PERDE A DEMOCRACIA BRASILEIRA por fatalidade, perde a família pelo infortúnio.
A morte do candidato à presidência, EDUARDO CAMPOS, de forma fatalística, pode trazer consequências eleitorais diversas. O candidato, antes alinhado com o governo Dilma, parecia estar mudando suas posições a partir do momento que uniu-se politicamente à senadora Marina Silva, do partido A Rede, adotando uma linha mais ideológica que fisiológica.
O debate democrático nessas eleições presidenciais sai perdendo muito com esta morte, vez que, dependendo de quem venha substituí-lo, seja ou não capaz de repolarizar a sua candidatura. Se Marina, positivamente, se outro do próprio PSB, só o futuro dirá.
De qualquer forma, o espólio eleitoral do candidato falecido, poderá migrar em parte para a candidatura do PSDB, senador Aécio Neves, aumentando-lhe a chance de ganhar.
À família e seus órfãos políticos, o sentimento de vazio que fica com sua perda. A democracia brasileira, a perda de mais uma oportunidade de renovar-se para melhor a partir dessas próximas eleições presidenciais.


