Fazendo a diferença...
22/01/2017 | 00h36

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=_oWkoyxIe1M[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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E vais outoneando sozinha?...
22/01/2017 | 00h36

"Na medida do possível. Anda tudo muito desorganizado, e, como deves notar, trago comigo um resto de verão, uma antecipação de primavera e mesmo, se reparares bem neste ventinho que me fustiga pela madrugada, uma suspeita de inverno.

Repara que o outono é mais estação da alma que da natureza.

...Quero apenas que te outonizes com paciência e doçura. O dardo de luz fere menos, a chuva dá às frutas seu definitivo sabor. As folhas caem, é certo, mas há alguma coisa de gracioso em tudo isso: parábolas, ritmos, tons suaves...

Outoniza-te com dignidade!"

Carlos Drummond de Andrade

E com total liberdade para viver intensamente...

Com afeto,

Beth Landim

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Pó de Café, Cenoura, Ovos e Conchas...
22/01/2017 | 00h36

Duas histórias e uma reflexão...

Conta-nos uma história que uma filha se queixou a seu pai sobre sua vida e de como as coisas estavam difíceis para ela. Ela já não sabia mais o que fazer e queria desistir. Estava cansada de lutar e combater. Parecia que assim que um problema estava resolvido um outro surgia. Seu pai, um “chef”, levou-a até a cozinha dele. Encheu três panelas com água e colocou cada uma delas em fogo alto. Logo as panelas começaram a ferver. Numa ele colocou cenouras, noutra colocou ovos e, na última, pó de café. Deixou que tudo fervesse, sem dizer uma palavra. A filha deu um suspiro e esperou impacientemente, imaginando o que ele estaria fazendo. Cerca de vinte minutos depois, ele apagou as bocas de gás. Pescou as cenouras e colocou-as numa tigela. Retirou os ovos e colocou-os em outra tigela. Então pegou o café com uma concha e colocou-o numa xícara. Virando-se para ela, perguntou: – Querida, o que você está vendo? – Cenouras, ovos e café - ela respondeu. Ele a trouxe para mais perto e pediu-lhe para experimentar as cenouras. Ela obedeceu e notou que as cenouras estavam macias. Então, pediu-lhe que pegasse um ovo e o quebrasse. Ela obedeceu e depois de retirar a casca verificou que o ovo endurecera com a fervura. Finalmente, ele lhe pediu que tomasse um gole do café. Ela sorriu ao provar seu aroma delicioso.

Ela perguntou humildemente: – O que isto significa, pai? Ele explicou que cada um deles havia enfrentado a mesma adversidade, água fervendo, mas que cada um reagira de maneira diferente. A cenoura entrara forte, firme e inflexível. Mas depois de ter sido submetida à água fervendo, ela amolecera e se tornara frágil. Os ovos eram frágeis. Sua casca fina havia protegido o líquido interior. Mas depois de terem sido colocados na água fervendo, seu interior se tornou mais rijo. O pó de café, contudo, era incomparável. Depois que fora colocado na água fervente, ele havia mudado a água. – Qual deles é você? - ele perguntou à sua filha.

Quando a adversidade bate à sua porta, como você responde? Você é uma cenoura, um ovo ou um pó de café? Não existe melhor ensino do que a adversidade.

Em uma cidade perdida entre a exuberância da mata e o escarpado da serra. Uma cidade do interior como muitas outras. Na única escola havia uma só classe de alunos e uma única professora. As crianças, de variadas idades, eram amadas por ela e com carinho acolhidas todos os dias para as horas de ensino. Para aquela mestra, cada menino e menina era uma criatura especial. Quando chegou o dia do professor os alunos desejavam lhe dizer que também a amavam muito e lhe levaram presentes. Agitadas, cada uma delas desejava entregar antes a sua dádiva. Os filhos do dono da chácara próxima, trouxeram uma cesta de frutos. Cada um mais bonito e cheiroso que o outro. Os filhos do dono da granja trouxeram uma boa quantidade de ovos. A filha da cozinheira do restaurante trouxe um bonito bolo de cenoura, com cobertura de chocolate. Os três irmãos que viviam na fazenda lhe trouxeram um pequeno animal, um cabritinho. A cada um, emocionada, ela abraçava e agradecia.

Por fim, o menino-índio, o único índio na escola, lhe deu uma concha. Ela ficou encantada com a beleza da concha e, recordando seus próprios tempos de infância, colocou-a no ouvido para escutar o barulho do mar. Ficou embevecida. Pela sua mente passaram as cenas dos dias em que, criança, brincava na areia, molhava os pés nas ondas que morriam na praia, fazia castelos e fortalezas. Quando foi abraçar o menino, reparou que suas pernas e pés estavam empoeiradas, que a unha do dedão estava quebrada e que seu short estava sujo. A camisa estava molhada de suor. Braços e mãos estavam imundos. Em seu rostinho suado os olhos faiscavam de alegria, percebendo o encanto da professora com a concha.  Foi no confronto com esses olhos que ela se deu conta de que a praia mais próxima estava a três horas de caminhada. Considerando a volta, isso significava seis horas de caminhada ininterrupta.

E perguntou ao menino: - Mas você foi buscar essa concha para mim tão longe?

Sorrindo ainda, ele respondeu: - A caminhada faz parte do presente...

O amor é a única coisa que cresce à medida que se reparte. Então, sempre estamos no caminho... É o caminhar que nos edifica, e não o fim do caminho... As pedras e as adversidades sempre as encontraremos, porém a forma de responder, é que fará a diferença. E quando enfrentamos nossos desafios com amor, afeto, generosidade, gentileza e sinceridade, com certeza, no meio das pedras nascem flores, e o perfume das flores chama os pássaros, e assim vamos colorindo e suavizando os desafios que a vida nos impõe. Todos nós queremos a felicidade sem dor, mas não se pode ter um arco-íris sem chuva... Portanto, vivamos intensamente nosso caminho e os nossos desafios... Sem esquecer de permear a nossa vida como no exemplo da água fervente para o café que nos remete a enfrentar os desafios com esperança, alegria, fé e a vontade de saborear intensamente a vida...

Com afeto,

Beth Landim

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Toda forma de amor vale a pena...
22/01/2017 | 00h36

Amar, sempre a melhor escolha... não importa como, onde, quem, sem culpa...

Quando uma mãe chimpanzé que vivia num zoológico morreu, um dos funcionários  levou o chimpanzé bebê para casa a fim de cuidar dele. Nunca pensou que sua cadela, que tinha  dado à luz recentemente, iria adotar o chimpanzé e adotá-lo como um de seus filhotes...
A julgar pelo seu olhar, às vezes, ela fica meio confusa a respeito de como esta descendência em particular tem mãos para pegá-la. (rs)
É um retrato de amor incondicional. Algo para pensar!...
Veja as fotos abaixo...

Com afeto,

Beth Landim

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HOJE: Cinema no Muro!!!
22/01/2017 | 00h36

A clínica Nômade do ISECENSA que trabalha há um ano com os dependentes de crak que vivem nas ruas, num trabalho inédito em Campos, cujo consultório é nas ruas e praças, comemorará  um ano de  trabalho com os pacientes, com um CINEMA NO MURO, hoje.

A inserção destas pessoas para o tratamento de sua dependência é o objetivo maior dos alunos de Psicologia do ISECENSA.

Este é o verdadeiro sentido da Universidade... trabalhar universalmente para  a humanidade...

Coordenados pela professora Dra. Patrícia Constantino e pelo coordenador de psicologia Dr. Paulo Arthur Buchvitz,

estaremos todos hoje, professores, alunos e direção com mais esta atividade...

CINEMA NO MURO ...

Com Afeto,

Beth Landim

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O pior cego é aquele que não quer ver...
22/01/2017 | 00h36

Um dia, cerca de dois séculos atrás, um menino estava na oficina do pai, na cidade de Coupvray, perto de Paris. Louis Braille tinha apenas três anos e gostava de ver o pai fazer selas e arreios. Quando crescesse, queria ser igual ao pai.

O Sr. Braille trabalhava com afinco, cortando o couro com mão segura e olhar crítico. Levou uma peça de couro à luz e examinou com atenção para saber que faca usar. Largando a peça, atravessou a oficina para pegar a ferramenta adequada. O pequeno Louis foi à mesa de trabalho, pegou a sovela e começou a bater numa tira de couro. Batia com força, tentando furar o couro duro, e seus dedinhos não tiveram firmeza para segurar a sovela.

O instrumento pontudo escapou-lhe da mão e atingiu o olho esquerdo. O Sr. Braille ouviu o grito e correu para o menino, mas era tarde demais. O mal estava feito. Horrorizados, os pais correram ao médico, na esperança de salvar a vista da criança, mas o ferimento era muito grave. A tragédia se completou quando a infecção atingiu o outro olho. Em pouco tempo, o menino não enxergava mais. As coisas eram diferentes na cidade de Couvpray, onde todos cuidavam do pequeno Louis.

Ao ouvirem a batida da bengalinha, interrompiam o que estavam fazendo para ajudá-lo a se locomover pela cidade. Aprendeu a ajudar o pai na oficina, trazendo ferramentas e peças de couro. Ia à escola com os amigos e todos se admiravam da facilidade com que aprendia e memorizava as lições, mas na verdade não estava feliz com os estudos, pois queria ler e escrever. Um dia o professor falou com Louis sobre uma escola com livros especiais para cegos em Paris. Louis mal pôde acreditar.

Quando tinha dez anos viajou com o pai para Paris e se matriculou no Instituto Nacional para Crianças Cegas. Logo ao chegar, levou aos professores a questão que ardiam em sua mente. Soube que a escola experimentava novas maneiras de ensinar os cegos a ler. O fundador tinha mandado imprimir livros com letras grandes em relevo. Os estudantes cegos sentiam pelo tato as formas das letras e aprendiam as palavras e frases. Louis logo descobriu as limitações do método. As letras eram grandes demais, os livros muito pesados, o processo de passar os dedos sobre as letras era demorado e a leitura tomava muito tempo.

Museu do Braile em Coupvray

Em pouco tempo Louis tinha lido toda a biblioteca. Apesar da decepção com a lerdeza do método, Louis estudava muito. Adorava música, e tornou-se ótimo estudante de piano e violoncelo. Ele queria  insistentemente aprender a ler e escrever. Foi então que ouviu falar de um capitão do exército, chamado Charles Barbier, que havia desenvolvido um método para ler mensagens no escuro. Viu imediatamente as possibilidades dessa idéia. Se um soldado podia ler e escrever no escuro, os cegos também podiam. Procurou o capitão Barbier, que demonstrou o sistema com a maior boa vontade. Fez uma série de furinhos em uma folha de papel, com um furador. Virado a folha, mostrou os pequenos relevos dos furinhos no outro lado do papel e explicou como as combinações de pontos e traços formavam palavras e frases. Louis voltou ao instituto e começou a trabalhar.

Noite após noite, mês após mês, trabalhou no sistema de Barbier, fazendo adaptações e aperfeiçoamentos. Sabia que a idéia era fundamental, mas o código de traços e pontos precisava ser mais trabalhado para ter real utilidade para os cegos. Os diretores do instituto não aprovaram a tentativa de mudança. Tinham gastado uma pequena fortuna na impressão dos livros com letras em relevo e não viam motivo para trocar por um sistema baseado em pontinhos. Não aprovavam os esforços de Louis. Quando fez dezessete anos, Louis tornou-se professor do instituto. De dia ensinava a ler pelo método de letras grandes, e à noite continuava a aperfeiçoar o novo sistema. À exceção da música, dedicava todas as horas livres à pesquisa, confiante no sucesso.

Em 1829, aos vinte anos de idade, Louis chegou a um alfabeto legível com combinações variadas de um a seis pontos. O método Braille estava pronto. Louis começou a copiar livros e logo mais e mais cegos tomavam conhecimento do método. Louis começou a receber cartas de todas as partes do mundo pedindo informações sobre a invenção. No entanto, infelizmente, muitos não reconheciam a importância do sistema de Braille. Mas ele continuava a aprimorar e a divulgar incessantemente a sua invenção. Ao fim de tantos dias e noites de trabalho incessante, sua saúde começou a dar sinais de fraqueza, e ele temia que a chance de os cegos aprenderem a escrever pelo seu método morresse com ele, entretanto, a ideia terminou por encontrar aceitação.

No fim da vida de Louis diversas cidades da Europa já reconheciam a importância do método Braille e cada vez maior número de cegos adotava os pontinhos em relevo. Era a luz que despontava. Semanas antes de morrer, no leito do hospital, Louis disse a um amigo: “– Oh, mistério insondável dos corações humanos! Tenho certeza de que minha missão na terra terminou”. Morreu em 1852, dois dias depois de completar quarenta e três anos. Nos anos seguintes à morte de Braille, o método se espalhou pelo mundo e finalmente se tornou aceito como o método oficial da leitura e escrita para os cegos. Graças a um menino que dedicou sua vida a enriquecer a vida do próximo, os livros puderam fazer parte do universo dos cegos.

O pior cego é aquele que não quer ver.

Com afeto,

Beth Landim

 
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SIMPLES, SIMPLES, UM LUXO!
22/01/2017 | 00h35

Sofisticação nem sempre é sinônimo de peças caras...

O charme e o bom gosto ,é que são um luxo sempre...

Não quer usar velas? Eis uma alternativa vapt-vupt para um efeito luminoso no jantar: espalhe um cordão de luzinhas com bolas ao longo da mesa. A ideia funciona melhor se o móvel estiver próximo a uma parede com tomada.

Ela continua com a mesma função: guardar objetos.  Só mudou de posição. Na vertical, a gaveta pode virar um ótimo armarinho para temperos. E, com o fundo forrado de papel ou tecido estampado, ainda incrementa a decoração da cozinha.

Quer passarinhos no jardim? Ofereça uma xícara de grãos e sementes para eles. Este comedouro diferente foi feito pela artista plástica Cláudia Regina, do ateliê La Calle Florida. O pires foi fixado com cola de porcelana.

Jazz ao fundo e taça na mão: a pedida aqui é dar um ar da década de 20 ao brinde. Taças antigas misturadas (que jogo de cristal atravessa mais de uma geração sem baixas?) , como ramos de lavanda e alecrim, garantem o clima..uso sempre para tomar Martini branco, que eu adoro...

Anfitrião prevenido sempre tem velas de réchaud na manga. Um jeito fácil de dar roupagem de festa para essas pecinhas curingas é envolver o suporte de metal com uma tira de renda adesiva ou colada com fita dupla face.

Não precisa quebrar a cabeça com combinações de cores. Às vezes, o melhor a fazer é apostar todas as fichas numa única escolha: garrafas verdes com folhagens idem, como renda-portuguesa e melindro, formam um arranjo elegante.

Troque o queijo e a cebola por pequenas velas e dê um novo uso para os raladores. Os furos e furinhos desses utensílios de cozinha são perfeitos para criar um efeito aconchegante na iluminação.

Volta e meia algum convidado precisa da internet e pede a senha do wi-fi da casa. E quem é que consegue se lembrar de tanto número e letra nessa vida? Medida simples e simpática: deixe a combinação visível emoldurada por um belo porta-retrato.

Depois das festas de final de ano, as luzinhas de Natal voltam para a caixa e ficam lá pelos próximos 11 meses, certo? Não necessariamente. Você pode colocar os cordões para brilhar em muitas outras noites, dentro de luminárias de ferro... luzes de natal sempre dão um clima gostoso e aconchegante...

Um dos jeitos mais certeiros de injetar charme na decoração é investir naquele detalhe que parece estar ali, meio por acaso, mas na verdade foi todinho pensado. Como esse arranjo num jarro de água, colocado informalmente sobre uma cadeira.

Discreto e com a vantagem de aguentar dias sem murchar, o musgo é ótimo para fazer arranjos. Nesta criação da designer Cláudia Regina, da La Calle Florida, ele aninha castiçais numa caixa. Para acomodar as velas, ela usou taças e bowls antigos.

Vista por outro ângulo, uma moldura antiga vira uma bandeja única. Quanto mais rococó for a peça, melhor...

Ganchos e argolas para panos de prato não faltam por aí. Difícil é achar um que combine direitinho com a sua cozinha. Se não há nada no mercado que abale seu coração, faça seu próprio suporte usando diferentes puxadores de gaveta.

Parece mágica: basta emborcar a taça e ela vira um criativo e exclusivo castiçal. Você personaliza a base com a flor artificial de sua preferência. O objeto de decoração improvisado vai fazer o maior sucesso.

Certos pratinhos são tão lindos que é um desperdício só entrarem em cena na hora do chá ou do cafezinho. Quer outra oportunidade para exibir seus pires de luxo (ou dar um novo emprego para os parceiros de xícaras quebradas)? Use como porta velas...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Madri chora...
22/01/2017 | 00h35

Diretamente de Madri posto estas fotos deste momento de dor do povo madrilenho.

O ex-presidente do governo da Espanha Adolfo Suárez, de 81 anos, político chave na transição à democracia após a era Franco, morreu neste domingo, dia 23 de março em Madri. Ele estava internado em um hospital da capital desde o dia 17 com problema respiratório.

Nascido em setembro de 1932 em Cebreros, na região central da Espanha, Adolfo Suárez é considerado um político com um papel decisivo na transição espanhola da ditadura à democracia.

Durante seu governo foram aprovadas leis que reconheciam liberdades e foram legalizados os partidos políticos.

Suárez continuou na política como deputado, mas deixou a carreira pública no começo dos anos 90.

O silêncio somente era quebrado pelas palmas e pelos tiros de fuzil.

Madri parou em homenagem ao primeiro presidente democrata.

Depois da Marcha pela Dignidade realizada no sábado, o povo espanhol volta as ruas...

Filas de mais de 5 km para ver o funeral.

Pelas ruas da cidade seguia o funeral com desfile do exército, caixão puxado por carruagem de cavalos e cortejo fúnebre formado pela família e políticos.

Com afeto,

Beth Landim

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A Delicadeza do Tempo...
22/01/2017 | 00h35

Você já se deu conta do quanto nos deixa felizes e renovados fazer algo que nos leva a esquecer do tempo? Para viver em harmonia, precisamos ser orientados pelo tempo interior, que está naturalmente conectado com os ciclos do tempo exterior: o dia e a noite e as quatro estações do ano. No entanto, estamos tão condicionados à necessidade de cumprir as expectativas do tempo imposto pelo relógio, que não nos permitimos mais ser “naturais”, tornamo-nos mecanizados pela pressão do tempo, que exige, de nós, cada vez mais tempo.

O tempo é o adubo do amadurecimento. Forçar o tempo é impossível. Jamais podemos abrir mão da coerência entre o que sentimos e fazemos. Nossas ações devem brilhar de acordo com nossas palavras. Se nos sentimos coerentes em nosso caminho, estamos mantendo clareza de nossos propósitos.

A incoerência surge quando a distância entre o que sentimos dentro de nós e o que vivemos fora de nós torna-se grande demais. Quando perdemos a sintonia entre nossos mundos, interno e externo, sentimo-nos derrotados.

A sensação de estar “perdendo tempo” com alguma coisa, seja no trabalho ou num relacionamento, é um alerta de que estamos nos distanciando de nosso propósito espiritual: o uso significativo do tempo. A questão é que estaremos sempre insatisfeitos enquanto vivemos apenas para satisfazer as expectativas externas que surgem em cada momento da vida. Isto é, usar o tempo apenas para sermos pessoas cada vez mais eficientes não garante nossa felicidade. Para sentirmos felizes, é preciso mais que eficiência. É preciso sentir que estamos crescendo interiormente.

Mas quem já não escutou o “tic-tac” da ansiedade soar em seu interior quando está sob o peso do tempo do relógio?

Nas situações que não podemos mudar, devemos nos esforçar para reavaliar nossas reações internas, pois o tempo interior é tão vasto quanto o espaço infinito. Ele chama-se kairos.

O tempo que é cronológico, linear e, em seqüência, dita o ritmo de nossas vidas, chama-se cronos. A palavra kairos, em grego, significa o momento certo, o aspecto qualitativo do tempo. Sua correspondente em latim, momentum, refere-se ao instante, ocasião ou movimento, que deixa uma impressão forte e única por toda a vida.

Por isso, kairos refere-se a uma experiência temporal na qual percebemos o momento oportuno para determinada ação: saber a hora certa de estar no lugar certo. Sempre que agimos sob o tempo kairos, as coisas costumam se acertar. Por exemplo, quando estamos quase desistindo de algo e resolvemos “dar um tempo” para aliviar a pressão, repentinamente, surgem as pessoas certas que nos ajudam com soluções reais e práticas.

Agir no tempo regido por kairos é simular a um ato mágico!

Kairos é o tempo oportuno, livre do peso de cargas passadas e sem ansiedade de anteceder o futuro. Ele se manifesta no presente, instante após instante.

Quando vivemos no tempo kairos, aumentam as oportunidades em nossa vida. Basta pensar como surgiram nossas melhores chances e percebemos que nessas ocasiões estávamos, de certa forma, desprogramados das exigências do tempo cronológico.

Para os gregos, cronos representava o tempo que falta para a morte, em tempo que se consome a si mesmo. Por isso, seu oposto é kairos: momentos afortunados que transcendem as limitações impostas pelo medo da morte!

Portanto, para vivermos sob a regência de kairos, precisamos ir além das convenções mundanas: saber seguir cada momento, de acordo com a sintonia de nossas necessidades interiores. Isto não quer dizer que podemos fazer o que quisermos na hora que bem entendermos, mas sim que devemos estar atentos para não deixar que os comandos exteriores ultrapassem os interiores.

Já que a pressão externa é cada vez maior, temos que desenvolver cada vez mais a paz interna. Na maioria das vezes, não encontramos soluções indiretas para as situações externas, então, podemos contar apenas com nossa condição interna. Paz interior é a melhor forma de proteção contra desafios externos. Além de ficarmos mais leves, nos tornamos bonitos também!

A eternidade é tornar os momentos inesquecíveis... portanto sejamos intensos e inteiros em nossas atitudes e relações.

Uma boa e feliz semana para todos!

Com afeto,

Beth Landim

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Praia de Fernando de Noronha é eleita a mais bonita do mundo
22/01/2017 | 00h35

Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), levou o primeiro lugar na pesquisa divulgada anualmente pelo site de viagens TripAdvisor, como a praia mais bonita do mundo...

Estive em Fernando de Noronha e tive oportunidade de conhecer e mergulhar na Baía do Sancho... Realmente lindíssima... Para se chegar a baía, só temos duas formas, nadando  ou de barco. No meu caso fomos nadando cerca de 5Km até chegar em terra firme.

Para voltar e sair da baía  existe uma escada de 250 degraus, incrustada  no morro somente para sair... fizemos esta opção...

Todo este  esforço vale  pela beleza do local...

Realmente indescritível...

1°- Baía do Sancho, Fernando de Noronha, PE

2°- Grace Bay, Turks & Caicos

3°- Flamenco, Porto Rico

4°- Isola del Conigli, Sicília, Itália

5°- Whiteheaven Beach, Austrália

6°- Playa de Ses Illetes. Formentera, Espanha

7°- Anse Lazio, Seychelles

8°- Lanikai Beach, Havaí, EUA

9°- Rhossilli Bay, Reino Unido

10°- Playa Norte, Isla Mujeres, México

11°- Paraiso Beach, Cayo Largo, Cuba

12°- Praia dos Carneiros, Tamandaré, PE

13°- Lopes Mendes, Ilha Grande, RJ

14°- The Baths, Ilhas Virgens

15°- Playa de las Catedrales, Espanha

Com afeto,

Beth Landim

 

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Elizabeth Landim

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