Con Son ...Paraíso sustentável
22/01/2017 | 00h33

Resort, espaço eco-friendly e praias paradisíacas do Sudeste Asiático. Estes são os três principais ingredientes do hotel Six Senses Con Dao, no Vietnã. Oitenta por cento de todo o arquipélago de Con Son – onde fica o estabelecimento – faz parte de um parque marinho e nacional. Para chegar lá, é preciso pegar um voo de 45 minutos da capital do país e, em seguida, um transfer.

As dificuldades de acesso e preocupações com a preservação natural ajudam a manter relativamente isolado o hotel projetado pelos arquitetos do escritório francês AW2, que criaram um espaço com 35 suítes e 14 casas de até 194 m². Segundo Amalou Ledoux, uma das responsáveis pelo projeto, o isolamento geográfico foi um dos desafios. “O local é remoto e de difícil acesso. Isso teve um grande impacto na estratégia de design, levando à escolha das vigas de madeira pré-fabricadas como material principal”, afirmou em entrevista ao site designMENA.

Um dos resultados do trabalho da AW2 foi o prêmio Green Good Design, recebido em 2011. Entre as iniciativas do resort, está o programa de preservação da baía que ele ocupa, em parceria com o Parque Nacional. O local ainda é aberto para os pescadores da região.

Há também o Water for Kids ("água para crianças" em português). Dos 7 mil habitantes de Con Dao, 300 são crianças no jardim de infância. Todos os dias, a escola da ilha tinha de ferver litros-d’água, já que não havia sistema de água potável. Hoje, o hotel direciona 50% das vendas de um de seus restaurantes para a compra de um sistema de água pura. Uma atitude que faz sentido diante da diária de R$ 1.520 em uma suíte simples de frente para o mar.

A opção pela madeira como base de composição deixou o resort com uma cara rústica e acolhedora, sem excluir o conforto e o capricho de um hotel cinco estrelas. Apesar do uso de material pré-fabricado, Ledoux conta que houve uma preocupação em criar algo autoral. Por isso, as portas usadas no Six Senses Con Dao são de antigas construções vietnamitas e foram recicladas para o projeto. Além de serem um forte elemento visual, elas remetem à história do país e reforçam o aspecto artesanal do estabelecimento.

Design original das cadeiras do bar...

Duas cadeiras e uma paisagem deslumbrante...não precisamos de mais nada...

Nada como acordar com esta vista...

Com afeto,

Beth Landim

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Secrets The Vine ...Cancun
22/01/2017 | 00h33

Os hotéis que permanecem na memória de seus hóspedes são aqueles que oferecem uma experiência marcante, a ponto de rivalizar com aquela do destino turístico em que estão. Que o diga o The Vine Hotel, do grupo Secrets, localizado em Cancún. Com quase 500 quartos, o hotel mexicano inaugurado há pouco conta com vistas para o mar do Caribe e a lagoa Nichupté. A arquitetura, assinada pelo Rockwell Group, proporciona inúmeros ambientes de diversos estilos e funções, criando um clima de exploração e transformação para quem por lá caminha...

Liberdade...

A cultura Maia permeia grande parte da construção. A biblioteca, por exemplo, tem uma longa lareira contra uma parede de pedra que serve de ponto focal da sala. Essa disposição remete à antiga tradição mexicana de contar histórias. A cozinha segue a mesma linha – condiz com a cultura local de valorizar a culinária e o espaço a que lhe pertence. Especiarias tradicionais como cacau, café e açúcar foram colocadas em nichos, atribuindo ao cômodo um ar aconchegante e convidativo.

Além de tudo isso, a construção conta com um lounge de piano, restaurante de comida asiática, salão de baile, restaurante italiano, churrasqueira, piscinas e alguns bares. No que diz respeito à diversidade de experiências e riqueza cultural, o The Vine cumpre com maestria sua missão de oferecer “uma viagem de texturas e descobertas inesperadas, ancorada na península de Iucatã”.

Arte presente no vidro ...

O mar ... o melhor  complemento...

Para relaxar .. e não pensar em nada... ou melhor ... deixar o pensamento ir longe...

Um chuveiro para apreciarmos o banho ...

Uma banheira para apreciarmos a vista...

Precisa dizer mais alguma coisa.??...

Com afeto,

Beth Landim

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Nunca mais outra vez...
22/01/2017 | 00h33

Imagine um lugar em que sonhar é proibido. A prisão é intransponível. Homens, mulheres, crianças e idosos são tratados piores do que animais... Um lugar de inverno fortíssimo, céu cinzento, pouquíssima comida e roupas tão finas que são como uma segunda pele a tentar barrar a neve, o  frio, a desolação...

Imagine um lugar em que o medo faz morada... o medo da câmara de gás, o medo de morrer de fome ou doente, de ser queimado por nada... sim imagine sua vida ser reduzida a nada... perder seus filhos, ver dizimada sua família.... pior ainda ver o sofrimento diário de não comer, sentir frio, fome, doença, mas acima de tudo sentir medo e não poder sonhar... Nem tão pouco sonhar com a liberdade e justiça...

Estive agora em outubro no campo de concentração em Dachau/Alemanha, numa viagem técnica do curso de Arquitetura e Urbanismo com grupo de professores e alunos do ISECENSA. A pequena Dachau, a poucos quilômetros de Munique, é uma das cidades alemãs mais conhecidas no exterior. Sua fama decorre, contudo, da tragédia vivida ali por judeus e opositores ao regime nazista. Dachau foi criado em março de 1933, sendo o primeiro campo de concentração regular assentado pelo governo Nacional Socialista.

É repugnante ver que esta historia foi real e aconteceu. É repugnante sentir e verificar como eram tratados todos os judeus e presos políticos que se opunham ao regime nazista... Durante o primeiro ano o campo tinha cerca de 4.800 prisioneiros. O número de prisioneiros judeus em Dachau cresceu com o aumento da perseguição anti-semita, e nos dias 10 e 11 de novembro de 1938, como conseqüência da Noite dos Cristais, a Kristallnacht, mais de 10 mil judeus do sexo masculino foram ali encarcerados.

 

O museu de Dachau existe para que o mundo nunca mais se esqueça das atrocidades cometidas pelo nazismo. No museu, temos acesso a todas as fichas e documentos de quem esteve lá aprisionado. Perpassamos por todos os cômodos: galpões dormitórios, prisões, crematórios, câmara de gás...

Em Dachau, como em outros campos nazistas, os médicos alemães realizavam “experiências médicas” nos prisioneiros, tais como testes de alta altitude usando câmaras de descompressão, experimentos com malária e a tuberculose, hipotermia, e testes experimentais para novos remédios que servissem aos alemães. Os prisioneiros também eram forçados a serem cobaias em testes de métodos de dessalinização da água e de estancamento de perda de sangue excessivo. Centenas de prisioneiros morreram ou ficaram permanentemente incapacitados como resultado destas “experiências”.

 

Lá neste campo, existiram quarenta galpões e passaram cerca de 200 mil prisioneiros. Os 39 galpões foram colocados no chão, e um permaneceu para que a historia não fosse nunca mais apagada e esquecida. Entretanto, o mais bonito e que ficou de aprendizado, é que lá existiu dor, sofrimento, atrocidades, mas não existe lugar para mágoa e vingança. O ódio lá não faz morada! “A opressão nunca conseguiu suprimir nas pessoas o desejo de viver em liberdade.” Dalai Lama.

O homem tem a capacidade de construir a paz, de lutar pelos seus sonhos de recomeçar sempre... O respeito ao ser humano é reverenciado através de várias obras de arte (esculturas, monumentos e quadros) não retratando a morte apenas, mas acima de tudo a luta pela liberdade, por sonhar novamente, pelo restabelecimento da dignidade e respeito ao humano, em meio a tantas atrocidades que ali aconteceram.

 

Várias capelas e espaços ecumênicos nos chamam a oração. Orar é não pedir é deixar a nossa alma respirar...

Os jardins e as flores nos falam em silêncio profundo que tudo vale a pena quando a alma não é pequena, pois o silêncio fala... Nunca, nunca devemos desistir de nossos sonhos...

 

O parar de sonhar significa parar de viver, porém não existe sonho sem luta, sem desafio... e esta lição também fica, de que nada é intransponível, de que os desafios podem ser longos e por isto não podemos desanimar nunca, seja qual for o contexto... Temos que ter sempre em mente que a única revolução possível é a que existe dentro de nós... E de que sempre... sempre existe uma luz no fim do túnel... Olhar pra frente sempre... vislumbrar o horizonte, ter fé, acreditar no impossível... fortalecer nossas crenças e valores, lutar junto... pois a essência de toda a vida espiritual é a emoção que existe dentro de você, é a sua atitude para com os outros. Como nos diz Ghandi... “A regra de ouro consiste em sermos amigos do mundo e em considerarmos como UMA, toda a família humana”.

E como tem escrito no monumento em Dachau... Never again... Jamais plus... Nimmermehr… Nunca más… ?????... Neniam plu… ???? ????... Numquam... ????? ?? ???... Nooit meer... Aldrig igen... Nigdy wi?cej... Không bao gi?...

Nunca mais outra vez..

Que a lição seja aprendida...

Com afeto,

Beth Landim

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CÔNCAVO E CONVEXO ...
22/01/2017 | 00h33

Crystal Bridges, nos EUA, é côncavo e convexo,

vale a pena ver todas as fotos e ler sobre este museu ...

 

O museu de arte norte-americano Crystal Bridges, no Arkansas, faz juz ao seu nome. Suas duas pontes servem de caminho seco e seguro pelas alas que ficam sobre uma grande lagoa. Além de integrar os pavilhões, as elevações foram cobertas para abrigar as áreas de lazer – de um lado, há o restaurante; do outro, um deque de observação, faça chuva ou faça sol.

As pontes ganharam estruturas convexas de madeira clara não só por uma questão estética. A forma arredondada facilita a iluminação natural, função que se completa pela transparência dos vidros que formam o bloco.

Para a luz não estragar os quadros e as obras do acervo permanente, o telhado da galeria foi construído em oposição à forma das pontes, ou seja, ele é côncavo. Além de proteger os cinco séculos da arte americana (que vai da era colonial ao moderno Andy Warhol), as coberturas criam um contraste entre os centros e servem de guia para quem passa de fora.

Distribuído em uma área de 93 mil m², o museu também é um espaço cultural. Há uma área para biblioteca e leitura, um teatro que pode exibir filmes, um palco feito para shows e outros eventos ao ar livre, e uma trilha de quase 5 km para pedestres e ciclistas.

Com afeto,

Beth Landim

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Igreja de 1500 anos fica a 40 m do solo...
22/01/2017 | 00h33

Monólito está na República da Geórgia

O chamado Pilar de Katskhi é um monólito em pedra calcária de 40 metros de altura, situado no vilarejo de Katskhi, a oeste da República da Geórgia. Há mais de dois mil anos, os moradores pagãos da região acreditavam que a pedra representasse uma deusa local da fertilidade. Com o advento do Cristianismo, o destino ficou conhecido como um local de peregrinação e reclusão. Hoje ela é chamada de “Pilar da Vida”.

Uma imagem para refletirmos...

Com afeto,

Beth Landim

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Um resort, uma galeria, uma casa...
22/01/2017 | 00h33

Materiais rústicos e amplitude em lar africano...

Julgando apenas pelas fotos, alguém poderia facilmente confundir a casa De Wet 34 com um magnífico hotel litorâneo com ares de galeria de arte. No entanto, a propriedade situada em um local paradisíaco, sobre uma das encostas de Lion’s Head, com vista para a baía de Bantry, na Cidade do Cabo, é uma mera residência...

O projeto do escritório local Saota teve como orientação o pedido dos proprietários de que se criasse um lar majestoso, mas simples o suficiente para inspirar uma sensação de tranquilidade. Como fazê-lo? A solução foi desenhar espaços extremamente amplos, que se distribuíssem em quatro andares de dimensões diferentes. Para favorecer a nobre vista, abusou-se do vidro. Na sala de estar, por exemplo, duas paredes envidraçadas e a ausência de caixilhos abrem o ambiente completamente a um gramado, de um lado, e à vista do oceano, do outro.

Os materiais empregados na construção - pedra, madeira e concreto - mantêm uma aparência crua, fato que proporciona uma integração com a natureza do entorno. Em cada espaço, ao menos uma dessas texturas se encontra em algum formato ou acabamento diferente, o que cria um jogo de contrastes capaz de expor a dualidade entre a estética e o conforto na casa. Um exemplo: o piso bruto de pedra da sala tem seu oposto – o teto – revestido por tábuas de madeira, o que aquece o ambiente. Outra ideia por trás do revestimento do projeto em materiais crus era, com o tempo, a formação de uma pátina que emprestasse ao lar um look ainda mais rústico.

Assinada pela Okha Interiors, a decoração da De Wet 34 foi pensada para ressaltar a essência orgânica da construção. Assim, nada melhor do que o branco para permitir que os materiais brilhassem por eles mesmos. A cor se estende a quase todos os móveis da casa, sendo as pinturas praticamente as únicas fontes de cor. Outras obras de arte incluem esculturas imponentes. De alguns ângulos, a presença dessas peças, em conjunção com o concreto e a amplitude dos espaços, cria a atmosfera de uma verdadeira galeria de arte.

Apesar da predominância do branco, figuram elementos de visual marcante, que roubam a cena onde se encontram – é o caso da luminária preta em forma de arco, na sala, e do quadro de uma mulher acima da cama de casal. A harmonia com a natureza chega até ao décor em alguns cantos, como em uma luminária que remete a galhos no living, ou nos ramos de árvore que escalam o espelho no banheiro da suíte principal.

Para dar o toque final, um espelho d’água se estende atrás de um sofá na sala, e uma piscina infinita parece se fundir ao mar, criando a ilusão de ótica de que este está no mesmo nível da casa. Um projeto que expõe um mundo de possibilidades.

Com afeto,

Beth Landim

 

 

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Casas com vistas de tirar o fôlego...
22/01/2017 | 00h33

Há quem argumente que a vista é o elemento responsável pelo encanto das moradas que mais amamos.

Poder ver através da janela o mar, um rio, um lago, a mata ou um jardim, é um privilégio...

Afinal, quem não gosta de perder-se no horizonte e dar asas a imaginação ?...

Cobertura tríplex na Urca

O bairro da Urca é um dos segredos bem guardados do Rio de Janeiro. Localizado em uma pequena faixa de terra sem saída, fechada por um forte militar, o bairro residencial oferece algumas das vistas mais lindas da antiga capital do Brasil – entre elas, o Corcovado e o Pão de Açúcar. É lá que fica este tríplex reformado por Arthur Casas.

 

Entre vinhedos portugueses

Em parceria com o empresário Marcelo Lima, o jornalista Tony Smith comprou em Portugal a propriedade Quinta de Covela, ocupada por vinhedos e por diferentes conjuntos arquitetônicos: ruínas de um edifício do século 16, construções de pedra com quase 200 anos de história e um trio de moradias assinadas pelo arquiteto português José Paulo dos Santos. “Gosto de admirar o rio todas as manhãs, para começar bem o dia, e de voltar ali à noite. Esse se tornou um ritual para mim”, conta Tony.

 

Oliveiras e carvalhos na cobertura

Uma propriedade de 1.200 m² com um jardim de oliveiras, carvalhos e limoeiros, no topo de um arranha-céu no coração de Manchester: esse é o lar do arquiteto Ian Simpson. O proprietário desse sonho foi também quem projetou o edifício, que se destaca no skyline da cidade graças a sua altura – é uma das torres mais altas da Europa. As paredes envidraçadas oferecem uma vista espetacular da cidade, em 360 graus – nos dias claros, pode-se enxergar a uma distância de 60 km.

Nova York por todos os lados

No West Side de Manhattan, em Nova York, o francês Jean Nouvel tem um de seus edifícios espelhados. Trata-se do 100 11th Avenue, bem no coração do bairro de Chelsea. Na cobertura, a panorâmica completa 360 graus e permite vislumbrar quilômetros e quilômetros do skyline da cidade, incluindo o Rio Hudson, Nova Jersey e a Estátua da Liberdade. Não bastasse a vista, a cobertura tem mais de 450 m² de área útil, que se distribuem a partir do imenso salão central, onde estão um átrio e as áreas de estar e jantar.

Lar inspirado em obra de arte

Com dois andares, esta residência proporciona uma vista estonteante da costa de Dover Heights, na Austrália. Por ficar no topo de um penhasco de 70 m de altura, ela é praticamente um mirante. O projeto do escritório Durbach Block Jaggers foi inspirado na pintura O Banhista, de Pablo Picasso. Segundo os autores, as quatro estacas inclinadas que sustentam a casa remetem à obra. No interior, formas curvas contrastam com as linhas retas da fachada.

 

A grande parede de vidro

A Cidade do Cabo é o cenário desta residência. A oeste está a Camps Bay Beach, uma das praias mais badaladas da região e, a leste, algumas das montanhas mais famosas da cidade sul-africana. Por isso, arquitetos do estúdio Saota optaram por instalar ali uma casa que só se fecha para a rua, mas que abre-se totalmente para a natureza, através dos muitos planos de vidro. Ao redor das áreas comuns, o grande jardim intensifica ainda mais a sensação de amplidão que existe dentro da casa.

Degustação de vinho à beira-mar

Quando se mudou para o Brasil, Nicola Massa, expert em gastronomia e enologia italianas, comprou uma casa projetada pelo arquiteto Cordeiro na praia da Joatinga. Ousado, ele fez algumas modificações. Desenhou a piscina e reformou o interior, repensando prioridades. Como convém a alguém que comprou sua primeira caixa de vinhos aos 14 anos, a cozinha e as áreas sociais passaram a ocupar o coração da residência.

Belvedere para o paraíso

A beleza única do mar Mediterrâneo – e só ela – orientou o projeto desta casa, na ilha de Formentor, na Espanha. O arquiteto Michelangelo Lacomba tirou proveito do local ensolarado e da proteção das pedras que havia no terreno para desenhar um lar arejado, dinâmico e contemporâneo. As paredes translúcidas das salas de estar e jantar correm como portas, facilitando a ventilação cruzada e a passagem para o deque com piscina de borda infinita. O décor é clean, porque a paisagem na janela já é exuberante o suficiente.

 

 

De portas abertas para o Central Park

No topo de um edifício de Midtown projetado por Robert Stern, encontra-se o apartamento de 600 m² decorado pela designer de interiores Mica Ertegün. Nada menos do que 19 portas envidraçadas dão acesso aos vários terraços que circundam a ala social e a cobertura e descortinam vistas impressionantes para o Central Park. No interior, a arte está por toda a parte. Pinturas do norte-americano Thomas Hart Benton colorem as salas de estar e de jantar.

Projetos arrojados, que tem na natureza a maior parceira...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Casas com liberdade...
22/01/2017 | 00h33

Se você prefere ver os passarinhos voando livremente pelo seu jardim, levando calma e beleza à sua residência, vai gostar dos modelos de casinhas que  os atraem...

 

No geral, vale deixar a casinha próxima a uma árvore comum ou frutífera, orienta Luiz Amarante, especialista da Brasil Paisagismo. Seja onde for, o importante é colocar a casinha numa altura suficiente para evitar que animais de estimação, como gatos ou cães,não  perturbem os pássaros.

Esses abrigos costumam atrair todos os tipos de pássaros, por serem aconchegante...

Objetos reutilizáveis ...

Seguindo a tendência de sustentabilidade, escolha algum objeto inutilizado de sua residência,

e forre com fibra de coco...

 

O bambu é uma alternativa  que fica bela e leve no ambiente.

Ideal para ambientes bucólicos, que imitam fazendas,

essa casinha pode ser fabricada com troncos, vime, cordas...

Vintage é o modelo  ideal para quem tem gosto pelo clássico ou retrógrado...

Requintada, a cerâmica dá um toque especial ao jardim. ..

Nada como a liberdade...

Com afeto,

Beth Landim

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Gostosuras de Halloween...
22/01/2017 | 00h33

Gostosuras ou travessuras?

Escolhi gostosuras e trouxe para vocês a receita do docinho de abóbora, especial para o Halloween (Dia das Bruxas), celebrado neste dia 31 de outubro.

Aprenda como fazer o docinho em quatro passos e acrescente as mini abóboras à sua mesa do Dia das Bruxas.

Ingredientes:

300g de abóbora cozida Uma lata de leite condensado Duas colheres (de sopa) de creme de leite Açúcar cristal Cravinho (cravo-da-índia) Palito para churrasco

Passo a passo:

1- Misture a abóbora e o leite condensado até conseguir a consistência de brigadeiro; 2- Quando estiver no ponto do brigadeiro, acrescente duas colheres de creme de leite e misture; 3- Depois de esfriar, enrole as bolinhas do doce e passe no açúcar; 4- Para conseguir o formato de abóbora, pressione o palito de churrasco ao redor das bolinhas do doce.

Pronto! Os docinhos de abóbora para o Halloween estão prontos, agora é só caprichar na decoração e na festa.

Cupcakes de Halloween

INGREDIENTES

  • 300g de farinha de trigo
  • 5g de bicarbonato
  • 30g de cacau em pó
  • 1 pitada de as
  • 160g de manteiga
  • 150g de açúcar
  • 150g de açúcar mascavo
  • 3 ovos inteiros
  • 1 colher (chá) de baunilha
  • 150g de chocolate meio amargo derretido
  • 200g de leite
  • 24 forminhas de papel laranjas, roxas ou pretas
  • Para a cobertura de brigadeiro preto
  • 400g de leite condensado
  • 25g de manteiga
  • 100g de achocolatado em pó

MODO DE PREPARO

?Para a massa...

Separe os ingredientes. Pré aqueça o forno a 135 graus. Coloque as forminhas de papel na assadeira. Peneire a farinha de trigo e misture com os ingredientes secos (bicarbonato, cacau em pó e o sal). Bata a manteiga, o açúcar e o açúcar mascavo até que fique uma massa fofa. Vá adicionando os ovos, um a um, raspando as laterais da batedeira, até que fiquem bem incorporados. Acrescente a baunilha e o chocolate meio amargo derretido. Adicione a mistura de farinha em 3 vezes, intercalando com o leite, até que estejam bem incorporados. Coloque a massa nas formas de cupcake, enchendo até ¾. Retire do forno e deixe esfriar...

Com afeto,

Beth Landim

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HÓTEIS QUE SE CONFUNDEM A NATUREZA...
22/01/2017 | 00h33

Jardim com animais selvagens, quarto “pé na areia” e mar com águas cristalinas.

Tudo isso em hotéis charmosos...

Vale conferir... Pra ficar completo... só falta a companhia certa...

North Island Lodge - Seychelles

A pequena e paradisíaca ilha no Oceano Índico é ocupada somente pelo exclusivo hotel. São apenas 11 quartos, de frente para a praia, além de área de lazer completa, com spa, piscinas e lojas. Para chegar lá, é preciso voar de helicóptero por 30 km. Um projeto de preservação levou espécies de fauna e flora em extinção para o local, onde são protegidas, em uma espécie de “Arca de Noé” isolada do resto do planeta. Entre as atividades, estão mergulho e simplesmente relaxar nas lindas praias. Há ainda uma praia deserta que pode ser reservada por casais em lua de mel.

Laucala - Fiji

Mais uma ilha maravilhosa, desta vez no oceano Pacífico.  São 25 cabanas com quartos que oferecem privacidade e vista para o mar de águas cristalinas. Cada dormitório é equipado com deque, piscina e hidromassagem. Há várias opções de restaurantes e atividades ao ar livre, inclusive campo de golfe. Os quatro spas têm terapias típicas da região, como ioga. Além de tudo isso, muita mordomia e atendimento personalizado para os hóspedes.

Khwai River Lodge - Botswana

Leões, guepardos e hipopótamos habitam a reserva Moremi, onde fica o hotel. Perfeito para amantes da natureza, o estabelecimento propicia safáris na África sem abrir mão de conforto e luxo. O spa oferece tratamentos naturais, com vista para a savana. O restaurante, ao ar livre, fica em volta de uma fogueira.

Savute Elephant Camp - Botswana

Da mesma rede e na mesma região do hotel anterior, este hotel de selva é um pouco mais rústico. Em vez de quartos, ele oferece tendas, em um formato conhecido como glamping, uma mistura de acampamento e de glamour.  Safáris para ver animais selvagens de perto são, também, a principal atração... uma tenda de vez em quando... nada mais minimalista e melhor... às vezes é só disso que precisamos...

Eagle Island Camp & Spa - Botswana

Mais um hotel de selva que mistura luxo ao estilo rústico. Localizado em uma ilha cercada por rios, o local é habitado por vários animais selvagens em busca de água. Além dos safaris normais, é possível fazer passeios de canoa. Os quartos são espécies de casas na árvore, suspensas em palafitas. Mas todo o conforto da vida moderna está lá – inclusive ar condicionado.

Com afeto,

Beth Landim

 

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Sobre o autor

Elizabeth Landim

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