Quase 90% das grandes empresas no Brasil estão nas redes sociais
Oitenta e oito por cento das empresas brasileiras usam ao menos uma mídia social como plataforma de comunicação, o que representa aumento de 25 pontos percentuais desde 2010, indica pesquisa da Burson-Marsteller, empresa de relações públicas. O índice está acima da média da América Latina, de 65%, e global, de 87%.
O estudo “Latin America Social Media Check-up” analisou as 25 maiores empresas do Brasil e na América Latina e identificou que o Twitter se destacou como a plataforma que mais cresce, sendo utilizado por 53% das companhias analisadas na América Latina, contra 50% do Facebook. Desde 2010, a média de seguidores por perfil corporativo analisado saltou de 19.023 para 66.958. “Hoje, as organizações não divulgam conteúdo, mas estabelecem diálogo com suas audiências”, justifica Ramiro Prudencio, CEO da Burson-Marsteller para a América Latina.
Além do crescimento no uso das mídias sociais como plataforma de comunicação corporativa, o levantamento constata que as empresas têm desenvolvido perfis diferentes para suas várias marcas, o que permite que elas dialoguem com públicos específicos.
De acordo com a pesquisa, 40% das empresas brasileiras pesquisadas já estão no Google+ e as redes sociais mais populares são o Twitter, o Facebook, o YouTube, blogs e o Google+.
Governo impulsiona uso de biometria na certificação digital
Enquanto patina no governo o projeto do Registro de Identidade Civil, o mercado de certificação digital vai apostando em iniciativas paralelas que prometem escala e novas tecnologias. Em 2013, o Brasil deve ver avanços no uso da biometria para maior segurança e agilidade na emissão de certificados. Por outro lado, haverá demanda para emissão de novas carteiras aos estudantes, um público que pode muito bem chegar aos 20 milhões.
O uso da biometria na emissão de certificados digitais promete deixar o caráter experimental e ser normatizado até meados deste ano, conforme espera o presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), Renato Martini.
“A experiência no Distrito Federal foi um sucesso, já começou na Bahia e vai ao Rio de Janeiro. Estamos obtendo precisão acima de 95% nas leituras digitais”, comemora Martini. Os três estados são aqueles onde os Institutos de Identificação contam com tecnologia AFIS pronta e em uso.
O projeto de Autoridade de Registro Biométrica buscava exatamente verificar o grau de sucesso na identificação óptica das impressões digitais como comprovante para emissão de certificados digitais. Daí partir dos estados onde o sistema de coleta de digitais para identificação já foi computadorizado.
A experiência pode facilitar outro empurrão no mercado de certificação digital, a acontecer nos próximos meses. De um lado, um projeto de lei no Congresso (4571/2008) deve tornar válidas somente as carteiras estudantis emitidas pela União Nacional dos Estudantes (UNE), dos secundaristas (UBES) e dos pós-graduandos.
Paralelamente, essas entidades, juntamente com o ITI e a Casa da Moeda, já trabalham na nova carteira, que prevê certificação digital para identificação dos estudantes. Trata-se de um certificado mais simples – de atributo, não inclui assinatura digital – mas será essencial para garantir a meia-entrada nos jogos das Copas das Confederações e do Mundo.
Fonte: Site convergência Digital
Universitários de TI podem concorrer à bolsa no exterior até 14/01
O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), agência vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), recebe inscrições por meio do programa Ciência sem Fronteiras (CsF) para o intercâmbio estudantil em seis países, na modalidade Sanduíche, até o dia 14/01. A previsão para o início das atividades nas universidades estrangeiras é o mês de julho.
Estão abertas as inscrições para instituições de ensino na Austrália, no Canadá, na Coreia do Sul, na Espanha, na Holanda e no Reino Unido. Há chamadas para graduação Sanduíche em outros nove países, com o mesmo prazo de inscrição, pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) do Ministério da Educação (MEC), agência responsável pela gestão do programa ao lado do CNPq.
Os valores das bolsas concedidas pelo CNPq variam de acordo com a moeda de cada país. O repasse dos de benefícios como os auxílios instalação, deslocamento e material didático, além do seguro saúde e taxa de matrícula, também será definido de acordo com as regras específicas de cada chamada.
As áreas que oferecem vagas nos seis países são: engenharias; ciências exatas e da terra; biologia, ciências biomédicas e da saúde; computação e tecnologias da informação; tecnologia aeroespacial; fármacos; produção agrícola sustentável; petróleo, gás e carvão mineral; energias renováveis; tecnologia mineral; biotecnologia; nanotecnologia e novos materiais; tecnologias de prevenção e mitigação de desastres naturais; biodiversidade e bioprospecção; ciências do mar; indústria criativa; novas tecnologias de engenharia construtiva; e formação de tecnólogos.
Entre os países com vagas abertas alguns incluem cursos ligados à indústria criativa, voltados a projetos e processos direcionados ao desenvolvimento tecnológico e de inovação. Podem se inscrever estudantes de arquitetura, design, software, jogos de computadores, cinema, vídeo, fotografia, música, artes, televisão, conteúdos digitais, editoração e publicação eletrônica.
Estudantes
Os graduandos brasileiros poderão permanecer por 12 meses para conclusão dos estudos em tempo integral. Há ainda a possibilidade da extensão da bolsa por até seis meses, para aperfeiçoamento de idioma do país para o qual foi selecionado. Parte deste período poderá ser dedicada a estágio de pesquisa ou inovação tecnológica, em instituições ou centros de pesquisa. A divulgação do resultado final com os selecionados para o intercâmbio será publicado no Diário Oficial da União (DOU) e
na página do programa Ciência sem Fronteiras.
O candidato deverá obrigatoriamente estar matriculado em algum dos cursos de graduação listados, ter frequentado no mínimo 20% e no máximo 90% do currículo definido para seu curso no momento do início previsto da viagem de estudos, apresentar perfil de aluno de excelência baseado no bom desempenho acadêmico segundo critérios da instituição de ensino superior e apresentar teste de proficiência no idioma do país escolhido.
Mais caro do mundo, iPhone 5 brasileiro custa o mesmo que TV 3D
Mais uma vez, o Brasil é vencedor de um título nada bom: país com o iPhone mais caro do mundo. Após a operadora TIM revelar os preços do smartphone (desbloqueado) que chega esta semana, comparamos o valor inicial com outros 14 países.
Como esperado, o iPhone 5 mais barato do mundo é vendido nos Estados Unidos, em que o modelo desbloqueado sai por 1.354 reais. Logo ali do lado, no Canadá, está o segundo iPhone 5 mais barato do mundo, por 1.471 reais.
Assim como no lançamento do iPhone 4S, a Itália ocupa a segunda posição, bem atrás do Brasil. Por lá, o iPhone 5 desbloqueado é vendido a partir de 1.974 reais.
Além disso, vale notar que o preço inicial do iPhone 5 no Brasil é suficiente para comprar uma TV LED 3D de 40 polegadas, ou mais, conforme pesquisa da Macworld Brasil em revendas nacionais, como Americanas e Submarino – em muitos casos, a TV era ainda mais barata que o iPhone 5.
Se pegarmos o preço mais alto do iPhone 5 por aqui, 3 mil reais pelo modelo de 64GB, é possível se espantar ainda mais. Com esse valor, é possível comprar dois videogames Xbox 360 com Kinect e dois jogos – o kit custa entre 1.400 reais e 1.500 reais nos sites consultados.
Outro ponto que vale notar é que o iPhone 5 estreia no país custando bem mais do que o iPhone 4S, quando foi lançado por aqui no final de 2011. Por 2.400 reais, o novo modelo custa cerca de 500 reais a mais do que o modelo de entrada do seu antecessor na época do lançamento - atualmente, o 4S desbloqueado custa 2 mil reais nas operadoras e na loja da Apple Brasil.
Confira abaixo o ranking de preços do iPhone 5 no mundo (não foram computados ainda os preços dos países que recebem o aparelho na próxima semana, como Rússia e Coreia do Sul).
Ranking preços do iPhone 5 no mundo
1- Brasil (2.400 reais)
2 - Itália (1.974 reais)
3 - Portugal (1.896 reais)
4 - México (1.854 reais)
5 – Alemanha (1.839 reais)
6 - França (1.839 reais)
7 - Áustria (1.839 reais)
8 - Nova Zelândia (1.820 reais)
9 - Espanha (1.812 reais)
10 - Luxemburgo (1.798 reais)
11 - Reino Unido (1.774 reais)
12 - Austrália (1.748 reais)
13- Suíça (1.632 reais)
14- Canadá (1.471 reais)
15- EUA (1.354 reais)
Fonte: Mac World
Crimes cibernéticos: Lei Carolina Dieckmann é sancionada sem vetos
A presidenta Dilma Rousseff sancionou a Lei 12737, conhecida como Lei Carolina Dieckmann, sem vetos. Mas, não poupou a Lei 12735, conhecida como a Lei Azeredo, e vetou dois dos quatro artigos que restaram na legislação. Entre eles, a possibilidade de os militares controlarem 100% dos dados para impedir a ocorrência de um WikiLeaks no país.
Nesta segunda-feira, 03/12, a sanção das duas legislações foi publicada no Diário Oficial da União. A Lei 12737 - de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT/SP), conhecida como Lei Carolina Dieckmann - que teve seu computador invadido e fotos nuas divulgadas pela Internet - aconteceu sem vetos.
A legislação, agora, a primeira de combate aos crimes na Internet, estabelece pena de reclusão de seis meses a dois anos e multa para quem obtiver segredos comerciais e industriais ou conteúdos privados por meio da violação de mecanismo de segurança de equipamentos de informática.
A pena também vale para o controle remoto não autorizado do dispositivo invadido. Essa pena poderá ser aumentada de 1/3 a 2/3 se houver divulgação, comercialização ou transmissão a terceiro dos dados obtidos. Para o crime de “devassar dispositivo informático alheio” com o objetivo de mudar ou destruir dados ou informações, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita, há uma atribuição de pena de três meses a um ano de detenção e multa.
Será enquadrado no mesmo crime aquele que produzir, oferecer, distribuir, vender ou difundir programa de computador destinado a permitir o crime de invasão de computadores ou de dispositivos como smartphone e tablet. A pena será aumentada de 1/6 a 1/3 se a invasão resultar em prejuízo econômico; e de 1/3 à metade se o crime for praticado contra autoridades públicas, entre elas, a presidente da República, governadores, entre outros.
Já a Lei 12735 - mais conhecida como Lei Azeredo, que já foi tratada como um AI5 Digital - que já tinha sido bastante negociada e reduzida a apenas quatro artigos para a aprovação no Congresso Nacional, terminou tendo dois artigos - o artigo segundo e o artigo terceiro - vetados pela presidenta Dilma Rousseff.
O artigo segundo equiparava cartões de crédito/débito a documentos particulares, nos casos de falsificação. O veto foi porque já há definição sobre essa legislação no Código Penal. Já o artigo terceiro permitia os militares terem controle dos dados em caso de uma guerra cibernética. Na prática, os militares poderiam punir e evitar a existência de um WikiLeaks, escândalo que envolveu militares norte-americanos e que teve repercussão mundial.
Fonte: Convergência Digital
País tem déficit de 115 mil especialistas em TI
Atualmente o setor de TIC, que fatura 197 bilhões de dólares (em 2011), segundo a IDC, emprega 1,2 milhão de profissionais. Entretanto, esse exército não é suficiente. Estudos da Brasscom apontam que o País deverá fechar 2012 com um déficit de 115 mil especialistas em TI, ante 92 mil no ano passado.
Levantamentos da Brasscom estimam que o setor continuará aquecido e com taxas de crescimento anual em torno de 10% até 2015, aumentando mais ainda a demanda por talentos de TI.
Com a missão de formar 10 mil talentos por ano para ajudar reduzir a falta de mão de obra especializada de Tecnologia da Informação no País, o programa Brasil Mais TI já está oferecendo 12 cursos de capacitação para profissionais. As aulas são destinadas a jovens talentos a partir de 16 anos e especialistas, que estão atuando no mercado de trabalho e querem se aperfeiçoar em linguagem de programação.
Entre os 12 cursos oferecidos, nove são livres com o objetivo de oferecer profissionalização em TI para os que estão entrando agora no mercado de trabalho ou que precisam se aperfeiçoar em determinadas tecnologias. As vagas dessa modalidade são ilimitadas e não há processo de seleção, atendendo candidatos a partir de 16 anos interessados em cursar aulas sobre Aplicativos BrOffice, Programação de Páginas Web e Sistemas de Conectividade.
Os outros três cursos são de linguagens de programação em Java, Cobol e .Net, destinados a profissionais que têm conhecimento de TI. Nesse caso, eles são submetidos a um teste.
Os candidatos interessados nesses cursos passam uma seleção de perfil profissional, conhecimentos teóricos e afinidades em tecnologia. Mais de trezentos alunos já estão cursando linguagens de programação no Brasil Mais TI.
O Brasil Mais TI é uma iniciativa da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), financiada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoiada pelo Ministério da Educação (MEC).
O projeto foi lançado em setembro como parte das ações do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação da Informação (TI Maior), anunciado em agosto pelo ministro do MCTI, Marco Antonio Raupp, para aumentar a competição da indústria nacional desse setor no mercado local e externo.
Dos 500 milhões de reais do governo federal destinados ao TI Maior, uma parcela de 1,4 milhão foi direcionada para capacitação de jovens talentos. Esses novos profissionais receberão treinamento a distância pelo portal de Brasil Mais TI, que tem a missão de contribuir para a inserção social e a redução do déficit de mão de obra qualificada no setor.
“Desenvolvemos o projeto com o objetivo de despertar talentos em tecnologia, pois o setor enfrenta carência de profissionais qualificados. Oferecemos aos estudantes cursos livres em TI para que eles se familiarizem com o setor e possam utilizar conhecimentos de informática em outras atividades cotidianas”, explica Sergio Sgobbi, diretor de Educação e Recursos Humanos da Brasscom.
Sgobbi afirma que a Brasscom conseguiu sensibilizar o governo federal sobre a necessidade de colocar em prática um plano nacional para formação de técnicos de TI. Hoje omercado de TI sofre com a escassez de profissionais qualificados com grande demanda por talentos, principalmente na base da pirâmide.
O mercado brasileiro de TI cresce acima de 10% ao ano e as empresas não conseguem achar especialistas no mercado de acordo com suas necessidades. Esse problema vem obrigando muitas a investir em programas de treinamento internos para formar seus talentos. Mesmo assim, algumas vezes elas precisam contratar mão de obra mais sofisticada e cara para atividades que poderiam ser executadas por profissionais.
Demanda do mercado
O programa Brasil Mais TI tem a missão de formar anualmente 10 mil profissionais por meio de cursos oferecidos online em seu portal. Segundo a Brasscom, o programa lançado no início de setembro de 2012 já possui mais de 10 mil alunos cadastrados nos cursos livres em todos os estados do País, principalmente na região Sudeste.
Os principais cursos acessados pelos estudantes são Programação de Páginas Web, Arquitetura de Computadores, Aplicativos BrOffice e Sistemas Operacionais. Veja a lista completa dos cursos livres oferecidos pelo projeto:
- Aplicativos BrOffice
- Arquitetura de Computadores
- Comunicação e Técnicas de Apresentação
- Matemática Aplicada
- Programação de Páginas Web
- Redes Locais de Computadores
- Redes Remotas de Computadores
- Sistemas de Conectividade
- Sistemas Operacionais
Vagas de emprego
O Brasil mais TI conta ainda com um Portal de Vagas gratuito, em que os profissionais podem divulgar currículos e se candidatar a mais de 70 vagas que já estão sendo ofertadas.
Qualquer empresa de TI pode cadastrar suas vagas gratuitamente e pesquisar candidatos entre os mais de 5 mil currículos cadastrados no Brasil Mais TI.
Fonte: Site Boa Informação
Cemitério BR-101
Assim como temos em Campos os cemitérios do Caju e Campos da Paz já há algum tempo temos a BR-101, que enterra mais pessoas por dia do que estes cemitérios enterram por mês.
Digo isso porque está chegando a níveis que beiram o absurdo o número de acidentes e vidas ceifadas nesta rodovia da morte. Eu sou usuário dela há várias décadas, semanalmente, e não me lembro de, em qualquer época anterior, termos tido tantas mortes quanto agora nos últimos anos.
O aumento da frota de veículos, assim como a imprudência e irresponsabilidade de motoristas contribuem para este número ter aumentado, porém, não se pode isentar de responsabilidade a concessionária Auto Pista Fluminense e a própria Polícia Rodoviária Federal.
A Auto Pista Fluminense, porque, mesmo passados vários anos da concessão e com a extraordinária arrecadação que a empresa tem, ainda andamos em uma pista esburacada ou mal remendadas em muitos trechos e com sinalização muito precária. Apenas com uma boa sinalização e uma estrada melhor conservada já seria suficiente para salvar parte das vidas perdidas.
A Polícia Rodoviária Federal porque raramente os vejo fazendo qualquer tipo de fiscalização ao longo do trecho que a eles cabe fiscalizar. Quando muito, vejo alguma fiscalização no próprio posto, na chegada de Campos. Tenho certeza de que uma maior fiscalização, principalmente nos trechos que sabemos ter os maiores índices de acidentes, teria um efeito educativo sobre os motoristas e diminuiria o número de acidentes nestes locai.
Por último, fica uma pergunta: para que servem afinal aquele monte de câmeras que instalaram ao longo estrada? Elas, se bem utilizadas, teriam um efeito ímpar na redução do número de acidentes, uma vez que os policiais ou a própria Auto Pista Fluminense, teriam acesso em tempo real ao imprudentes, anotando as placas de seus veículos, parando-os para fiscalização e multando-os pela imprudências cometidas
Black Friday brasileira: sites congestionados e maquiagem de preços
O Procon de São Paulo notificou uma série de empresas que participam, nesta sexta-feira, 23/11, da Black Friday. A ação é inspirada na Black Friday americana e prevê descontos que chegam a 85% para os consumidores. O Procon suspeita de maquiagem de descontos. As empresas notificadas foram Extra (lojas física e virtual), Ponto Frio (loja virtual), Submarino, Americanas.com, Walmart, Saraiva e Fast Shop.
Com base em denúncias de consumidores feitas pelos canais de atendimento e pelas redes sociais, o Procon diz que há indícios de que as empresas fizeram "maquiagem nos descontos", ou seja, elas teriam inflado os preços originais dos produtos. O organizador do evento, o site Busca Descontos, também será notificado para que apresente explicações sobre as dificuldades que alguns consumidores encontraram para acessar alguns sites.As empresas terão até a próxima sexta-feira, 30/11, para apresentar respostas ao órgão. Houve também congestionamento - em função do não planejamento de uso de capacidade de rede pelas empresas. Segundo as companhias, no entanto, 'a demanda foi superior a esperada'.
Procurado, o site Busca Descontos informou, por meio da assessoria de imprensa, que ainda não recebeu a notificação do Procon, e por isso não se pronunciaria, por enquanto, sobre o assunto. Em nota, a Americanas.com e o Submarino disseram que vão apresentar a documentação solicitada ao Procon dentro do prazo. Afirmam, ainda, que os preços cobrados nesta sexta (23) são todos "promocionais".
Extra, Ponto Frio e Saraiva ainda não haviam se pronunciado sobre o assunto até a publicação desta reportagem. A reportagem ainda não havia conseguido contato com Walmart e Fast Shop. A empresa que organizou o site oficial Black Friday Brasil, chamada Busca Descontos, informou ter bloqueado cerca de 500 ofertas irregulares. "É lamentável que algumas lojas ainda insistam em fazer maquiagem de preço", disse o presidente do Busca Descontos, Pedro Eugênio.
Segundo ele, os consumidores podem denunciar as ofertas irregulares no próprio site. "Contamos com a ajuda dos consumidores nesse momento, para que denunciem as ofertas falsas", afirmou. No Brasil, segundo ainda o Busca Descontos, a edição deste ano da Black Friday tem mais de 300 sites participantes --mais de seis vezes o número de 2011.
Fonte: UOL Tecnologia
Primeira Apple Store brasileira será em shopping de luxo no Rio
A primeira Apple Store brasileira já tem endereço. De acordo com o site TechTudo, fontes do setor confirmaram que a loja será montada no Village Mall, um shopping de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, que será inaugurado no dia 3 de dezembro.
As obras da loja já foram terminadas, falta apenas a personalização do interior, mas ainda não se sabe se a Apple Store estará pronta no dia da inauguração do shopping.
A localização no interior do shopping também não foi divulgada. Pelas plantas do empreendimento, existem duas possibilidades. Ela poderá ser a primeira loja da entrada do Village Mall, voltada para a Avenida das Américas, ou ocupar um espaço maior, no segundo andar.
O Village Mall é mais um empreendimento da Multiplan na Barra da Tijuca. Ele será conectado ao Barra Shopping, ao New York City Center e ao Centro Empresarial.
Os rumores em torno da abertura de uma filial da Apple Store no Brasil surgiram no início do mês, após a empresa postar em seu site oportunidades de emprego para o Rio de Janeiro. A informação foi confirmada pela própria Apple, em comunicado divulgado à imprensa.
“Aguardamos ansiosos pela abertura da primeira Apple Store no Brasil, onde já temos clientes de longa data e esperamos conquistar muitos outros a cada dia. Mal podemos esperar para oferecer a experiência única de varejo da Apple para as pessoas do Rio de Janeiro e aos clientes de toda região”, informou a companhia, na ocasião.
Primeira Apple Store do Brasil deve ser instalada no Rio de Janeiro
A Apple publicou, nesta segunda-feira, 12, uma série de anúncios buscando profissionais para trabalhar em lojas de varejo em São Paulo e no Rio de Janeiro, o que, segundo observadores do mercado, é um forte indício de que a empresa se prepara para inaugurar as primeiras Apple Store no país. Os anúncios são para cargos como gerente, encarregado de estoque, líder de loja e líder regional. Embora não tenha lojas oficiais no país, a Apple possui revendas autorizadas.
Os anúncios indicam que pelo menos uma das lojas já está a caminho — a do Rio de Janeiro. Quando o interessado em um das vagas clica no botão "Enviar Currículo" e prossegue com o processo para se candidatar ao emprego, o site informa, como local de trabalho, a cidade do Rio de Janeiro. Ao todo, a empresa oferece vagas para 22 cargos, que incluem desde suporte ao cliente, passando por tecnologia da informação e cargos administrativos e financeiros. Elas podem ser consultadas no site da companhia.
Atualmente, a Apple possui 394 unidades em 14 países — Estados Unidos, Canadá, Europa Ocidental, Japão e Austrália, além da China, o único país emergente na lista. Agora, além do Brasil, a empresa procura profissionais para trabalhar numa loja na Turquia, o que indica também a chegada de uma Apple Store naquele país.
De acordo com os mesmos observadores, ao que tudo indica, a Apple finalmente vislumbrou um bom potencial para o mercado brasileiro. O último estudo da IDC sobre as vendas de tablets no Brasil, por exemplo, mostra que, no segundo trimestre deste ano, foram comercializados 606 mil equipamentos no país, o que representa um crescimento de 275% na comparação com o ano passado, o que pode ser um atrativo para a entrada das lojas no país.