Por meio de nota oficial, a reitoria da Uenf adiou o retorno das atividades acadêmicas em uma semana - a previsão é de retorno no dia 06 de fevereiro, mas essa data ainda pode mudar. Esta decisão tem por principal objetivo permitir que o Conselho Universitário (Consuni), que tem reunião marcada para a próxima terça-feira (31), possa analisar e deliberar sobre as condições para retorno das aulas. A instituição está com o calendário atrasado, com o início do segundo semestre de 2016 ainda pendente.
O Diretório Central do Estudantes da instituição defendeu em sua página oficial a proposta de retorno das aulas no início de março juntamente com a vinda dos calouros (que viriam apenas em junho) para garantir uma maior ocupação da Universidade e sustentação das atividades de defesa da UENF.
A crise financeira do Estado do Rio de Janeiro tem afetado muito o funcionamento da universidade. Em novembro, a Uenf estava com uma dívida de aproximadamente R$ 18 milhões. E ainda: 12 meses de atraso com empresas terceirizadas que prestam serviços de segurança, limpeza, manutenção predial e áreas verdes, de acordo com o reitor Luis Passoni. Ele informou ainda que os salários dos servidores também estavam em atraso.
Homem é morto a tiros em Ponta da Lama Foto: Rodrigo Silveira/Folha da Manhã[/caption]
Em agosto, o setor de comunicação do 6º Comando de Policiamento de Área da Polícia Militar (que abrange o 8º Batalhão da Polícia Militar, responsável pelos municípios de Campos, São João da Barra, São Francisco e São Fidélis) chegou a
Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes Foto: Wilson Dias/Agência Brasil[/caption]
Ocupação da Secretaria Estadual de Educação em Campos em junho deste ano[/caption]
O Salão do Júri do Fórum de Campos recebeu hoje mais dois julgamentos de vereadores eleitos envolvidos em denúncias de irregularidades no Cheque Cidadão. A audiência de Linda Mara (PTC) aconteceu pela manhã e a do vereador Miguelito (PSL) na parte da tarde. Ambos os réus não compareceram.
A primeira testemunha do dia foi o Coronel da PM Luiz Fernando Leal, que atua no Grupo de Apoio à Promotoria (GAP). Ele comenta as diligências realizadas no curso da operação Chequinho. Ele conta que, a partir de maio, funcionários dos Cras contaram que foi solicitada a passagem de centenas, em alguns lugares milhares, de beneficiários sem passar pelos critérios legais do programa. O nome da então candidata Linda Mara apareceu juntamente com o de dois "cabos eleitorais" que agiam em nome dela. A testemunha revela também que foi identificada, em referência à Linda Mara, a palavra "habitação" em uma lista. O código foi encontrado em cartões, outros documentos e outras listas.
A segunda testemunha também é pertencente ao GAP. O sargento Maurício Santos afirmou que foram identificados dois cabos eleitorais da candidatos, "Simone" e o "Welligton". Eles atuariam nas localidades de Três Vendas e Estrada do Veiga. Também foram ouvidas uma servidora que trabalha no apoio técnico de cumprimento de mandados e uma assistente social municipal que atua no Conselho Regional de Serviço Social.
Na parte da tarde, também foram ouvidos os agentes que participaram das ações de investigação da Operação Chequinho. Eles contaram em quais momentos o nome do vereador reeleito Miguelito surgiu nas diligências.
Nas duas situações, as defesas dos acusados abriram mão da oitava das testemunhas por elas indicadas.
Quatro já realizadas - Os primeiros a serem julgados foram Roberto Pinto (PTC) e Ozéias (PSDB), no último dia 8. As duas Aijes já estão conclusas para sentença. Dia 11 foi a vez de Jorge Rangel (PTB) e Jorge Magal (PSD). Até o momento, nenhum dos réus compareceu às audiências.
