E na Disney...
21/01/2017 | 21h37
Direto da rede social Facebook, segue a galhofa com a praça da criança. IMG_6975
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A tal LUZ
21/01/2017 | 21h37
luz da dilma Mais uma semana se encerra aos trancos, barrancos e solavancos. Depois da reforma ministerial do governo na tentativa de "agradar" as bancadas e partidos da base aliada, nada fluiu ao seu favor. Os vetos presidenciais não foram votados por falta de quórum no plenário da Câmara Federal, ou seja, os nobres deputados esvaziaram as sessões (resta saber se receberão sem trabalhar). É uma guerra de braço entre o governo e o presidente da Câmara e nesta, pouco interessa o brasileiro. A política se divorciou da economia. Salve-se quem puder.
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Executivos atacados em protesto.
21/01/2017 | 21h37

Se a moda pega. O fato aconteceu, hoje (05), em Paris, França. Em questão nada menos do que uma das gigantes do ar: a companhia de aviação AIR FRANCE.

A empresa enfrenta, há alguns anos, a competição das concorrentes de baixo custo na Europa. Ainda tem que disputar com as empresas de longa distância no Oriente Médio. A Air France apresenta repetidos déficits na malha europeia só obtendo lucro no voos de longa distância, como os realizados para as Américas. Disposta a sair da situação de dificuldade financeira a companhia apresentou as propostas aos sindicatos que, pelo retratado nas imagens abaixo, rejeitaram os cortes anunciados. A Air France planeja cortar 1.700 funcionários da equipe em terra, 900 funcionários de cabine e 300 pilotos. Seria a primeira onda de demissões forçadas, a anterior foi há 25 anos. A frota também será reduzida em 14 aeronaves, de acordo com o sindicato de tripulantes Unac. Haverá o cancelamento da aquisição de aeronaves 787 Dreamliners da Boeing e a eliminação progressiva dos A340 da Airbus. A controladora Air France-KLM tem 19 jatos 787-9 e seis 787-10 encomendados. A empresa também eliminará rotas mais fracas.

Os funcionários  já tinham sido solicitados a trabalhar mais horas pelo mesmo salário como forma de  ajudar a companhia a reduzir as perdas anuais que começaram em 2011.

  • [caption id="" align="aligncenter" width="560"]Com a camisa rasgada, diretor da Air France em Orly, Pierre Plissonnier, é ajudado por seguranças após ataque de manifestantes, que invadiram o escritório da empresa durante reunião do comitê central KENZO TRIBOUILLARD / AFP Com a camisa rasgada, a gravata em torno do pescoço, diretor da Air France em Orly, Pierre Plissonnier, sai ajudado por seguranças após ataque de manifestantes. O escritório da empresa foi invadido plena reunião do comitê central | KENZO TRIBOUILLARD / AFP[/caption]
     
  • [caption id="" align="aligncenter" width="560"]Sem camisa, Xavier Broseta, diretor de RH da Air France, é escoltado por seguranças após a invasão da sede da empresa JACKY NAEGELEN / REUTERS Sem camisa, Xavier Broseta é retirado de reunião por seguranças (Foto: Jacky Naegelen/Reuters)[/caption]
  • Com o que restou de sua camisa amarrada na mão, Xavier Broseta, diretor de Recursos Humanos da Air France, escala uma grade na fuga de manifestantes contrários à demissão de quase 3 mil profissionais KENZO TRIBOUILLARD / AFP
  • Manifestantes em greve protestam em frente ao prédio da Air France no aeroporto internacional Charles de Gaulle, nos arredores de Paris JACKY NAEGELEN / REUTERS
A reunião realizada na manhã desta segunda-feira foi interrompida por centenas de manifestantes. Executivos foram obrigados a se retirar às pressas após funcionários revoltados, com bandeiras e cartazes, invadirem a sala. O presidente da Air France já tinha saído da sala antes da interrupção. A controladora Air France-KLM afirmou que tomará ações legais contra a violência adotada contra seus executivos.
 Fonte Le Figaro
 
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O fundo do buraco é fundo
21/01/2017 | 21h37

E lá vamos nós seguindo persistentemente pro fundo do buraco. Tem horas em que parece não ter fim e nós obstinadamente queremos alcançá-lo. Assim parece.

Ontem, domingo (27) na cidade do Rio de Janeiro, a Polícia Militar em ação intensa contra roubos e arrastões na orla da Zona Sul deteve 22 crianças menores de 12 anos desacompanhadas (uma delas tinha apenas 8 anos). Todas sem documentos. O secretário de Segurança José Mariano Beltrame acompanhou pessoalmente a realização da Operação Verão, lamentou a situação dos garotos. Quem assistiu à entrevista do secretário teve a visão do esgotamento dele, afinal problemas sociais são empurrados com a barriga e sobram para a PM resolver, como se isso fosse possível. Beltrame deixou a impressão de que está por um fio para "jogar a toalha". — É muito triste ver crianças sem responsáveis — afirmou Beltrame. — É por isso que a gente precisa trabalhar de forma integrada. Também acho que uma criança de 8, 11 ou 12 anos que diz ser responsável por outras, ainda menores, transcende muito a competência de qualquer órgão. Isso volta para a família brasileira. [caption id="attachment_9297" align="aligncenter" width="564"]IMG_6925 Igor Mello / Agência O Globo[/caption]
Chegamos às raias do inacreditável socialmente.
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"Engenhosidade"
21/01/2017 | 21h37
Abaixo, o pequenino testemunho do escritor Luis Fernando Veríssimo. Quando se quer, as coisas acontecem na Cultura, ainda que com falta de recursos abundantes e das condições ideais. [caption id="attachment_27534" align="alignnone" width="315"]Verissimo no estande da Biblioteca Municipal |Foto Tiago Amado Verissimo no estande da Biblioteca Pública Municipal Nereu Ramos |Foto Tiago Amado[/caption] "Rio do Sul é uma simpática cidadezinha no nordeste de Santa Catarina, e Rio do Sul tem uma feira do livro, à qual fui convidado. Todos os eventos da feira acontecem num espaço montado embaixo de uma ponte. O que só serve para mostrar como a engenhosidade supera tudo, inclusive a falta de verbas e a negligencia oficial com a cultura. Estávamos embaixo de uma ponte, e estávamos, durante a feira, no lugar mais nobre da cidade."
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O Quinto dos Infernos
21/01/2017 | 21h37
" Durante o Século 18, o Brasil-Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo incidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso País e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima e absurda era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro. O "Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam "O Quinto dos Infernos". E isso virou sinônimo de tudo que é ruim. A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama". Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a carga tributária brasileira chegou ao final do ano de 2011 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção. Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dos infernos" de impostos... Para quê? Para sustentar a corrupção? Os mensaleiros? O Senado com sua legião de "Diretores"? A festa das passagens, o bacanal (literalmente) com o dinheiro público, as comissões e jatinhos, a farra familiar nos 3 Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário)? Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa corja, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa! E pensar que Tiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente...!" Obs.
  1. Desconheço a autoria do texto acima, recebi-o de uma amiga carioca professora de história.
  2. Penso que a maior insatisfação dos brasileiros com relação à carga tributária acontece pela falta de retorno em serviços por parte do pesadíssimo Estado Brasileiro.
  3. Campos dos Goytacazes é exemplo máximo de recursos públicos (royalties do petróleo) que se esvaem, literalmente, por ralos de uma máquina política autoritária e populista que exclusivamente foca permanecer no poder. Um município rico, uma população pobre.
 
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Lá vai!
21/01/2017 | 21h37
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Uma era de incertezas
21/01/2017 | 21h37
Publicado, sábado (19), no O Globo. Artigo do escritor e jornalista Zuenir Ventura
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Caiu
21/01/2017 | 21h37
Lembram-se daquele kit de primeiro socorros que todo mundo tinha que comprar lá nos idos 1998? Era obrigatório ter uma caixinha daquelas em cada veículo. Um ano depois da lei entrar em vigor e que deve ter rendido uma boa receita para alguns, finalmente caiu. Ontem (17), também caiu a obrigatoriedade (desde 1970) do extintor de incêndio nos carros particulares. Permaneceu a exigência do porte veículos de transporte coletivo e nos de carga. O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu abolir o  uso do extintor de incêndio em carros, caminhonetes, camionetas e triciclos de cabine fechadas, passa a ser opcional, ou seja, a falta do equipamento não mais será considerada infração nem resultará em multa. [caption id="" align="alignleft" width="450"]Extintor de incêndio em carros não será mais obrigatório Luiz Armando Vaz/Agência RBS Foto: Luiz Armando Vaz / Agência RBS[/caption] O Brasil era um dos poucos países que obrigava automóveis a ter o extintor. Na Europa e no Estados Unidos não. Segundo nota do Contran, "A mudança na legislação ocorre após 90 dias de avaliação técnica e consulta aos setores envolvidos. O uso do extintor sem preparo representa mais risco ao motorista do que o incêndio em si". Também, de acordo com o Contran, a Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA) informou que dos 2 milhões de sinistros em veículos cobertos por seguros, 800 tiveram incêndio como causa. Desse total, apenas 24 informaram que usaram o extintor, equivalente a 3%. Menos um gasto para o brasileiro, menos um lixo.      
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Trouxa. Quem é trouxa?
21/01/2017 | 21h36
Sou leitura costumaz do Luis Fernando Veríssimo. Não sou daquelas que idolatram ser humano. Nem cantor, nem músico, artista, ator, diretor teatral, poeta, intelectual. Em suma, aprecio a obra e ponto final. Parto daquela premissa de que "de perto ninguém é normal", daí me prendo ao que fica quando tem qualidade, inteligência ou força poética. Mas confesso, como resistir à simplicidade, humor e leveza do Veríssimo?! Raros - não me lembro de algum - são seus textos desinteressantes, até porque o modo como ele enxerga os fatos do cotidiano é peculiar. De tudo ele extrai assunto com um ponto de vista sensível, típico de um homem culto amável. Vamos lá! Ia reproduzir seu artigo de hoje (17) no O Globo. O título é "TROUXAS"  e começa com a frase do ator Charlie Sheen, no filme 'Quero ser John Malkovich' em que diz: “A verdade é para os trouxas”. Daí, ele parte para indagações como, "Ele quis dizer que a verdade é para quem não tem imaginação e vive preso à realidade? Ou que trouxas são os que não veem que não existe uma “verdade”, mas muitas, e elas se contradizem? Ou ele estava apenas bêbado"? Ou ainda,  "A frase do Sheen só quer dizer mesmo que a fantasia é preferível ao fato, e que trouxa é quem nega isto. E vive sem aceitar que tudo é irreal: a política, as paixões, a justiça e as injustiças, e até a morte". Filosofias de lado, Verissimo está matutando que a tal frase cai como luva no Brasil atual e continua ao justificar, "Nunca as 'verdades' de cada um foram tão antagônicas, e nunca os antagonistas se xingaram tanto (“trouxa” é o mais brando dos epítetos trocados). Para um lado, trouxas são os que acreditaram no passado e ainda acreditam nas verdades mentirosas do PT. Para o outro lado, trouxas são os que participam de um golpe sem se darem conta da sua cumplicidade numa ruptura política e social possivelmente incontrolável. Nos dois lados, a retórica obscurece a verdade. Qualquer verdade". Que a gente está num mato sem cachorro, acho não restar dúvida. Que sobram gatos e ratos, outra certeza!
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Sobre o autor

Luciana Portinho

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