em assembléia, onde NUNCA deveriam ter aceitado tais alternativas, muito menos levado à discussão com um número provavelmente pouco representativo de servidores. Não teria restado ao desgoverno rosa outra alternativa senão fazer andar os dois, sob pena do legítimo direito de greve até que tudo fosse resolvido. O sindicato capitulou diante do secretário garotinho.
E precisava disso? Prejudicar o servidor público municipal de Campos?
Entendo que não, porque o desperdício de dinheiro na gestão atual dede 2008, sempre foi muito grande. Os dois prefeitos rosáceos já manusearam mais de 13 bilhões de reais desde o início desse desgoverno, perderam mais de 100 milhões da PREVICAMPOS, com aplicações financeiras suspeitas, estão pagando mais de 50 milhões ao Banco do Brasil pela venda dos royalties, centenas de milhões de reais no programa Morar Infeliz, que além de super caras as casas, poderiam ter usado o dinheiro farto da Dilma e não quiseram, entre muitos outros ralos, como o das ambulâncias e da GAP, das terceirizações desnecessárias e etc.
E todas essas covardias com a aprovação subserviente e calada dos vereadores da base desgovernista, incapazes de terem a dignidade de sequer discutir o interesse da população, a nosso ver.
Assim, mais uma vez e com a aprovação dos vereadores governistas, o servidor municipal de Campos é feito de bucha de canhão pelos atuais prefeitos, sob a benção de seus representantes sindicais, para ficarem na história das maiores perdas salariais impostas aos trabalhadores da PMCG.


