Para quem quer estar no mercado de trabalho...
22/01/2017 | 00h26

ISECENSA PROMOVE SEU IV CONGRESSO INTERNACIONAL

O ISECENSA abre seu IV CICC - Congresso Internacional do Conhecimento Científico -, no próximo dia 19, com o tema “Educação Superior e Responsabilidade Social: Desafios para o Desenvolvimento Regional”. Voltado para as áreas das ciências humanas e sociais aplicadas, biológicas e da saúde e, ainda, ciências exatas, da terra e engenharias, o Congresso tem com principal objetivo criar um fórum de discussão interdisciplinar sobre os principais conhecimentos e oportunidades de pesquisa, aumentando o intercâmbio de saberes e a parceria em projetos conjuntos. No evento estão previstas 19 palestras, 17 mesas redondas, 16 comunicações orais, 25 mini cursos além da apresentação de exposição de pôsteres.

A abertura ficará a cargo do escritor Clemente Nobrega, que abordará o tema “Inovação”.  Conceituado especialista em estratégia empresarial do Brasil, o palestrante é consultor e autor de uma série de livros, entre os quais o best-seller "Em Busca da Empresa Quântica", recomendado por sete dos maiores experts mundiais em Administração e Marketing, e "Empresas de sucesso, pessoas infelizes?”, sua mais recente obra". Com um rico currículo que inclui MBA Executivo pela COPPEAD/UFRJ e curso de Strategic Marketing Management, pela Harvard Business School, Clemente Nóbrega é pioneiro na introdução dos conceitos e práticas de Gestão pela Qualidade em indústrias de serviço no Brasil.

Nas Ciências Exatas, destacamos o professor Bruno dos Santos Silvestre, professor na Simon Fraser University (Canadá), PhD em Engenharia pela mesma universidade, doutor em Engenharia de Produção pela PUC-Rio e mestre na mesma área pela UENF. Abordará o tema “Tecnologia, Inovação e Empreendedorismo”.

O convidado internacional do Curso de Arquitetura e Urbanismo é o arquiteto argentino Jorge Moscato, professor titular de Arquitetura na Faculdad de Arquitectura, Diseño y Urbanismo de la Universidade de Buenos Aires, que fará palestra sobre o tema “Proyectos Urbanos”. É também titular do Estudio Moscato - Schere em Buenos Aires desde 1969 juntamente com Rolando Schere. Participou da equipe de plano mestre do projeto Puerto Madero, sendo seu escritório ganhador de diversos concursos, o mais recente o da Estacion Ferro-motora de La Plata.

A madrilena professora Pilar Marqués Sanchéz é a convidada do Curso de Enfermagem. A professora além de participar da mesa redonda intitulada "Ciência e Arte do Cuidar em Enfermagem: Perspectivas e Dimensões do Cuidado Diante das Novas Tecnologias em Saúde", também proferirá a palestra “Como podemos optimizar nuestrar relaciones em las organizaciones sanitárias? Viajando a través de las redes”. A palestrante é doutora em Económicas y Ciencias Empresariales pela Universidad de León (España) Licenciada em Enfermagem na Universidad de Santiago de Compostela (España). Atualmente é a profesora titular de Escuela Universitaria de Ciencias de la Salud, en la asignatura de Gestión de Cuidados (Universidad de León).

“Os Caminhos de Alice do Outro Lado do Espelho: Discursos e Percursos da Delinqüência Juvenil” será o tema abordado por Vera Mônica da Silva Duarte, doutora e mestre em Sociologia pela Universidade do Minho (Portugal), é a convidada internacional do Curso de Psicologia. Professora do Instituto Superior da Maia - ISMAI.

Na área de Fisioterapia, o palestrante argentino Sérgio Brozzi, especialista em Medicina do Esporte e Aptidão Física pelo Velez Sarsfield Institute e professor do Instituto Romero Brest,  participará da mesa redonda “Treinamento Funcional e Recuperação de Lesões no Esporte” e também fará palestra sobre o tema “Fisioterapia Esportiva”.

Mario Jahara, fundador de Jahara®, é o convidado de Educação Física para ministrar o mini curso “Método Jahara de Desenvolvimento da Consciência Corporal”. Jahara é professor e autor de dois livros em Zen Shiatsu, com uma carreira internacional de 20 anos. O Programa de Jahara tornou-se parte do programa de hidroterapia no Instituto Wingate, em Israel, desde 2000, e criou programas na Suíça, Alemanha, Brasil e Argentina, sob a liderança de Mario e sua equipe.

Convidado da área de Pedagogia, o professor José Carlos Ângelo Cintra, graduado em Engenharia Civil pela Escola de Engenharia de São Carlos da USP, onde também obteve os títulos de mestre e doutor em Geotecnia e Livre-docente. Dedica à atividade de “ensinar a ensinar” e desenvolveu uma técnica de apresentação, divulgada em livros e DVDs de sua autoria, conciliando didática e oratória. Ministrará as palestras “Vencendo a timidez e o medo de falar em público” e “Reinventando a aula expositiva”.

Destacamos ainda a presença de Luisa Parente, ex-ginasta brasileira, campeã estadual, brasileira e sul-americana em todas as categorias sendo a primeira ginasta a participar de duas olimpíadas (Seul-88 e Barcelona-92) e do enxadrista Rafael Duailibe Leitão, pentacampeão brasileiro em 1996, 1997 e 1998, 2004 e 2011, detendo os títulos de Grande Mestre Internacional de Xadrez pela FIDE e pela ICCF. Destaca-se que o mesmo vem direto da XL Olimpíadas de Xadrez em Istambul, na Turquia, para abrilhantar as atividades oferecidas no IV CICC, dando continuidade na comemoração dos 10 anos do ISECENSA.

O evento, que acontecerá entre os dias 19 e 21 de setembro, terá toda sua produção acadêmica publicada na Revista Perspectivas Online (http://seer.perspectivasonline.com.br/), no ícone SUPLEMENTOS. Além disso, será publicada uma edição comemorativa ao IV CICC, onde serão disponibilizadas as palestras proferidas no Congresso. Vale ressaltar que a revista Perspectivas online, encontra-se indexada por SEER, IBICT, SUMARIUS, DOAJ e CAPES.

Os interessados em participar dessa grande oportunidade de enriquecimento cultural e profissional, podem se inscrever através do www.isecicc.com.br ou www.isecensa.edu.br.

O  Congresso Internacional visa contribuir para o engrandecimento profissional da nossa Campos dos Goytacazes.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=A-gZrdTjODY[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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O preço de um milagre...
22/01/2017 | 00h26

Uma garotinha foi para o quarto e pegou um vidro de geléia que estava escondido no armário e derramou todas as moedas no chão. Contou uma por uma, com muito cuidado, três vezes. O total precisava estar exatamente correto. Não havia chance para erros. Colocando as moedas de volta no vidro e tampando-o bem, saiu pela porta dos fundos em direção à farmácia Rexall, cuja placa acima da porta tinha o rosto de um índio. Esperou com paciência o farmacêutico lhe dirigir a palavra, mas ele estava ocupado demais. A garotinha ficou arrastando os pés para chamar atenção, mas nada. Pigarreou, fazendo o som mais enojante possível, mas não adiantou nada. Por fim tirou uma moeda de 25 centavos do frasco e bateu com ela no vidro do balcão.

E funcionou! - O que você quer? - perguntou o farmacêutico irritado. - Estou conversando com o meu irmão de Chicago que não vejo há anos -, explicou ele sem esperar uma resposta. - Bem, eu queria falar com o senhor sobre o meu irmão -, respondeu Tess no mesmo tom irritado. - Ele está muito, muito doente mesmo, e eu quero comprar um milagre. - Desculpe, não entendi. - disse o farmacêutico. - O nome dele é Andrew. Tem um caroço muito ruim crescendo dentro da cabeça dele e o meu pai diz que ele precisa de um milagre. Então eu queria saber quanto custa um milagre. - Garotinha, aqui nós não vendemos milagres. Sinto muito, mas não posso ajudá-la. - explicou o farmacêutico num tom mais compreensivo. - Eu tenho dinheiro. Se não for suficiente vou buscar o resto.

O senhor só precisa me dizer quanto custa. O irmão do farmacêutico, um senhor bem aparentado, abaixou-se um pouco para perguntar à menininha de que tipo de milagre o irmão dela precisava. - Não sei. Só sei que ele está muito doente e a minha mãe disse que ele precisa de uma operação, mas o meu pai não tem condições de pagar, então eu queria usar o meu dinheiro. - Quanto você tem? - perguntou o senhor da cidade grande. - Um dólar e onze cêntimos -, respondeu a garotinha bem baixinho. - E não tenho mais nada. Mas posso arranjar mais se for preciso. - Mas que coincidência! - disse o homem sorrindo. - Um dólar e onze cêntimos! O preço exato de um milagre para irmãozinhos! Pegando o dinheiro com uma das mãos e segurando com a outra a mão da menininha, ele disse: - Mostre-me onde você mora, porque quero ver o seu irmão e conhecer os seus pais.

Vamos ver se tenho o tipo de milagre que você precisa. Aquele senhor elegante era o Dr. Carlton Armstrong, um neurocirurgião. A cirurgia foi feita sem ônus para a família, e depois de pouco tempo Andrew teve alta e voltou para casa. Os pais estavam conversando alegremente sobre todos os acontecimentos que os levaram àquele ponto, quando a mãe disse em voz baixa: - Aquela operação foi um milagre. Quanto será que custaria? A garotinha sorriu, pois sabia exatamente o preço: um dólar e onze cêntimos! - Mais a fé de uma criancinha.

Em nossas vidas, nunca sabemos quantos milagres precisaremos. Lendo esta outra lenda, vemos como elas se completam, pois a fé, a paciência, a persistência, a pureza e a bem querença para vencermos os períodos difíceis fazem também toda a diferença. A humildade nos períodos de bonança nos faz mais sábios...

E esta outra estória vem de encontro a anterior... Certa vez, um imperador assumiu o trono de seu reino disposto a fazer um grande governo. Com esse objetivo, convocou todos os sábios da região, para que eles apresentassem conselhos sobre como ele deveria agir para cumprir a difícil tarefa. Os sábios reuniram?se durante vários dias e depois de muitas reflexões concluíram que a melhor forma de ajudar o novo rei era dar?lhe dois envelopes, cada um com um conselho. Retornaram ao rei e lhe entregaram os envelopes explicando que cada um continha um conselho precioso e somente deveriam ser abertos em momentos determinados. O primeiro envelope era azul. Explicaram ao rei que ele deveria ser aberto quando o reino estivesse caminhando muito bem.

O outro era verde e deveria ser aberto somente quando o reino estivesse passando por problemas terríveis. Depois de alguns anos, o país prosperava, não havia guerras e o povo estava muito feliz com tudo o que tinha conquistado. O rei estava tão satisfeito com seu reinado que decidiu abrir o envelope azul. Nele encontrou um dos conselhos dos sábios: O que está acontecendo não é para sempre! Isso vai passar, esteja preparado!

O rei ficou um pouco perplexo, pois esperava algum conselho mais grandioso e positivo, e não um alerta sombrio. De qualquer forma, continuou seu reinado e alguns anos depois houve uma série de acontecimentos terríveis. Uma grande seca atingiu a região e, pela primeira vez, seu povo sentiu fome. Também surgiram algumas pragas que acabaram com as plantações e trouxeram muitas doenças. Os eventos climáticos afetaram outros países próximos, e a disputa por alimento provocou conflitos com os reinos vizinhos. O rei estava muito triste. Sentia?se impotente, derrotado e sem alternativas. Lembrou?se do envelope azul e do conselho que havia recebido e, mesmo relutante, decidiu abrir o envelope verde. Lá encontrou a seguinte frase:

O que está acontecendo não é para sempre! Isso vai passar, esteja preparado!

Como nos diz Exupéry... “As pessoas podem ser dividas em três grupos: os que fazem as coisas acontecerem; os que olham as coisas acontecendo; e os que ficam se perguntando o que foi que aconteceu. Nosso caráter é aquilo que fazemos quando achamos que ninguém está olhando.”

Portanto, vamos sempre em frente tendo em vista que o nosso caminho depende das nossas escolhas, para tanto devemos estar sempre preparados para todos os imprevistos do caminho, na certeza plena de que nada é ao acaso. Façamos sempre a nossa parte interagindo com todos os ventos que sopram em nossa direção... sejam eles ventos bons ou ventos fortes... pois tudo passa em nossa vida... e quando sabemos para onde queremos ir, nenhum vento é capaz de nos impedir... pois nenhum milagre tem preço, basta querermos e termos fé, pois a nossa vida já é um verdadeiro milagre.

Com afeto,

Beth Landim

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Ter dignidade não tem preço...
22/01/2017 | 00h26
 

Dias antes do jogo entre Benfica e Sporting a Coca-Cola decidiu por à prova a honestidade dos portugueses. No estádio da Luz, perto das bilheterias, foi deixada uma carteira no chão com um cartão de sócio do Sporting e um bilhete para o próximo jogo que foi sábado passado. O objetivo era saber se as pessoas iriam devolver a carteira ou ficar com ela, 95% das pessoas devolveram a carteira, atitude que foi filmada por várias câmaras ocultas. Para recompensar a honestidade daqueles que não  se deixaram tentar, a Coca-Cola ofereceu um bilhete para o jogo. No sábado, antes do apito inicial, o ví­deo foi exibido nos telões gigantes do estádio da Luz, perante os aplausos de mais de 60 mil pessoas. Numa altura em que os portugueses se preparam para enfrentar inúmeras medidas de austeridade, a Coca-Cola quis divulgar uma mensagem diferente: "Há razões para acreditar num mundo melhor." Nosso Brasil seria muito melhor se 95 % de nossa população e, principalmente, de nossos polí­ticos e governantes, tivessem esse percentual de honestidade.

Veja o ví­deo da campanha...além de emocionante e criativo ,nos mostra que é possível ....vale a pena assistir até o fim...

Com afeto,

BethLandim

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=xxFbpmDMD0E&feature=youtu.be[/youtube]  
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A beleza efêmera das cerejeiras em flor...
22/01/2017 | 00h26

Para saudar a chegada da primavera, nem mesmo a nudez dos galhos secos do inverno intimidam a flor de cerejeira.  Pelo contrário. Em poucos dias, é neles que surge uma volumosa cabeleira de flores brancas e rosadas... e as cerejeiras se transformam em um buquê de pétalas de nuances delicadas, anunciam o fim do inverno e a chegada da primavera.  O espetáculo, no entanto, não dura mais que uma semana. Logo que as primeiras brisas sopram, chuvas de pétalas cobrem o chão, formando um tapete colorido, outra beleza passageira. Contemplando há séculos pelos japoneses, esse presente da natureza também brinda países como o nosso Brasil e os Estados Unidos.

A flor de cerejeira, conhecida no Japão com sakurá, integra crenças religiosas a tradições familiares. Em casamentos ou ocasiões festivas, muitas famílias usam suas pétalas para fazer chás e atrair boa sorte. Usam também se deliciar com o sakuramochi que é um doce típico de feijão feito com a folha de cerejeira temperada com sal. A flor de cerejeira serve ainda de inspiração para as artes, moda, músicas e pinturas. Esta flor também tem na cultura japonesa o simbolismo do trágico que é retratado pelo teatro japonês. Quando surge um cenário com pétalas de sakura é sinal de que um vilão está em vias de agir ou que uma tragédia se anuncia. Esta associação se explica pela natureza transitória que tem a flor de cerejeira, desde o século 8, ligada aos samurais, os guerreiros japoneses, que também têm vida efêmera. Os samurais eram grandes apreciadores desta flor que se associou com o tempo com o seu lema: viver o presente sem medo.

Para amenizar a saudade da terra natal, os imigrantes japoneses que chegaram ao Brasil no início do século passado trouxeram centenas de mudas de cerejeiras. No Japão existem mais de 200 espécies de cerejeiras diferenciadas pelo tom das flores que vai do vermelho ao branco, passando pelo pêssego e pelo rosa. No Brasil o número é bem menor. As primeiras mudas que chegaram, apesar de diversas tentativas de cultivo em solos variados, devido ao calor comum em nossas terras, não vingaram. Por volta da década de 70 finalmente uma variedade híbrida se aclimatou e espalhou árvores por várias cidades brasileiras.

No Japão, o “Hanami”, que é o ato de contemplação das cerejeiras em flor, deixando a paisagem deslumbrante, é aguardado com ansiedade pelos japoneses, que organizam em todo o país diversas festividades em torno deste tempo. O auge deste festejo se inicia ao sul, na ilha Ikonawa, passando pela província indo até o norte, na província de Hokaido. Durante este período, japoneses deixam suas atividades diárias e se aglomeram em parques, fazem piqueniques sob o céu de flores de cerejeiras, passeios de barco nos rios que cortam os bosques ou simplesmente permanecem num ócio contemplativo.

Conta-nos uma fábula que, quando jovem, George Washington, o primeiro presidente dos Estados Unidos, ganhou um machado e saiu cortando galhos e tirando lascas das árvores da fazenda em que vivia. Uma delas, uma bela cerejeira plantada por seu pai, na parte mais alta do pomar, cruzou o caminho do rapaz. como o tronco era macio e fácil de quebrar, já aos primeiros golpes ele derrubou a majestosa árvore. Ele assumiu o erro e foi perdoado pelo pai. A história ilustra a fragilidade da planta, que continua presente na capital americana e hoje brota nos jardins da casa Branca e nas margens do lago Tidal Basin, no West Potomac Park, em Washington. Nesse local é possível apreciar o show das cerejeiras graças a um generoso gesto de amizade do Japão: em 1912, o país doou aos americanos 3 mil mudas, que foram plantadas no famoso parque da capital. Em 1965, outras 4 mil chegaram a esse jardim. Desde 1935, o parque abriga o National Cherry Blossom Festival, evento que dura quatro semanas e conta com muita música, exposições, feiras e outras atividades que estimulam os laços de amizade entre a comunidade local e os japoneses.

A flor de cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança.

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta. Nos desenhos de tatuagens, a flor de cerejeira também simboliza a brevidade da vida, que deve ser vivida da melhor maneira possível todos os dias.

Que possamos, então, apreciar a simbologia das flores de cerejeira, que nos oportunizam refletir sobre a beleza e a efemeridade da nossa vida... O florir e reflorir constante a que devemos nos submeter a cada nova etapa do caminho... Que sejamos felizes, pois somos seres em busca constante da felicidade, nos renovando constantemente, deixando cair ao chão tudo o que é “pequeno” em nossa vida, recebendo então uma nova floração permeada pelos nobres valores que tanto estimamos vivenciar em nossa caminhada: o equilíbrio, a paciência, a fé, a paz, o amor, a amizade sincera, a união da família, o renovar da esperança... nos permitindo desta forma, como tão bem nos exemplificam as cerejeiras em flor, um novo recomeçar!

Com afeto,

Beth Landim

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Visão de Baixo...
22/01/2017 | 00h26

São várias as possibilidades de fotografar uma casa, mas já imaginou fazê-lo de baixo? Mas muito mais que deitar e olhar para cima, a criação de Michael Rohde, fotógrafo e artista alemão, mostra como seria a visão abaixo do nível do chão, como se o piso fosse de vidro ou o cômodo inteiro estivesse flutuando.

Essas visões impossíveis foram criadas a partir de centenas de fotos de objetos feitas por baixo. Rohde fotografou mesas, cadeiras, pias e vários outros itens de mobília e passou horas montando e organizando quartos e banheiros de forma lógica.

À primeira vista, as fotos causam certa confusão e estranhamento – pois ver um quarto ou banheiro desse ângulo não é algo tão natural –, mas o resultado é impressionante. Veja imagens. Sempre é bom vermos as coisas por outro ângulo....virar a vida de cabeça pra baixo então... nos faz sair do comodismo e conforto e nos leva a desafios emocionantes...tente...

As fotos de Life Below mostram cômodos vistos abaixo do nível do solo

A maior parte das fotos são montagens de banheiros e quartos

Michael Rohde fotografa cada objeto individualmente e depois monta as cenas de forma lógica

O cenário é estranho de início, por captar um ângulo a que não estamos acostumados

O efeito é o mesmo que se o chão fosse todo feito de vidro

Com afeto,

Beth Landim

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O menos é mais...
22/01/2017 | 00h26

Nos conta uma lenda que...

Mais uma vez a águia chega com uma presa para alimentar seus filhotes. São tempos difíceis, o clima inconstante está afastando a caça, os pequenos animais agora permanecem mais tempo em seus abrigos, fugindo não apenas dos predadores, mas também do calor sufocante que destrói boa parte dos alimentos. Dessa vez, a águia teve dificuldades para encontrar um bom lugar para montar seu ninho. Os penhascos mais altos e próximos dos alimentos foram ocupados rapidamente, obrigando-a a ser ainda mais estratégica e persistente para criar um abrigo que acomodasse seus três filhotes. No começo, o ninho estava bastante seguro e confortável, e até mesmo a águia encontrava ali um bom lugar para repousar. Contudo, com o crescimento dos filhotes, o ninho começou a ficar pequeno e tornou?se comum a águia encontrá?los brigando entre si, muitas vezes com feridas provocadas pelas  bicadas mútuas. O tempo já estava dando seus sinais, e a águia sabia que estava chegando o momento de submeter seus filhotes ao ritual que significaria a continuidade de sua família. Seria o momento do primeiro grande vôo.

Num dia ensolarado a águia novamente se prepara para caçar seu alimento, mas antes olha diretamente para cada um de seus filhotes e, em um rápido movimento, os expulsa do ninho atirando?os pelo penhasco. Os instantes seguintes são tomados por uma tempestade de sentimentos contraditórios e confusos. Os filhotes, que até aquele momento conheceram apenas a proteção e os cuidados da mãe, estão em uma queda vertiginosa, com o vento forte espancando seu corpo. Nada, até aquele momento, demonstrava que a águia tomaria uma atitude tão radical. Para os filhotes, a sensação de rejeição e perplexidade se confundia com o medo e a angústia. Era a primeira vez que cada um deles experimentava uma realidade diferente e, julgando pela violência do que estavam sentindo, a vida fora do ninho era absurdamente desconfortável e agressiva. Qualquer um dos filhotes, naquele momento, teria o direito de questionar por qual razão a águia os havia trazido ao mundo – afinal, não deixa de parecer sádico dar a vida a um ser e depois atirá?lo para a morte certa na queda de um penhasco.

Durante a queda cada um procura em si mesmo algum recurso que possa eliminar o desconforto absurdo por que está passando. Gritar chamando pela águia é a primeira alternativa, mas demonstra não ter efeito algum. Agitar as pequenas garras, que muitas vezes foram fundamentais na disputa do alimento com os irmãos, não parece ser eficaz contra o vento. Além disso, enquanto cada filhote rodopia sem controle, um breve pensamento de acusação culpava a águia pela atitude insana.

Após infinitos segundos, uma força instintiva faz que cada filhote abra suas asas – descobrindo, assim, que podem controlar aquela situação sustentando seu corpo com a ajuda da velocidade que alcançaram durante a queda. O momento é único, eles ainda estão um pouco assustados com a súbita parada no ar. Enquanto voam, procuram entender o que está acontecendo e logo percebem que sempre puderam voar, apenas não sabiam disto. Depois de alguns momentos de vôo, percebem a águia voando atrás deles. Ela estava totalmente vigilante, cuidando para que a experiência fosse boa e sem acidentes irreparáveis. Ela se mostrou exatamente no momento em que os filhotes já estavam dominando a técnica de vôo e, sem perder tempo, fez uma manobra no ar, mergulhando em direção a um pequeno roedor. Com as garras prendeu o pequeno animal e em seguida, diferentemente do que sempre fazia, comeu a presa. Tudo ficou claro. A partir de agora, cada filhote deveria caçar o próprio alimento. E não foi só isso que mudou…

Quando os filhotes começam a voar de volta ao ninho, percebem o enorme esforço necessário para chegar até ele, como nunca antes tinham feito. Ao chegar ao alto do penhasco, notam que estão diferentes – com a abertura das asas, os músculos ficaram maiores e mais fortes – e já não cabem no ninho, por isso terão também de procurar um novo abrigo.

Aquela queda foi a primeira, a única verdadeira e sem dúvida a mais importante na vida dos filhotes. Nada mais seria igual depois dessa experiência. As lembranças do ninho da águia estarão sempre presentes e serão uma referência constante para a construção de seus próprios ninhos.

É dessa forma, sendo mães e pais suficientemente bons é que fazemos nossos filhos crescerem. Passei por todas estas fases, como filha e como mãe. Porém, a firmeza de impulsionarmos nossos filhos para suas conquistas, sem oferecermos nada gratuitamente, é que nos torna pessoas melhores, capazes de enfrentar todos os desafios com equilíbrio emocional. Até porque, o sabor da conquista supera infinitamente o sabor do que recebemos gratuitamente, sem nos esforçarmos.

Pensemos nisso, muitas vezes o “menos é mais” na hora de educar...

Com afeto,

Beth Landim

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Ponto Negro...
22/01/2017 | 00h26

Conta-se que um professor preparou sua aula estendendo um grande lençol branco numa das paredes da sala. Na medida em que os alunos iam entrando, tinham sua curiosidade despertada por aquele objeto estranho estendido bem à sua frente. O professor iniciou a aula perguntando a todos o que viam. O primeiro que se manifestou disse que via um pontinho negro, no que foi seguido pelos demais. Todos conseguiram ver o pontinho negro que fora colocado, de propósito, no centro do lençol branco. Depois de perguntar a todos se o ponto negro era a única coisa que viam, e ouvir a resposta afirmativa, o professor lançou outra questão: - Vocês não estão vendo todo o resto do lençol? Vocês conseguem somente ver o pequeno ponto preto, e não percebem a parte branca, que é muito mais extensa? Naquele momento os alunos entenderam o propósito da aula: ensinar a ampliar e educar a visão para perceber melhor o conjunto e não ficar atento somente aos pormenores ou às coisas negativas. Essa é, na maior parte das vezes, a nossa forma de ver as pessoas e situações que nos rodeiam. Costumamos dar um peso exagerado às coisas ruins, e pouca importância ao que se realiza de bom. Se um amigo sempre nos trata com cortesia, com afabilidade e atenção, e, num determinado momento, nos trata de maneira áspera, pronto. Tudo o que ele fez até então cai por terra. Já nos indignamos e o conceito que tínhamos dele até então, muda totalmente.  É como se nossos olhos só pudessem ver o pequeno ponto negro.  Não levamos em conta a possibilidade de nosso amigo ou amiga estar precisando da nossa ajuda. Não nos damos conta de que talvez esteja com dificuldades e por isso nos tratou de forma diferente. Temos sido tão exigentes com os outros! Mas, se somos nós que estamos indispostos, todos têm que suportar nosso mau-humor, nossa falta de cortesia.

Assim somos nós em nosso caminho. Quantas e quantas vezes o pensamento pequeno nos faz companhia nos imobilizando perante a vida, nos fazendo perder um tempo precioso que se chama presente, nos entristecendo a mente e o coração... Momentos que não voltam mais para serem vividos, desperdiçados pelas amarras que nós mesmos criamos perante a vida. Somos vítimas de nós mesmos. Muitas vezes nós mesmos nos aprisionamos: quando não temos a capacidade de perdoar, quando não voltamos atrás diante dos erros, quando não temos coragem de recomeçar, quando nos vitimizamos diante das situações, quando somente vemos a culpa no outro sem analisar o nosso comportamento diante das situações.

A vida existe para ser vivida. Vamos nos abrir para esta energia divina que chega até nós a cada dia e recomeçar sempre, com garra, com determinação, entendendo que as quedas fazem parte do nosso processo de aprendizagem e crescimento. As nossas quedas são como as quedas d´água no curso de um rio, capazes de produzir a energia que move o mundo. Caindo somos forçados a nos erguer perante nós mesmos, perante a vida que nos clama a refazer outro curso em nosso caminho, na certeza de que na roda da vida ora esta estamos em cima, ora estamos em baixo... mas continuamos sempre girando em direção ao nosso despertar.

Esta pequena estória nos faz refletir sobre os valores do nosso caminho...

Um casal completava seus 60 anos de matrimônio e uma das netas perguntou à avó: - Vózinha, como é que a senhora agüentou o vovô até hoje? Ele é uma pessoa muito difícil de tolerar. A vovó, com um sorriso de serenidade, respondeu à neta: - É simples minha filha. Eu sempre tive comigo uma balança imaginária. Colocava num dos pratos as coisas ruins que seu avô fazia. No outro prato da balança eu depositava as coisas boas. E o prato sempre pendia para o lado das coisas boas. Nós também fazemos uso da balança imaginária. Mas, muitas vezes, o peso que atribuímos às coisas ruins é desproporcional, e a balança tende a pender mais para esse lado. Vez que outra é importante que façamos uma aferição na nossa balança, para verificar se ela não está desregulada, pendendo muito para o lado dos equívocos. Saibamos valorizar as boas coisas que nos acontecem...

Não façamos como os alunos, que só viam o ponto negro no centro de um enorme lençol branco. Eduquemos a nossa visão para perceber melhor as coisas boas da vida. Desenvolvamos a nossa capacidade de ver e valorizar tudo o que nos acontece de bom.  Você sabia que os benfeitores da humanidade recomendam que sejamos severos para conosco mesmos e indulgentes para com nosso próximo? Contrariando tal recomendação, a maior parte das vezes somos indulgentes para conosco e muito severos para com as faltas alheias. Vale a pena que sejamos mais exigentes conosco, buscando sempre melhorar nosso comportamento. Vamos ter sempre em mente o lençol branco e não o ponto negro... Temos páginas e páginas em branco para escrevermos nossa história... Não fixemos nosso olhar no “pequeno”, aprendamos e eduquemos nossa visão para olhar através do horizonte... sempre em frente...

Com afeto,

Beth Landim

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Piscinas e cenários deslumbrantes...
22/01/2017 | 00h26

Termômetro subindo, calor, dias quentes... encontrar piscinas maravilhosas... com um visual que completa o cenário, é um colírio para os nossos olhos...

Na companhia certa então... fica perfeito... ou melhor, como diz o ditado "se melhorar estraga"...

Mandarin Oriental, Sanya (China).

É um dos destinos que em pouco tempo vai se tornar uma referência mundial. Foi uma das primeiras do setor de luxo a se instalar em uma ilha no país e conta com uma das instalações mais espetaculares. Sua piscina infinita é uma experiência no Mar da China.

Boscolo Exedra (Itália).

A piscina tem uma vista incrível para a Cidade Eterna.

Jumeirah Port Soller (Espanha).

É o primeiro hotel da rede árabe que abre na Europa. Esta piscina se transformou em um local de observação perfeita do Mar Mediterrâneo.

Mandarin Oriental, Barcelona (Espanha).

A piscina deste hotel é bastante rasa, mas é perfeita para se refrescar enquanto se contempla, sem nenhum tipo de interferência, a silhueta de Barcelona. É um refúgio do calor da cidade em pleno coração da capital, em Paseo de Gracia.

Desfrutemos então a beleza da arquitetura que agrega estas piscinas  ao cenário local.

Com afeto,

Beth Landim

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Jeans coloridos...
22/01/2017 | 00h26

Os jeans coloridos vieram pra alegrar a nossa primavera! Essa tendência, inspirada nos exageros dos anos 80, já tinha aparecido (mais tímida) em outras temporadas, mas agora está presente no armário de todas as fashionistas por aí. Por ser uma peça protagonista no look, é importante tomar alguns cuidados na hora de usá-la.Se você não é ousada , invista em tons neutros para acompanhar o color jeans.  Tanto looks monocromáticos quanto os “color blocking” são boas opções. Para ficar bem atual, experimente as candy colors! A charmosa “barra dobrada” também combina com esse visual...eu particularmente uso muitoooooo....

By

By Juliana Falcão,

Com afeto,

Beth Landim

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LENÇOS, UMA TENDÊNCIA ...
22/01/2017 | 00h26

Do pescoço para as peças de roupas, o lenço hoje é muito mais do que um simples paninho de seda pra amarrar no pescoço. A idéia virou tendência e promete chegar com força na próxima estação.

As estampas em forma de lenços é umas das marcas registradas da Versace, mas marcas como Balmain, Celine, TopShop, Zara e D&G, Animale e Triton estão trazendo de volta essa inspiração bem anos 90. É uma forma de resgatar um pouco do maximalismo que ficou ofuscado nesses últimos tempos pelo minimalismo.

Esse tipo de estampa está presente em blusas de seda, calças tipo pijmas, shorts e vestidos. Um “must” que proporciona um visual  estiloso e meio desprentencioso, já que envolve um coisa meio barroca, meio artística e forma um visual bem vintage e chic ao mesmo tempo.

Aproveite para fuçar no armário da avó, mãe e tias, sempre tem alguma peça incrível esquecida por lá. Um charme! Super feminino!Deixo a dica, dada por Juliana Falcão,minha colaboradora no blog.

Com afeto,

BethLandim

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Elizabeth Landim

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