18 florestas misteriosas ...
22/01/2017 | 00h48

Lugares incríveis através da lente de fotógrafos aventureiros...

 Fotógrafos e florestas (Foto: Divulgação)

As florestas e seus caminhos misteriosos têm um charme que atrai visitantes, turistas e fotógrafos do mundo todo – sendo que os últimos, às vezes, acabam se especializando em retratar esses elementos tão sedutores. Bosques, clareiras e árvores centenárias encantaram a mente humana desde sempre, tanto que se tornaram protagonistas de lendas, contos e filmes fantásticos – como A Branca de Neve,1937, até o recente Caminhos da Floresta,2014, ambos da Disney.

Imagine, então, as belezas que reservam as florestas pouco visitadas. Caminhos congelados, pântanos que parecem ter saído de thrillers de suspense, árvores antiquíssimas e bosques floridos se tornaram o foco de cliques sublimes. Kilian Schönberger, Andy Linden e Yume Cyansão alguns dos responsáveis por compartilhar imagens de lugares como esses. Usando diversas técnicas, como a longa exposição, eles se aventuraram pela República Checa, Polônia, Itália e muitos outros países em busca do clique perfeito.

Fotógrafos e florestas (Foto: Xiao Yang / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Adrian Borda / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Janek Sedlar / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Jan Bainar / Divulgação )
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Javier de La Torre / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Justin Jones / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Jan Machata / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Andy Linden / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: James Mills / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Yume Cyan / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Faberovsky / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Kilian Schönberger / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Hidenobu Suzuki / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Erica Smith / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Brit Aase / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Kiksar / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Vanja Vukadinovi? / Divulgação)
 
Fotógrafos e florestas (Foto: Leonid Litvac / Divulgação)
Que os encantos das florestas ,
nos façam mais conscientes com a natureza...
Com afeto,
Beth Landim.
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Jardins dentro de casa ...
22/01/2017 | 00h47

Plantas dentro de casa trazem frescor, vida e conforto visual...

Um aconchego ....

Jardim interno (Foto: Simon Upton/ The Interior Archiv)

Um átrio com História Lorenzo Castillo

 Exuberante pátio interno de uma casa em Madri, na Espanha, já foi local de descanso para cavalos. É que a construção data do século 17, quando foi convento e, depois, palácio da nobreza. Agora, é a morada do designer de interiores Lorenzo Castillo, que imprimiu sua marca ao espaço. “O pátio funciona como o coração da casa, pois é preciso passar por ele para adentrá-la. Como tem cobertura de vidro, montei ali um jardim interno que também é espaço de estar”, conta Lorenzo.

Editora Globo (Foto: divulgação)

Divisória natural Valéria Gontijo

As grandes áreas de estar desta casa em Brasília se dividem em diferentes ambientes. Para demarcar essa transição de espaços, a arquiteta Valéria Gontijo, autora do projeto, pediu ao paisagista Alex Hanazaki que criasse um canto verde. “Fizemos um rasgo no chão para plantar as espécies diretamente no solo e colocamos ali um jasmim-manga que, junto com a forração barba-de-serpente, dá um efeito lindo. O jardim parece brotar do piso”, diz Alex. Os grandes panos de vidro da fachada garantem que as plantas recebam luminosidade para ficarem saudáveis, e a rega é feita dia sim, dia não, de forma manual. Para que a árvore não atinja o forro, são executadas podas periódicas. O piso tem revestimento de travertino navona.

Jardim interno (Foto: divulgação)

Temperos à mão Ana Yoshida

A varanda desta morada na Granja Viana, em São Paulo,é um jardim .  Na hora de cozinhar, eles gostam de ter à disposição temperos fresquinhos, por isso a arquiteta Ana Yoshida incluiu no projeto uma horta sobre o armário de demolição projetado por ela: “A horta tem revestimento interno de aço galvanizado, e sob ela ficam gavetinhas para recolher a água”, conta Ana. Alecrim, manjericão, hortelã, tomilho, salsinha, cebolinha e pimentas crescem logo atrás da bancada de trabalho feita de concreto. Para que as plantas recebam a luminosidade necessária, a cobertura, apenas naquela área, é de vidro com esteiras de bambu.

Jardim interno (Foto: divulgação)

Relax na lage Guilherme Torres

Na reforma de sua casa em São Paulo, o arquiteto Guilherme Torres resolveu usar a laje sobre a cozinha para uma boa causa: instalou nela um canteiro de plantas e uma banheira para compor um canto de relaxamento. “Como o ambiente é todo branco ou tem revestimento de cimento polimérico, as plantas trazem cor ao espaço”, diz Guilherme. Foram plantadas apenas costelas-de-adão diretamente na terra, com 40 cm de profundidade.

Editora Globo (Foto: Sergio Israel / divulgação)

Levada tropical Dado Castelo Branco

A integração da varanda ao living neste apartamento paulistano não visava apenas agregar espaço à área social, mas também criar um ambiente em que os moradores pudessem estar em contato com a natureza. Posto isso, o arquiteto Dado Castello Branco pensou num jardim vertical junto à fachada envidraçada, para que as plantas sejam beneficiadas pela luz natural e, ao mesmo tempo, componham um cenário verde no canto de estar, que traz sofá da Casual Exteriores, mesa lateral da Érea, abajur da Ana Luiza Wawelberg e mesa de centro da Tora Brasil. Distribuídas em vasos pendurados no painel metálico – pintado de cinza, assim como a parede do fundo –, ficam as jiboias, samambaias e peperômias, espécies tipicamente tropicais e de folhagens profusas.

Jardim interno (Foto: divulgação)

À prova de adversidades Gilberto Cioni e Olegário de Sá

Neste cenário de um programa de TV, criado pelo decorador Gilberto Cioni e pelo arquiteto Olegário de Sá, quase tudo é móvel: as poltronas e os acessórios, os painéis de madeira e até o jardim vertical. Para que ele se mantenha bonito mesmo com as mudanças de lugar, foi encomendado um projeto cuidadoso à paisagista Gica Mesiara, da Quadro Vivo, que usou uma estrutura metálica de 2,50 x 3 m para apoiar os recipientes das plantas, onde ficam as muitas mudas de liríope. Juntas, as folhagens em abundância formam um fundo exuberante, que remete à mata natural. “Como ficam expostas a condições mais adversas, com arcondicionado e pouca luminosidade, colocamos as plantas em substratos especiais, com nutrientes que compensam as deficiências do local”, explica Gica.

Jardim interno (Foto: divulgação)

Painel Providencial Marcelo Rosset

Apesar de receber uma boa quantidade de calor e iluminação, a varanda deste apartamento foi fechada para se integrar ao living, como resultado da reforma projetada pelo arquitetoMarcelo Rosset. Para compor um canto verde como os moradores queriam, ele requisitou a ajuda da paisagista Claudia Diamant e juntos optaram por um jardim vertical básico, mas charmoso.

Jardim interno (Foto: Romulo Fialdini / divulgação)

De plantas e água Debora Aguiar

A sala de jantar da cobertura dúplex de um jovem casal de empresários foi integrada ao amplo terraço existente, no projeto da arquiteta Debora Aguiar. Como o ambiente recebe iluminação através do pergolado vazado de freijó coberto por painéis de vidro, foi possível instalar ali um grande jardim vertical: executado pela Quadro Vivo, ele se compõe de samambaias azul e paulistinha e serve como pano de fundo para o banco com escultura de Bia Doria.

Jardim interno (Foto: Tuca Reinés)

Costelas-de-adão no quarto Brunete Fraccaroli

O dormitório de casal faz parte do espaço Meu Mundo em Chocolate, apresentado pela arquiteta Brunete Fraccaroli na Casa Cor São Paulo de 2014, inspirado por composições com as cores do alimento – são tons de marrom, dourado e acinzentado, como no piso Dekton, da Cosentino. O jardim vertical atrás da cama da Madeira Bonita, com cabeceira de couro da Maria Coura, tem vasos revestidos de espelhos bronze, que abrigam costelas-de-adão de diversos tamanhos. Para garantir a incidência de luz que abastece as plantas, foram instalados um pergolado de madeira, da Evviva Bertolini, e uma cobertura de vidro, da Guardian. Pontos de iluminação executados pela La Lampe e pendentes da Scatto.

Com afeto,

Beth Landim.

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Seja o que flor!
22/01/2017 | 00h47

12021731_10207601971957449_303841751_nCom afeto,

Beth Landim

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Marcas Indeléveis...
22/01/2017 | 00h47
[embed]https://www.youtube.com/watch?v=y5K27bX8XuM[/embed]

Com afeto,

Beth Landim

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Conversando com o mundo...
22/01/2017 | 00h47

DSC_1938ok O ISECENSA respirou novos ares e saberes intensamente com a realização do V CICC. O principal objetivo do congresso é servir como um fórum de discussão interdisciplinar sobre os principais conhecimentos e oportunidades de pesquisa, aumentando o intercâmbio de conhecimento e a parceria em projetos conjuntos, com a proposta de integrar os diversos segmentos da ciência na busca de soluções para as problemáticas atuais... conversar com o mundo...

DSC_1791okEntretanto, vou começar caminhando para trás na linha do tempo. Mas não só um pouco para trás. Muito lá atrás... lá para o ano de 23 ou 25 d.C., quando Caius Plinius Secundus, um filósofo que comandava um exército e ficou conhecido como Plínio, o Velho, apoiou-se na filosofia de Aristóteles, sobre a qual se assentariam as bases da ciência e desenvolveu o modelo de gerar conhecimento a partir de métodos empíricos. Numa de suas observações sobre o assunto, disse: “o empirismo gera conhecimento a partir da experiência pessoal e da evidência”. Considerando a pouca quantidade de conhecimento acumulado até então, aprender com as experiências pessoais fazia muito sentido! A vida, ao ser vivida, transformava-se em um laboratório de pesquisa. E foi nesse laboratório da vida que o empirismo cresceu e se fortaleceu. Tanto é que Plínio o Velho ficou marcado pela sua frase em latim Nulla dies sine línea, que significa “Nenhum dia sem uma linha” ou “Nenhum dia sem estudar”, como forma de sugerir que todo dia aprende-se pelo menos uma linha escrita ou lida: O CONHECIMENTO.

censaE foram estas linhas tão bem traçadas ao longo de 90 anos, pelas irmãs salesianas que aqui chegaram, abrindo os horizontes dos jovens campistas daquela época, que se reescrevem a cada dia através das irmãs que aqui estão, junto conosco, suas longa manus. Foram nessas linhas tão bem escritas que há 14 anos atrás, sonhamos com toda a intensidade e coragem, a criação dos INSTITUTOS SUPERIORES DE ENSINO DO AUXILIADORA que ano que vem completam 15 anos de existência, o nosso ISECENSA.

Vivemos uma crise humana... Uma crise de valores, onde não nos reconhecemos. Parece que perdemos a sensibilidade, a moralidade, mas acima de tudo a humanidade... E é o silêncio das pessoas “honestas”, que aumenta cada vez mais esta crise humana, de valores, política, em que vive o mundo, e o nosso país... Estamos sempre a responsabilizar alguém ou alguma coisa... Vivemos um longo processo de desresponsabilização. Esta lavagem de mãos nos trará um preço: permanecer na impunidade. Não podemos entrar na modernidade com o fardo do preconceito, da falta de conhecimento, da falta de acessibilidade à cultura. Cultura e conhecimento são sinônimos de cidadania, de raízes, de um povo altivo e autônomo que não aceita demagogias, que tem pensamento crítico e que sabe fazer escolhas. Voltando a Plínio, O Velho e a sua investigação empírica dou um salto e trago a nossa reflexão para Galileu Galilei, que entre outras coisas, foi perseguido pela Santa Inquisição e teve de abrir mão de suas conclusões sobre o sistema solar, renegando o fato de que a Terra girava em torno de si mesma e em torno do sol. Na saída do tribunal, onde mentiu para ganhar o direito de não ser queimado vivo na fogueira acesa pela intolerância, deu uma olhada de lado para o juiz, piscou um olho e disse EPPUR SI MUOVE, o que quer dizer “contudo, ela se move”.

DSC_1090okDSC_1075okokHOJE, à semelhança de Plínio e de Galileu, buscamos ciência e conhecimento como forma de crescimento VIVO, e não podemos negar que tal como ele, muitas vezes somos e devemos SER ousados, mesmo que isto signifique romper paradigmas. Fazemos por acreditar... e diante desta crise mundial que vivemos, o V CICC... é uma brisa suave, que nos traz o frescor da ciência e a esperança de tantos jovens... E por isso, O ISECENSA, desde sua criação, investe em pesquisa através do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC) e do Programa Voluntário de Iniciação Científica (PROVIC), que já contemplou 65 projetos de pesquisa. Citarei um apenas para exemplificar a importância da o alguns, como: Biodiversidade de fungos endofíticos de mangue e restinga e a atividade biológica de extratos dos isolados contra Aedes aegypti, desenvolvido em parceria com a Universidade de Bath/Inglaterra que trará uma grande contribuição para a nossa comunidade, e o Projeto Sócio Acadêmico Universidade Bairro Tamarindo.

cicc bikeComo nos diz Dom Bosco... Meu segredo, o segredo dos tempos de garoto, olhar para frente, não parar e não virar a cabeça para o lado nem olhar para o vazio sob meus pés, olhar bem pra frente, com a atenção voltada para o Senhor. Tudo foi cumprido, sou apenas uma cigarra que canta e depois morre. O sonho e concretude de Dom Bosco, que comemora junto com os 90 anos do nosso Auxiliadora o seu bicentenário, neste ano, são marcados pelo mesmo relógio do sol que fez a primeira saudação a Dom Bosco quando adentrou no Seminário, lá pelos idos de 1834, onde se lia na parede do relógio... “Para os tristes lentas, velozes para os alegres (passam) as horas.”... É o mesmo relógio, que faz o compasso do tempo, que marca as nossas horas de 1925 até os nossos dias... efetivamente, são essas mesmas horas que passamos nesta Casa de Maria Auxiliadora!

 censaCom afeto,

Beth Landim

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V CICC Internacional do ISECENSA
22/01/2017 | 00h47

Assim como o rio converge para o mar, o V Congresso Internacional  do ISECENSA  tem  o propósito de convergir pensadores e pensamentos, conhecimento, professores, alunos e profissionais  da Educação para estarmos sempre alinhados à ciência e ao conhecimento do mundo ...

Três dias de intenso diálogo com o mundo ...

Deixo um registro do primeiro dia ...

Começamos assim...

Ginásio do CENSA com cerca de 3 mil pessoas...

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Abertura com apresentação artístico-cultural ...

 ao som do violino e teclado de Marina e Hugo Andrade...

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Embalados pelos lindos acordes...

Skyfall, Por una cabeza, Rocket Man entre outras deliciosas músicas...

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Silêncio pleno... foco no educador e filósofo Mário Sérgio Cortella

que nos deixou muitas inquietações...

"Qual é a sua obra...???"

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Eu e Irmã Suraya com todo o corpo diretivo do ISECENSA...

Recebendo os nossos palestrantes internacionais... 

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Exposição de fotografias no Café Literário...

Fotografias dos nossos alunos e de artistas locais...

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Credenciamento dos nossos congressistas...

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DSC_0780okAuditórios cheios... respiramos a ciência de forma intensa...

DSC_0931ok DSC_0960ok DSC_0977 (2)ok DSC_1183ok DSC_1317ok DSC_1498ok DSC_1574ok cicc foto

Recebendo os profissionais da Fisioterapia...

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Exposição do professor Alber Neto e dos nossos alunos... Casa Sustentável...DSC_1090ok

Eu, Padre Murialdo e a nossa Coordenadora de Pesquisa Graça Freire...

DSC_0977ok

DSC_1655okDiva Abreu e Alcinéia Lima prestigiando o nosso Congresso Internacional

recebidas por mim e por Irmã Suraya Chaloub...

Com afeto,

Beth Landim

         
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Espelho do Tempo...
22/01/2017 | 00h47

 

Vivemos uma crise humana...

Uma crise de valores, onde não nos reconhecemos. Um tempo em que tudo é normal. Nada não apenas nos incomoda, como não mais nos deixa perplexos. Parece que perdemos a sensibilidade, a moralidade, mas acima de tudo a humanidade... Nos tornamos tão menores, tão pequenos, tão enraizados em nosso pequeno mundo, que enquanto TUDO está ruindo e não nos atinge, não nos pronunciamos. E é o silêncio das pessoas “honestas”, que aumenta cada vez mais esta crise humana, de valores, política, em que vive o mundo, e o nosso país... Estamos sempre a responsabilizar alguém ou alguma coisa... A culpa já foi da guerra, do colonialismo, do imperialismo, do apartheid, enfim, de tudo e de todos. Menos nossa. É verdade que os outros tiveram a sua dose de culpa. Mas parte da responsabilidade sempre morou dentro de casa. Estamos sendo vítimas de um longo processo de DESRESPONSABILIZAÇÃO. Esta lavagem de mãos nos trará um preço: permanecer na impunidade.

            Podemos olhar sempre pelo retrovisor... e então ficaremos nas justificativas vazias injustificáveis, das palavras vazias, que servem àqueles que não querem olhar para frente. Não podemos entrar na modernidade com o fardo do preconceito, da falta de conhecimento, da falta de acessibilidade à cultura. Cultura e conhecimento são sinônimos de cidadania, de raízes, de um povo altivo e autônomo que não aceita demagogias, que tem pensamento crítico e que sabe fazer escolhas. Precisamos cada vez mais dar valor ao trabalho, pois somente desta forma chegamos ao sucesso! Não existe mágica! O trabalho enobrece, não existe jeito, mas sim resultado de esforço, de estudo, dedicação a longo prazo... E então, a força do exemplo deve ser passado de geração em geração, com muito orgulho, para que nosso povo, tenha uma nação patriota, solidária, mas acima de tudo CONSCIENTE. Quando somos conscientes, nada poderá nos comprar, nem nos deter...

Podemos iniciar a conscientização política dentro de casa. Independência, nascida em um grito uníssono, precisa ser buscada por cada cidadão, nos pequenos gestos que, somados, devem figurar o ícone de uma vontade coletiva. Num país onde o índice de analfabetismo ainda é relevante e o desemprego continua marcando a história, não há independência. Onde a natureza continua sendo depreciada e a exploração da mão-de-obra ainda existe, não há independência. A independência não existe onde a política não é instrumento de desenvolvimento coletivo e de igualdade. Onde o acesso à saúde, à educação, ao esporte, à cultura não é prática constante, não há independência. Não é preciso estar à frente de um processo político ou ocupar as cadeiras dos gestores para proclamar a independência ou, até mesmo, para abrir fronteiras rumo a ela. A prática desse conceito deve ser iniciada na instituição mais antiga e forte, quando o assunto é aprendizado: na família. Nas ações cotidianas, nos exemplos gerados pelos gestos dentro da própria casa, enquanto pais e filhos, podemos praticar a independência. Podemos exercer a cidadania, entendendo-a com caminho único rumo ao futuro desejado. Em nossa família, quando rompemos os muros do individualismo, mostrando aos nossos filhos que o bem comum deve ser prioridade, estamos sinalizando que o grito coletivo tem o potencial de transformação necessário ao desenvolvimento da nação. Dessa forma, formamos cidadãos conscientes e preparados para repintar o verde e amarelo de nosso país, por vezes, tão desbotado.

Por fim, quero deixar com vocês a palavra de Rui Barbosa, um dos intelectuais mais brilhantes do seu tempo, jurista, político, diplomata, escritor, filólogo, abolicionista, que foi deputado, senador, ministro, jornalista e advogado, fundador da Academia Brasileira de Letras. A palavra de Rui Barbosa que tão se enquadra em nossos dias: “Sinto vergonha de mim, por ter sido educador de parte deste povo, por ter batalhado sempre pela justiça, por compactuar com a honestidade, por primar pela verdade, e por ver este povo já chamado varonil, enveredar pelo caminho da desonra. Sinto vergonha de mim, por ter feito parte de uma era que lutou pela democracia, pela liberdade de ser e ter que entregar aos meus filhos, simples e abominavelmente a derrota das virtudes pelos vícios, a ausência da sensatez no julgamento da verdade, a negligência com a família, célula-mater da sociedade, a demasiada preocupação com o ‘eu’ feliz a qualquer custo, buscando a tal ‘felicidade’ em caminhos eivados de desrespeito para com o seu próximo. Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos ‘floreios’ para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre ‘contestar’, voltar atrás e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim, pois faço parte de um povo que não reconheço, enveredando por caminhos que não quero percorrer… Tenho vergonha da minha impotência, da minha falta de garra, das minhas desilusões e do meu cansaço. Não tenho para onde ir, pois amo este meu chão, vibro ao ouvir o meu Hino... Como ele bem diz, "Política e politicalha não se confundem, não se parecem, não se relacionam uma com a outra, antes se negam, se repulsam mutuamente. A política é a higiene dos países moralmente sadios. A politicalha, a malária dos povos de moralidade estragada, pois a liberdade não é um luxo dos tempos de bonança, é o maior elemento da estabilidade". Que busquemos incessantemente a liberdade não nos esquecendo da essência, da consistência de valores em nossas vidas... Que tenhamos sabedoria para discernir o joio do trigo, sempre... Que ao delegarmos aos homens públicos nossa representatividade, saibamos também exercer a cobrança responsável, os deveres do fazer público sem vingança, mas em prol de todo um povo. Liberdade, liberdade, abre as asas sobre nós... E que possamos sempre... ao olhar no espelho do tempo, nos reconhecermos nele, como um Povo Solidário, altivo, que não se curva a esta politicalha imoral, mas que tem orgulho exercer sua liberdade com moral e responsabilidade, olhando no espelho, “cara a cara” com altivez e honra!

Com afeto,

Beth Landim

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SAMBA ...
22/01/2017 | 00h47
[embed]https://www.youtube.com/watch?v=a0tB_A4obrM[/embed]

Samba (Omar Sy) é um imigrante do Senegal que vive há 10 anos na França e, desde então, tem se mantido no novo país às custas de empregos pequenos. Alice (Charlotte Gainsbourg), por sua vez, é uma executiva experiente que tem sofrido com estafa devido ao seu trabalho estressante. Enquanto ele faz o possível para conseguir os documentos necessários para arrumar um emprego digno, ela tenta recolocar a saúde e a vida pessoal no trilho, cabendo ao destino determinar se eles estarão juntos nessa busca em comum.

O filme nos retrata a triste realidade dos dias de hoje...pessoas invisíveis ... que tem que viver na clandestinidade , buscando um país melhor para sua sobrevivência, mas sendo tratados sempre como estrangeiros ...

O filme  é imperdível ...

Vale a pena refletir a realidade que o

mundo está vivendo ...

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11Com afeto,

e reflexão ...

Beth Landim

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'Meus filhos escorregaram de minhas mãos', diz pai de menino sírio
22/01/2017 | 00h47

Foto chocante de menino morto revela crueldade de crise migratória

Corpo de garoto foi encontrado em praia turca após naufrágio. Jornal inglês questiona se poder da imagem fará Europa mudar política.

As imagens de um menino sírio morto numa praia da Turquia viraram símbolo da crise migratória que já matou milhares de pessoas do Oriente Médio e da África que tentam chegar à Europa para escapar de guerras, de perseguições e da pobreza.

O corpo do menino apareceu nesta quarta-feira (2) em Bodrum depois que duas embarcações com imigrantes naufragaram. Pelo menos nove sírios morreram, segundo a agência AFP -- outros veículos já citam 12. As duas embarcações haviam partido de Bodrum e tentavam chegar à ilha grega de Kos, anunciaram as autoridades locais.

A foto virou um dos assuntos mais comentados no Twitter e diversos veículos da imprensa internacional o destacaram como emblemática da gravidade da situação, até mesmo com potencial para ser um divisor de águas na política europeia para os imigrantes.

"Se estas imagens com poder extraordinário de uma criança síria morta levada a uma praia não mudarem as atitudes da Europa com relação aos refugiados, o que mudará?", questiona o jornal britânico "Independent". As fotos são "um forte lembrete de que, enquanto os líderes europeus progressivamente tentam impedir refugiados e imigrantes de se acomodarem no continente, mais e mais refugiados estão morrendo em seu seu desespero para escapar da perseguição e alcançar a segurança", acrescenta.

"The Guardian", outro jornal britânico, disse que as fotos levaram para as casas das pessoas "todo o horror da tragédia humana que vem acontecendo no litoral da Europa".

O americano "Washington Post"  classificou a imagem de "o mais trágico símbolo da crise de refugiados do Mediterrâneo".

Grave crise O mundo enfrenta a pior crise de refugiados desde a Segunda Guerra Mundial, segundo organizações como a Anistia Internacional e a Comissão Europeia. Mais de 350 mil imigrantes atravessaram o Mediterrâneo desde janeiro deste ano e mais de 2.643 pessoas morreram no mar quando tentavam chegar à Europa, segundo dados da OIM (Organização Internacional para as Migrações).

Quase 220 mil chegaram à Grécia e quase 115 mil, à Itália. Mais de 2 mil chegaram à Espanha e uma centena a Malta. O número no decorrer de 2015 supera com folga o total de 2014, quando 219 mil migrantes tentaram atravessar o Mediterrâneo.

A maioria dos migrantes que chegam à Grécia por mar são sírios em fuga da guerra em seu país. Entre os que chegaram à Itália, os mais numerosos são os eritreus.

A travessia do Mediterrâneo é feita em botes ou em embarcações superlotadas, sem os mínimos requisitos de segurança, por traficantes de pessoas. A viagem pode custar mais de R$ 10 mil por pessoa, o que torna o negócio altamente lucrativo - uma única embarcação pode render US$ 1 milhão.

O pai de Aylan Kurdi, o menino sírio de 3 anos que foi encontrado morto em uma praia da Turquia e cuja foto se tornou uma das mais representativas da crise migratória na Europa, falou nesta quinta-feira (3) sobre a tragédia. Abdullah Kurdi perdeu também a mulher e outro filho de 5 anos no naufrágio. "Meus filhos escorregaram das minhas mãos", disse à agência de notícias turca Dogan.

"Tínhamos jalecos salva-vidas, mas o barco afundou porque várias pessoas se levantaram. Carreguei a minha mulher nos braços. Mas meus filhos escorregaram das minhas mãos", contou ele.

Abdullah disse que a família pagou para atravessar da Turquia para a ilha grega de Kos duas vezes. “Numa delas, os guardas nos pararam. Aí fomos libertados. Da segunda vez, os organizadores não cumpriram com a promessa e não trouxeram o barco. Então conseguimos um barco por nossos próprios meios", relatou à agência turca.

Abdulla Kurdi, pai do menino sírio que morreu em naufrágio na Turquia (Foto: Arte/G1)

"Mas, depois de navegarmos 500 metros, começou a entrar água no barco. Nossos pés ficaram molhados. Criou-se um pânico, e quando as pessoas tentaram ficar de pé, a situação piorou", disse. Abdullah e a família tentavam reencontrar parentes no Canadá, embora o pedido de asilo tivesse sido negado, de acordo com o site "National Post". Após o naufrágio, na quarta-feira (2), Abdullah ligou para a irmã, que mora em Vancouver há 20 anos, e disse que seu único desejo é voltar para a cidade de Kobane para enterrar seus familiares e ser enterrado ao lado deles.

De acordo com ele, 16 membros de sua família que combatiam o grupo jihadista Estado Islâmico (EI) morreram na sua cidade natal.

Depois que o naufrágio se tornou público, o Canadá ofereceu asilo a Abdullah, mas ele afirmou que rejeitou a oferta, segundo a agência EFE.

"Recebi uma oferta do governo do Canadá para morar lá, mas depois do que aconteceu não quero ir. Vou levá-los primeiro a Suruç [cidade turca na fronteira com a Síria] e depois a Kobane, na Síria. Passarei o resto da minha vida lá", afirmou.

Apelo... O sírio também fez um apelo à comunidade internacional que faça o possível para evitar sofrimentos como o seu.

"Quero que o mundo inteiro nos escute e veja onde chegamos tentando escapar da guerra. Vivo um grande sofrimento. Faço esta declaração para evitar que outras pessoas vivam o mesmo", disse Abdullah Kurdi nesta quinta a jornalistas turcos diante do Instituto Médico Legal da cidade de Mugla.

Teema Kurdi, irmã de Abdullah, disse ao "National Post" que o pedido de refúgio havia sido negado em junho pelo Ministério da Cidadania e da Imigração do Canadá devido a complicações envolvendo os pedidos de refúgio para estrangeiros. Policial paramilitar recolhe o corpo de uma criança morta que apareceu em praia da ilha de Kos, na Grécia. Vários migrantes morreram afogados e alguns seguem desaparecidos após botes lotados naufragarem durante tentativa de chegar ao território grego (Foto: AP/DHA)

 

Nilüfer Demir disse ter ficado "petrificada" com a cena e contou que também viu Galip, irmão de Aylan, no chão, a 100 metros dali. “A única coisa que eu poderia fazer era tornar seu clamor ouvido. Naquele momento, eu pensei que poderia fazer isso ao acionar minha câmera e fazer sua foto”, afirmou a fotógrafa.

Demir cobre as imigrações na região há 15 anos. “Eu testemunhei muitos incidentes com imigrantes nesta região, suas mortes, seus dramas. Espero que isso agora mude. Fiquei chocada, me senti mal por eles. A melhor coisa a fazer era tornar sua tragédia conhecida.”

O primeiro-ministro da França, Manuel Valls, disse que a morte do menino sírio mostra a necessidade de ação urgente da Europa na crise migratória. "Ele tinha um nome: Alyan Kurdi. Ação urgente é necessária – uma mobilização da Europa inteira é urgente", escreveu Valls em sua conta no Twitter nesta quinta-feira.

Na quarta-feira, Itália, França e Alemanha assinaram um documento conjunto pedindo pela revisão das atuais regras da União Europeia sobre garantia de asilo e uma distribuição "justa" de imigrantes no bloco, informou o Ministério das Relações Exteriores da Itália

Solidária a dor desta família e de tantas outras...

O mundo precisa refletir...

Com afeto ,

Beth Landim.

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Coisas simples... grandes ensinamentos!
22/01/2017 | 00h47

 

            O texto de Ninon Rose Hawryliszyn e Silva nos conta...

“Estes dias vi uma formiga que carregava uma enorme folha. A formiga era pequena e a folha devia ter dez vezes o tamanho dela. A formiga a carregava com sacrifício. Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava, fazendo cair também a formiga. Foram muitos os tropeços, mas, nem por isso, a formiga desanimou de sua tarefa. Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo a um buraco, que devia ser a porta de sua casa. Foi quando pensei: “Até que enfim ela terminou seu empreendimento”. Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa. A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha. Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada.” Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.” Mas a pequena formiga me surpreendeu. Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços. Elas pareciam alegres na tarefa. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco. Imediatamente, comecei a refletir sobre minhas experiências. Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades? Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la. Invejei a persistência, a força daquela formiguinha. Naturalmente, transformei minha reflexão em oração e pedi a Jesus que me desse a tenacidade daquela formiga, para “carregar” as dificuldades do dia-a-dia. Que me desse a perseverança da formiga, para não desanimar diante das quedas. Que eu pudesse ter a inteligência, a sabedoria dela, para dividir em pedaços o fardo que, às vezes, se apresenta grande demais. Que eu tivesse a humildade para partilhar, com os outros, o êxito da chegada, mesmo que o trajeto tivesse sido solitário. Que eu possa, como aquela formiga, não desistir da caminhada, mesmo quando os ventos contrários nos fazem virar de cabeça para baixo, mesmo quando, pelo tamanho da carga, não consigo ver, com nitidez, o caminho a percorrer. A alegria dos filhotes que, provavelmente, esperavam lá dentro pelo alimento, fez aquela formiga esquecer e superar todas as adversidades da estrada. Após meu encontro com aquela formiga, saí mais fortalecida em minha caminhada. Agradeci pela presença daquela formiga em meu caminho ou por me ter feito passar pelo caminho dela. Sonhos não morrem, apenas adormecem na alma da gente.”

            Em nossa caminhada, não devemos nos fixar nas dificuldades e nos erros, pois ambos são quase que inevitáveis para quem quer avançar e crescer. São acidentes de percurso, contingências do processo evolutivo que todos estamos destinados a vivenciar. O excesso de rigidez e severidade faz com que criemos um padrão mental que influenciará os outros para que nos tratem da mesma forma como os tratamos. Teimosia é uma forma de rigidez da personalidade. É um apego obstinado às próprias idéias e gostos, nunca admitindo insuficiência e erros. Conviver com criaturas que estão sempre com a razão, que acreditam que nasceram para ensinar ou salvar todo mundo e que jamais transgridem a nada, é viver relacionamentos desgastantes e insatisfatórios. Quase sempre fugimos desses indivíduos dogmáticos, incapazes de aceitar e considerar um ponto de vista diferente do seu.

Nesses relacionamentos, ficamos confinados à representação de papéis instrutor-aprendiz, orientador-orientado, mentor-pupilo. Somente escutamos, nunca podemos expressar nossa opinião sobre os eventos e as experiências que compartilhamos. As pessoas teimosas vão ao excesso do desrespeito, por não darem o devido espaço para as diferenças pessoais que existem nos amigos e familiares. Ser flexível não que dizer perda de personalidade ou ser volúvel, mas ser acessível a compreensão das coisas e pessoas. Para melhorarmos as circunstâncias de nossa vida, precisamos transformar nossos padrões de pensamentos limitadores. Isolando-nos dentro dessas fronteiras estreitas, passamos a encarar o mundo de forma reduzida e nos condicionamos a pensar que a vida é uma fatal provação. Assim, não mais vivemos intensamente, limitamo-nos apenas a sobreviver. Explorando opções, diversificando nossas opiniões, conceitos, atitudes e recolhendo os frutos do progresso aqui e acolá, teremos expandida a nossa visão, que será a base para agirmos com prudência e maleabilidade diante das nossas decisões. A arquitetura de uma ponte prevê os movimentos oscilatórios, para que sua estrutura não sofra dano algum. As estruturas imobilizadas nunca são fortes como as flexíveis. Mentalidades rígidas não são consideradas desembaraçadas e rápidas, pois nunca estão prontas para mudar ou para receber novas informações.

Neste contexto, todos nós devemos aproveitar a oportunidade para refletirmos um pouco sobre as nossas atitudes, sobre os pesos desnecessários que carregamos por imposição própria, e buscarmos levar a vida de uma forma mais amena, na interação com as pessoas e situações. Estamos nos aproximando do início da primavera... Quantas oportunidades e bênçãos recebemos e não somos capazes sequer de percebê-las, que dirá de agradecer por elas. Vamos aproveitar o momento para refletir e perceber que sempre é tempo para mudar! Não vamos continuar presos a padrões rígidos que nos causam dor e sofrimento. Liberte-se... Sejamos flexíveis como as formigas, que trabalham sempre no coletivo, na complementaridade... Assim a vida fica mais leve...

Com afeto,

Beth Landim

 
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