Corpo de Luiz Carlos Boynard é sepultado em Campos
Gabriel Torres 17/06/2026 17:55 - Atualizado em 17/06/2026 17:57
Foto: Rodrigo Silveira

O corpo do empresário Luiz Carlos Vasconcelos Boynard foi sepultado na tarde desta quarta-feira (17) no Cemitério Campo da Paz, em Campos. Ele morreu nesta manhã, aos 79 anos, de falência múltipla dos órgãos. Luiz Carlos foi proprietário da tradicional Charutaria Sport, no Centro. A despedida reuniu familiares e amigos, que prestaram suas últimas homenagens. Ele deixa a esposa Maria Amélia, as filhas Renata, Cláudia e Mariana, e quatro netos.
A assistente social e professora Conceição Muniz lembrou da relação que mantinha com Luiz Carlos Boynard e sua esposa Maria Amélia.
"Acompanhando esse casal e essa vivência. Se fala na alegria e na tristeza, na saúde e na doença. E é exatamente isso que eu testemunho de Maria Amélia e Carlinhos: um amor lindo, que deu também filhas belíssimas. Nós, o entorno deles, saboreamos a beleza da vida deles e o amor que os dois sabem, ela sabe e ele também sabia distribuir lindamente. Que ele esteja em paz", disse Conceição.
O amigo Milton Caldas também falou sobre as lembranças de Luiz Carlos Vasconcelos Boynard, que também chamava de Carlinhos, e do respeito que tinha na cidade.
"Um cara prestativo, trabalhador e guerreiro. Mas a vida é assim mesmo, tem que ir embora e está deixando saudade. O Carlinhos era uma pessoa de um grande relacionamento dentro de Campos, não achava uma pessoa que falasse mal dele. Ele era uma pessoa ímpar e bacana. Mas é a vida, a vida é assim, leva todo mundo", falou Milton.
Outro amigo, China Venâncio contou que Luiz Carlos ajudava aqueles que precisavam.
"Um amigo que marcou e vai marcar nossa família, minha e de tantos outros. Eu o amava e o admirava pela sua espontaneidade e a sua, como se diz, em doar sempre, ajudando quem precisava, com alguma palavra, algum gesto. Enfim, Carlinhos nos deixou e vai ficar aqui para sempre na lembrança dos amigos", disse China.
O amigo Rodolfo Romano destacou os serviços prestados à cidade por Luiz Carlos Vasconcelos Boynard.
"Carlinhos não era um companheiro, era um irmão para nós. Vai deixar uma lacuna muito grande, mas compensada pela presteza, pelo trabalho todo que ele que prestou. E não só isso, também como a pessoa humana. Que Deus o receba de braço aberto, para poder ter um lugar", falou Rodolfo.

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