Rui Barbosa: “Sinto vergonha de mim...”
22/01/2017 | 00h31

Memória é o nexo vital entre o passado e o presente. É ter história. Toda criação humana tem o selo da história. E este selo reflete sua organização social, cultural, econômica e educacional. Muito se fala em democracia e, por vivermos em uma, isso se torna algo muito comum e natural. Mas essa palavra é simplesmente ignorada. Hoje, há pelo menos 40 ditadores no mundo e quase 2 bilhões de pessoas vivendo sob esse regime. O custo de tanto despotismo é muito alto: milhões de vidas roubadas, desemprego, pobreza e ações de tirania que chocam a todos. Mas não são apenas estas ditaduras que atormentam o mundo. A liberdade de ir e vir, a liberdade de pensar diferente e de ser diferente, a liberdade de discordar... Sentimos-nos muitas vezes, como se estivéssemos com um esparadrapo na boca e nas mãos: Impotentes...

Ser diferente, pensar diferente, focar sua vida em outros valores, discutir idéias e ideais e não pessoas, nos faz pagar um preço muito alto. Muitas vezes, por vivermos em uma democracia, não damos valor a tudo que ela nos proporciona, e esquecemos até de lutar, de discordar, de sermos nós mesmos, por sermos displicentes com a nossa liberdade. O mundo vem acompanhando o que está acontecendo na Síria.

Vidas de crianças, homens e mulheres sendo ceifadas numa matança irracional. O uso da arma química demonstra o grau de monstruosidade e da banalidade da vida para alguns governantes. Na maioria das vezes assistimos a tudo perplexos, impotentes, pensando que não podemos fazer nada. Mas existem algumas formas de fazer: se expressarmos todos os nossos sentimentos para que mobilizemos a comunidade internacional para se pronunciar e dar um basta já estaremos fazendo alguma coisa. A outra forma é iniciarmos a conscientização política dentro de casa. Independência, nascida em um grito uníssono, precisa ser buscada por cada cidadão, nos pequenos gestos que, somados, devem figurar o ícone de uma vontade coletiva.

Num país onde o índice de analfabetismo ainda é relevante e o desemprego continua marcando a história, não há independência. Onde a natureza continua sendo depreciada e a exploração da mão-de-obra ainda existe, não há independência. A independência não existe onde a política não é instrumento de desenvolvimento coletivo e de igualdade. Onde o acesso à saúde, à educação, ao esporte, à cultura não é prática constante, não há independência. Não é preciso estar à frente de um processo político ou ocupar as cadeiras dos gestores para proclamar a independência ou, até mesmo, para abrir fronteiras rumo a ela. A prática desse conceito deve ser iniciada na instituição mais antiga e forte quando o assunto é aprendizado: na família. Nas ações cotidianas, nos exemplos gerados pelos gestos dentro da própria casa, enquanto pais e filhos, podemos praticar a independência.

Podemos exercer a cidadania, entendendo-a com caminho único rumo ao futuro desejado. Em nossa família, quando rompemos os muros do individualismo, mostrando aos nossos filhos que o bem comum deve ser prioridade, estamos sinalizando que o grito coletivo tem o potencial de transformação necessário ao desenvolvimento da nação. Dessa forma, formamos cidadãos conscientes e preparados para repintar o verde e amarelo de nosso país, por vezes, tão desbotado.

Casa de Rui Barbosa - Botafogo - Rio de Janeiro

Por fim, quero deixar com vocês a palavra de Rui Barbosa, um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, abolicionista, que foi deputado, senador, ministro, jornalista e advogado, fundador da Academia Brasileira de Letras. A palavra de Rui Barbosa que tão se enquadra em nossos dias: “Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo. Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro. Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer… Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino...

Como ele bem diz, "Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra, antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada, pois a liberdade não é um luxo dos tempos de bonança, é o maior elemento da estabilidade".

Que busquemos incessantemente a liberdade não nos esquecendo da essência, da consistência de valores em nossas vidas... Que tenhamos sabedoria para discernir o joio do trigo, sempre... Que ao delegarmos aos homens públicos nossa representatividade, saibamos também exercer a cobrança responsável, os deveres do fazer público sem vingança, mas em prol de todo um povo. Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós...

Com afeto,

Beth Landim

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MADEIRA DE DEMOLIÇÃO...
22/01/2017 | 00h31

Quer um revestimento com personalidade para a sua casa? Esta pode ser uma boa opção. Carregada de história, a madeira de demolição é retirada de antigas construções e transformada em pisos, painéis e até móveis. Além de sustentável, ela tem visual muito bonito. Veja ideias de como usar...

No espaço gourmet, a moradora pediu decoração alegre. Além do colorido dos ladrilhos hidráulicos, o arquiteto Samy Dayan e a designer de interiores Ricky Dayan apostaram em armários de madeira de demolição e cadeiras azuis na bancada...

A moradora Renata Leoni trocou uma casa de 400 m² por um apê de 169 m² e, acredite, adorou a mudança. Tudo graças à varanda gourmet, com horta e madeira de demolição, que dá a sensação de se estar numa casa rústica. “Ficou até mais aconchegante”, diz.

O living deste apartamento de 1970 tem painel de peroba de demolição na parede de fundo. O destaque do ambiente fica para o pufe redondo revestido com couro vermelho. Projeto do decorador Gilberto Cioni e do arquiteto Olegário de Sá.

Neste lavabo inusitado, a pia foi feita com dois barris de chope e uma cuba. Ligada direto à parede, a torneira de jardim dá um ar rústico ao espaço, que tem espelhos com moldura de madeira de demolição.

Antes da reforma, os moradores juntaram materiais de demolição de antigas fazendas, como janelas de madeira maciça e assoalho de peroba. Por isso, a cozinha integrada à sala de jantar ficou com estilo rústico. Projeto do arquiteto Alexandre Sodré.

A cozinha rústica é o lugar preferido da casa de campo do arquiteto Ernesto Tuneu e sua mulher, Mariah Villas Boas. Com fogão à lenha, ela é integrada à sala de jantar, que segue o mesmo estilo, com mesa de madeira de demolição.

Com quadros muito grandes, considere apoiá-los no chão, como na decoração assinada pelo designer Paulo Azeco.  A foto de Cholito Chowe recebeu moldura larga de madeira de demolição.

Este quarto, projetado pela arquiteta Flavia Petrossi, dobrou de tamanho depois de ser integrado ao escritório. Destaque para a parede de tijolinhos atrás da cabeceira, feita com madeira de demolição.

“A madeira peroba-rosa de demolição que está nas paredes e no piso das áreas secas deste banheiro também reveste a porta, proporcionando unidade visual”, diz o arquiteto Flávio Rinaldi. O puxador de latão oxidado foi comprado em feira de antiguidades.

A madeira de demolição no piso e as cores alegres nos móveis reforçam a ideia de que a cozinha é um espaço também para receber neste apartamento. “Os tons de azul e laranja deram jovialidade ao espaço”, diz a designer de interiores Marina Linhares.

As miniazaleias foram plantadas direto nas jardineiras de madeira de demolição...

A mesa rústica de madeira de demolição faz contraste com as cadeiras de design Model A, de Xavier Pauchard, compradas por bom preço na internet pelos moradores Vitoria Parasmo e Ivan Pires.

O quarto da arquiteta Kita Flórido tem suíte, que fica no mezanino e possui assoalho de madeira de demolição.

Com afeto,

Beth Landim

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Forte como ventania... Doce como brisa...
22/01/2017 | 00h31

Suas raízes vieram de longe! Vindo do Líbano, no pós-guerra, Sr. Cherdan, o seu pai, chegou a Miracema... Amigo dos amigos, adorava um bom papo, homem de palavra e de firmeza, membro da maçonaria... Sua mãe, Dona Badhia, faleceu quando ele ainda era bebê no parto do seu irmão, mas a maternidade de Dona Almaza o cobriu de carinho e afeto fazendo com que se sentisse imensamente amado, lhe entregando um legado, desde o berço, o de possuir imenso amor... Amor à vida, a profissão, a sua amada família e, sobretudo amor à Medicina, que exerce com tanta sublimação...

E então a brisa leve de Miracema o trouxe até nós... Jovem de apenas 14 anos, chegou a Campos, trazendo em sua bagagem determinação em vencer e muitos sonhos. Veio morar com D. Teresa e estudar no Liceu. Vida apertada, mas vida feliz... Em uma de suas passagens pelo Liceu, na pracinha jogando bola junto aos colegas e “matando aula”, o diretor foi até lá e o repreendeu. Ele então perguntou: “Porque o senhor está chamando minha atenção?”. E o diretor respondeu: “Eles são ricos, não terão as mesmas dificuldades que você caso não estudem e se tornem ótimos profissionais. Você tem que estudar, não tem recursos...” Este foi o primeiro e constante aprendizado entre inúmeros outros... A educação liberta...

Aos 17 anos passou em primeiro lugar para Medicina na UFF, mas optou por fazer sua graduação na UERJ, onde poderia morar na casa de um tio na Tijuca, proprietário de um armarinho. E então, para ajudar nas despesas, à noite, ele ajudava ao tio que também forrava cintos, nos acabamentos... Nesta época de acadêmico ele comprava grapete com pastel para almoçar e ainda guardava metade da garrafa para o jantar... Aluno brilhante na UERJ, sempre teve enorme facilidade para aprender, com um raciocínio rápido e certeiro, ele iniciou os seus plantões no Hospital Pedro Ernesto, em Vila Isabel.

Nesta ocasião já tinha conhecido a “sua” Mary... Com a desculpa de perder o ponto do ônibus que deveria descer para chegar a casa, foi nos bailes, do Instituto de Educação na Tijuca, que esta história de amor e de vida teve início. Enquanto acadêmico de Medicina realizou o seu Internato no Hospital Souza Aguiar, no Centro do Rio, onde teve experiências inusitadas e enriquecedoras. Recém formado foi chamado para servir na Marinha e ainda fazia residência médica. Mas como as tempestades, que fazem os carvalhos aprofundarem suas raízes, os bons ventos o trouxeram de volta para fincar as suas raízes sólidas e firmes em nosso chão... Um ano depois foi chamado para dar plantão no Hospital Ferreira Machado, onde permaneceu por 25 anos, atuando no setor de Tuberculose. Viajava semanalmente para cá, aos domingos, até 1973, ano em que recebeu o convite para lecionar Clínica Médica na Faculdade de Medicina de Campos.

Mudou-se então para Campos com Mary e Kiko, e aqui formou sua linda família com a chegada das filhas Érika e Camila e depois a nora Renata e a encantadora neta Carol... Este espaço é pequeno para revelar toda a sua história de vida... Um homem que não tem hora nem lugar. Professor há 42 anos e médico de homens e de almas, temos certeza que deixa marcas indeléveis em seus alunos com sua sempre insaciável vontade de aprender e de ensinar. Um homem que não asfixiou sua criança interior, sempre sério, às vezes até sisudo. Possui uma criança totalmente pura e arteira dentro deste imenso coração que, em muitas horas, deixa aflorar no seu largo sorriso sincero e verdadeiro. Um homem puro, que fala com toda sinceridade tudo o que pensa! Assim é Dr. Maron! Seus olhos claros são para nós como um farol, mirando a luz da vida a cada amanhecer. Lutando através do seu conhecimento, da sua arte que é a medicina, mas acima de tudo, lutando com a força de sua humanidade, por cada instante de vida. Médico respeitado e professor altamente exigente.

Por toda a sua vida que não cabe nestas breves linhas, o ISECENSA, diretores, professores, funcionários, alunos e toda a nossa Campos, juntos temos a honra de te homenagear com o Laboratório de Unidade de Terapia Intensiva Cardiorespiratória Dr. Maron El Kik, o segundo de todo o Estado do Rio de Janeiro, que estaremos inaugurando neste mês que se inicia, no ISECENSA, para retribuir toda a sua dedicação aos alunos, pacientes e a ciência da Medicina que você tão bem representa. O laboratório contará com ventilador mecânico, monitor cardíaco para monitorar freqüência cardíaca, pressão arterial e traçado de eletrocardiograma e com pulmão artificial, possibilitando, desta forma, a simulação de um paciente de UTI.  Este laboratório confirma a busca do ISECENSA pela excelência do aprendizado dos seus alunos.

Você, Dr. Maron, não é imorrível, mas já se tornou um imortal, pois deixa em cada um de nós as marcas do seu aprendizado e de sua ciência. Cada aluno que passa por você leva dentro de si a lembrança da exigência, mas carrega um aprendizado inesquecível e altamente humano.

Forte como uma ventania, você luta bravamente através da sua arte de medicar e de ensinar, nos trazendo a doce e leve brisa que chega até nós como se fosse o raiar de um dia, cheia de luz para clarear e acender os candeeiros de nossa existência.

Com afeto,

Beth Landim

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Não precisa mudar...
22/01/2017 | 00h31
 

Um bom e gostoso  final de semana ...

Uma boa sexta feira para todos nós...

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=AtiUjdAy84I[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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Shangai World Expo 2010 Concerto de Arte e Música...
22/01/2017 | 00h31

Vale a conferida ...

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=6HfDeTVpinU[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

 

 

 
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A ciência que varre o lixo...
22/01/2017 | 00h31

Nesta última quinta-feira, depois da chuva torrencial que tivemos esta semana, o sol abriu e nos acolheu em seus braços nos ofertando uma tarde ensolarada e colorida num lindo entardecer de inverno. Mais tarde, a lua cheia a nos iluminar, nos reportou aos versos de Fernando Pessoa... Põe quanto é no mínimo que fazes... Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.”

E sob esse luar fomos inundados por uma emoção indescritível. Misto de dever cumprido, amor ao próximo, bem querer, de conseguir dar mais um passo... Falo do Projeto Universidade Bairro da Comunidade Tamarindo, desenvolvido pelo ISECENSA nesta Comunidade há quatro anos e que nesta data inaugurou a Fábrica Escola de Vassouras Ecológicas. Projeto aprovado pela FAPERJ (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro), que foi inaugurada, em sua sede própria, na Vila Tamarindo. Um projeto de grande sustentabilidade que através da reciclagem do plástico (PET) transforma o lixo em vassouras ecológicas (atualmente um grande problema ambiental nas cidades).

E tão bom seria se pudéssemos varrer os vários lixos que produzimos... Sim, porque temos nosso lixo pessoal, que tantas e tantas vezes demoramos para varrer e arejar. São tantas as formas de lixo produzidas, que se cada um fizesse uma pequena parcela, com sinceridade, sem maquiagem, com o coração puro, com toda certeza teríamos um mundo melhor!

A ciência, mais uma vez, feita para a humanização da sociedade, veio para nos demonstrar que a educação é um bem sagrado! Que a educação revoluciona, liberta, humaniza, transborda bondade e também varre o lixo... Além da demonstração de que o trabalho dignifica o homem, que a educação é libertadora, este projeto sócio acadêmico, demonstra claramente o objetivo principal da academia: a pesquisa e a ciência alcançando e transformando o ser humano. Além da geração de renda para as mulheres da Vila que irão trabalhar como empreendedoras individuais, a Fábrica Escola de Vassouras Ecológicas é um laboratório a céu aberto para os alunos dos cursos de Engenharia de Produção, Engenharia Mecânica e o curso de Administração. A Empresa Júnior do ISECENSA vai gerenciar a qualidade do produto, o marketing, o escoamento das vendas e a produtividade da fábrica, em uma demonstração clara de unidade entre teoria e prática. Este projeto reúne sustentabilidade através da geração de renda e responsabilidade social e ambiental. Sentimos-nos plenos da energia da consciência solidária e do unir forças por um mundo melhor! Assim como eu, que não contive as lágrimas, professores, alunos, moradores, todas as irmãs salesianas se emocionaram. A inauguração contou com a presença da Madre Geral das Irmãs Salesianas Filhas de Maria Auxiliadora, Madre Yvonne Reungoat, que mesmo sendo francesa, nos falou claramente para a Comunidade Acadêmica e para a Comunidade da Vila Tamarindo que a abertura daquele espaço era possível pela linguagem universal que é a linguagem do amor. Desta forma Comunidade Tamarindo e Comunidade Acadêmica do ISECENSA falam uma só linguagem em prol de um mundo melhor e mais humano.

Como disse nossa Diretora Geral Ir. Suraya Chaloub: “Hoje a Comunidade do Auxiliadora - ISECENSA e a Comunidade Tamarindo são uma só Comunidade. Atribuímos mais esta conquista a soma dos esforços de todos nós engajados no Projeto Universidade Bairro: ISECENSA, Comunidade, irmãs, professores e alunos.”

Mais do que abrir os portões da nossa fábrica, abrimos o nosso coração, para juntos escrevermos uma nova história nesta Vila. Uma história carregada de carinho, alegria, bondade, educação e competência de todos os profissionais e alunos que ali trabalham, já há quatro anos, neste projeto.

É indescritível a emoção de estarmos ajudando a construir e escrever a história junto com os moradores da Vila Tamarindo, para que sejamos um país digno, autônomo, responsável, onde o trabalho é valorizado e produz frutos de independência social, onde cada conquista tem o suor de cada profissional e morador desta Vila! Que venham mais Vilas Tamarindo!!! Que nossos corações estejam sempre abertos para o trabalho responsável, mas acima de tudo, que possamos enxergar todo o trabalho realizado sempre com “os olhos da alma”! Finalizo deixando para vocês, meus leitores, a mensagem que Francine, representante da Associação de Moradores nos deixou: “Hoje tentei descobrir do que o abraço é capaz. Quando bem apertado, ele ampara a tristeza e diminui o medo... Se for cheio de ternura, ele guarda segredos e jura cumplicidade... Um abraço de verdade divide lágrimas e fica feliz em comemorar qualquer coisa... Abraços são pequenas orações de fé e força! A todos vocês do ISECENSA um abraço carinhoso de toda a Comunidade Tamarindo!”

Ficamos, então, com a ciência que varre o lixo...

Com afeto,

Beth Landim

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Hoje é dia de Lua Cheia ...
22/01/2017 | 00h31

Laveder faz parte do coletivo The World At Night, que reúne 30 dos melhores astrofotógrafos do planeta.

Ele  possui uma sensibilidade que nos inspira ...pois temos sempre uma lua maravilhosa a nos iluminar...ouvir nossas confissões...

guardar nossos melhores segredos...e muitas vezes nem para o  alto olhamos...

Aliás, olhar para o alto nos faz sempre pessoas melhores ...admire ... deixe sua imaginação te levar até bem perto da lua ...

e  por coincidência,hoje é dia de lua cheia...admire ...e não esqueça de conversar com a Lua e fazer o seu pedido...

Com afeto,

Beth Landim

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Museu de Arte Contemporânea - Niterói-RJ
22/01/2017 | 00h31

O museu de arte contemporânea  de Niterói,

por si só é de uma beleza arquitetônica

indescritível ...mas visto pela sensibilidade das lentes de Júlio Falcão

nos remete a várias interpretações  do "belo"...

Nos mostra o poder do nosso olhar...

Então ...apreciemos ...

 

         

Com afeto,

Beth Landim

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Feira de São Cristóvão...
22/01/2017 | 00h31

A Feira de São Cristóvão é a opção carioca arretada para comprar, comer e se divertir, pois oferece artesanato, comida, bebida, folclore e muita música... programa divertidíssimo... pitoresco... O Centro Municipal Luiz Gonzaga de Tradições Nordestinas está localizado no Bairro de São Cristóvão, local de fácil acesso, com estacionamento para 800 veículos. O reduto funciona como um ímã para mais de trezentas mil pessoas todo mês. A Feira sintetiza o Nordeste e oferece ao visitante tudo que a região dispõe, exibindo, nas suas quase setecentas barracas, sua riqueza tradicional e proporcionando, ainda, a animação característica da terrinha: Som do Nordeste, forró, xote, baião, xaxado, repente, embolada, martelo, arrasta-pé, maracatu e outros sons bem genuínos... que não nos deixa ficar sem mexer o corpo...

As fotos de Julio Falcão, grande artista na arte de fotografar, retrata a vida pungente da feira...

Deixo então um pouquinho da Feira de São Cristovão para vocês apreciarem...

Funcionamento: terça à quinta: 10h às 18h com entrada franca e aos finais de semana das 10h de sexta às 21h de domingo.

Com afeto,

Beth Landim

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APRENDENDO COM OS ANIMAIS ...
22/01/2017 | 00h31

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=JA8VJh0UJtg[/youtube]

 

 

Para começarmos bem a semana ...carinho gera carinho...

E como é bom !!!

Se tivermos a sensibilidade e a  percepção que os animais possuem...

já será um bom começo...pensemos nisso , não guardemos para nós ,

o que podemos dar de melhor aos outros ...

Com afeto,

Beth Landim

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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