Saída de Cabo Alonsimar e chegada de Coutinho na Câmara de Campos
Hevertton Luna - Atualizado em 28/02/2026 06:43
Cabo Alonsimar e Filipe Coutinho
Cabo Alonsimar e Filipe Coutinho / Divulgação
O vereador Cabo Alonsimar (PDT) se licenciou da Câmara de Campos para ocupar a cadeira de subsecretário municipal de Serviços Públicos, a pedido de Wladimir. Filipe Coutinho será nomeado para a vaga na próxima quinta-feira (5), confirmou o suplente em entrevista na manhã de sexta-feira (27), no Folha no Ar, na Folha FM 98,3.
Em sua despedida, Alonsimar disse: “Comunico oficialmente o meu pedido de licença do mandato de vereador [...] Minha saída do Legislativo, nesse momento, ocorre em razão do convite do prefeito para integrar sua equipe de governo”.
Na entrevista concedida, Filipe explicou que trabalhará em blocos e o primeiro é a revitalização da região central de Campos.
“Vou propor uma audiência pública, chamando a Câmara de Vereadores, prefeitura, empresários locais, bancos, construtoras e tudo mais. Vamos tentar dar uma pequena modificada em algumas questões da lei, tentar zerar o IPTU durante dez anos dessas moradias e tentar, através de financiamento, um diálogo com a Caixa Econômica, BNDES, usar a relação política que eu tenho em Brasília e tentar com os empresários interessados em construir prédios para que possam trazer moradores, trazer famílias para habitar o centro da cidade de Campos”, disse o suplente.
O suplente campista ainda declarou que o prefeito de Campos seria a melhor opção para o PL na disputa pelo Palácio das Laranjeiras. “Se o vice-governador para a chapa do Douglas Ruas é o nosso prefeito Wladimir Garotinho, a chapa ganharia muito mais do que com Rogério Lisboa. Quem perde com Wladimir não sendo vice somos nós, moradores do Norte e Noroeste Fluminense”, afirmou.
O suplente também comentou sobre as possibilidades de Wladimir concorrer a deputado federal e seus aliados para a Alerj.
“Acredito que o prefeito Wladimir, pelo conhecimento que tem e pela força política do seu grupo em Campos, pode eleger dois (deputados) estaduais e, se ele for candidato a deputado federal, provavelmente vai fazer mais de 100 mil votos”, complementou.
Ele acredita que o pleito presidencial será acirrado e influenciará na disputa fluminense.
“No Brasil, não vai ter nenhuma eleição fácil, nem para governador e nem para presidente” complementou.

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