RETROVISOR...
22/01/2017 | 00h25

O passado serve de aprendizado.... Felizes os que não ficam correndo atrás do vento...muito menos pautam sua vida pelo retrovisor...

Se um dia fecharem-lhe as portas , pule a janela...

Pois todos querem o perfume das flores, mas poucos sujam as suas mãos para cultivá-las....

Com afeto ,

Beth Landim

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FELIZ DIA DO AMIGO...
22/01/2017 | 00h25
 

Para os amigos...do coração , deixo estas lindas fotos  pelo dia de hoje!!!

Amigos fiéis e queridos , sinceros e sempre carinhosos ...

"Quero ser o teu amor amigo. Nem demais e nem de menos. Nem tão longe e nem tão perto. Na medida mais precisa que eu puder. Mas amar-te sem medida e ficar na tua vida, Da maneira mais discreta que eu souber. Sem tirar-te a liberdade, sem jamais te sufocar. Sem forçar tua vontade. Sem falar, quando for hora de calar. E sem calar, quando for hora de falar. Nem ausente, nem presente por demais. Simplesmente, calmamente, ser-te paz. É bonito ser amor amigo, mas confesso é tão difícil aprender! E por isso eu te suplico paciência. Vou encher este teu rosto de lembranças, Dá-me tempo, de acertar nossas distâncias..." Fernando pessoa

 
 

"Meus amigos são todos assim: metade loucura, outra metade santidade. Escolho-os não pela pele, mas pela pupila, que tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante. Escolho meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta. Não quero só o ombro ou o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri junto, não sabe sofrer junto..."

 

Que sejamos sempre ponte ... para que possamos aquecer e acariciar como folha ao vento todos os nossos amigos...

E as vezes também...curtir uma preguicinha juntos...deixar o tempo correr...deixar a vida nos levar...afinal somos merecedores sempre....

Com afeto e um feliz dia do amigo...

Beth Landim

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LINDAS FOTOS...
22/01/2017 | 00h25

A natureza e as imagens falam por si...na vida possuímos estes códigos....muitas vezes apreciar é o suficiente , não precisamos nem de palavras...

Deixo estas imagens para que você possa ir ...não existe limite...

 

Com afeto,

Beth Landim

 
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Eu gosto de...
22/01/2017 | 00h25

Assim como  Machado de Assis... eu também gosto de...

"Eu gosto de olhos que sorriem,

de gestos que se desculpam,

de toques que sabem conversar

e de silêncios que se declaram."

Machado de Assis

Com afeto,

Beth Landim

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Fernando Pessoa ...
22/01/2017 | 00h25

"Existe no silêncio tão profunda sabedoria que às vezes ele se transforma na mais perfeita resposta"...

..."É fácil trocar as palavras, Difícil é interpretar os silêncios! É fácil caminhar lado a lado, Difícil é saber como se encontrar! É fácil beijar o rosto, Difícil é chegar ao coração! É fácil apertar as mãos, Difícil é reter o calor! É fácil sentir o amor, Difícil é conter sua torrente!"...

Desejo um dia  cheio de luz...e flores...

Com afeto,

Beth Landim

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Morte... Sexo...
22/01/2017 | 00h25

A morte não precisa e não é o ponto final. Temos muitas vezes o hábito ou o pensar que a morte é finita. A morte é como as reticências... que, aliás, eu adoro... Escrevo muito com reticências, pois as mesmas nos levam para o infinito, para o interminável. Desta forma podemos encarar os nossos relacionamentos, nosso trabalho, nosso prazer, nosso fazer, com reticências. Por que temos que colocar o ponto final? Afinal, se um relacionamento não deu certo, serviu de aprendizado, amadurecimento e de crescimento para outros que poderão vir... Assim encaro a vida e a morte... com reticências! Aliás, morte e sexo, são dois temas que nunca nos são ensinados, aprendemos sempre na prática, no momento de passarmos por eles, e dessa forma podem ser traumáticos ou então, não tem o significado e a beleza que os mesmos representam na valorização do nosso viver. Quando aprendemos a enxergar a morte como uma passagem, enxergamos as reticências, e não o ponto final... Inclusive o “velório” deve ser vivido, como exultação e aclamação de tudo aquilo que aquela pessoa nos fez aprender, chorar, rir, viver... Não devemos ver o velório como uma despedida, apenas não estamos mais no mesmo espaço físico... mas com certeza estamos muito mais intensamente unidos no plano espiritual.

Deveríamos romper estas barreiras e lidar com estes temas com toda naturalidade em nossas casas, com nossos filhos, nossos amigos, até porque, quando vivemos os limites da morte/vida, e a compreensão da passagem, com certeza iremos valorizar muito mais nossa vida, não nos deixando levar por atos pequenos, mesquinhos, discussões bobas, afinal, a vida é um dom e um milagre que nos é oferecido dia a dia...

Às vezes temos o hábito, de viver no futuro: quando eu tiver... quando eu puder... quando meus filhos crescerem... quando ...E então nos esquecemos de viver o presente.

Martin Luther King nos diz: “A pior de todas as tragédias não é morrer jovens, mas completar setenta e cinco anos de idade e ainda não ter realmente vivido.”

 

Às vezes somos um viaduto entre passado e futuro. No entanto, ao conversarmos sobre a morte, algo tão natural e certo em nossa vida terrestre, temos o intenso prazer de valorizar o presente e vivê-lo intensamente, segundo a segundo, sem nos preocuparmos com o futuro...

 

Assim também nos comportamos diante do tabu que é criado em torno do sexo. Não temos o hábito de falar e tratar com normalidade um assunto tão vivo e natural em nossas vidas... Na maioria das vezes fingimos que ele não existe ao não conversarmos com nossos filhos sobre sexo. O sexo é a linguagem corporal do amor, é o prazer encarnado na comunicação entre duas pessoas que se gostam, é a delicadeza do gesto concreto de amar... O sexo não deve vir acompanhado da vergonha, do tabu, do pecado, mas da sinceridade, do amor verdadeiro, do estar vivo, da entrega ao outro que é tão simbólica e prazerosa... Sim, porque às vezes deturpamos as coisas e não nos permitimos ser felizes, ter prazer, viver intensamente, pois em nossa vida terrestre, não existe segundo ato, não existem ensaios e como nos diz o provérbio chinês: “a pedra não pode ser polida sem fricção, nem o homem aperfeiçoado sem tentativas.”

Morremos muitas vezes nessa vida, não apenas fisicamente - no prazo de sete anos, todas as células do nosso corpo são renovadas - mas também emocionalmente e espiritualmente, porque as mudanças nos seguram pela nuca e nos empurram para frente, para uma outra vida, como nos diz José de Alencar: “A alma tem o poder de, nos momentos mais supremos de aflição, suspender-se ao fio mais tênue da esperança.”

Não estamos aqui para simplesmente existir, mas para crescer... Então, abramos nosso coração ao diálogo, encaremos temas como a morte e o sexo como aprendizado e normalidade em nossas vidas, ou melhor, como a pura expressão da vida que pulsa a cada minuto em nosso dia a dia. A sabedoria de Santo Agostinho nos ensina delicadamente sobre a morte...  “A morte não é nada. Apenas passei ao outro mundo. Eu sou eu. Tu és tu. O que fomos um para o outro ainda o somos. Dá-me o nome que sempre me deste. Fala-me como sempre me falaste. Não mudes o tom a um triste ou solene. Continua rindo com aquilo que nos fazia rir juntos. Reza, sorri, pensa em mim, reza comigo. Que o meu nome se pronuncie em casa como sempre se pronunciou. Sem nenhuma ênfase, sem rosto de sombra. A vida continua significando o que significou: continua sendo o que era. O cordão de união não se quebrou. Porque eu estaria fora de teus pensamentos, apenas porque estou fora de tua vista? Não estou longe, somente estou do outro lado do caminho. Já verás, tudo está bem. Redescobrirás o meu coração, e nele redescobrirás a ternura mais pura. Seca tuas lágrimas e se me amas, não chores mais.”

Desta forma, devemos nos desarmar dos tabus e dos preconceitos referentes a temas tão profundos e substanciais, mas que se vividos com naturalidade, nos trarão liberdade interior de vivermos cada vez mais intensamente todos os nossos sentimentos...

Com afeto,

Beth Landim

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A idade vai chegar!
22/01/2017 | 00h25
Não haverá misericórdia! A idade vai chegar...Não se iluda!
Barbie completou 50 anos...
Piu Piu completou 60 anos
Superman
Thor
Hulk
Mulher Maravilha
Batman e Robin
Spiderman
 
A vida é curta, quebre regras, perdoe rapidamente, não reclame, não critique,seja amável, agradeça sempre, beije lentamente... ame de verdade,ria descontrolavelmente, e nunca pare de sorrir, por mais estranho que seja o motivo. E lembre-se que não há prazer sem riscos... A vida pode não ser a festa que esperávamos, mas uma vez que estamos aqui, temos que comemorar cada dia e agradecer!!! Aprecie sem moderação... A vida se resume em 4 frascos...
Vamos aproveitá-la, pois já estamos no terceiro...
Com afeto,
Beth Landim
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Elvis não morreu...
22/01/2017 | 00h25
[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=Ha87Hh6-itw[/youtube]

Para descontairmos neste final de tarde de sexta feira, sentindo a liberdade e pureza das crianças...

Com afeto,

Beth Landim

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“EU LEVO OU DÊXO?”
22/01/2017 | 00h24

Duas estórias que nos fazem refletir sobre a relevância da comunicação nos dias atuais...

A primeira nos conta uma lenda. Ruy Barbosa ao chegar a casa, certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Foi averiguar e constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação.

Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com seus patos, disse-lhe: “- Oh, bucéfalo anácrono!!!... Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada”. E o ladrão, confuso, diz: “- Dotô, resumino... Eu levo ou dexo os pato???...”

A segunda nos fala sobre a magia da comunicação. “Havia um cego que pedia esmola à entrada do Viaduto do Chá, em São Paulo. Todos os dias passava por ele, de manhã e à noite, um publicitário que deixava sempre alguns centavos no chapéu do pedinte. O cego trazia pendurado no pescoço um cartaz com a frase: Cego de nascimento. Uma esmola por favor. Certa manhã o publicitário teve uma idéia, virou o letreiro do cego ao contrario e escreveu outra frase. À noite depois de um dia de trabalho perguntou ao cego como é que tinha sido seu dia. O cego respondeu, muito contente: -"Até parece mentira, mas hoje foi um dia extraordinário. Todos que passavam por mim deixavam alguma coisa. Afinal, o que é que o senhor escreveu no letreiro??? O publicitário havia escrito uma frase breve, mas com sentido e carga emotiva suficientes para convencer os que passavam a deixarem algo para o cego. A frase era: Em breve chegará a primavera e eu não poderei vê-la.”

Após a leitura das estórias podemos observar que vivemos formas diferentes de comunicação, que expressam múltiplas situações pessoais, interpessoais, grupais e sociais de conhecer, sentir e viver, que são dinâmicas, que vão evoluindo, modificando-se, modificando-nos e modificando os outros.

Há processos de comunicação superficiais - que expressam mais a exterioridade das coisas - e outros mais profundos - que relacionam o exterior com o interior, que desvendam quem somos, como pensamos, por que agimos de determinada forma. Há processos de comunicação mais autênticos - que expressam o que somos, até onde nos percebemos, que manifestam coerentemente a nossa percepção de nós mesmos e dos outros. Há processos de comunicação inautênticos, que não correspondem ao que percebemos, pensamos e sentimos, que servem a determinados propósitos, que podem levar-nos a deturpar a leitura que os outros fazem de nós - mais ou menos propositalmente. Há processos de comunicação que produzem mudanças, que nos modificam e modificam outras pessoas, enquanto outros processos não nos modificam, nos deixam onde estávamos, nos confirmam em nossos universos mentais pessoais ou grupais.

 

E assim é a vida... Muitas vezes nos deparamos com situações como estas, pois a comunicação sempre fez toda a diferença e no mundo contemporâneo, tornou-se imprescindível, sendo reconhecida como o quinto poder. E então presenciamos de tudo... Pessoas que utilizam da beleza das palavras para iludir o “outro”... pessoas que através de palavras “difíceis” querem demonstrar grande conhecimento, sem ter a consistência verdadeira... Pessoas que se utilizam da comunicação para agredir simplesmente, esquecendo da ética, da educação, da gentileza que deve reger as nossas relações... Como nos diz Nelson Mandela... “Se você falar com um homem numa linguagem que ele compreende, isso entra na cabeça dele. Se você falar com ele em sua própria linguagem, você atinge seu coração.”

E este é um dos grandes desafios da humanidade, aprender a arte de comunicar-se, pois da comunicação depende, muitas vezes, a desgraça ou a felicidade, a guerra ou a paz. A pequena passagem de Ruy Barbosa, um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, tendo sido um dos organizadores da República e co-autor da constituição da Primeira República nos mostram como é nobre o domínio das palavras mas também o domínio sobre a forma de empregá-las. Palavra em latim é parabola, que por sua vez deriva do grego parabolé, representa um conjunto de letras ou sons de uma língua juntamente com a idéia associada a este conjunto. A função da palavra é representar partes do pensamento humano. A palavra deve ser uma ponte, unindo pessoas da melhor forma, transformando sempre positivamente contextos e situações, levando a verdade, mas não perdendo o sentido nobre da sua função, pois é através das palavras que formamos os fios com os quais tecemos nossas experiências.

Pense nisso e observe bem se você “leva ou dêxa” a desejar com a forma em que usa as suas palavras e se você contribui através delas para um relacionamento melhor com sua família, no seu ambiente profissional, com seus filhos, seus amigos, enfim, para um mundo melhor... pois a palavra é a arte de ir ao encontro do outro.

Uma boa e bem humorada semana para todos nós...

Com afeto,

Beth Landim

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Casa Cor - SP
22/01/2017 | 00h24

Eu e Carol, minha filha e futura arquiteta...

Estive em São Paulo na Casa Cor, evento que foi realizado no Jockey Club - SP e reune os melhores arquitetos nacionais em sua mostra...

Deixo com vocês alguns espaços por mim registrados...

Sala de TV projetada para Michel Teló... Ai se...

Jardim vertical de samambaias... um luxo... com esta mini-lareira... tudo de bom...

Área externa num trabalho paisagístico que mistura madeira, iluminação e plantas...

Interessante luminária adaptada da hélice de um avião.

Casa de campo... tudo de bom... flores e jarro aproveitado do latão de leite,  contextualizando com a realidade do campo.

Adorei estas duas cozinhas... além do toque especial deste mini-jardim que aconchega o ambiente na cozinha, a pimenta pode ser degustada in natura e serve também para espantar o mau olhado... Porque tudo que é apimentado é gostoso...

Com afeto,

Beth Landim

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Elizabeth Landim

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