Anatel abre consulta pública para leilão das faixas para 4G
21/01/2017 | 23h28
Serão licitadas as frequências de 450 MHz e 2,5 GHz. Venda está prevista para abril. Já está em consulta pública no site da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a proposta de edital para a licitação das faixas de 450 MHz e 2,5 GHz, voltadas, respectivamente, à internet rural e 4G. O regulamento prevê cinco tipos de leilão, podendo ser a venda das frequências separadas ou de forma conjunta. O pregão está previsto para abril. Os vencedores da licitação deverão cumprir compromissos que possibilitem a ampliação progressiva da penetração de serviços de telecomunicações de voz e de dados, a preços acessíveis, nas áreas rurais e nas regiões remotas. Também deverão ser atendidas, com banda larga, de forma gratuita, todas as escolas públicas rurais. Uma novidade da proposta elaborada pela Agência é considerar o menor preço ofertado ao consumidor final como critério de seleção do vencedor. No entanto, isso acontecerá somente se a faixa de 450 MHz for vendida separadamente. Caso o leilão seja realizado de forma conjunta, será adotado o método tradicional, de maior preço ofertado. As contribuições à proposta da Anatel podem ser enviadas até o dia 26 de fevereiro, por meio de formulário eletrônico disponível na página da agência. Também é possível participar por carta, fax ou e-mail. *Com informações da Agência Brasil  
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Brasil continua sendo um dos países menos inovadores do mundo
21/01/2017 | 23h28
A mais recente versão do Global Entrepreneurship Monitor (GEM), relatório que mapeia o nível de empreendedorismo no mundo, mostra que o nível de inovação no Brasil pouco cresceu no ano passado em relação a 2010. De acordo com o levantamento, divulgado na semana passada, pouco mais de 10% dos novos negócios no País trazem ao mercado produtos e serviços verdadeiramente inovadores, o que coloca o Brasil no mesmo patamar de Trinidad & Tobago e à frente apenas de Bangladesh, onde o índice é de 10%. No ano passado, o  Brasil  apareceu na última posição, com menos de 10% de negócios inovadores. Já o Chile ocupou mais uma vez a liderança no quesito, com uma taxa de aproximadamente 55% . O GEM apontou ainda que existem hoje 400 milhões de empreendedores espalhados por 54 economias diferentes. Segundo uma das principais autoras  do relatório, a professora Donna Kelley, do Babson College,  os números indicam que atividade empreendedora está florescendo no mundo. “O empreendedorismo, como motor econômico, é a melhor esperança para reavivar uma economia mundial enfraquecida.” Dos empreendedores em estágio inicial, 163 milhões são mulheres, 165 milhões são jovens entre 18 e 25 anos e 69  milhões estão oferecendo serviços ou produtos inovadores. A íntegra do relatório está disponível no site do GEM.  
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Google propõe melhorias para "acelerar" Internet
21/01/2017 | 23h28
Grupo de especialistas da gigante de buscas defende uma revisão do TCP. Objetivo é diminuir a latência e tornar rede mais rápida. Um grupo de técnicos da Google propõe uma revisão da camada de transporte do TCP (Protocolo de Controle de Transmissão) da Internet e está sugerindo maneiras para reduzir a latência e tornar a rede mais rápida. A equipe “Make the Web Faster” (“Torne a Web mais rápida”) vem fazendo várias recomendações para melhorar a velocidade do TCP, incluindo aumentar a janela de congestionamento inicial do TCP. Em um post feito nesta segunda-feira, 23/1, no blog Google Code, o membro da equipe, Yuchung Cheng, chamou o TCP de “burro de carga da Internet. Normalmente, os navegadores abrem conexões TCP paralelas antes de fazer os pedidos reais. “Essa estratégia supera limitações naturais do TCP, mas resulta em alta latência em muitas situações”, afirmou. Para o analista da consultoria IDC, Al Hilwa, as sugestões da Google “parecem ser recomendações bem pesquisadas e que, se implementadas de modo amplo, permitirão melhorias significativas na rede de todo mundo em termos de performance e latência. A questão é que a capacidade precisa ser implementada amplamente para alcançar os ganhos desejados de desempenho. Além disso, as novas pilhas TCP/IP teriam que funcionar com as antigas por algum tempo.” A Google também está encorajando o uso do protocolo desenvolvido pela empresa e chamado TCP Fast Open, que reduz a latência de rede em aplicações, e diminui as taxas proporcionais (PRR) para TCP. “Perdas de pacotes indicam que a rede está desordenada ou congestionada. O PRR, um novo algoritmo de recuperação de perdas, retransmite de modo suave para recuperar perdas durante congestionamento de rede. O algoritmo é mais rápido do que o mecanismo atual ao ajustar a taxa de transmissão de acordo com o nível das perdas. O PRR é agora parte do kernel do Linux e está a caminho de tornar-se parte do padrão TCP”, diz Cheng. Além disso, a Google está desenvolvendo algoritmos para recuperações mais rápidas em redes móveis “ruidosas”, afirma o especialista. O trabalho em TCP da Google é open source (código aberto) e está sendo disseminado por meio do kernel do Linux, propostas de padrão IETF, e publicações de pesquisa para encorajar o envolvimento da indústria. Fonte: Site IDG Now!  
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Sociedade rejeita pedido da Oi contra regras de qualidade na banda larga
21/01/2017 | 23h28
A Consulta Pública lançada pela Anatel no último dia 16/01 para a população se manifestar sobre o pedido da TNL PCS (Oi) de anulação de obrigações de qualidade previstas pelo Regulamento de Gestão da Qualidade do Serviço de Comunicação Multimídia (RGQ-SCM) recebeu, em apenas sete dias, um total de 40 manifestações. Curiosamente - a maioria delas, algumas repetidas por usuários, -foi de descontentamento. Não há, até agora, nenhuma defesa ou argumento que corrobore o pedido da operadora. O descontentamento é geral e não apenas contra o teor da proposta da operadora. Há também reclamações quanto aos serviços das empresas de telefonia e críticas ao fato de a Anatel ter aceitado a solicitação da Oi, o que poderá atrasar o início da vigência das metas previstas para o final deste ano. "Anulação já da TNL", escreveu no último dia 16, o usuário Dario Marcos Peixoto de Oliveira alegando em sua justificativa que isso iria "contra o direito" dele. "Sou a favor de critérios mínimos e qualidade mínima de serviços. É necessário controle de qualidade. As empresas prestadoras de serviços devem manter o mínimo de qualidade", opinou da mesma forma o usuário Douglas Lourenço Caetano, no dia 17 deste mês. Já o representante do "Instituto Bem Estar Brasil", Marcelo Rodrigues Saldanha da Silva, comentou nesta segunda-feira, 23/01, que, mesmo constando no Regimento Interno, a Anatel, em seu procedimento de consulta pública, como órgão regulador tem de cumprir o papel do Estado de garantir serviços essenciais 'em regime público". Para ele,"a Oi está fazendo o papel dela de resguardar seu objetivo, que é o lucro, reduzindo gastos e investimentos desnecessários". Em alguns casos, usuários mais esclarecidos tentam comprovar que as metas de qualidade da Internet propostas pela própria Anatel - mas que, agora, sofrem reclamações e pedido de anulação por parte da Oi -estão dentro dos parâmetros que regem os tratados internacionais sobre Direitos Humanos. "O Regime Privado para regulamentação da banda larga ADSL, quer da banda larga móvel, no modo como vem sendo regulamentado representa, sim, vício de motivação e vício de finalidade, aplicação política da Lei por parte da ANATEL visando favorecer as operadoras. Isto posto, demonstra que o pleito da OI, além de falacioso, inconsistente, visa, se acatado, colocar o Brasil na condição de mais um ilícito internacional". A Banda Larga é um Direito Humano Protegido pela Convenção Americana Sobre Direitos Humanos. Logo é incompatível com os princípios mercantilistas do regime privado atualmente vigente na Banda Larga, exigindo a imediata passagem para o Regime Público", argumentou Ramiro Carlos Rocha Rebouças em sua manifestação do dia 17. A consulta pública segue até às 24h do dia 1º de fevereiro de 2012. As manifestações encaminhadas por carta devem ser dirigidas à Anatel no endereço a seguir indicado, até às 18h do dia 1º de fevereiro de 2012. Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) Consulta Pública nº 2/2012, de 13 de janeiro de 2012 SAUS - Quadra 06 - Bloco F - Térreo - Biblioteca 70070-940 - Brasília - DF. Fonte: Site Convergência Digital  
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Brasil se prepara para possíveis guerras cibernéticas
21/01/2017 | 23h28
O cenário de guerra mudou conforme a evolução da tecnologia. Se antes os guerreiros usavam espadas ou espingardas, hoje nem mesmo os mísseis são os artefatos mais modernos. Atualmente, os ataques são cibernéticos. Eles podem ser até menos letais, porém são igualmente nocivos aos países, especialmente para nações como o Brasil, que não possui proteção de seus bancos de dados. A exposição a esses riscos no Brasil é considerada alta, já que o país é um dos maiores propagadores de vírus e spams na rede mundial. Por conta disso, o CCOMGEX (Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Governo) inaugurou uma iniciativa para criar simulações de ataques em uma eventual guerra cibernética.  O objetivo dos treinamentos é criar os chamados "guerreiros cibernéticos", os futuros operadores do simulador. "O país está em posição de destaque no mundo e essa evidência pode ser bastante perigosa neste aspecto. Temos ativos e patrimônios para proteger. Se algum país quiser nos atacar não precisa soltar bombas, basta atacar nossa rede", comenta Carlos Rust, sócio-diretor da Decatron, vencedora da licitação realizada pelo Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército para desenvolver o primeiro simulador nacional de operações cibernéticas, o SIMOC. O simulador pode criar diversos cenários para que os instrutores do treinamento deem missões aos seus futuros guerrilheiros cibernéticos. É possível criar redes virtuais no SIMOC e fazer experiências tanto de proteção como de ataques. "Existe um módulo de criação de cenários que permite dizer quantos roteadores, servidores ou impressoras tem aquele local e um outro módulo que elabora a missão a ser cumprida", explica Rust. As tarefas são as mais diversas possíveis como derrubar um servidor, por exemplo. Além disso, o software grava todas as ações dos alunos para que o instrutor analise quais os recursos utilizados pela pessoa e dê dicas do que poderia ter sido feito para que o objetivo fosse alcançado de maneira mais eficaz ou mais rápida. "Existem softwares como esses na Itália ou Israel, mas o exército queria ter algo nacional. Vamos gerar um produto completo no mesmo nível das principais soluções estrangeiras disponíveis no mercado. E ainda existe a vantagem de termos 100% do controle da solução", conclui. Uma equipe formada por doutores e mestres na área de Tecnologia da Informação trabalham exclusivamente no projeto. O aplicativo utiliza tecnologia de virtualização, que executa vários sistemas operacionais em um único equipamento, e componentes de software de código livre para atender aos requisitos identificados. De acordo com o diretor, em julho o SIMOC deverá entrar em ação nos treinamentos militares do CCOMGEX. O investimento para o desenvolvimento do software foi de R$ 5 milhões. Fonte: Site Olhar Digital  
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Fusões e aquisições aumentam demanda por profissionais de TI
21/01/2017 | 23h28
O Brasil apresenta crescimento no mercado de fusões e aquisições. No terceiro trimestre de 2011, estas movimentações alcançaram a marca de R$ 23,3 bilhões, de acordo com a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais). Nas negociações realizadas no primeiro semestre de 2011, os segmentos de Tecnologia da Informação e Telecomunicações respondem por 45,3%. Por conta deste cenário em desenvolvimento, a procura por especialistas da área de TI com visão de negócios está em alta no país, principalmente, os que desempenham funções como arquitetos de soluções e sistemas com arquitetura orientados a serviços, mobilidade e integrações. Estes profissionais têm de promover a reorganização da arquitetura da tecnologia das empresas e sistemas para aumentar a disponibilidade de informações e prestação de serviços, com foco no momento da fusão ou aquisição. “Para aqueles que desejam se inserir nesta área e aproveitar o boom do setor é preciso aperfeiçoar seus conhecimentos sobre modelos de integração, muito valorizado por empresas de ponta”, alerta André Assef, sócio-diretor da Desix, empresa especializada em headhunting de profissionais de TI. As principais qualificações exigidas do profissional estão relacionadas a conhecimentos sobre segmentos específicos de negócios, arquiteturas de soluções e protocolos, além de conhecer as principais plataformas e produtos de grandes fabricantes como Oracle, IBM e Microsoft, SAP, gestão de pessoas e processos, vivência em projetos de alcance internacional e fluência em inglês e espanhol. Quando ocorrem os processos de fusões e aquisições as dificuldades mais encontradas são na integração de equipes, dos processos e sistemas. “Outro ponto que requer muita atenção das empresas são as pessoas. Os profissionais que se sentem ameaçados buscam novas oportunidades, levando consigo o histórico e conhecimentos adquiridos ao longo da sua carreira na empresa, trazendo a perda de capital intelectual da organização”, finaliza Assef. Fonte: Site Convergência Digital  
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Bancos já adotam domínio específico para o setor na Internet
21/01/2017 | 23h28
Grandes bancos do Brasil já têm disponível páginas na Internet terminadas com o domínio "b.br", criado especificamente para o setor como forma de aumentar a segurança nas transações on-line. Hoje quem quiser buscar a página do seu banco na Internet, por exemplo, poderá acessar o portal digitando www.nomedobanco.b.br, além do tradicional www.nomedobanco.com.br. A página de registros do CGI.br (Comitê Gestor da Internet) no Brasil já conta com quarenta instituições financeiras com a nova terminação. Alguns deles, porém, ainda não estão ativos. Há também casos como o do Banco do Brasil, em que o novo domínio é direcionado ao endereço ".com.br". O domínio "b.br" foi criado em 2008 a partir de uma parceria entre a Febraban (Federação Brasileira de Bancos) e o CGI.br. Não há mudança para usuários. A alteração tenta apenas criar o que técnicos em informática chamam de "nova camada de segurança" para proteger os sistemas de transações financeiras on-line e combater o phishing (furto de dados pessoais pela internet). Cerca de 25% das transações bancárias são feitas pela Internet. A ONG Safernet, que investiga crimes virtuais no país, estima em R$ 1 bilhão o tamanho do rombo causado por fraudes em páginas dos bancos. Para usar um eletrônico com o domínio "b.br", entretanto, a instituição financeira terá de comprovar sua atividade ao CGI e ao NIC.br (Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR). Segundo a Febraban, a alteração para o novo domínio é facultativa. A federação diz ainda que investimentos expressivos feitos pelos bancos no domínio ".com.br" desde 2008 elevou para "patamares próximos, se não equivalentes" o grau de segurança em relação ao novo domínios. Anualmente, o Sistema Financeiro Nacional destina cerca de R$ 2 bilhões em equipamentos de segurança eletrônica, segundo a Febraban. A entidade considera iniciativas de tecnologia apenas parte da solução contra fraudes e cobra a aprovação de lei penal para crimes cibernéticos. "Atualmente, na falta de uma legislação específica, integrantes de quadrilhas detidos dificilmente ficam presos por um longo período", afirma em nota. A Febraban defende disposições legais para que seja possível rastrear e identificar localização e horário em que foi feita a fraude. DICAS Para evitar fraudes bancárias na Internet, a Febraban criou uma cartilha de dicas com recomendações para indicar aos clientes que tenham programas antivírus atualizados, não usem computadores compartilhados para fazer transações e tomem cuidado com arquivos de origem desconhecidas. Ao fazer operações na Internet, usuários devem certificar-se de que estão no site do banco. Um cadeado ou chave de segurança na área de segurança do site permite fazer a checagem. Além disso, a entidade lembra que os bancos não enviam e-mails com links para acesso às suas páginas, nem pedindo atualização de cadastro ou outros tipos de informação. Fraudes mais comuns envolvendo segurança eletrônica também estão reunidas para consulta no Centro de Atendimento a Incidentes de Segurança , da Rede Nacional de Pesquisas. Fonte: Site da Folha Uol.  
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Projeto de lei sobre pirataria on-line vai ser alterado nos EUA
21/01/2017 | 23h28
Um projeto de lei norte-americano cujo objetivo é combater a pirataria online e parecia destinado à aprovação rápida no Congresso dos Estados Unidos agora talvez seja diluído ou abandonado, depois de ser criticado no final de semana pela Casa Branca, disseram fontes informadas sobre o assunto. O projeto de lei, conhecido como SOPA na Câmara dos Deputados e PIPA no Senado, era grande prioridade para as companhias de entretenimento, editoras, empresas farmacêuticas e muitas organizações setoriais, que o consideram como crítico para reprimir a pirataria online. O objetivo da legislação é bloquear o acesso a sites internacionais que comercializam conteúdo roubado ou produtos falsificados. As companhias de Internet se opõem ferozmente à ideia e reforçaram seus esforços de lobby nos últimos meses, argumentando que o projeto de lei solaparia a inovação e a liberdade de expressão, e comprometeria o funcionamento da Internet. Alguns defensores da liberdade na Internet apelaram por um boicote a quaisquer empresas que apoiem o projeto de lei, e diversos sites muito procurados, como a enciclopédia comunitária Wikipedia e o site de mídia social Reddit, anunciaram que ficariam inativos nesta quarta-feira como protesto contra a medida. Com a virada no sentimento do público sobre o projeto, nas últimas semanas, e a ameaça implícita de veto surgida da Casa Branca, os assessores do Congresso estão se preparando para reformular o projeto de lei ou possivelmente redigir novas medidas. Em mensagem publicada em seu blog no final de semana, a Casa Branca afirmou que não podia apoiar "um projeto de lei que reduz a liberdade de expressão, amplia os riscos de segurança na computação ou solapa o dinamismo e inovação da Internet global". Parece provável que três seções importantes do atual projeto sejam mantidas, disse uma pessoa informada sobre o assunto. Elas envolvem cláusulas que levariam serviços de busca a desativar links que conduzam a sites estrangeiros irregulares, e corte de serviços publicitários e de processamento de pagamentos a eles. Mas outras cláusulas, que exigiriam que provedores de Internet como a Verizon Communications e a Comcast cortem acesso aos sites irregulares por meio de uma tecnologia de bloqueio de endereços online, agora devem ser eliminadas.
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Oi quer anular regra que impõe garantia de qualidade da Internet
21/01/2017 | 23h28
A Oi pediu à Anatel a anulação das normas que fixam parâmetros para a oferta de acesso à Internet. Na prática, a operadora tenta eliminar exigências como a garantia de que pelo menos 20% da velocidade contratada seja entregue. Os brasileiros têm 15 dias, a contar desta quinta-feira, 12/1, para opinarem junto à agência reguladora. O objetivo da Oi é eliminar, ao todo, 25 artigos dos regulamentos de qualidade dos serviços de comunicação multimídia e móvel pessoal. Além dos indicadores de reação dos assinantes – ou seja, a percepção sobre o serviço – quer a retirada de todos os dispositivos que tratam dos parâmetros relacionados à Internet. São os que definem percentuais para latência, variação de latência (jitter), perda de pacotes e disponibilidade, além das velocidades instantânea e média: ou seja, aquela obrigação de entregar ocasionalmente 20% da velocidade contratada e, em média, 60% dela. No mais, a Oi inclui entre as anulações até mesmo os critérios de qualidade do serviço de voz no celular, e de mensagens (SMS), bem como o prazo de 10 dias para que um pedido de instalação feito por um cliente seja atendido pela operadora. O pedido da Oi foi apresentado à Superintendência de Serviços Privados (SPV) da Anatel, mas o tema deve chegar ao Conselho Diretor, uma vez que o colegiado deve deliberar sobre modificações em textos por ele aprovados. A fase de “consulta”, porém, é ainda na SPV. Por isso, as manifestações devem ser dirigidas à superintendência, sendo que, pelo que foi publicado no Diário Oficial da União, os documentos terão que ser protocolados na sede da agência, em Brasília, ou nos escritórios regionais nas capitais dos estados. Fonte: Site Convergência Digital
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Comércio eletrônico brasileiro será o quarto maior no mundo em 2015
21/01/2017 | 23h27
De acordo com a projeção feita pelo levantamento T-Index 2015, o Brasil terá um aumento de 43,3% no e-commerce mundial em 2015, ocupando a quarta colocação no ranking. Atualmente, o País é o sétimo maior mercado do setor no mundo, com 3% de participação, atrás de Estados Unidos, China, Japão, Alemanha, Reino Unido e França. Segundo a projeção, o avanço brasileiro acontecerá em especial pela crise econômica sofrida pelos países no topo da lista. A projeção foi desenvolvida a partir de um suposto crescimento linear dos países, com base no aumento dos últimos anos. De acordo com o levantamento, no ano em questão, a China terá 18,8% de market share, ante os 11,5% atuais. Em contrapartida, os Estados Unidos cairão dos 24,4% para 16,8%. Entre os outros colocados, o Japão manterá a terceira posição com 4,9% do mercado; a Alemanha, com 4,1%; e o Reino Unido, com 2,7%; e a França terá 3,3%, segundo o levantamento. Para Igor Senra, presidente do Moip, além da crise sofrida no exterior, o aumento do poder aquisitivo da classe C é um dos responsáveis por alçar o crescimento do comércio eletrônico brasileiro. “O Brasil vem tendo 30% de ampliação nos últimos cinco anos e deve manter a marca nos próximos. Somado ao cenário vivido por países como Estados Unidos, Reino Unido e França, não é impossível imaginar atingir a terceira colocação na próxima década”, afirma o executivo. Além do Brasil, outros países emergentes apresentarão crescimentos constantes em 2015, de acordo com o T-Index 2015. A Rússia, que ocupa atualmente a oitava colocação do mercado, com 2,9% de share, terá aumento de 27,5%; enquanto a Índia apresentará aumento de 26,6%; a Indonésia, 20,8% e a Turquia, com 20%.
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Robson Colla

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