Muros e pontes...
22/01/2017 | 00h36

“Há muros que só a paciência derruba...

... E há pontes que só o carinho constrói.”

Que possamos alimentar em nós, assim como Cora Coralina tão bem nos diz, o carinho e a paciência em nossas vidas...

Saibamos aproveitar o nosso tempo com sabedoria, vivenciando cada dia como se único fosse em nosso caminhar, compreendendo os que nos cercam e sentindo tudo de bom que recebemos como bênçãos divinas!

Com afeto,

Beth Landim

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SAKURA... As lindas flores de cerejeira no Japão...
22/01/2017 | 00h36

A Flor de Cerejeira significa a beleza feminina e simboliza o amor, a felicidade, a renovação e a esperança. É uma flor de origem asiática, conhecida como “Sakura”, a flor nacional do Japão, onde estão documentadas mais de 300 variedades de cerejeiras.

O início da floração das cerejeiras marca o fim do inverno e a chegada da primavera. São aguardadas com ansiedade pelos japoneses, que organizam em todo o país diversas festividades em torno do “Hanami” (ato de contemplação das cerejeiras em flor que deixam a paisagem deslumbrante).

Uma lenda conta que a palavra "Sakura" surgiu com a princesa Konohana Sakuya Hime, que caiu do céu perto do Monte Fuji, tendo se transformado nessa bonita flor. Também existe uma crença que o cultivo de arroz poderá ter originado a palavra, tendo em conta que "Kura" era o depósito onde esse alimento (visto por muitos japoneses como uma oferta divina) era guardado.

Os samurais, os guerreiros japoneses, eram grandes apreciadores da flor de cerejeira. Desde aqueles tempos, passou a estar associada à efemeridade da existência humana e ao lema dos samurais: viver o presente sem medo. Assim, a flor de cerejeira está também associada ao código do samurai, o Bushido.

A cerejeira fica pouco tempo florida, por isso suas flores representam a fragilidade da vida, cuja maior lição é aproveitar intensamente cada momento, pois o tempo passa rápido e a vida é curta.

A popular tatuagem da flor de cerejeira é uma alusão à fugacidade da vida e que por isso temos que apreciá-la e aproveitar cada momento ao máximo, lembrando que assim como a flor da cerejeira é levada pelo vento em pouco tempo, a nossa vida também pode terminar abruptamente. Esta forma de viver era muito característica dos samurais.

É uma flor muito desenhada no “Moku Hanga”, uma arte japonesa tradicional semelhante à xilogravura, em que a madeira serve de matriz para impressão de gravuras e estampas japonesas. A flor de cerejeira também é muito popular na arte tradicional japonesa do origami, que através de dobras específicas em papel, cria objetos e animais. Uma flor de cerejeira em origami representa uma junção de dois aspectos fundamentais da cultura japonesa.

Com afeto,

Beth Landim

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Tempo de Recomeçar...
22/01/2017 | 00h36

A origem da comemoração da Páscoa remonta muitos séculos atrás. O termo “Páscoa” tem origem religiosa que vem do latim Pascae. Na Grécia Antiga, este termo também é encontrado como Paska, porém sua origem mais remota é entre os hebreus, onde aparece o termo Pesach ou Peseach, cujo significado é passagem. A celebração da Páscoa retrata muitos momentos, mas dois momentos merecem ser analisados: a morte e a ressurreição. Eles nos levam a refletir sobre os desafios que a vida nos impõe, pois temos duas opções: focalizar a morte ou nos alegrar com a ressurreição.  Certamente somos conscientes da celebração da ressurreição de Jesus, mas não sabemos se todos sentem esse milagre acontecer em suas vidas. Percebe-se que muitos continuam diante do Jesus crucificado. Pois, apesar da mensagem da ressurreição, muitos continuam, por causa dos mais diversos problemas e dificuldades, sem razão para viver. As tensões, as angústias, as depressões, a violência, a doença, as mudanças e tantas outras dores e contratempos transformam a vida, de muitos, numa eterna crucificação, num eterno muro de lamentações! Lamentar-se, entristecer-se é focalizar a morte. Todavia, é essencial transformar esse sentimento de morte em vida, em ressurreição. Creio que é possível transformar o sofrimento em uma vida plena de sentido. Cheia de realizações. A diferença está em administrar os sofrimentos no interior e acreditar que, a partir dele, algo de muito melhor irá acontecer.

Para ilustrar essa concepção há um exemplo de como o sofrimento se transforma em uma vida plena de sentido: “Um corpo estranho penetra na concha, ferindo-a. A areia áspera machuca sua carne. A concha sofre. A concha tenta expelir o intruso e fracassa. O grão de areia fixou-se. A dor não pode ser eliminada. Então o animal, a partir do âmago da sua natureza, busca a força para transformar o sofrimento em triunfo. Do sofrimento e da aflição, da seiva de suas lágrimas, surge, em longos processos de crescimento interior, a PÉROLA. Um objeto tão precioso e admirado!” Assim surge a pergunta: como transformar o sofrimento em uma pérola? Existe, dentro de nós, um âmago chamado Jesus. Um Deus que venceu a morte e fez ressurgir a vida. E é esse Deus que nos dá a força para transformar o sofrimento em uma vida plena de sentido. Transformar o sofrimento significa mudar. Entendo que amar consiste em amar o todo, respeitando as diferenças. Amar significa respeitar e tolerar sentimentos ambivalentes, frustrações... Saber transformar o sofrimento em uma vida plena de sentido significa deixar alguém te amar, deixar alguém te cuidar, deixar alguém te proteger. Temos a obrigação de fazer ressurgir o belo, bonito e maravilhoso que existe dentro de cada um de nós. E quem se sente amado por Deus encontra a força para transformar sofrimento em pérola. Há um provérbio que diz: "Não podemos evitar que os pássaros da preocupação e da aflição sobrevoem nossas cabeças, porém podemos impedir que façam ninhos em nossos corações".

Portanto, não podemos ficar estagnados na sexta-feira da paixão, mas devemos lembrar que Jesus vive para que possamos viver. Ressurreição quer dizer levantar-se sempre de novo, trilhando novos caminhos. Somos protagonistas de nossa vida e não espectadores. E, como ela é feita de instantes, não pode nem deve ser medida em anos ou meses, mas em minutos e segundos. Celebrar a Páscoa deve ser momento de reflexão, mas também de profunda alegria! Vamos vivenciar com renovada alegria a experiência de Maria Madalena e dos apóstolos que foram ao sepulcro, e ouviram com emoção: “Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, mas ressuscitou!” (Lc 24,5-6). A Páscoa é uma das celebrações mais importantes da humanidade, pois ela revela que temos um Deus apaixonado por nós, que partilhou conosco o seu bem mais precioso, seu filho muito amado! A cruz não faz vencidos nem vencedores... Faz-nos IRMÃOS... Podemos escolher ser o Judas que traiu, ser Pedro que negou, ou ser Verônica que enxugou o rosto de Jesus... A escolha é sempre nossa... Esse é o milagre da vida! Desejo um Jesus Vivo em todos os nossos atos num coração misericordioso, cordes significa (coração), olhar para o outro com o coração... E então teremos um mundo melhor... Uma Páscoa de paz e de reflexão para todos nós... Jesus está vivo entre nós! Deixemos então que a Páscoa aconteça em nossos corações, pois é o momento de sair do lugar, da rotina... de transformar... de trocar uma vida gasta e empoeirada por um modo novo de ser e de viver... é ajudar mais gente a ser gente, é viver em constante libertação, é crer na vida que vence a morte. Páscoa é renascimento, é recomeço, é uma nova chance para melhorar as coisas que não gostamos em nós e sermos mais felizes! Uma boa e Feliz Páscoa!

Com afeto,

Beth Landim

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Tão simples... e às vezes não entendemos...
22/01/2017 | 00h36

Essa é uma história real... que nos diz tanto...

mas que muitas vezes não temos sensibilidade para interiorizá-la  ...

e nos fazer pessoas melhores...

vale a pena assistir o vídeo até o final... ele não é infantil...

Apenas é contado por crianças,

que sempre possuem a pureza para enxergar as coisas com a simplicidade que a vida nos pede....

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=oDBERY6u8xM[/youtube]

Com afeto,

Beth Landim

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Peregrino de Almas...
22/01/2017 | 00h36

“Um dia lá no Oriente de onde tudo começa, partiu meu povo contente, caminhando sem ter pressa. Quando partiu? Ninguém sabe. Por que partiu? Ninguém diz. Partiu quando deu vontade. Por que partiu? Porque quis. Então aqui aparecemos, sem nunca saber quem fomos. Nosso passado esquecemos, só interessa o que somos. O ontem sempre é passado, o amanhã sempre é futuro, vivemos despreocupados, o hoje que é mais seguro. Dizer que pátria não temos é uma grande insensatez. A nossa pátria sabemos, é maior que a de vocês. Sua pátria é um país somente, a nossa é toda esta terra, que Deus nos deu de presente, por nunca fazermos guerra. Somos um povo que canta, feliz por saber viver. O por do sol nos encanta, amamos o amanhecer. E assim, sempre de partida, ora no campo ou cidade, amamos a nossa vida, somos reis da Liberdade!”

Poesia A Romá do cigano Zurka Sbano que chegou ao Brasil entre o final do século XIX e começo do século XX. Ele registrou com precisão e riqueza de detalhes, manuscrito a lápis, a rica, pulsante e viva tradição oral Zurka. Os ciganos representam o estrangeiro por excelência. A definição internacional defendida pela ONU - Organização das Nações Unidas - os coloca como um povo de origem única, disperso por vontade própria por entre as nações. Auto denominam-se Rom, Sinti, Manouche, Calon. Optam pelo título de cidadãos do mundo, com o carimbo no passaporte até poucas décadas, registrando em muitos países, apenas: estrangeiro. Para a cultura ocidental estes eternos estrangeiros, nômades apátridas por opção, errantes por toda a Terra, são e estão à parte. A rejeição quase que institucionalizada do diferente é característica das sociedades hegemônicas majoritárias. O anonimato, o distanciamento, a presença invisível em relação aos gadjé, é um eficiente mecanismo de defesa que propicia os mistérios ciganos, garantindo privacidade e inacessibilidade. Porém o mesmo anonimato que os protege, pode ameaçar. O desconhecimento é uma das grandes fontes do preconceito. A palavra cigano é muito forte. As pessoas têm preconceito sem ao menos  conhecer a cultura cigana. Fazer-se conhecer por si mesmo como um povo, uma etnia, com cultura e costumes próprios, e ao mesmo tempo ver assegurado o genuíno direito à soberania de seus traços próprios e peculiares, preservando o que lhes pareça essencial, transitar por entre as muitas fronteiras e mistérios do ser... e permanecer.

Todo povo é  em parte o que os nossos ancestrais nos delegaram...

Falando nos ciganos me remeto ao nosso querido Padre Murialdo e transcrevo um trecho da reportagem do Jornal do Brasil de 05/05/1991...

Três seminaristas gaúchos, de 22 a 24 anos, fizeram opção pelos marginalizados, trocaram o conforto de um seminário em Porto Alegre pela dureza de um acampamento de barracas de lona em São Paulo, à margem do poluído rio Tietê, onde estudam, rezam e trabalham sob a direção de Renato Rosso, um padre italiano. Murialdo Gasparetti, Jorge Pierozan e Reni Zanotto chegaram à capital paulista (a pouco tempo…). Sujos, às vezes cheirando mal, eles deixam o acampamento bem cedo para, de ônibus ou a pé, chegarem às 8 horas no Instituto Teológico Pio XIX, no alto da Lapa, a sete quilômetros de distância.  A Comunidade de Nômades Charles de Foucauld, nome que deram ao seminário de lona, começou a funcionar este ano e é a primeira iniciativa desse tipo no Brasil…Ali estão acampadas 30 famílias, com 102 adultos e 46 crianças. Moram em barracas de lona e trailers, sob as ordens do capitão Zurka Sbano, de 69 anos, neto de ciganos do sul da Itália, que abandonou o picadeiro e viagens para fixar sua tenda num terreno baldio. É sob o abrigo da barraca do capitão Zurka Sbano que o padre Renato celebra a missa comunitária, a cada quinzena, sempre às terças-feiras. O visual cigano afasta as pessoas, muitas não acreditam que os rapazes vão mesmo ser padres. A reação começou pela família. Os parentes escrevem para a gente desistir dessa vida, conta Murialdo falando pelos companheiros. Nas ruas de São Paulo, eles são obrigados a mostrar os documentos com freqüência, sempre confundidos com marginais. “No metrô, os passageiros fogem do vagão, quando a gente embarca, porque a roupa suja e o mau-cheiro os incomodam, revela... O modo de vida dos ciganos exige que a gente viva assim.”

Neste tempo de Quaresma e de conversão é tempo também de agradecer. Hoje quero agradecer a presença deste Pastor de Almas, Padre Murialdo Gasparetti, que tem sua essência marcada pela ausência de preconceito, pela escuta sempre apurada, pelo discernimento sempre em suas ações, pela alma cigana de percorrer todos os espaços como um nômade, com o único objetivo de levar a palavra de Jesus. Padre Murialdo é exemplo vivo de doação, de juventude, de sabedoria e de encontro com Deus. Neste encontro e em todos os momentos, sempre busca despertar nos jovens a fé, a vida, a justiça e o sabor de se sentir amado por Deus. Campos agradece a sua presença tão bem-vinda, como um peregrino que está sempre a caminhar olhando para os lados e acolhendo a tudo e a  todos ao longo do seu caminho.

Você, Padre Murialdo, é na essência da palavra um “Peregrino de Almas”.

Com afeto,

Beth Landim

 
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A fúria de uma tempestade marítima
22/01/2017 | 00h36

A natureza pode ser muito destrutiva, mas também muito bela. Quantas inundações não acabaram com cidades inteiras? Mas quando a força das águas termina por protagonizar lindas paisagens em um farol, em Portugal, ela é capaz de criar imagens encantadoras.

O fotógrafo búlgaro Veselin Malinov  registrou uma tempestade de água do mar no Farol de Felgueiras, na cidade do Porto. As fotos deram origem à sérieFlirting With The Elements, que mostra, inclusive, pessoas corajosas (ou loucas!) o suficiente para  andar bem próximas das gigantes paredes de água. Você teria coragem?? Assim também na vida , temos que enfrentar as tempestades , muitas vezes inesperadas....tornar belo o aprendizado...nos faz pessoas melhores ...

 

Mas não se esqueça...

Depois da tempestade vem a bonança...

Com afeto,

Beth Landim

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Uma cidade nas nuvens...
22/01/2017 | 00h36

Mark Hersch estava voltando de avião para Chicago quando viu uma cena, no mínimo, inusitada.

De um lado das nuvens, o sol brilhava forte, banhando a janela do avião com sua luz e calor. Do outro, uma pequena cidade se erguia de cabeça para baixo. Em poucos segundos, a imagem havia sido registrada pelas lentes de um iPhone.

A foto estonteante, na verdade, é uma ilusão de ótica. Graças à posição do sol no entardecer, os prédios lançaram suas sombras sobre o lago Michigan e, da posição em que Hersch se encontrava, os reflexos se encaixavam perfeitamente com as volumosas nuvens. De poeta, fotógrafo e sonhador, todo mundo tem um pouco...

Muito bom revirarmos a vida de cabeça para baixo ...Às vezes , tudo vai pro lugar...

Com afeto,

Beth Landim

 

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Fazendo pose para a câmera...
22/01/2017 | 00h36

Olá, como vão vocês

Quando a natureza resolve se exibir ...

não há quem segure..

Estes ursos  fazem poses engraçadas....pescando ou na floresta,

Eles são muito sociáveis. ...Aprecie ...

 

No bar com meus amigos

Quantos peixes no lago hoje! Tudo meu!

 

Um beijinho pra você!

 

Olá, garotas! Tudo certo por aqui?

 

Você vai ajudar ou vai ficar parado?

 

Como andam as notícias hoje?

 

Ai, que preguiça!

 

Realmente preciso cuidar mais do rosto!

 

Isso, bem aí, pode massagear neste ponto!

 

Atenção para o rebolado, meninas!

 

São muitos anos de ioga para conseguir essa posição!

 

E ai? Que horas chega o almoço?

 

Aqui eles não vão me achar!

 

Nada de fotos hoje!

 

Só uma soneca, bem rápida!

 

Pode ir, amigo!

 

Só falta a Tv

 

Linda essa vista!

 

A melhor compra deste verão!

 

Ajuda a empurrar aqui!

 

Você também matou a aula hoje?

 

Está tudo ao contrário!

 

Ser ou não ser? Eis a questão!

 

O que será que está acontecendo por aqui?

 

Ai, que vergonha!

 

Você precisa ter essa altura para pular...

Com afeto,

Beth Landim

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Vamos fugir...
22/01/2017 | 00h36

Para dar no pé ou se programar com tempo para uma escapada triunfal...

Casa Vogue selecionou refúgios para todos os gostos: praia, campo, deserto ou floresta. Em comum, um só desejo: aproveitar...

E aproveitar a companhia...

Tierra Atacama

A 2 km de San Pedro de Atacama, no Chile, o Tierra é um oásis no deserto erguido apenas com pedra, vidro e adobe. Um antigo pátio usado para o tráfego de gado foi transformado no acesso principal ao hotel, onde é possível caminhar por uma rampa de pedra.  Sem TV, os quartos têm vista estonteante para o vulcão Licancabur e décor rústico, com peças do artesanato local. No paisagismo, a vegetação nativa mescla-se à agricultura sazonal.

 

The Wild Rabbit

Impossível resistir ao charme do pacato vilarejo de Kingham, na região de Cotswolds, interior da Inglaterra. É nesse entorno rural que fica a novíssima propriedade da empresária Carole Bamford, fundadora da conhecida marca de cosméticos orgânicos Bamford e do Haybarn Spa. Misto de restaurante, pub e inn, instalado em uma construção de 1750 .  Entre as paredes originais de pedra estão grandes camas e mobiliário feito à mão. Os tons naturais e a atmosfera aconchegante também se revelam no restaurante de cozinha aberta, no balcão de charutaria e em uma sala para jantares particulares com fogão a lenha. No menu, ingredientes orgânicos e produtos de fazendeiros das redondezas.

 

L’AND Vineyards

O escritório brasileiro StudioMK27 assina o design de interiores, enquanto o projeto de arquitetura leva o nome da Promontório, deste wine resort no município de Mourão, coração do Alentejo, em Portugal. Erguido com ardósia e madeira, às margens do grande lago Alqueva e cercado por vinhas e oliveiras, o L’AND Vineyards se espalha pela paisagem em pequenos núcleos. “O denominador comum para a arquitetura é a reinterpretação das tradicionais casas em estilo mediterrâneo construídas em pátios”, explicou Kogan, que usou peças do design escandinavo na decoração. Entre as suítes, as chamadas Sky View possuem teto que se abre e uma hidromassagem aquecida no pátio – tudo para possibilitar a observação de estrelas. Adega para cursos e degustações, um restaurante da nova cozinha alentejana e o Spa Vinothérapie, da grife francesa Caudalie, completam a estrutura.

 

Anavilhanas Jungle Lodge

A 180 km de Manaus, Anavilhanas, o segundo maior arquipélago fluvial do mundo, dá nome a este refúgio imerso na selva. O acesso: por terra, em cerca de três horas. Entre as águas do rio Negro e a floresta virgem, o pequeno lodge se funde com o verde. Os 20 chalés e bangalôs - com paredes de vidro e estrutura de madeira e palha sobre palafitas - acabaram de ser redecorados com peças moldadas por artesãos locais, mas contam também com luxos modernos, com o ar-condicionado e TVs de última geração. A experiência por lá se resume a vivenciar e sentir a Amazônia. Há um cardápio de passeios, entre mergulhos com os lendários botos-cor-de-rosa, trilhas e visitas a ateliês de artesãos, e outro de delícias regionais com toques internacionais recém-reformulado pela badalada chef Débora Shornik.

Nada como dar uma fugida da normalidade...

Sair do dia a dia e mergulhar no diferente...

Então ...

Vamos  FUGIR ...

O lugar é apenas parte do contexto ...

Com afeto ,

Beth Landim

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O Mercador de Veneza... hoje no ISECENSA!
22/01/2017 | 00h36

 

O   CRA  -RJ  apresenta hoje no ISE CENSA a peça, O Mercador de Veneza ...

Após a peça, teremos um debate cultural com Wagner Siqueira do CRA-RJ .

Vale a pena conferir ....conhecimento e cultura uma via de mão dupla ....

 

Com Afeto,

Beth Landim

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Elizabeth Landim

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