O Campeão voltou ...
22/01/2017 | 00h34

Comemorando o título de Tri Campeão...Taça Copa Brasil...

Comemorando o primeiro goollllllllllllllllllllllllllllllllllllll

Lembrando o inesquecível Ídolo...Eterno Campeão....ZICO

Momento inesquecível !!!!!

Saudações  rubro-negras !!!!!

Beth Landim

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Uma Estrela...
22/01/2017 | 00h34

É com muito carinho que convido a todos para a apresentação do "Estrela do Amanhã"... Projeto de minha autoria  que coordeno há 18 anos como voluntária, promovido integralmente pelo CENSA-Campos -RJ...

Os alunos, todos de escola pública, tem aula no "Auxiliadora" semanalmente",  tres vezes por semana, de ginástica acrobática, ginástica olímpica, ballet, dança contemporânea, futsal e volei... o esporte como ferramenta na formação humana...

Um espetáculo de grande beleza... com trapézio, lira, ginástica acrobática, ballet, dança contemporânea e tecidos acrobáticos... O projeto já se apresentou na abertura dos Jogos Pan Americanos 2007, em campeonatos estaduais de Ginástica Olímpica, na abertura dos Jogos Mazzarello e em muitos outros eventos...

Trabalhar no que acreditamos nos torna pessoas melhores...

Vale a pena... a entrada é gratuita...

Entrada pelo ginásio de esportes..Rua Conselheiro José fernandes.

Com afeto,

Beth Landim

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Em 18 meses no mercado de trabalho ...
22/01/2017 | 00h34

Para estar rapidamente no mercado de trabalho...curso técnico mecânica e edificação...

vale a pena conferir nosso Parque Tecnológico ...

 

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=otTFKVdjZpo&feature=youtu.be[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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Relembrando os bondes de Campos dos Goytacazes ...
22/01/2017 | 00h34

Voltando no tempo de nossa Campos dos Goytacazes , atravessada pelo rio Paraíba do Sul, na parte oriental do Estado do Rio de Janeiro, a 40 km do mar e a 275 km a nordeste da cidade do Rio de Janeiro... Foi um dos centros da indústria de açúcar do Brasil e tinha uma população de 30.000 habitantes em 1910. Hoje já passa de  meio milhão... Campos distingue-se por ser a primeira cidade do Brasil – antes mesmo de Rio de Janeiro e São Paulo – a instalar, em 24 de junho de 1883, iluminação elétrica em suas ruas.

A ferrovia de locomotivas a vapor, carinhosamente chamadas de “Marias-Fumaça”, que ligava Niterói e Macaé, estendeu-se a Campos em janeiro de 1875 e a empresa Ferro-Carril de Campos instalou uma linha de bonde à tração animal ao longo da Av. Alberto Torres, entre a Estação do Saco e a Praça São Salvador, em setembro deste mesmo ano . A foto abaixo mostra dois de seus bondes [col. Carlos Wehrs]:

 

O bonde à tração animal seria o único transporte público da cidade pelos próximos 41 anos. Em 1891 começou-se a discutir a construção de uma linha que atravessasse o rio, mas nada se concretizou. A foto a seguir mostra a linha de bondes da Av. 15 de Novembro (Beira-Rio) bloqueada por uma das frequentes enchentes do rio Paraíba.

O bonde se espalhou pela cidade. De acordo com o Anuário Estatístico do Brasil, a companhia Ferro-Carril de Campos operava 20 carros para passageiros e 5 carros bagageiros destinados ao transporte de cargas, através de 16 km de trilhos em 1912. O sistema transportava 1.982 mil passageiros e tinha 71 funcionários e 181 mulas.

A cena do cartão postal abaixo mostra um dos novos bondes elétricos que passam o obelisco na Av. 15 de Novembro (Beira-Rio).

Abaixo outro cartão postal com um bonde que corre ao longo do parque da Beira-Rio na mesma Av. 15 de Novembro

A seguir o bonde de número 1 (um) em um local não identificado na linha Goytacazes

Dois bondes elétricos no lado leste da Praça São Salvador em frente ao belo prédio da sede da Sociedade Musical Lira de Apolo. O bonde visto parcialmente no canto direito da imagem parece ser um modelo de carga. Os automóveis e roupas sugerem 1920, mas o cartão postal foi enviado em 1928

Este bonde vem direção à Av. Pelinca, que está por trás do fotógrafo. A vista é para o leste. Os guarda-corpos à esquerda e à direita da foto são parte da ponte sobre o Canal Campos-Macaé, que esta linha do bonde atravessa

O chassi possuía dois motores, um na dianteira e outro na traseira. Com este arranjo o bonde podia inverter a direção do movimento sem a necessidade de realizar manobras

 

 

O cartão seguinte é uma foto que olha para o sul, através da Rua 13 de Maio em direção a sua junção com a Rua 7 de Setembr .

Atualmente estas ruas são para pedestres apenas

Campos também adquiriu alguns bondes de segunda mão do sistema de Niterói no final de 1940. O cartão abaixo, datado de novembro de 1947, traz foto tirada com a piscina do Clube de Regatas Saldanha da Gama em primeiro plano e, ao fundo, um bonde não identificado seguindo a margem do Rio Paraíba próximo a Praça São Salvador. No local deste clube hoje se encontra o edifício de um Shopping Center

Um flagrante feliz do bonde número 20. Nota-se já a presença dos fios duplos dos ônibus elétricos (trólebus)

Uma visão interior incomum

 

Aqui vemos o número 14, no fim da linha, em frente ao cemitério, pouco antes de retirar-se definitivamente para a garagem de bondes

A cidade hoje. Mirando-se o sudoeste através da curva do rio...

Com afeto,

Beth Landim

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A pulga, a mosca e a lesma...
22/01/2017 | 00h34

Max Gehringer, administrador de empresas e escritor muito conhecido por todos os brasileiros, nos traz em seus artigos muitas contribuições não só em relação às questões empresariais, mas também suscita reflexões para nossa vida pessoal. Em um de seus textos, intitulado “As duas pulgas”, ele nos aponta uma questão muito interessante: os perigos dessa necessidade exarcebada de mudança expostas pelo mundo atual. Por isso, essa semana, peço licença a Max Gehringer para citar essa história e a partir dela refletir com meus amigos leitores sobre a armadilha das mudanças drásticas de coisas que não precisam de alteração, apenas aprimoramento.

“Duas pulgas estavam conversando e então uma comentou com a outra:

- Sabe qual é o nosso problema? Nós não voamos, só sabemos saltar.

Daí nossa chance de sobrevivência, quando somos percebidas pelo cachorro, é zero. É por isso que existem muito mais moscas do que pulgas.

Elas então decidiram contratar uma mosca para treinar todas as pulgas a voar e entraram num programa de treinamento de vôo e saíram voando. Passado algum tempo, a primeira pulga falou para a outra:

- Quer saber? Voar não é o suficiente, porque ficamos grudadas ao corpo do cachorro e nosso tempo de reação é bem menor do que a velocidade da coçada dele, e ele nos pega. Temos de aprender a fazer como as abelhas, que sugam o néctar e levantam vôo rapidamente.

Elas então contrataram uma abelha para lhes ensinar a técnica do chega-suga-voa. Funcionou, mas não resolveu...  A primeira pulga explicou por quê:

- Nossa bolsa para armazenar sangue é pequena, por isso temos de ficar muito tempo sugando. Escapar, a gente até escapa, mas não estamos nos alimentando direito. Temos de aprender como os pernilongos fazem para se alimentar com aquela rapidez.

E então um pernilongo lhes prestou treinamento para incrementar o tamanho do abdômen. Resolvido, mas por poucos minutos... Como tinham ficado maiores, a aproximação delas era facilmente percebida pelo cachorro, e elas eram espantadas antes mesmo de pousar. Foi aí que encontraram uma saltitante pulguinha, que lhes perguntou:

- Ué, vocês estão enormes! Fizeram plásticas?

- Não, entramos num longo programa de treinamento. Agora somos pulgas adaptadas aos desafios do século XXI.  Voamos, picamos e podemos armazenar mais alimento.

- E por que é que estão com cara de famintas?

- Isso é temporário. Já estamos fazendo treinamento com um morcego, que vai nos ensinar a técnica do radar, de modo a perceber, com antecedência, a vinda da pata do cachorro. E você?

- Ah, eu vou bem, obrigada. Forte e sadia.

Mas as pulgonas não quiseram dar a pata a torcer, e perguntaram à pulguinha:

- Mas você não está preocupada com o futuro? Não pensou em um programa de treinamento, em uma reengenharia?

- Quem disse que não? Contratei uma lesma como consultora.

- Mas o que as lesmas têm a ver com pulgas, quiseram saber as pulgonas...

- Tudo. Eu tinha o mesmo problema que vocês duas. Mas, em vez de dizer para a lesma o que eu queria, deixei que ela avaliasse a situação e me sugerisse a melhor solução. E ela passou três dias ali, quietinha, só observando o cachorro, e então ela me disse: “Não mude nada. Apenas sente na nuca do cachorro. É o único lugar que a pata dele não alcança.”

Essa simples história nos faz refletir sobre a necessidade atual de não focar nossas ações no problema e sim na SOLUÇÃO.

É importante pensar, que para ser mais eficiente, é necessário escutar mais e falar menos, pois muitas vezes a GRANDE MUDANÇA é uma simples questão de reposicionamento.

No mundo do trabalho e na vida pessoal, o grande desafio parece ser como dizemos popularmente, “apagar incêndios”. Vemos o tempo todo profissionais brilhantes, buscando saída para os problemas que envolvem alternativas para causas desconhecidas, perderem seu tempo focados na solução de problemas redundantes que acabam por minar a capacidade de desenvolvimento profissional e pessoal.

O foco em achar a solução dos problemas está na mudança radical. No entanto, o foco na vida, assim como na profissão, deve estar na causa da situação em questão, o que às vezes não é fácil de identificar pois demanda uma grande dose de humildade, coragem, dedicação e entrega pessoal na direção da verdadeira solução das dificuldades que parecem não ter fim. Na maioria das vezes a solução não está na mudança, mas na transfiguração da maneira de ver e olhar a situação. Um novo posicionamento pode reverter todo o processo para o sucesso!

Reflitam ... quantas vezes já não fizemos como as pulgas! Boa semana!

Com afeto,

Beth Landim

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A bolacha e o paraquedas...
22/01/2017 | 00h34

Era uma vez uma moça que estava à espera de seu vôo, na sala de embarque de um grande aeroporto.  Como ela deveria esperar por muitas horas, resolveu comprar um livro para matar o tempo. Comprou, também, um pacote de bolachas. Sentou-se numa poltrona, na sala VIP do aeroporto, para que pudesse descansar e ler em paz. Ao seu lado sentou-se um homem. Quando ela pegou a primeira bolacha, o homem também pegou uma. Ela se sentiu indignada, mas não disse nada. Apenas pensou : “Mas que cara de pau! Se eu estivesse mais disposta, lhe daria um soco no olho para que ele nunca mais esquecesse!!!”

A cada bolacha que ela pegava, o homem também pegava uma. Aquilo a deixava tão indignada que não conseguia nem reagir. Quando restava apenas uma bolacha, ela pensou: “Ah. O que será que este abusado vai fazer agora?” Então o homem dividiu a última bolacha ao meio, deixando a outra metade para ela. Ah! Aquilo era demais! Ela estava bufando de raiva! Então, ela pegou o seu livro e as suas coisas e se dirigiu ao local de embarque.

Quando ela se sentou, confortavelmente, numa poltrona já no interior do avião olhou dentro da bolsa para pegar uma caneta, e, para sua surpresa, o pacote de bolachas estava lá… ainda intacto, fechadinho! Ela sentiu tanta vergonha! Só então ela percebeu que a errada era ela sempre tão distraída! Ela havia se esquecido que suas bolachas estavam guardadas, dentro da sua bolsa… O homem havia dividido as bolachas dele sem se sentir indignado, nervoso ou revoltado, enquanto ela tinha ficado muito transtornada, pensando estar dividindo as dela com ele. E já não havia mais tempo para se explicar… nem para pedir desculpas!

Quantas vezes, em nossa vida, nós é que estamos comendo as bolachas dos outros, e não temos a consciência disto? Antes de concluir, observe melhor! Talvez as coisas não sejam exatamente como você pensa!  Não pense o que não sabe sobre as pessoas. Existem quatro coisas na vida que não se recuperam: a  pedra, depois de atirada; a palavra, depois de proferida; a ocasião, depois de perdida; e o tempo, depois de passado...

Outra história nos conta que Charles Plumb era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã que depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de paraquedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita. Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão. Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem: - Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado, não é mesmo? - Sim, como sabe?, perguntou Plumb.

- Era eu quem dobrava o seu paraquedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?" Plumb quase se afogou de surpresa e com muita gratidão respondeu: - Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje. Muito obrigado!

Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, lembrando-se de quantas vezes havia passado por aquele homem no porta-aviões e nunca lhe disse nem um "bom dia". Era um piloto arrogante e aquele sujeito, um simples marinheiro. Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários paraquedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia. Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia: "Quem dobrou seu paraquedas hoje?". Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos paraquedas durante o dia: físico, emocional, mental, espiritual... portanto jamais deixemos de agradecer.

Muitas vezes comemos a bolacha dos outros e em outras não sabemos quem preparou a nossa bolacha ou quem dobrou nosso paraquedas... Nestas duas situações está o nosso olhar ao outro... Será que enxergamos sempre pelo nosso prisma? Será que a vida caminha sempre pelo nosso olhar? Abrir os horizontes e ter uma visão periférica nos sentidos e sentimentos com certeza nos trará uma visão de mundo em que a cooperação e o compartilhar estarão aliados em nos fazer pessoas melhores...

Quando você dá de si mesmo, você recebe mais do que dá.

Como nos diz Exupéry: “Um monte de pedras deixa de ser um monte de pedras no momento em que um único homem o contempla, nascendo dentro dele a imagem de uma catedral.”...

Portanto seja você fazer a diferença, seja você a oferecer a bolacha e a dobrar o paraquedas.

Com afeto,

Beth Landim

 

 

 

 
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É por uma boa causa...
22/01/2017 | 00h34

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=8WATgU5PduE[/youtube]

Este é um vídeo que foi feito  com trabalhadores e pacientes  do 8 º andar (oncologia) do hospital infantil San Juan de Dios em Barcelona para recolher fundos para a investigação do câncer.

Cada vez que você  abrir o vídeo  entrarão 5 cêntimos para a causa...

Desta forma estaremos ajudando...

Espero que  abra e que o reenvie a todos seus amigos.

É por uma boa causa!.. Vale a pena!

É um exemplo... que sempre podemos ajudar...

Com afeto,

Beth Landim

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UM PASSEIO PELO NOVO TEATRO BOLSHOI...
22/01/2017 | 00h33

Casa de talentos de fama mundial, o célebre teatro Bolshoi, de 1825, em Moscou, teve sua esperada reabertura no último dia 28 de outubro. Fechada desde 2005 para uma reforma que sofreu anos de atraso, a sede dos míticos balé e ópera Bolshoi pode finalmente comemorar o retorno do século 19.

Entre as mudanças, há a redução do número de assentos de 2.100 para 1.720, a introdução de um palco rotatório e o fim das infiltrações subterrâneas que ameaçavam as fundações do prédio. A extensa reforma caracteriza-se também por uma extraordinária atenção aos detalhes. O restauro dos históricos afrescos que exibem o deus grego Apolo cercado por dez musas demorou quase um ano.

.A companhia do Bolshoi sobreviveu à Revolução Russa, em 1917, a duas guerras mundiais e à dissolução da União Soviética no início dos anos 1990. Agora, com seu icônico palco extraordinariamente restaurado, prepara-se para apresentar mais temporadas gloriosas. (SILVIA ALBERTINI)

Valorizar a cultura é valorizar a Vida...é fazer história...ter raízes...

É sobretudo...valorizar o humano ...

Com afeto,

Beth Landim

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Omã... um pedaço da Arábia...
22/01/2017 | 00h33

Tapetes estendidos para enxugar,  perto da antiga cidade de Sur, que em árabe, significa farol!

Mar, montanhas, praias, deserto, oásis, desfiladeiro. A natureza foi generosa com Omã, país do Oriente Médio, colocando em sua superfície belíssimas paisagens.

Em Omã, não existe a arquitetura mais alta do mundo nem a mesquita mais pomposa. O que há de extraordinário é a vida cotidiana. A paisagem, a história e a cultura, com seus sabores, perfumes e cores, unidos à gentileza pacífica da população, elevaram o país a um dos lugares mais amados pelo turismo exigente deste início de século. Um destino para viajar com serenidade, em que se pode investir em um futuro que não altera o passado.

Al Husn, o mais palaciano dos três hotéis da rede Shangri-La’s Barr Al Jissah Resort and Spa

Apenas três grandes edifícios saltam à vista na paisagem de Mascate, a capital do país: a Royal Opera House, a Grande Mesquita e o palácio do sultão. No mais, presencia-se uma elegância sem ostentação, em que dominam as casas baixas, rigorosamente brancas, circundadas por montanhas . Uma viagem clássica tem início nas montanhas de Hajjar, que cercam Omã, a 3 mil m de altura, e seus canyons – para dormir, o ideal é o sofisticado Sunrise Resort. Após o descanso, sugere-se uma parada na aldeia de Al Hamra, do século 16, com casas de pedra e barro ao lado de um oásis cortado por canais, antes de chegar a Nizwa, antiga capital religiosa. É nessa região que se podem admirar vilarejos circundados por palmeiras e pelos wadi, rios que permanecem secos 11 meses ao ano e dão o ar da graça na rara época das chuvas, no inverno. A partir daí, começam a surgir as dunas avermelhadas, nas quais a estrela é o Safari Desert Camp, um camping de luxo com 12 tendas ao estilo beduíno e oito bangalôs de madeira.

Foyer da Royal Opera House, em Mascate, grandioso teatro com teto realizado à mão por artesãos locais, com motivos tradicionais – apaixonado por música clássica, o sultão Qaboos bin Said deu vida a uma orquestra com 120 elementos

Oásis de Al Hamra, aldeia do séc. 16

Vida ao ar livre no Safari Desert Camp, camping luxuoso nas dunas avermelhadas do deserto de Omã

Para uma imersão no deserto puro e aberto, é possível contratar os serviços da Al Koor Tourism. Abandonadas as estradas tradicionais, inicia-se uma aventura que segue o ritmo do sol, sobre jipes Toyota, em grupos os mais diversos: arqueólogos, ornitólogos, apaixonados por caminhadas em trilhas ou simplesmente pessoas interessadas em ver as sete cores desérticas. São dois os momentos inesquecíveis da viagem: a noite sob as estrelas, em tendas, e o nascer do sol na praia do Turtle Beach Resort, onde as tartarugas se aproximam para botar seus ovos. Em ambos os casos, basta ficar com a boca fechada, e o mundo nos oferece um de seus sons mais agradáveis e antigos: o silêncio!!!

Mercado coberto, em Nizwa, famoso pelas joias de prata e pelos objetos de cobre, metal e terracota

Jogos de luz e sombra na biblioteca da Grande Mesquita de Mascate

Restaurante Al Sabla, no Sifawy Boutique Hotel, em Jebel Sifah

A arquitetura imponente e em tons desérticos da antiga fortaleza da cidade de Nizwa, que um dia foi a capital religiosa de Omã

Com afeto,

Beth Landim

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Em cada quarto...
22/01/2017 | 00h33

Em cada quarto ..um vinho diferente...localizado na cidade do Porto, no norte de Portugal,um hotel  para quem é  amante do vinho: The Yeatman.

O Porto é uma região que atrai grande contingente de turistas anualmente. Os motivos são diversos: a beleza local, a riqueza histórica e tradição vinícola da cidade, considerada patrimônio cultural da humanidade.

Localizado às margens do rio Douro, o edifício tem todos os quartos com vista para o centro histórico da cidade. Mantendo-se fiel à tradição estabelecida por exportadores britânicos de vinho que vinham morar no Porto com suas famílias, o objetivo do hotel é mesclar o melhor da cultura  e a hospitalidade portuguesa com um toque britânico de conforto charmoso  e discreto.

Vale a pena ver todas as fotos...

Além de uma coleção notável de vinhos portugueses, o hotel tem parceria com vários produtores nacionais. Estes participam de degustações e seminários promovidos pelo The Yeatman. O toque dos colaboradores vai além da bebida e chega ao décor: algumas acomodações contam com intervenções dos vinicultores na forma de quadros e objetos que ilustram um pouco da história de cada vinícola.

Além das atividades proporcionadas pelo hotel, também são organizadas visitas às principais vinícolas da região. O espírito do The Yeatman de promover a cultura e os prazeres do vinho permeia até os lugares mais improváveis – por exemplo, o spa do hotel usa produtos e terapias baseados em extratos da vinha. Com seus 82 cômodos, o The Yeatman é mais do que um lugar para se hospedar – é uma experiência única para qualquer enófilo.

A cama dentro de um enorme barril ...

Um charme ...

Vinho e lareira ....combinação perfeita  ...

Uma vista ...um vinho...duas cadeiras...

Biblioteca... um lugar que nos leva a outros tantos lugares...

Para relaxar...

O céu como cenário...para namorar...tudo de bom ....

Com Afeto,

Beth Landim

 

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Elizabeth Landim

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