Cerejeiras em flor no Japão...
22/01/2017 | 00h28

Festival das cerejeiras no Japão... uma celebração da beleza, da impermanência e de um novo começo...

Flor de Cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança. É uma flor de origem asiática, conhecida como “Sakura”, a flor nacional do Japão, onde estão documentadas mais de 300 variedades de cerejeiras.

O início da floração das cerejeiras marca o fim do inverno e a chegada da primavera. São aguardadas com ansiedade pelos japoneses, que organizam em todo o país diversas festividades em torno do “Hanami” (ato de contemplação das cerejeiras em flor que deixam a paisagem deslumbrante).

Uma lenda conta que a palavra "Sakura" surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor. Também existe uma crença que o cultivo de arroz poderá ter originado a palavra, tendo em conta que "Kura" era o depósito onde esse alimento (visto por muitos japoneses como uma oferta divina) era guardado.

Os samurais, os guerreiros japoneses, eram grandes apreciadores da flor de cerejeira. Desde aqueles tempos, passou a estar associada à efemeridade da existência humana e ao lema dos samurais: viver o presente sem medo. Assim, a flor de cerejeira está também associada ao código do samurai, o Bushido.

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta.

A popular tatuagem da flor de cerejeira é uma alusão à fugacidade da vida e que por isso temos que apreciá-la e aproveitar cada momento ao máximo, lembrando que assim como a flor da cerejeira é levada pelo vento em pouco tempo, a nossa vida também pode terminar abruptamente. Esta forma de viver era muito característica dos samurais.

É uma flor muito desenhada no “Moku Hanga”, uma arte japonesa tradicional semelhante à xilogravura, em que a madeira serve de matriz para impressão de gravuras e estampas japonesas. A flor de cerejeira também é muito popular na arte tradicional japonesa do origami, que através de dobras específicas em papel, cria objetos e animais. Uma flor de cerejeira em origami representa uma junção de dois aspetos fundamentais da cultura japonesa.

Com afeto,

Beth Landim

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Felicidade e alegria!!!
22/01/2017 | 00h28

Muitas pessoas, sábios, estudiosos, religiosos e pesquisadores, refletiram sobre o sentido da alegria e da felicidade e já foi dito, por uma grande maioria, que elas são resultados do sentimento de bem estar e da paz interior. Felicidade e alegria são algumas das palavras mais desejadas por nós seres humanos. Mas, pensando sobre elas, questiono: qual o verdadeiro significado de ambas? Existe alguma diferença entre felicidade e alegria? Felicidade refere-se a um estado de espírito interno que independe do que acontece à nossa volta, pois podemos ser felizes mesmo quando estamos tristes, pois a tristeza é causada pelo que acontece, enquanto que a felicidade está dentro de nós, pelo fato de estarmos vivos e usufruindo – do jeito que for possível – a vida. A tristeza é provisória e a felicidade é permanente e, certamente, possível para todos nós. Ser feliz é um aprendizado. Para mim, o objetivo mais importante de uma terapia – e também das coisas que escrevo – é ajudar as pessoas a se encontrar com a sua felicidade. Assim, podemos dizer que a diferença entre felicidade e alegria é instrutiva.

Alegria e felicidade são palavras diferentes, pois felicidade é um sentimento... Já alegria é uma emoção. Felicidade é um sentimento, que não depende do momento, porque vive no interior da alma, que pode ser agitada ou calma! Alegria é uma emoção momentânea, que sempre é viva e espontânea!

James C. Hunter nos fala sobre a diferença entre alegria e felicidade. Para ele, a “Felicidade é baseada em acontecimentos (...) Alegria é um sentimento muito mais profundo, que não depende de circunstâncias externas (...) Alegria é a satisfação interior, é a convicção de saber que você está verdadeiramente em sintonia com os princípios profundos e permanentes da vida.” Quando as pessoas falam que estão alegres hoje, pode-se substituir a palavra por “felizes”. A pseudo-alegria humana atualmente é baseada em conquistas, em ganhos... “Estou feliz porque comprei um novo carro, comprei minha casa própria, estou com saúde...” E as coisas profundas e permanentes?

Temos nos envolvido na correria diária, querendo alcançar os outros, que a nosso ver estão há anos luz de distância, só por realização pessoal e sucesso econômico. Esta correria sem fundamentos, sem significado, nos tem cegado ante as coisas realmente importantes da vida. Vivemos distante de nossos filhos, longe do convívio familiar, da vida em fraternidade. Diante desta realidade em que vivemos é preciso parar e refletir, pois a verdadeira alegria emana da busca de viver intensamente a vida e não a superficialidade. É essencial também pensarmos sobre o sentido da palavra “intensamente” neste contexto, pois logo a interpretamos de forma pejorativa, como fazer tudo que temos vontade, viver a liberdade exacerbadamente, sem pensar nas conseqüências. Esse é o grande problema, pensar que a felicidade está no imediatismo, na superficialidade e numa aparente realização instantânea. Certamente esse é o grande engano, pois apesar da felicidade relacionar-se a liberdade, viver a liberdade significa antes de tudo ter responsabilidade, ou seja, fazer o que quero, mas ter a consciência de que minhas ações podem ser exemplos para os demais. Todos nós queremos ser felizes, mas, sem sentir, buscamos essa felicidade fora de nós mesmos! Muitos pensam encontrá-la no amor, porém o egoísmo ou medo de sofrer não os deixa amar de verdade! Outros no reconhecimento, mas a má vontade é incompatível com a evolução! Não vivemos sozinhos, somos seres de relação e por isso precisamos estar conectados com os outros, nossa família, amigos, companheiros de trabalho, vizinhos, pois as pessoas que nos cercam nos retratam emocionalmente e revelam como somos. Somos espelhos para os outros e os outros são nossos espelhos. Precisamos quebrar nossos muros do egoísmo e ir ao encontro das pessoas, tornando-nos menos egocêntricos e mais conscientes dos outros, pois a alegria e a felicidade são conseqüências desta doação.

Felicidade é Paz interior! Essa Paz tem que ser conquistada aos poucos e sempre: cultivando o Amor ao Próximo, tendo a consciência sempre tranqüila de que fazemos o melhor, perdoando-nos pelos erros cometidos, agradecendo o que se tem, respeitando o direito e a individualidade de cada ser humano, procurando fazer o outro feliz, confiando em Deus! Quem vive a fim de prejudicar ou magoar alguém, seja com atos ou palavras, não pode reclamar que a "sorte" não lhe sorri! Não é bem mais fácil cada um cuidar de sua própria vida, buscando essa Felicidade dentro de si mesmo?

Então, encare a vida positivamente, seja otimista, procure a felicidade interior que ela atrairá a alegria exterior, os grandes segredos do sucesso, alegria e felicidade estão mais próximos do que você imagina. Faça de cada dia, um dia especial para viver. Cada novo dia é uma nova oportunidade de Deus para você. Fale expressões positivas desde a manhã, quando acordar, até à hora em que você for dormir e seja imensamente feliz!!!

Com afeto, felicidade e alegria,

Beth Landim

 
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Assim eu vejo a vida...
22/01/2017 | 00h28

Que nesta sexta-feira que nos sinaliza mais uma semana que passou, tenhamos a sensibilidade e a sabedoria de Cora Coralina... que nos ensina que a vida é bela...

Vamos olhar através da janela!!!

A vida tem duas faces: Positiva e negativa O passado foi duro mas deixou o seu legado. Saber viver é a grande sabedoria. Que eu possa dignificar minha condição de mulher, aceitar suas limitações e me fazer pedra de segurança dos valores que vão desmoronando. Nasci em tempos rudes. Aceitei contradições, lutas e pedras como lições de vida e delas me sirvo Aprendi a viver.

Cora Coralina

Com afeto e poesia,

Beth Landim

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A Delicadeza do Tempo...
22/01/2017 | 00h28

Você já se deu conta do quanto nos deixa felizes e renovados fazer algo que nos leva a esquecer do tempo? Para viver em harmonia, precisamos ser orientados pelo tempo interior, que está naturalmente conectado com os ciclos do tempo exterior: o dia e a noite e as quatro estações do ano. No entanto, estamos tão condicionados à necessidade de cumprir as expectativas do tempo imposto pelo relógio, que não nos permitimos mais ser “naturais”, tornamo-nos mecanizados pela pressão do tempo, que exige, de nós, cada vez mais tempo.

O tempo é o adubo do amadurecimento. Forçar o tempo é impossível. Jamais podemos abrir mão da coerência entre o que sentimos e fazemos. Nossas ações devem brilhar de acordo com nossas palavras. Se nos sentimos coerentes em nosso caminho, estamos mantendo clareza de nossos propósitos.

A incoerência surge quando a distância entre o que sentimos dentro de nós e o que vivemos fora de nós torna-se grande demais. Quando perdemos a sintonia entre nossos mundos, interno e externo, sentimo-nos derrotados.

A sensação de estar “perdendo tempo” com alguma coisa, seja no trabalho ou num relacionamento, é um alerta de que estamos nos distanciando de nosso propósito espiritual: o uso significativo do tempo. A questão é que estaremos sempre insatisfeitos enquanto vivemos apenas para satisfazer as expectativas externas que surgem em cada momento da vida. Isto é, usar o tempo apenas para sermos pessoas cada vez mais eficientes não garante nossa felicidade. Para sentirmos felizes, é preciso mais que eficiência. É preciso sentir que estamos crescendo interiormente.

Mas quem já não escutou o “tic-tac” da ansiedade soar em seu interior quando está sob o peso do tempo do relógio?

Nas situações que não podemos mudar, devemos nos esforçar para reavaliar nossas reações internas, pois o tempo interior é tão vasto quanto o espaço infinito. Ele chama-se kairos.

O tempo que é cronológico, linear e, em seqüência, dita o ritmo de nossas vidas, chama-se cronos. A palavra kairos, em grego, significa o momento certo, o aspecto qualitativo do tempo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento, que deixa uma impressão forte e única por toda a vida.

Por isso, kairos refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno para determinada ação: saber a hora certa de estar no lugar certo. Sempre que agimos sob o tempo kairos, as coisas costumam se acertar. Por exemplo, quando estamos quase desistindo de algo e resolvemos “dar um tempo” para aliviar a pressão, repentinamente, surgem as pessoas certas que nos ajudam com soluções reais e práticas.

Agir no tempo regido por kairos é simular a um ato mágico!

Kairos

Kairos é o tempo oportuno, livre do peso de cargas passadas e sem ansiedade de anteceder o futuro. Ele se manifesta no presente, instante após instante.

Quando vivemos no tempo kairos, aumentam as oportunidades em nossa vida. Basta pensar como surgiram nossas melhores chances e percebemos que nessas ocasiões estávamos, de certa forma, desprogramados das exigências do tempo cronológico.

Para os gregos, cronos representava o tempo que falta para a morte, em tempo que se consome a si mesmo. Por isso, seu oposto é kairos: momentos afortunados que transcendem as limitações impostas pelo medo da morte!

Cronos

Portanto, para vivermos sob a regência de kairos, precisamos ir além das convenções mundanas: saber seguir cada momento, de acordo com a sintonia de nossas necessidades interiores. Isto não quer dizer que podemos fazer o que quisermos na hora que bem entendermos, mas sim que devemos estar atentos para não deixar que os comandos exteriores ultrapassem os interiores.

Já que a pressão externa é cada vez maior, temos que desenvolver cada vez mais a paz interna. Na maioria das vezes, não encontramos soluções indiretas para as situações externas, então, podemos contar apenas com nossa condição interna. Paz interior é a melhor forma de proteção contra desafios externos. Além de ficarmos mais leves, nos tornamos bonitos também!

A eternidade é tornar os momentos inesquecíveis... portanto vivamos como se fossemos morrer amanhã... sejamos intensos e inteiros em nossas atitudes e relações.

Uma boa e feliz semana para todos!

Com afeto,

Beth Landim

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Existem mil e uma razões para agradecer...
22/01/2017 | 00h28

Existem mil e uma razões para agradecer...

Devemos agradecer a vida, a  família, a  saúde, o nosso trabalho, os nossos amigos... Devemos agradecer pela nossa fé substancial que nos sustenta e acalenta o caminhar...

Agradecer pelas inúmeras oportunidades que recebemos de bendizer e louvar ao universo que conspira a nosso favor, através de nossa espiritualidade, de todas as coisas... sempre nos trazendo bênçãos de paz, mãos cheias de alegrias, de vida, de amores e sabores, de cores e luzes que transformam o nosso caminhar de forma edificante, nos tornando pessoas melhores, mais pacientes, mais humanas...

Diante da infinitude de bênçãos, compartilho neste espaço, o meu sentimento de fé e alegria pelas oportunidades que a vida me proporciona a cada dia...

Retorno de Roma - Turim - Mornese - etapa de estudos e de grande aprendizado, plena de energias revigorantes... que divido com vocês através de abraços, sorrisos e muitas  flores...

Que cada um de vocês  possa receber neste meu momento de retorno o meu caloroso obrigada por tudo o que representam para mim... colhi estas tulipas em Mornese....para vocês ...

Com afeto,

Beth Landim

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SALVE JORGE!!!
22/01/2017 | 00h28

São Jorge (275 - 23 de abril de 303) foi, de acordo com a tradição, um padre e soldado romano no exército do imperador Diocleciano, venerado como mártir cristão.

São Jorge é um dos santos mais venerados no catolicismo.

Considerado como um dos mais proeminentes santos militares, sua memória é celebrada dia de hoje - 23 de abril - como também em 3 de novembro, quando, por toda parte, se comemora a reconstrução da igreja dedicada a ele em Israel, onde se encontram suas relíquias, erguida a mando do imperador romano Constantino I.

É o santo padroeiro em diversas partes do mundo: Inglaterra, Portugal, Geórgia, Catalunha, Lituânica, Sérvia, Montenegro, Etiópia, cidades de Londres, Genova e Moscou , da cidade do Rio de Janeiro (título oficialmente atribuído a São Sebastião) e da cidade de São Jorge dos Ilhéus, além de ser padroeiro dos escoteiros, e da Cavalaria do Exército Brasileiro. Há uma tradição que aponta o ano  303 como ano da sua morte.  Apesar de sua história se basear em documentos lendários e apócrifos a devoção a São Jorge se espalhou por todo o mundo.

A imagem de São Jorge num cavalo branco com uma lança lutando contra o dragão é originária de uma das inúmeras lendas envolvendo sua história. Havia uma cidade que era oprimida e atacada pelo animal, que vivia em um lago próximo e matava muitas pessoas com seu hálito de fogo. Para que mais pessoas não fossem mortas, a cidade oferecia ao dragão vítimas jovens, que eram sorteadas a cada ataque. Até que um dia, a filha do rei foi sorteada para o sacrifício, e Jorge, que era cristão, compadeceu-se da jovem e se ofereceu para combater o animal. Jorge fez o sinal da cruz, e quando combateu o dragão, o derrotou com uma lança, mas não o matou, e sim o transformou em um dócil cordeiro. Jorge disse que havia combatido o dragão em nome de Jesus Cristo, e então levou à conversão toda aquela cidade, inclusive a filha do imperador. Como recompensa de seu grande feito, recebeu vários bens, e os distribuiu aos pobres.

Mas, o que se sabe realmente é que Jorge foi denunciado como cristão, e por isso, preso e condenado ao martírio. Sua morte também é cercada de diversas lendas.

Sabe-se, entretanto, que Jorge foi um homem que viveu em nome de Jesus Cristo, e viveu o bom combate da fé, pelo poder da cruz. Jorge testemunhou o amor a Deus e ao próximo, vivendo o testemunho que Jesus nos deixou. Que São Jorge interceda por nós para que sejamos guerreiros do amor... e que ele seja um símbolo de fé e força para que enfrentemos o mal em toda a sociedade.

São Jorge, rogai por nós!

Com afeto,

Beth Landim

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Há mais de um caminho certo...
22/01/2017 | 00h28

Nos conta J.M. Ryan em seu livro O Poder da Paciência ...

“Don dirigia o carro comigo ao seu lado. Ao aproximar-se de um cruzamento o sinal ficou amarelo. Em vez de acelerar, ele parou. Suspirei. Você conhece bem esse tipo de suspiro. É aquele dos casais que estão juntos há muito tempo e que significa: “Você está tentando me irritar, mas eu não vou discutir.” O sinal abriu e Don avançou, mas devagar do que eu teria feito. Suspirei de novo. Ele entrou em um estacionamento. “Olha uma vaga”, eu disse, apontando para a primeira que apareceu. Ele continuou dirigindo, procurando uma mais próxima do lugar onde íamos. Suspirei.

Mais tarde, refleti sobre aqueles suspiros e os milhares de outros que dei nos dez anos em que estamos juntos. Não é agradável ficar impaciente com a pessoa que você ama. Então, por que isso acontece comigo com tanta freqüência? De repente, descobri o que era – aquilo acontecia porque eu acredito que há apenas uma maneira correta de fazer qualquer coisa. A minha maneira.

Dentro de mim há um sabe-tudo que fica o tempo todo julgando as pessoas que me cercam. E não estou me referindo apenas a coisas importantes, como moralidade e ética. Estou dizendo que tenho a tendência de julgar negativamente alguém por parar em um sinal amarelo, por escolher um trajeto que eu acho mais longo, por só abrir a bolsa para pagar o supermercado depois de receber a nota!

Nestes momentos a sabe-tudo me domina e fico exasperada. Tudo precisa ser feito como eu quero, quando eu quero; caso contrário fico danada.

Hoje consigo perceber que, quando somos racionais, podemos ver que existem muitas maneiras de fazer as coisas. As pessoas ao nosso redor são diferentes de nós, graças a Deus, e portanto é óbvio que irão agir de maneira diferente. De maneira diferente, e não melhor ou pior. Quanto menos tempo gastarmos julgando-as, mais felizes ficaremos. Além disso, é sinal de respeito e valorização deixar que as pessoas ajam como querem e em seus próprios ritmos. Mostramos assim que sabemos que elas são capazes e que apreciamos suas habilidades.

No entanto, tenho que lutar constantemente contra a minha parte crítica, pois ela é muito forte e passei muito tempo alimentando-a. Comecei a enfrentá-la quando formei uma dupla com uma amiga que tem um traço semelhante. Conversamos muito e nos apoiamos, o que ajuda a nos darmos conta das vezes em que nos achamos superiores às pessoas que nos cercam e queremos impor nosso caminho.

Mas o que mais contribui para segurar minha impaciência nesses momentos é perguntar-me: “Você acha que é Deus”. Isso me faz lembrar que não sou infalível e me ajuda a acertar o passo de dança com todos que me cercam – a dança do dar-e-receber que retrata a verdadeira relação de amor com o outro.”

 Que possamos ao ler este trecho tão significativo refletirmos bem dentro de nós sobre a nossa forma de enfocar tudo o que nos cerca ao longo do caminho. Será que nos comportamos como deuses? A maturidade nos faz repensar muitos momentos já vividos e nos faz ver com outros olhos as pessoas ao nosso entorno. Nos faz acordar enquanto é tempo para a riqueza individual de cada ser humano. Cada um tem suas características próprias, que podemos concordar ou não, mas temos o dever de evitar o terreno pedregoso dos julgamentos, que em muitos momentos nos levam a nos imaginarmos superiores aos que nos cercam... grande ilusão... ao passo que um dos grandes tesouros do nosso momento precioso é a dança do dar-e-receber...

Que a riqueza da vida com seus momentos de subida e descida, altos e baixos, flores e pássaros, mares e rios, solidão e riqueza de amigos, fé abundante e questionamentos, risos e lágrimas, tumulto e paz... nos faça acelerar o nosso despertar de que somos alavancas onde quer que estejamos, e que ao invés de suspiros devemos emitir sorrisos, abraços, apertos de mão...

Procuremos levar uma vida melhor, começando por um reavaliar das nossas relações com os que nos cercam, das nossas cobranças com o outro, com a forma como o outro faz ou deixa de fazer, pela sua forma de olhar o mundo. Podemos ser sempre pessoas muito especiais na vida de todos que estão ao nosso lado, porque então não exercitarmos esse dom desde “ontem”?

Com o exercício contínuo dos dons sagrados que recebemos de Deus podemos nos melhorar a cada tempo e a nossa melhora irá fazer com que os que estão conosco também procurem evoluir, caminhar melhor, reclamar menos e viver mais intensamente, deixar as coisas pequenas de lado e buscar com intensidade ser melhor a cada dia... na diversidade das trilhas do caminho.

Pense nisso e faça o seu caminho “certo” da melhor forma que puder fazer...

Com afeto,

Beth Landim

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Da pequena Mornese...
22/01/2017 | 00h28

Magia e simplicidade da paz de Assis...

No alto das colinas de Mornese

Mornese é un pequeno município do Alto Monferrato, na província de Alessândria, situado na metade da estrada entre Gavi e Ovada, no centro de uma colina. Fica sulcada por águas dos afluentes do Orba: Albedosa e Piota, que recolhem as águas abundantes do Gorzente, a 800 metros acima do nível do mar. Mornese pertence ao Vale de Lemme caracterizado por uma cadeia de colinas e de montanhas de um verde ora brilhante, ora escuro.

Aqui  admiramos doces colinas, montanhas que nos circundam como num abraço...  ouvimos o canto dos pássaros na janela ao acordar!!!  O verde é estonteante, e nos traz paz e esperança...

Vinhas em Mornese a caminho da Valponasca...

Senti em Mornese muita paz e gratidão pelo silêncio profundo deste lugar.  Um lugar no interior tão pequeno...  e tão grande...  que está em toda parte do mundo!!!

Casa Valdoco

Estamos na  região piemonte onde podemos admirar doces colinas e inúmeras montanhas....Aqui aprendi muito a enxergar a vida

de forma mais larga...vivendo intensamente a espiritualidade ...os estudos foram puxados ,porém indescritíveis ...

Escrevo daqui, último percurso depois de Roma, Assis, Florença ,Pizza e Turim  ...

Casa Valponasca

No Rio Roverno em Mornese

Com afeto,

Beth Landim

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A felicidade está no caminho...
22/01/2017 | 00h28

Entre os inúmeros e-mails que recebo constantemente, um me chamou a atenção de forma especial e, por isso, gostaria de compartilhá-lo com vocês.

Ao longo de nossa vida, buscamos intensamente a felicidade. Mas qual é o seu verdadeiro sentido? Mas o que é felicidade?

Muitas vezes, o mundo tenta nos convencer de que a vida ficará melhor quando nós formos casados, tivermos um filho e, depois, mais um. Então nos frustramos, porque nossos filhos não têm idade suficiente e achamos que as coisas mudarão quando eles ficarem mais velhos. Então nos frustramos, porque eles viraram adolescentes e querem discutir conosco a respeito de tudo. Mas achamos que tudo ficará melhor, quando eles forem uns 10 anos mais velhos.

Dizemos, então, que a vida melhorará quando nós trabalharmos juntos com nossos parceiros, quando tivermos um carro bonito, quando tirarmos férias, quando descansarmos.

A verdade é que não há nenhum momento melhor para ser feliz do que AGORA. Se não for agora, então quando será?

A nossa vida muda o tempo inteiro. É melhor ter paciência com tudo e decidir ser FELIZ. Durante muito tempo nós pensávamos que a vida começaria a seguir. A vida de verdade. Pensávamos sempre, é preciso primeiro que uma outra coisa aconteça durante esse tempo: realizar alguma coisa, terminar um trabalho, esperar um momento, atingir um objetivo. E depois começaria a vida de verdade tão desejada.        Ultimamente tenho compreendido que o « depois » já é a vida de verdade. Desse ponto de vista, eu entendi que não existe um caminho para ser feliz.

Ser feliz é o CAMINHO!

Então, curta o «ser feliz». Pare de esperar até terminar a escola, até voltar para a escola, perder 5 quilos, ganhar peso, começar a trabalhar, casar-se, até a sexta à noite ou sábado de manhã, esperar um carro novo, ter pago a hipoteca, até a primavera, o verão, o outono ou  o inverno, até que a sua música toque no rádio, até morrer e nascer novamente... decida a ser feliz antes.

A felicidade é uma viagem e não um destino.

Não há melhor momento para ser feliz do que... AGORA! Viva e curta o momento.

Tente responder essas perguntas: Diga o nome das cinco pessoas mais ricas do mundo. Diga o nome das últimas cinco Miss Universo. Diga o nome dos últimos dez ganhadores do Prêmio Nobel. Você não conseguiu? É bem difícil, não é?

Não fique triste, ninguém consegue. Os aplausos passam! As taças se enchem de poeira. Os ganhadores são logo esquecidos.

Agora responda as perguntas a seguir: Diga o nome de três professores que lhe deram aulas. Diga o nome de três amigos que te ajudaram quando você precisou. Diga o nome de uma ou duas pessoas que te deixam com a sensação de ser “especial”. Diga o nome de cinco pessoas com quem você gosta de passar o tempo. Mais fácil de responder? Foi mais simples!

As pessoas que significam algo para você não são “as melhores”, não são as mais ricas, não ganharam os maiores prêmios… São os amigos que se preocupam com você e com os quais você se preocupa. São aqueles que continuam ao seu lado.

Reflita sobre isso por um momento. A vida é tão curta!

Por isso, precisamos constantemente buscar os tesouros da alma que não são encontrados na concorrência desleal, no sucesso e na riqueza, mas encontram-se nas pessoas com as quais convivemos e no mais profundo da nossa alma e coração.

Essa pequena reflexão nos faz compreender o verdadeiro sentido da felicidade, pois, a cada dia, a vida nos oferece uma página em branco no livro da existência. O nosso passado já está escrito e não podemos mais corrigi-lo. Nas páginas amareladas podemos encontrar a nossa história, alguns episódios com cores suaves, outras com cores escuras. Lindas recordações... e grandes lições!

Assim, desfrute este novo dia, escreva mais uma página de sua vida com entusiasmo e amor ao próximo. Faça um inventário de todas as pessoas especiais que existem em sua vida e viva cada hora com ânimo, dando o melhor de si. Não prejudique ninguém, sinta-se feliz por estar vivo, de poder presentear um sorriso, de oferecer sua mão e sua ajuda generosa.

Lembre-se: o fundamental da vida não é o que temos, mas quem temos ao nosso lado, e quando falo lado, falo do lado de dentro, dentro do coração!!!

E agradeça a Deus pelo presente que lhe dá hoje e pela oportunidade de converter este dia em uma viagem rumo à felicidade! Lembre-se de que, apesar de todas as situações adversas, está unicamente em suas mãos viver o dia de hoje. Seja feliz como se fosse o primeiro, o último ou o único dia da sua vida!

Com afeto,

Beth Landim

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Imortalidade...
22/01/2017 | 00h28

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=LaV58ajumh4[/youtube]

Viajar através da IMORTALIDADE dos Bee Gees & Celine Dion...

nos faz reviver emoções...

Traz a tona todos os momentos bons que passamos, que se eternizam em nossos corações, nos fazem nos sentir vivos, plenos de sentimentos a serem compartilhados com os que amamos... com os que desejamos estar ao lado...

Entre neste clima,  escute com o coração e permita-se liberar a sua imaginação...

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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