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Por todo canto o que se viu foi a preocupação estampada na expressão da população com as ruas e os carros alagados. Até mesmo ambulâncias que transportavam pacientes ficaram sem poder trafegar. Pessoas atravessavam com água na cintura em alguns locais, como por exemplo, perto do cruzamento entre as ruas Rocha Leão e Conselheiro Thomás Coelho. Congestionamentos extensos se formaram por toda a área urbana da cidade. E até um dos corredores do maior hospital da região, o Hospital Municipal Ferreira Machado, ficou com água, em flagrante registrado por um leitor da Folha da Manhã.

Hoje, acordei com o sentimento do quanto é desprezível, ridícula a forma de administrar da prefeitura. Nada funciona como deveria. Nada. Nenhum setor da administração é modelo de uma gestão pública preocupada com o bem estar do cidadão. A cidade cresceu, a demanda por serviços públicos tornou-se mais complexa e a contrapartida do poder público é pífia. Está preso a um modo de tocar a máquina pública de 30 anos, 40 anos atrás. Nem vamos aqui entrar em detalhes, basta andar pelo município e ouvir o sentimento de insatisfação latente no peito de cada um. Não à toa assistimos o MPE se transformar, a todo o momento, em desaguadouro de toda e qualquer questão relacionada à prefeitura de Campos. Dos concursos, às ambulâncias fantasmas, aos ônibus caquéticos, à cultura, às escolas, à falta de transparência, tudo desfila por lá.
*fotografias da Folha da Manhã
E cá!
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Mamografia Tão absurda quanto a situação da BR101 que no estado atravessa as nossas vidas, é a portaria nº 1.253, baixada pelo Ministério da Saúde que suprime, pelo SUS, a mamografia bilateral para as mulheres abaixo de 50 anos. Por esta canetada, essa parcela feminina só pode investigar uma das mamas. Qual a motivação da medida que porá em risco a saúde de mulheres de até 49 anos? Má gestão do dinheiro público. Ela e só. Ao proibir a mamografia das duas mamas, “economiza-se” 50%. Nenhuma outra razão plausível. Sabe-se que cerca de 20% dos casos de câncer de mama atingem mulheres abaixo dessa faixa etária. Ou seja, é deixar de fazer diagnóstico precoce em mulheres jovens, quando o câncer é menos agressivo. O Conselho Federal de Medicina já ingressou na Justiça contra a portaria. Makhoul Moussallem
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Correr para onde?
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Um campista descobre a mais nova delas. Pleno calçadão do Centro de Campos dos Goytacazes; município do sudeste brasileiro tem orçamento bilionário oriundo dos royalties do petróleo.
[caption id="attachment_6907" align="alignleft" width="350" caption="Ft.Luciana Portinho"]
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E o côco vai e o côco vem.
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No Rio de Janeiro, evidente que para além da exaltação popular com políticos, política e autoridades públicas em geral, há uma organização articulada e inteligente por dentro dos últimos episódios na Zona Sul. Não me parece mais uma manifestação espontânea. Não nego que existam tantos de boa fé política, que sobrem motivos para uma implosão social, mas, lá o eixo se inverteu. Alguns aspectos do que acontece no Rio de Janeiro intrigam. Um deles é o despreparo da inteligência policial.
O secretario de Segurança, José Mariano Beltrame, afirmou que o governo está adotando medidas flexíveis para conter o vandalismo nas manifestações, procurando um caminho intermediário entre a ausência e a austeridade, numa situação caótica. “Estamos aprendendo com o processo”, afirmou Beltrame. Segundo o secretário, a polícia agiu com tolerância e discernimento no policiamento desta madrugada, apesar de ter sido atacada pelos manifestantes radicais. “Não temos um planejamento fixo. Vamos manter a postura flexível e, a cada protesto, fazer avaliações e ajustes necessários”, afirmou Beltrame, acrescentando que não existe um protocolo para situações de turbas ou conflitos.
Tá bom, que como disse o Beltrame não exista um manual de procedimentos. Em táticas novas virtuais um manual seria rígido e velozmente fadado ao fracasso. Mas, como não percebem quando esses mascarados chegam, de onde eles vêm e para onde vão ao final do quebra-quebra? Porque não os prendem em flagrante quando as câmeras das TVs os filmam jogando pedras nas fachadas dos estabelecimentos? Porque não baixam, uma determinação que proíba o uso de máscaras, por tempo necessário como fará a segurança do Papa?
Bom lembrar que o crime organizado há muito, facilmente, se organiza e se comunica de dentro dos presídios, com total desenvoltura.
Não penso em grande conspiração, nem tese de golpe militar. Claro que também podem ter adversários políticos do Cabral, de olho em 2014, tirando casquinha do inferno astral que se abateu sobre o governador desde as primeiras manifestações de junho.
Tudo bem estranho, turvo, de difícil compreensão.
Sobre o autor
Luciana Portinho
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