UM TOBOGÃ DE VEÍCULOS...e seus passageiros.
José Geraldo 23/08/2013 01:27

Todos criticam, com sensata e justa razão, o projeto da ponte Alair Ferreira, construída pelo desgoverno Mocaiber, com um projeto técnico mal feito, gerando um efeito "tobogã", tanto na subida quanto na descida de suas rampas de acesso.  O jornalista Saulo Pessanha em seu blog, abordou a situação (aqui).  É óbvio que aquela ponte foi feita na correria com os recursos que sobraram da fatídica destruição da nossa praça histórica “São Salvador” e a construção daquilo que lá está, quando uma Ação Civil Pública conseguiu suspender o restante daquele contrato.

O projeto da ponte foi feito na correria pelo outro desgoverno Mocaiber, para não cancelar a licitação de R$ 60.000.000,00, em vista que a empreiteira era a já famosa Odebretch, daí os defeitos no mesmo e na obra.

É de ser considerado que a utilização daquela ponte para o tráfego pesado não deve ter sido objeto de estudo pela construtora, e nem deveria ser dada esta utilização pela prefeitura, a não ser em caso de emergência, o que não se caracteriza hoje.

Uma solução paliativa seria liberar o tráfego apenas de carretas e caminhões no sentido norte-sul pela ponte General Dutra, mantendo o tráfego leve e de ônibus urbano e inter-estadual obrigatoriamente pela ponte “mocaiber” no sentido norte-sul. Ajudaria mais.

Para a utilização daquela desdita ponte como alternativa em caráter permanente para o tráfego de BR 101, o desgoverno rosa, primeiro teria que ter resolvido o acesso pelo lado norte até a interseção com a antiga pista, nas imediações do posto Arco-Iris, desocupando os imóveis dos dois ferros velhos naquele local.

Poder Desapropriatório a Prefeitura tem, o que falta é a vontade política, ou a competência.

Se a questão é jurídica, também não assiste razão à prefeitura, porque o que não falta à prefeita é dinheiro, de competentes advogados e procuradores a seu serviço, como se vê nas ações eleitorais, com mais de trinta profissionais assinando as petições.

De qualquer forma, a solução do erro de projeto e de construção não se resolveria facilmente, já que refazer os acesso nas suas cabeceiras custaria um bom dinheiro.

Conforme sugerimos acima, apenas reduziríamos os riscos e as interrupções do fluxo por quebras das carretas, e só, mas melhor que a atual solução dada pela sub-prefeita, lá em setembro de 2012, na última hora e de forma eleitoreira, para agradar a população que precisa transitar entre os dois lados da cidade, porque se assim não fosse a atual solução poderia ter sido adotada desde o ano de 2009.

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