hoje em Campos, o movimento Cabruncos Livres realizaram o seu 4º ato - lavagem das escadarias da Câmara Municipal, demonstrando que eles estão imbuidos do propósito de não deixar morrer seus ideais de democracia, transparência e ética na gestão da RES PUBLICA.
Fica claro para esses jovens inexperientes, mas cheios de vontade e cidadania, que é cada vez mais difícil manter as mobilizações de pessoas em se tratando de interesse público difuso e coletivo, mesmo quando tudo o que se quer, é mudar a sociedade pra melhor, cobrar dos responsáveis pela condução dos destinos do povo, atitudes com TRANSPARÊNCIA, ÉTICA, PROBIDADE e MORALIDADE.
Eu fui lá, com meu balde e minha vassoura, lavei simbolicamente aquelas escadas por onde passam aqueles que nos representam no PODER, para que eles espelhem-se nesse ato ao irem cuidar dos interesse do POVO. Isso porque sou coerente com o que digo, como os exempos que postei aqui em julho, no artigo CÂMARA DE VENDILHÕES DO POVO.
O ATO É CHEIO DE SIMBOLISMO SIM !O ato quer mostrar àqueles que deveriam legislar e fiscalizar os atos de quem dirige a cidade, com mandato outorgado pelo eleitor-POVO, para que eles tomem atitudes em defesa do seu povo, ao invés de ficarem subservientes ao Poder, ao capital, aos interesses pessoais.
O ato é simbólico quando pede TRANSPARÊNCIA daquela Casa do Povo, não só na fiscalização do dinheiro, mas nas prioridades do seu gasto, de modo que ele, O POVO, possa ler e entender como é gasto o seu dinheiro, e se a prioridade da despesa feita pelo Legislativo e pelo Executivo está correta.
O ato é simbólico quando reclama da ÉTICA de seus representantes naquela Casa de Leis e no Executivo, quando fazem negócios com o dinheiro do POVO, respeitando esse princípio básico do homem público, ao não transigir com a sua função constitucional e institucional em prol de seu interesse pessoal, como é o costume de agora.
O ato é simbólico quando propõe à esses senhores um comportamento de PROBIDADE, como característica pessoal, não permitindo envolver-se nas constantes maracutáias que o PODER disponibiliza, como meio de cooptá-los aos seus desígnios e propósitos nefastos, em detrimento do interesse daquele POVO.
O ato é simbólico quando cobra dos homens públicos uma MORAL ILIBADA, sem se permitir os costumeiros desvios de conduta em prol de seus próprios interesses, e não em prol do interesse do POVO.
Esses quatro princípios devem sempre nortear o homem público, quando está a serviço do POVO, no LEGISLATIVO, no EXECUTIVO, no JUDICIÁRIO e no MINISTÉRIO PÚBLICO.
A REFLEXÃO que deve ser feita por esses senhores todo-poderosos, é que não podem esquecerem-se de que devem servir unicamente ao POVO , e não a si mesmos, sob pena de verem num futuro próximo novas e mais veementes mensagens das ruas nesse sentido.
A REFLEXÃO que deve ficar é a de que esses senhores todo-poderosos, verdadeiros DEUSES segunda a ótica deles, devem ficar do lado do POVO, seus eleitores, seus verdadeiros patrões, que lhes pagam os salários de MARAJÁS, fora os por fora.


