Redes sociais diminuem em 25% a produtividade no trabalho, aponta estudo
O impacto das redes sociais como o Facebook e Twitter no cotidiano dos usuários vai muito além do entretenimento, de acordo com um estudo do Instituto de Tecnologia Política de Washington, nos Estados Unidos. Além de diminuir a produtividade no trabalho, esses sites também afetam o sono da pessoa e reduzem o número de encontros presenciais com os amigos.
Para cada hora gasta navegando nas redes sociais, cerca de 16 minutos de trabalho são perdidos – no final de um dia, isso totaliza cerca de seis horas e meia a menos. Ao longo do mês, são oito dias a menos de trabalho. O número equivale a cerca de 25% a menos de produtividade, em média.
Os encontros com os amigos também diminuem, segundo o estudo, com 17 minutos perdidos no "mundo real". Em um ano, isso equivale a cerca de 18 dias a menos gastos na tarefa de ver os amigos. No caso das horas de sono, sete minutos são desperdiçados.
Para realizar o estudo, o economista Scott Wallsten analisou oito anos de dados do governo dos Estados Unidos sobre os hábitos online dos norte-americanos entre 2003 e 2011.
"Esse estudo é um passo pequeno para entender os efeitos da internet na economia. Os dados mostram que o tempo gasto pela população com lazer online está aumentando", disse.
Para o pesquisador, o tempo perdido no "mundo real" pode acabar afetando a economia, embora ele afirme que é necessária uma pesquisa mais aprofundada sobre esses "possíveis danos".
Menos horas de estudo e TV
No caso dos jovens, o uso da internet tem afetado o tempo que eles dedicam aos estudos. Pessoas entre 15 e 19 anos desperdiçam 0,3 minuto de estudo para ficar navegando em redes sociais. No final do dia, isso equivale a cerca de sete horas.
O tempo gasto vendo TV também está caindo. Para cada minuto de atividade online, 0,28 minuto a menos é usado para assistir à televisão. Isso equivale a quase sete horas a menos por dia.
(Com Daily Mail)
Fonte: Site Uol
Pagamento por celular é sancionado por presidente Dilma
A presidente Dilma Rousseff sancionou a Lei 12.865/2013 que entre outras medidas regulamenta o pagamento eletrônico, seja pelo celular ou pela Internet. A medida já estava prevista na Medida Provisória (MP) 615/2013.
Pelo texto, os "arranjos de pagamento" – toda a cadeia de valor que envolve o pagamento eletrônico – devem ser interoperáveis, permitindo, inclusive, a transferência de recursos entre os arranjos de pagamento distintos. Com a medida, o governo espera "bancarizar" um conjunto da população que ainda não está incluída no sistema bancário, cerca de 39 % da população, segundo o IPEA.
"O Banco Central do Brasil, o Conselho Monetário Nacional, o Ministério das Comunicações e a Anatel estimularão, no âmbito de suas competências, a inclusão financeira por meio da participação do setor de telecomunicações na oferta de serviços de pagamento e poderão, com base em avaliações periódicas, adotar medidas de incentivo ao desenvolvimento de arranjos de pagamento que utilizem terminais de acesso aos serviços de telecomunicações de propriedade do usuário", diz a lei.
Pela norma, as "instituições de pagamento" não se confundem com bancos ou congêneres, sendo expressamente vedado a elas realizarem atividades privativas de instituições financeiras. Ou seja, as teles podem oferecer os serviços de pagamento móvel, mas não poderão emprestar dinheiro, por exemplo. Os recursos em poder das instituições de pagamento também não estão sujeitos a arresto, sequestro, busca e apreensão ou qualquer outro ato de constrição judicial em função de débitos de responsabilidade da instituição de pagamento.
O Banco Central tem 180 dias para definir as condições mínimas para a prestação dos serviços de pagamento eletrônico. Caberá ao Banco Central também estabelecer prazo para que as empresas que já atuam nessa área se adaptem às disposições da Lei.
Fonte : Site Exame
Pequenos negócios geram 100% dos novos empregos no país
Confirmando o elevado índice de confiança na economia, os pequenos negócios garantiram em agosto saldo positivo de criação de emprego em todo o país. Eles foram responsáveis por praticamente 100% dos postos de trabalho criados no mês passado, segundo estudo do Sebrae elaborado com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Ao contrário das médias e grandes empresas, que cortaram 2,4 mil vagas no mês, os pequenos negócios geraram 127,4 mil empregos, um aumento expressivo de 128% sobre o volume registrado em julho deste ano. Em relação a agosto de 2012, o aumento superou 31%.
Para o presidente do Sebrae, Luiz Barretto, os resultados comprovam que o Brasil hoje tem um mercado interno forte, com mais de 100 milhões de consumidores, sendo que 40 milhões deles pertencem a essa nova classe que aumentou a demanda junto aos empreendimentos de pequeno porte. “Esse novo público tem mais condições de comprar serviços e produtos do que nas últimas décadas e é muito mais amplo e variado. Como consequência, a alta geração de empregos nos empreendimentos de pequeno porte. Além disso, as micro e pequenas empresas são menos vulneráveis às oscilações e crises da economia internacional”, analisa.
Ainda de acordo com o estudo, entre os pequenos negócios, o setor líder das contratações continua sendo o de Serviços, com saldo líquido positivo de 59,3 mil postos de trabalho, correspondendo a quase a metade do total de empregos gerados pelos pequenos negócios. Em segundo lugar, está o setor de Comércio, com 42,4 mil vagas, seguido da Construção Civil, responsável por 22 mil novos postos de trabalho.
No recorte geográfico, houve aumento do emprego nas cinco regiões brasileiras, com destaque para a região Sudeste, Sul e Nordeste. O estado de São Paulo ocupa a primeira posição do ranking na geração de empregos no Brasil. Em agosto, gerou 43,8 mil novos postos de trabalho, quase quatro vezes mais do que a quantidade de vagas criadas pelo segundo lugar, o Paraná.
Com esses resultados, a expectativa é de que os empreendimentos de pequeno porte fechem este ano com um impacto na geração de empregos bem superior às médias das grandes empresas. Isso porque, desde novembro de 2012, os pequenos negócios estão à frente da geração de empregos formais em todo o país.
Fonte: site Exame
Gerenciar o tempo é gerenciar melhor suas escolhas
Cargos de liderança deveriam vir com um aviso: “esteja atento a tarefas sem sentido travestidas de alguma importância”.
O conselho vale para o Sam e, certamente, para muitos de vocês. Olhando para o Sam você não acreditaria que ele está sendo gerenciado por seu emprego. Ele é brilhante, agressivo e orientado por resultados com uma boa lista de sucessos. Como recompensa por suas conquistas, ascendeu recentemente a uma função cerca de dez vezes maior, em escala, do que a que vinha exercendo. Ele chega ao escritório às sete horas da manhã e sai às oito horas da noite. Sua mesa é uma bagunça, seus e-mails não são respondidos a tempo e seu calendário está lotado. Sua esposa e filhos sentem sua falta e seu chefe quer uma estratégia.
Sam é um cara ocupado. Infelizmente, ele está tão ocupado fazendo as coisas erradas que não pode pensar nas coisas certas.
Muitos de vocês estão na mesma situação que Sam – trabalhando muitas horas e sem tempo para parar e encontrar uma forma melhor de realizar as tarefas. Psicólogos dizem que algumas pessoas abusam de forma crônica do tempo porque têm necessidades profundas de controle ou aprovação ou medo de serem avaliados. Para outros, o motivo por traz da confusão entre o bom e o mau gerenciamento de tempo está amarrado a certa insegurança e necessidade de agir de acordo com o julgamento alheio.
OK. Todos temos nossas neuroses pessoais. Mas minha experiência mostra que a maioria das pessoas não gerencia de forma ativa seus trabalhos porque essas pessoas foram engolidas pela ilusão de estarem muito ocupadas. Uma ilusão gerada pela quantidade de e-mails, reuniões, relatórios, apresentações, orçamentos e chamadas telefônicas que constituem o modo de vida corporativo.
Para ganhar controle sob seu trabalho e vida (inclusive pessoal), você deve ganhar controle do seu calendário. Deve eliminar distrações sem sentido e focar seus esforços onde realmente importa. Geralmente, isso significa a criação de estratégia, influência informal, delegação efetiva e monitoração.
Assim como obter o controle de suas finanças, gerenciar seu tempo requer compreensão de para onde você está indo, sublinhar suas prioridades, definir um orçamento de tempo e um plano, mudar comportamentos e monitorar os resultados para, assim, balizar melhor suas escolhas.
Para onde vai seu tempo?
Analise seu calendário pelas últimas quatro a oito semanas e descubra onde gasta seu tempo. Sam, por enquanto, estava gastando dez horas por semana no gerenciamento de dois grandes projetos, dez horas discutindo projetos menores, e outras dez horas respondendo e-mails e atendendo visitas que apareciam em sua porta.
Conheça a si mesmo
Identifique como você quer alocar seu tempo respondendo às perguntas:
- Quando e quanto eu quero trabalhar?
- O que pretendo alcançar em meu emprego?
- Quais atividades são essenciais para meu sucesso e quais atividades eu desprezo?
Isso pode soar como ordinário, mas responder a essas perguntas requer uma boa compreensão de sua função; a existência de um plano de longo prazo para dirigir seus objetivos táticos e consciência do que você deve continuar fazendo e o que deveria delegar.
Se você é novo em seu emprego ou não tem um pleno de longo prazo, aloque tempo em sua escala para promover esse tipo de raciocínio. As metas de Sam incluem:
- Deixar o escritório às 18hs30
- Fazer exercícios três vezes por semana
- Reunir-se com pares a cada duas semanas
- Circular diariamente
- Tomar café e almoçar com clientes sêniores e executivos três vezes por semana
- Devotar um dia da semana para o planejamento de longo prazo
- Devotar nada mais que um dia por mês para desenvolver e analisar métricas operacionais e financeiras
Abuse da matemática
Defina um orçamento de tempo traduzindo suas metas em horas diárias e semanais. Compare seu orçamento à análise de seu calendário para determinar a distância entre ambos e que o precisa ser diminuído. Por exemplo, Sam precisa reduzir seu volume de trabalho semanal em sete horas e meia, enquanto encontra quatro horas adicionais para se reunir com pares e oito horas para planejamento.
Faça acontecer
Desenhe um pano para diminuir a distância entre a atual organização do tempo e a futura. Sam pretende resolver a questão das vinte horas de distância por meio de:
- Redução de seu envolvimento nas iniciativas maiores, delegando apropriadamente funções
- Consolidação das discussões de projetos menores nas reuniões individuais semanais com relatórios
- Redução das visitas inesperadas por meio de almoços – assegurando que estará disponível, mas em sua escala de horário e não na dos demais
- Delegando a maioria de seus e-mails para sua assistente e trabalhando com sua equipe para modificar o atual modelo de utilização de e-mails
Use um grupo de suporte
Implemente e monitore as mudanças do calendário envolvendo mais pessoas no seu plano. Seu assistente e funcionários diretos são participantes essenciais porque seu plano requer que eles assumam tarefas que você não pode mais suportar. Garanta que eles entendam suas responsabilidades, suas expectativas e a “forma correta” de gerenciar o tempo deles e o seu tempo (quando devem escalar atribuições e decisões para você). Reúna-se com seu/sua assistente semanalmente para revisar como você vai indo em relação ao seu calendário modelo e modifique o que for necessário para manter-se no plano.
Muitas pessoas têm dificuldades em gerenciar por meio desse processo, sozinhas, então encontram conselheiros confiáveis que ajudem na compreensão das implicações da análise da agenda é uma boa iniciativa. Sam e outros que passaram por esse processo entenderam que o resultado vale o esforço. A atenção à agenda e à criação de metas, regras e disciplina, fez com que reduzissem a correria, aprendessem novas habilidades e criassem o próprio ritmo para as tarefas diárias.
Fonte: Site CIO
Autor: Susan Cramm
(*) Susan Cramm é coach de liderança na Valuedance
Correios estudam e-mail grátis com criptografia para população
Os Correios estão trabalhando para desenvolver um e-mail gratuito criptografado para a população para evitar espionagem de conteúdo. Segundo o secretário executivo do Ministério das Comunicações, Genildo Lins, a remuneração da empresa poderia ser feita por meio da venda de anúncios na página, assim como os atuais e-mails gratuitos como Gmail e Hotmail.
“É uma grande oportunidade de negócios do ponto de vista dos Correios. Os Correios do mundo hoje não vivem só de cartas, tem que encontrar novas formas de se sustentar”, disse Lins. A ideia surgiu durante o desenvolvimento de um projeto de certificação digital de mensagens, que está sendo feito pelos Correios para oferecer a empresas e pessoas físicas, mediante pagamento.
Lins disse que, apesar de o sistema ter começado a ser estudado antes das denúncias de espionagem de mensagens de brasileiros pelo governo dos Estados Unidos, as notícias recentes podem acelerar o projeto. Ele não estimou um prazo para o sistema de e-mail estar concluído, que vai depender das condições de mercado e da expectativa de receita dos Correios.
Durante entrevista coletiva, na última segunda-feira (02/09), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reforçou a necessidade de o País ter um servidor de raiz para evitar o problema de espionagem.
*Com informações da Agência Brasil
Particularmente, acredito que, a julgar pela qualidade atual dos serviços dos Correios, dificilmente funcionará a contento.
Redes sociais impulsionam tentativas de fraudes no Brasil
Apenas 15 segundos: este é o tempo médio que dura o intervalo, no Brasil, entre uma tentativa e outra de se aplicar a fraude conhecida como roubo de identidade, em que dados pessoais são usados por criminosos para firmar negócios sob falsidade ideológica ou mesmo obter crédito com a intenção de não honrar os pagamentos.
A informação faz parte do Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor, divulgada na última sexta-feira, 23/08, que registrou entre janeiro e julho de 2013, 1,22 milhão de tentativas de fraudes, número recorde no período desde 2010, quando a medição começou. Em 2012, houve 1,18 milhão de registros entre janeiro e julho e, em 2011, 1,13 milhão no mesmo período.
O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor mostra ainda que, nos primeiros sete meses de 2013, lideraram os registros os setores de telefonia e serviço. Entre janeiro e julho, houve 507.661 casos de tentativas de fraude envolvendo o setor de telefonia, correspondendo a 42% das ocorrências. Em 2012, esse índice havia sido de 31% e, em 2011, de 25%.
Já o setor de serviços – que inclui construtoras, imobiliárias, seguradoras e serviços em geral (salões de beleza, pacotes turísticos, etc.) – teve 376.889 registros, equivalente a 31% do total. Até o ano passado, este era o setor que mais sofria tentativas de fraudes, respondendo por 37% das ocorrências no acumulado de janeiro a julho de 2012 e 33% no mesmo período de 2011. O ranking é composto ainda de bancos e financeiras (19%), varejo (7%) e outros (2%).
Em relação ao setor bancário, o Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor demonstra que a participação nas tentativas de fraudes no setor se manteve a mesma de janeiro a julho deste ano com relação ao mesmo período do ano passado (19%, que já indicava queda em relação aos 28% do mesmo período de 2011), por conta da retração na procura por crédito e um crescimento em telefonia e serviços. A popularização da internet e das mídias sociais é apontada como um fator impulsionador desse tipo de ação criminosa.
Nem os mortos estão livres das fraudes
Pesquisas da Serasa Experian apontam que estão mais suscetíveis às fraudes os consumidores que tiveram seus documentos roubados. Com apenas uma carteira de identidade ou um CPF nas mãos de golpistas, dobra a probabilidade de ser vítima de uma fraude – às vezes, os criminosos chegam a combinar dados, montando uma “nova” identidade com dados de filiação de uma pessoa e data de nascimento de outra. Mas até pessoas que já morreram são vítimas de fraude: criminosos usam os dados pessoais de falecidos, como nome e CPF, para adquirir bens, serviços e linhas de crédito, deixando prejuízos para os comerciantes e dor de cabeça e sofrimento para as famílias.
Também é comum as pessoas fornecerem seus dados pessoais em cadastros na internet sem verificar a idoneidade e a segurança dos sites. Além disso, os golpistas ainda costumam comprar telefone para ter um endereço e comprovar residência, por meio de correspondência, e, assim, abrir contas em bancos para pegar talões de cheque, pedir cartões de crédito e fazer empréstimos bancários em nome de outras pessoas.
Entre as principais tentativas de golpe apontadas pelo indicador da Serasa Experian estão:
Emissão de cartões de crédito: o golpista solicita um cartão de crédito usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima e o prejuízo para o emissor do cartão.
Financiamento de eletrônicos (Varejo) – o golpista compra um bem eletrônico (TV, aparelho de som, celular, etc.) usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a conta para a vítima.
Compra de celulares com documentos falsos ou roubados.
Abertura de conta: golpista abre conta em um banco usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima. Neste caso, toda a “cadeia” de produtos oferecidos (cartões, cheques, empréstimos pré-aprovados) potencializa possível prejuízo às vítimas, aos bancos e ao comércio.
Compra de automóveis: golpista compra o automóvel usando uma identificação falsa ou roubada, deixando a “conta” para a vítima.
Abertura de empresas: dados roubados também podem ser usados na abertura de empresas, que serviriam de ‘fachada’ para a aplicação de golpes no mercado.
A Serasa Experian responde diariamente a 6 milhões de consultas, auxiliando 500 mil empresas de diversos portes e segmentos a tomar a melhor decisão em qualquer etapa de negócio, desde a prospecção até a recuperação.
Precaução
A pesquisa revela a importância de o consumidor adotar cuidados simples em seu dia a dia, como:
Não fornecer dados pessoais para pessoas estranhas;
Não fornecer ou confirmar suas informações pessoais ou número de documentos pelo por telefone, tomando cuidado com promoções ou pesquisas;
Não perder de vista seus documentos de identificação quando solicitados para protocolos de ingresso em determinados ambientes ou quaisquer negócios; do mesmo modo, não deixar que atendentes de lojas e outros estabelecimentos levem seus cartões bancários para longe de sua presença sob a desculpa de efetuar o pagamento.
Tomar cuidado ao digitar a senha do cartão de débito/crédito na hora de realizar pagamentos, principalmente na presença de desconhecidos.
Não informar os números dos seus documentos quando preencher cupons para participar de sorteios ou promoções de lojas;
Não fazer cadastros em sites que não sejam de confiança; cuidado com sites que anunciam oferta de emprego ou promoções. Fique atento às dicas de segurança da página, por exemplo, como a presença do cadeado de segurança.
Cuidado com dados pessoais nas redes sociais que podem ajudar os golpistas a se passar por você, usando informações pessoais, como por exemplo, signo, modelo de carro, time por que torce, nome do cachorro etc.;
Manter atualizado o antivírus do seu computador, diminuindo os riscos de ter seus dados pessoais roubados por arquivos espiões.
Evitar realizar qualquer tipo de transação financeira utilizando computadores portáteis conectados em redes públicas de internet.
Quando for vítima de roubo, perda ou extravio de documentos, a primeira medida é cadastrar a ocorrência gratuitamente na base de dados da Serasa Experian, no link
www.serasaconsumidor.com.br. Esta informação estará disponível na mesma hora para o mercado. Depois, o consumidor deve fazer um boletim de ocorrência. Assim, a cada consulta, o concedente de crédito será alertado de que se trata de documentos roubados, evitando que transações sejam realizadas.
Fonte: Site Convergência Digital
TI brasileira terá maior taxa de crescimento do mundo
A indústria brasileira de TI deve ter a maior taxa de crescimento do mundo em 2013, segundo estudo da Associação Brasileira das Empresas de Software (Abes). Os investimentos voltados aos eventos esportivos e à exploração do pré-sal são os principais alavancadores.
A previsão é que o faturamento do setor avance 14,5% neste ano para US$ 69 bilhões, informou o presidente da entidade, Jorge Sukarie, à Reuters. No ano passado, a indústria de TI do país movimentou US$ 60,2 bilhões, aumento de 10,9% se comparado com o ano anterior. A média de crescimento mundial foi de 5,9%.
Em termos absolutos, o Brasil ficou na sétima posição do ranking mundial de investimentos em TI em 2012, abaixo de Estados Unidos (US$ 638 bilhões), China (US$ 173 bilhões), Japão (US$ 172 bilhões), Reino Unido (US$ 110 bilhões), Alemanha (US$ 101 bilhões) e França (US$ 76 bilhões).
A maior parte do faturamento da indústria de TI no país no ano anterior foi no segmento de hardware, que movimentou US$ 35,3 bilhões, seguido por serviços, com US$ 15,4 bilhões, e software, com US$ 9,4 bilhões.
"Esperamos que essa proporção mude. A tendência é que os segmentos de software e serviços ultrapassem a barreira de 50% [de faturamento] até 2020", declarou Sukarie. "O grau de maturidade da indústria de um país se mede quando este consegue fazer que os investimentos em software aumentem, porque a inteligência que move a inovação está mais no software", completou.
Segundo o executivo, a fatia maior do hardware na indústria de TI brasileira ocorre por conta da recente explosão de venda de aparelhos, como tablets e smartphones no país.
Fonte: Site Olhar Digital
5 coisas que todo empreendedor precisa aprender
Muitos empreendedores e pequenos empresários começaram o negócio por necessidade ou porque enxergaram uma oportunidade. Entretanto, sem uma formação ou uma busca constante por capacitação, as chances de a empresa crescer saudavelmente diminuem.
“Tem que aprender sempre, sua empresa vai mudar, seu cliente vai mudar. O empreendedor que tem um negócio de pequeno porte precisa ajustar sempre o modelo de negócio”, afirma Alessandro Saade, professor de empreendedorismo da BSP, Business School São Paulo
Para Alexandre Martins, gerente do Sebrae-SP, há problemas relacionados à gestão de uma pequena empresa que é preciso que o próprio empreendedor tome a iniciativa para resolver. Por isso, é importante buscar cursos presenciais ou online para se capacitar. Veja outras habilidades essenciais para quem deseja ter uma empresa de sucesso.
1. Ter uma boa visão de negócio
Quem é o seu cliente? Quais são os seus concorrentes? De acordo com especialistas, vale investir tempo na elaboração de um plano de negócios, pois esse documento pode auxiliar o pequeno empresário a mapear oportunidades e responder estas perguntas.
“Ele pode fazer um curso de modelagem de negócio, é um passo-a-passo que pode modelar a ideia. Claro que, à medida que for crescendo, é importante ter uma formalização na educação”, explica Saade.
2. Dominar as finanças da empresa
Saber como precificar adequadamente o seu produto ou serviço e determinar quanto precisa de capital para levar o negócio adiante são algumas habilidades que não devem ser negligenciadas.
“Fica muito suscetível ao erro e acerto. Pode acabar gerando muito prejuízo financeiro por conta de um cálculo de fluxo de caixa equivocado”, exemplifica Martins. Por isso, aprender a metodologia e o uso correto de algumas ferramentas pode ajudar a deixar sua empresa sempre no verde.
3. Noções de marketing
Existem alguns termos de marketing que todo empreendedor precisa saber. Ao conhecer os jargões técnicos, é possível compreender melhor o mercado e quais são as melhores ações que podem ser trabalhadas para promover a empresa ou o produto.
Para Martins, tomar uma decisão sem base pode ser muito arriscado. “Possíveis indicadores podem diminuir os riscos do negócio”, explica.
4. Saber se planejar
Ao planejar estrategicamente os próximos meses ou anos da empresa, o empreendedor pode, aos poucos, ir se adaptando à realidade. A dificuldade está justamente em alinhar todas as áreas do negócio e o que precisará ser executado por cada uma delas durante o período determinado.
Saade explica que existem cursos de planejamento estratégico de curta duração ou pós-graduação para quem deseja se aprofundar no assunto.
5. Ter capacidade de ação
Liderar a equipe de funcionários, ter uma boa relação com os fornecedores, cuidar da agenda e da parte operacional da empresa são algumas atividades que fazem parte da rotina de um pequeno empresário. “Não tem curso específico para isso, mas existem cursos de gestão do tempo e cursos de liderança”, recomenda Saade.
Fonte: Site Exame
Microempresários lucram, em média, R$ 26 mil por ano
Dados divulgados pela Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) mostram que o lucro médio dos microempreendedores brasileiros subiu 27% de 2003 a 2013. No geral, o lucro médio individual dos pequenos empreendedores, subiu de R$ 1.710 para R$ 2.172 entre 2003 e 2013 – já descontado a inflação do período.
De acordo com a pesquisa, o Pará é o estado com a maior taxa de empreendedorismo do país, apesar da queda de 8% em dez anos. Os empreendedores representam 31,53% do total de trabalhadores. Em segundo lugar, está o Maranhão, com 28,39%, seguido por Rondônia, com 27,99%.
Já o Distrito Federal, estado que tem a menor taxa de empreendedorismo no país, é o local onde os microempresários obtêm mais lucro. Entre 2000 e 2010, o rendimento médio passou de R$ 3.129 para R$ 5.512, alta de 76,16%. Em segundo lugar está São Paulo, onde o lucro médio é de R$ 4.709, e, em seguida, Mato Grosso do Sul, com R$ 3.962.
Veja o estudo completo, aqui
http://www.sae.gov.br/site/wp-content/uploads/3%C2%BA-Caderno-VCM-Vers%C3%A3o-Final-20130506.pdf.
Câmara debaterá banda larga como direito fundamental do cidadão
A Câmara dos Deputados decidiu, depois de um ano, instalar a Comissão Especial que irá analisar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC nº 479/10), de autoria do deputado Sebastião Bala Rocha (PDT-AP), que pretende "incluir o acesso à Internet em alta velocidade entre os direitos fundamentais do cidadão". A sessão de instalação desta comissão e a escolha dos membros titulares e suplentes estão marcadas para a próxima quarta-feira (17/07).
"A importância do uso da internet como vetor da aceleração do desenvolvimento das nações já é corroborada inclusive pelas organizações internacionais de maior credibilidade. Segundo estudo divulgado recentemente pelo Banco Mundial, um aumento na penetração da banda larga de 10% tem o potencial de alavancar um acréscimo de 1,3% no PIB do país", destacou o parlamentar em sua justificativa.
Para o deputado, não obstante as iniciativas do governo federal, como os programas da internet nas escolas e o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) estarem surtindo os efeitos desejados de universalização da rede mundial de computadores no Brasil, a "escassez de mão-de-obra capacitada para lidar com as ferramentas da informática acarreta prejuízos irreparáveis à sociedade brasileira, em virtude da inibição do crescimento das atividades econômicas intensivas em tecnologias da informação".
Sebastião Rocha é da opinião que a demanda da população por uma Internet de alta velocidade é maior que execução dos programas governamentais de estímulo ao acesso à rede. "É imprescindível que o direito de dispor do serviço de banda larga deixe de ser considerado uma mera ação de Governo para se transformar em política prioritária de Estado", argumentou.