Apesar de ter a maior reserva de caixa, Apple é a empresa de tecnologia mais endividada
21/01/2017 | 23h36
A Apple é a empresa de tecnologia dos EUA com a maior reserva de caixa, mas em contrapartida é, também, a mais endividada do setor. O volume acumulado em caixa pela companhia saltou 12% em 2014, para US$ 178 bilhões, enquanto a dívida de longo prazo totalizava mais de US$ 40 bilhões em 28 de março, de acordo com dados da Moodys Investors Service. O montante impressiona também por estar bem acima das dívidas de pesos pesados da indústria de tecnologia como IBM, Oracle, Microsoft, Cisco e Intel (veja gráfico abaixo). A agência de classificação de risco atribui o endividamento elevado da empresa aos seus programas de recompra de ações e à política de distribuição de dividendos. Desde setembro de 2012, a Apple levantou aproximadamente US$ 36 bilhões com a emissão de títulos de dívida. Na quarta-feira, 6, ela anunciou que está preparando uma nova rodada de emissão de títulos, por meio da qual espera levantar cerca de US$ 7 bilhões. "A Apple está buscando dinheiro para apoiar seus programas de recompra de ações e de pagamento de dividendos", disse Richard Lane, vice-presidente sênior da Moodys, ao Investor's Business Daily.
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BMW, Audi e Mercedes-Benz se unem ao Baidu para adquirir divisão de mapas da Nokia
21/01/2017 | 23h36
As montadoras alemãs de automóveis BMW, Audi e Mercedes-Benz se uniram com o propósito de fazer uma oferta para adquirir participação majoritária na divisão de mapas da Nokia, conhecida como Here, por meio de um consórcio que inclui o grupo chinês Baidu. Segundo relatórios financeiros da Nokia, a unidade de negócios valia cerca de 2 bilhões de euros no ano passado. Embora travem uma disputa feroz no mercado de automóveis de luxo, as três montadoras querem se antecipar a uma possível união de gigantes do Vale do Silício (leia-se Google, Apple e Facebook) para adquirir a unidade de mapeamento da Nokia, o que lhes daria o controle de uma parte fundamental da tecnologia necessária para navegação e oferta de serviços digitais, recursos que estão se tornando cada vez mais comuns nos carros de luxo. "A maior ameaça para a indústria automobilística seria o Google desenvolver um sistema operacional para carros e disponibilizá-lo gratuitamente no mercado", disse uma pessoa familiarizada com o assunto ao The Wall Street Journal. Segundo essa fonte, as conversações entre as empresas estão em um estágio avançado e um acordo pode ser anunciado nas próximas duas semanas. Negócios A BMW, Audi e Mercedes-Benz estariam interessadas em assumir o controle da divisão de mapas, enquanto o Baidu e um fundo de investimento, cujo nome não foi revelado, querem adquirir participações minoritárias. A Nokia também manteria uma participação minoritária. A fabricante finlandesa, que no mês passado admitiu a possibilidade de vender a Here, disse, porém, durante a assembleia anual de acionistas, na terça-feira, 5, que pode decidir por manter o serviço de mapeamento. Ainda de acordo com a mesma fonte, também está no páreo um grupo de investidores formado por vários fundos de private equity que estariam interessados em financiar a aquisição da Here, usando títulos de dívida, o que talvez não seduza a Nokia. Em setembro do ano passado, a BMW e o Baidu já haviam anunciado um acordo para o desenvolvimento de carros autônomos, que usarão as tecnologias, o serviço de mapas e a capacidade de computação na nuvem da gigante chinesa. Já a parte mecânica será fornecida pela BMW. A montadora já trabalha com protótipos de automóveis capazes de funcionar sozinhos. Eles serão testados na China, nas cidades de Pequim e Xangai.
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Reino Unido pode ser obrigado a fazer racionamento da internet
21/01/2017 | 23h36
O Reino Unido pode ser obrigado a fazer um racionamento da internet, após especialistas alertarem que a rede de computadores pode consumir boa parte da energia elétrica do país nos próximos 20 anos.
Atualmente, a internet gasta 8% da energia do Reino Unido, com a transmissão e armazenamento de dados, além do uso de smartphones, laptops e televisões. A demanda dobra a cada quatro anos, segundo estimativas. Andrew Ellis, professor de comunicações ópticas na universidade Aston, afirma que o racionamento do uso de internet ou sobretaxar a internet são medidas a ser consideradas. O especialista diz que as maiores operadoras de telefonia no país gastam a mesma energia elétrica do que a produção de três usinas nucleares e o aumento da demanda por internet pode consumir toda a energia produzida no país até 2035. Outro problema é o fato da população local estar perto de ocupar toda a capacidade da rede de cabos do país, com a demanda cada vez maior de sites de streaming de vídeos como YouTube e Netflix. Segundo pesquisadores, os cabos de fibra óptica devem atingir seu limite de tráfego nos próximos oito anos. “Desde o primeiro modem, a capacidade de conexão está aumentando exponencialmente, dobrando a cada dois anos”, afirma ao jornal Daily Mail o professor Ellis. “Não conseguiremos mais aumentar a capacidade em uma fibra e há sinais de desaceleração desde 2010.” Ellis afirma que mais cabos deverão ser instalados para que a comunicação melhore no país, mas diz que “é provável que haja algum tipo de administração de demanda. Um jeito é racionar e outro é cobrar ou taxar os provedores.” “Se não consertarmos isso em 10 anos, a internet irá custar mais caro”, afirma o especialista, que irá apresentar um projeto de contenção a Royal Society, instituição oficial que promove o conhecimento científico. Fonte: Daily Mail
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Mercado de aplicativos do Brasil terá apoio da Câmara, afirma vice-presidente da CCT
21/01/2017 | 23h36
Não é só o Executivo que pensa em criar maneiras para desenvolver o segmento de aplicativos no Brasil. A Câmara dos Deputados pretende olhar “com carinho” para o setor, responsável pela geração de US$ 29,5 bilhões em negócios no ano passado. De acordo com o vice-presidente da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCT), deputado Sandro Alex (PPS-PR), a Casa, nesta legislatura, está mais madura para debater questões do setor.
“No mandato anterior, você tinha que explicar primeiro o que era um aplicativo. Existia uma dificuldade de compreensão, que ficou muito claro nas discussões em torno do Marco Civil da Internet, quando se falava em aplicação e conexão. Hoje, já produzimos debates muito mais ricos, como foi o dos carregadores, que foi muito além do equipamento, pois tratou sobre as interfaces que não se conversam”, informou. O parlamentar afirmou que a Câmara será um fórum aberto para se tentar encontrar soluções para valorizar, prestigiar e assegurar a competitivdade da indústria brasileira no que se refere ao mercado mundial de aplicativos. Segundo Sandro Alex, o setor produtivo nacional já desenvolve um bom trabalho, porém, ainda está aquém do seu potencial. “O nosso objetivo aqui na comissão é aprofundar este debate e estabelecer  com o governo, assim como estamos fazendo com a questão da simplificação de concessão de outorgas e da televisão digital, um grupo de trabalho que trate sobre aplicativos. Acho que é pertinente”, apontou o deputado. Presença internacional O vice-presidente da CCT também defendeu que o Brasil precisa de uma maior  participação em grandes eventos do setor no exterior para apresentar ao mundo o portfólio de produtos. Segundo o parlamentar, esta seria uma saída para potencializar a geração de negócios. “Podemos observar em eventos como  a feira GSMA Mobile World Congress, em Barcelona, na Espanha, que as empresas brasileiras estão sendo reconhecidads pelas tecnologias que têm desenvolvido. Apesar de boa, a representatividade da indústria nacional nestes eventos ainda é pequena. Por isso, solicitei ao ministro das Comunicações, Ricardo Berzoini,  para reforçarmos nossa participação neste evento no ano que vem. Precisamos mostrar a força das nossas companhias”, ressaltou. De acordo com Sandro Alex, o ministro se prontificou para atender esta solicitação e o Brasil deverá ter no próximo congresso uma das maiores presenças.
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Dispositivos móveis serão usados em 22% de todas as compras online no Brasil em 2015
21/01/2017 | 23h36
Tendência já consolidada em países asiáticos, o comércio móvel deverá crescer em 2015 no Brasil, chegando a 22% do total de compras online ao final deste ano. Segundo dados de um estudo realizado pela empresa de marketing digital Criteo e divulgados nesta terça, 28, o País fechou o primeiro trimestre de 2015 com 13% de participação de dispositivos móveis nas compras feitas na Internet. A maioria das compras com dispositivos móveis no Brasil foi feita com smartphones: 65%. O índice é o terceiro maior do ranking, ficando atrás apenas de Coreia do Sul e Japão, com 99% e 90% respectivamente. O segmento com mais vendas móveis no mercado brasileiro foi o setor de viagens, com 18%; seguido de varejo, com 12%. Abaixo da média Ainda assim, o desempenho brasileiro ficará abaixo da média mundial, que deverá fechar o ano em 40%, na previsão da empresa. Segundo o estudo, no primeiro trimestre a média mundial foi de 34% de todas as transações online, com destaque para o Japão e Coreia do Sul, que, pela primeira vez, contabilizaram a maioria das transações de ecommerce por meio de dispositivo móvel (pouco mais de 50% para cada). Outro destaque foi o mercado norte-americano, com 29% (crescimento de 10% somente nos três primeiros meses do ano). De todas as transações online de varejo e viagem no mundo, os smartphones Android foram responsáveis por 6% e 8%, respectivamente. Já os iPhones ficaram com média empatada: 9% para cada vertical. Entre tablets, os iPads geraram 11% das vendas no varejo, contra 2% de tablets com o sistema do Google. No total global, as transações de e-commerce movimentaram mais de US$ 160 bilhões no período de janeiro a março. O valor médio de compras efetuadas com smartphone varia de US$ 36 em viagens a US$ 91 com saúde e beleza. Em tablets, os valores variam de US$ 70 com despesas domésticas a US$ 114 com segmentos de moda e luxo.
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Cada 1% a mais no orçamento de TI amplia em 7% o lucro das indústrias, aponta FGV
21/01/2017 | 23h36
Poucos argumentos são tão infalíveis no mundo corporativo quanto aqueles que tocam o bolso dos empresários. E os líderes de TI acabam de ganhar uma arma poderosa para pleitear maior participação nos investimentos das organizações. De acordo com um estudo da Fundação Getúlio Vargas, cada 1% a mais na proporção dos investimentos feitos em tecnologia aumentam em 7% o lucro das companhias em um intervalo de dois anos.
Fernando Meirelles, professor do centro de tecnologia da informação aplicada da FGV/EAESP, verificou essa correlação entre recursos canalizados à informática e a lucratividade em uma análise realizada ao longo da última década e levando em conta organizações que atuem no setor de indústria/manufatura e possuem capital aberto. O especialista, contudo, identifica que o contexto certamente é verdadeiro para outras verticais de mercado. Ele faz, ainda, outras ressalvas: “Obviamente que esse crescimento não é exclusivo aos investimentos em TI, não dá para isolar, mas também não dá para negar esse fato”, acrescenta. Meirelles é responsável por um estudo “Mercado Brasileiro de TI e Uso nas Empresas”, que anualmente mede a utilização e evolução da tecnologia no país. De acordo com a edição mais recente, as empresas que operam no País investiram e gastaram, em média, 7,6% de seu faturamento líquido em TI ao longo de 2014. Essa proporção cresceu sutilmente frente ao ano anterior, apesar do contexto econômico desfavorável. “Foi pouquinho, mas cresceu”, comenta o professor, sinalizando que no ano anterior a proporção ficou de 7,5%. “Mas, no cenário que estamos, crescer qualquer em termos de economia merece uma salva de palmas”, acrescenta o executivo, que acredita que essa proporção tende a seguir uma curva ascendente também em 2015. “As empresas vão investir mais em tecnologia”, projeta. Os setores de finanças e serviços puxam a média para cima. Os bancos brasileiros, por exemplo, aplicaram 13,8% de seu faturamento líquido em gastos e investimentos em TI. “O dobro do que a média”, constata. A vertical de serviços também influencia nessa curva, com 10,8% de seus resultados revertidos à tecnologia. Sobre os setores mais propensos para ampliar o investimento em tecnologia, o professor destaca o varejo. “Essa tem um potencial gigantesco. Mas é preciso ter cuidado porque a cada 0,5% a mais da receita do varejo dá para fazer uma enormidade em informatização”, pondera, observando oportunidade também junto ao governo e saúde.
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Desenvolvedor móvel é o profissional mais buscado no país
21/01/2017 | 23h36
O analista de desenvolvimento móvel para TI é uma das carreiras mais procuradas no primeiro trimestre no país, revela a consultoria Page Personnel. Com um número 40% maior de currículos recebidos, Juliana Alvarez, gerente da empresa, afirma que não são provenientes somente de profissionais fora do mercado, mas também de candidatos que procuram mudar de emprego.
As novas oportunidades no mercado de trabalho correspondem a 30% das vagas anunciadas, enquanto o restante corresponde à substituição de pessoas. As empresas buscam por mais eficiência e profissionais capazes de reduzir os custos delas, daí tamanha busca por substituição de funcionários. Mas ainda que a procura de candidatos seja intensa, a consultoria indica que algumas características e perfis são difíceis de ser encontrados. Na área de TI, o analista de desenvolvimento móvel é o 'cara' da vez. Esse profissional é responsável por desenvolver aplicações mobile para iOS e Android e, por serem tecnologias mais recentes, há escassez de profissionais com conhecimentos no mercado. Os salários médios, aponta a Page Personnel, ficam entre R$ 6 mil e R$ 7 mil. Também estão em alta o engenheiro de vendas e analistas para as áreas de venda de marketing, fiscal e contábil.
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Comissão da Câmara aprova certificado digital mais barato para micro e pequenas empresas
21/01/2017 | 23h36
A Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados aprovou na quarta-feira, 18, projeto de autoria do deputado Carlos Bezerra (PMDB-MT), que fixa o percentual máximo a ser cobrado de micro e pequenas empresas na aquisição do certificado digital, que possibilite a identificação no ambiente virtual. De acordo com a proposta (2647/11), esse valor não poderá exceder 30% do preço cobrado para as demais empresas. "O uso do certificado digital resulta em maior agilidade no cotidiano do trabalho e reduz o espaço físico, antes ocupado por arquivos de papel. Além de garantir transparência às transações da empresa com órgãos públicos, como a Receita Federal, o Ministério do Trabalho ou a Previdência Social", afirma o relator, deputado Paulo Abi-Ackel (PSDB-MG), que defendeu a aprovação do projeto. O deputado argumenta, no entanto, que as micro e pequenas empresas acabam arcando com um custo alto na compra desses certificados (renovados a cada três anos), se comparadas às empresas de maior porte, porque as regras atuais não consideram a capacidade aquisitiva do comprador. Pelas normas atuais, as micro e pequenas empresas inscritas no Simples Nacional são obrigadas a adotar a certificação digital apenas nos casos em que tenham mais de dez empregados ou em que sejam obrigadas a emitir nota fiscal eletrônica. Nos demais casos, ela é facultativa. Tramitação Aprovada pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, a proposta segue para análise conclusiva da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
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Pesquisa da CNI indica que 74% dos brasileiros nunca compraram pela Internet
21/01/2017 | 23h36
As compras pela Internet estão cada vez mais populares no Brasil. Entretanto, a grande maioria das pessoas ainda prefere comprar bens e serviços pelas vias tradicionais. Um levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou que 74% dos brasileiros nunca compraram pela rede mundial de computadores. A pesquisa mostra, ainda, que idade, renda e escolaridade influenciam no perfil do consumidor que utiliza esta opção de compra. Mesmo entre os jovens, normalmente mais familiarizados com a tecnologia, ou brasileiros com renda e escolaridade mais altas, consequentemente com melhores condições de acesso à rede, a quantidade de pessoas que nunca usaram a internet para fazer compras também é alta. O estudo mostra, por exemplo, que o percentual de consumidores que jamais fizeram compras pela internet atinge 65% entre jovens de 16 a 24 anos. Na faixa etária de 25 a 34 anos, a porcentagem chega a 67%. São proporções elevadas, mas elas ficam ainda maiores entre os mais velhos. Entre 35 e 44 anos, a parcela dos que nunca compraram pela internet alcança 74%. Para pessoas de 45 a 54 anos, o percentual é 79%. Para consumidores com 55 anos ou mais, o percentual sobe para 87%. Quando o critério é renda familiar, há um cenário análogo. Entre as pessoas que recebem mais de cinco salários mínimos, quase metade, 49%, nunca comprou pela internet. Nas pessoas com renda de dois a cinco salários, a proporção é 70%. Para os que ganham de um a dois salários, chega a 85%. Os consumidores que ganham até um salário, registram percentual de 91%. Considerando o grau de instrução, o percentual que nunca usou a internet para compras alcança 43% entre consumidores com ensino superior e 68% com ensino médio. Para os brasileiros que cursaram até a 8ª série do ensino fundamental, chega a 86% e a 92% entre os com formação até a 4ª série. O dado relativo à localização teve como resultados que 69% dos que não usaram a internet como meio de compra vivem em capitais, 74% em periferias e 76% no interior. O gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, o economista Renato da Fonseca avaliou que renda e escolaridade são os principais fatores de influência sobre o consumidor que opera com a internet. "Se minha renda é muito baixa, não compro na internet nem em shopping. Outra possibilidade é fazer a compra e não ter internet em casa. Ou tenho, mas não com boa velocidade. A questão é que, quanto maior o grau de instrução, maiores a renda e o acesso", acrescentou Fonseca. O economista ressaltou que os consumidores ouvidos para o levantamento foram estimulados a apontar os lados negativos e positivos na compra de bens e serviços pela rede. Questionados sobre as desvantagens, 15% das pessoas apontaram a falta de contato com o produto, que é escolhido a distância. Conforme os dados, 11% acreditam que é difícil trocá-lo ou devolvê-lo. Outros 11% dos consumidores alegaram que o problema é a demora na entrega. Com relação às vantagens, 21% acham que a principal é o menor preço do produto, enquanto 19% avaliam a compra pela internet como mais prática e cômoda e 5% que a opção permite comparar preços. Também 5% acham que o método torna mais fácil encontrar o produto desejado. Mesmo com algumas desvantagens, as compras pela internet registraram alto grau de satisfação. De acordo com a pesquisa da CNI, 72% das pessoas estão satisfeitas e 20% muito satisfeito. Apenas 6% responderam que estão muito insatisfeitos. Os produtos mais comprados são eletrônicos, como aparelhos de TV, DVD e celular. Eles foram citados por 51% dos consumidores. Em seguida, os eletrodomésticos, apontados por 27%. Os calçados, bolsas e acessórios foram lembrados por 17%. Na sequência, os itens de vestuário (16%), livros (13%), CDs e DVDs (12%) e perfumes e cosméticos (11%). Além do uso da internet para compras, a pesquisa incluiu outros aspectos do comportamento do consumidor e ouviu 15.414 pessoas em 727 municípios brasileiros. As informações são da Agência Brasil.
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Brasil tem mais de 5 milhões de mulheres empreendedoras, revela estudo
21/01/2017 | 23h36

Um estudo realizado pela Serasa Experian revela que o Brasil possui 5 693 694 mulheres empreendedoras, representando 8% da população feminina do país.
Isso significa que 43% dos donos de negócios do país são do sexo feminino, e 57% são homens. Do total das empresas ativas no Brasil, 30% tem mulheres como sócias. Segundo aMosaic Brasil, 59% das empreendedoras estão no grupo “Donos de Negócios”, que engloba pequenos e médios empresários, e 11% estão no grupo “Elites Brasileiras”, que representa adultos acima de 30 anos, com alta escolaridade e que desfrutam de alto padrão de vida. Do total de empreendedoras do Brasil, 73% são sócias de micro ou pequenas empresas. O percentual sobe para 98,5% quando são contabilizadas, também, as empresas do tipo Micro Empreendedor Individual (MEI), já que mais de 1,3 milhão de mulheres brasileiras são sócias de MEI. No entanto, apenas 0,2% das mulheres empreendedoras do Brasil são sócias de grandes empresas, sendo que mais da metade delas pertence ao grupo Elites Brasileiras.
Porte Percentual
Pequeno 37,1%
Micro 35,8%
MEI 25,2%
Médio 1,7%
Grande 0,2%
A pesquisa aponta, ainda, que a idade média das empreendedoras é de 44 anos. Regiões A maior concentração de sócias brasileiras é na região Sudeste, com 52,06% do total. Em segundo lugar aparece a região Sul, com 19%. As nordestinas sócias de empresas são 16,53%. Veja abaixo os percentuais relativos a todas as regiões do país: Fonte: Site Info Abril
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Robson Colla

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