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No Ideb, quando nos arrastamos com tremendo sacrifício do último para o antepenúltimo município colocado no Estado do Rio de Janeiro. Ufa!
Portanto, essa crise é o resultado da falta de atuação planejada das gestões anteriores e particularmente da atual gestão da prefeitura, que em 6 anos quase nada fez nesse sentido. Não basta ter passagem à 1 real, é preciso garantir que o transporte seja de boa qualidade, eficiente, inserido num sistema que garanta a melhoria da mobilidade para todos.
Logo tratar essa crise, que afeta principalmente a população mais carente de Campos, como um jogo eleitoral não é a melhor atitude.
É preciso enfrentar a atitude de empresários que, explorando concessão pública, não oferecem o serviço com qualidade e eficiência. Mas não se pode querer jogar nas costas dos trabalhadores rodoviários, que vivem com salários arrochados, a culpa dessa crise. Se houve algum conluio dos empresários das empresas de ônibus para“incentivar” a greve – como foi noticiado na imprensa- isso deve ser apurado e, caso confirmado, punido com rigor.
Não se pode permitir que os responsáveis por garantir o serviço de transporte rodoviário à população, concessionários que são, sejam agentes responsáveis de situação caótica como essa, trazendo sofrimento para a população.
Porém, não se justifica também, o atraso da prefeitura no processo de licitação das concessões (que precisam ser transparentes), motivado por erros e inadequações dos editais, apontados pelo Tribunal de Contas do Estado. Isso só faz aumentar o problema.
Makhoul Moussallem
Médico, Presidente do PT em Campos/RJ
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As linhas 1 e 2 do Metrô estavam paradas temporariamente desde as 16h30 desta terça-feira (23) devido a um problema de energia nos trilhos. Segundo o Metrô Rio, o problema atingiu a rede entre a Estação Central, no Centro, e do Catete, na Zona Sul. Às 17h30, o Metrô Rio informou que todas as estações estavam fechadas para embarque e que as linhas estavam paralisadas. Mais cedo, às 16h50, mesmo com as portas fechadas, as composições circulavam temporariamente entre as estações Glória e Siqueira Campos, em Copacabana. O Metrô informou pelo Twitter que a pane ocorreu nas estações da Uruguaiana e Carioca, no Centro, e que durante o reparo do sistema de energia, essas estações ficarão com um terço da iluminação. Passageiros informaram ao G1 que as estações Central e Botafogo estavam fechadas às 17h. Muitos fiéis que iam em direção à cerimônia de abertura da Jornada Mundial da Juventude foram prejudicados. A geóloga Tatiana Rocha pagou para ingressar no metrô, mas teve que sair da estação da Cinelândia por causa do excesso de pessoas na plataforma. “Demorei 1h para passar na roleta e quando finalmente consegui, vi que a plataforma estava lotada e que os passageiros que estavam dentro do vagão estavam saindo.Tive que sair de lá, estava muito cheio”, disse ela. Ainda segundo Tatiana, os turistas que estavam no local ficaram confusos com a movimentação e com os vários tipos de roletas, para cartões de embarque diferenciados. “Alguns deles me perguntaram se era sempre assim e se o embarque era confuso sempre”, disse. A Light informou que o fornecimento para as redes de metrô está normal e não apresentou problemas nesta terça. A concessioária afirmou que qualquer problema que afete os trilhos do metrô é de responsabilidade do Metrô Rio. A Agetransp abriu boletim de ocorrência para apurar paralisação do transporte. Segundo a agência reguladora, fiscais encontravam-se na via a fim de colher dados preliminares sobre o incidente. A agência informou que está monitorando a operação do Metrô Rio e que, até as 17h15, não havia previsão para normalização no transporte de passageiros.
Essas duas outras, fazem parte do cenário inalterado da Rua Formosa, quase chegando na Treze de Maio. Difícil entender o privilégio da permissão para carga e descarga em pleno horário comercial. Fotografias feitas na quinta-feira passada, às 11h, mais ou menos.
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Difícil compreender como uma empresa detentora de uma concessão de serviço público pode, assim do nada, repassar a concessão para outra pessoa jurídica. Mesma opinião tem o Sindicato dos Rodoviários de Campos que enxerga a substituição de empresas como um ato de ilegalidade. Em nota oficial a Emut afirma: “A Emut reconhece apenas a Empresa Tamandaré como concessionária do serviço de transporte público coletivo e não interfere em suas relações com a empresa locadora dos veículos, bem como com os funcionários”.????? Ou seja, oficialmente, “faz vista grossa”. Isso significa que qualquer pessoa poderá se julgar em igual direito de abrir uma empresa de transporte (sem possuir os meios de transporte), se habilitar a uma concessão da PMCG e passo seguinte, aprovada, sair por aí e alugar ônibus, e, está resolvido. Coisas estranhas acontecem em Campos.
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Mesmo para aqueles que possuam meios de locomoção particular, o reflexo do desmonte planejado (e bem executado) do transporte público campista, salta aos olhos no trânsito emperrado que tomou conta da cidade nos últimos anos. O número de carros só aumentou em resposta à ausência de uma política de desenvolvimento para o setor que, no mínimo, contemplasse o crescimento populacional.
Torço e torço para que esta grande licitação 'nacional' seja para resolver e não para mais uma vez fazer uma complicação de grande porte.
Nota: Você, leitor, sabe que estive de férias, em Cartagena das Índias, Colômbia. Pois, pasmem, Cartegena que é uma cidade de 1 milhão de 400 mil habitantes e tem um transporte público confuso espera com ansiedade para 2014 o funcionamento do novo sistema de transporte. Todos os muitos microônibus serão retirados das ruas e no lugar deles um corredor será criado, cujo nome traduz a vontade de mudança "Transcaribenha". Advinhem: de quem é o projeto? Isso, dele mesmo, do curitibano Jaime Lerner que também implantará sistema semelhante em Bogotá, capital da Colômbia. Pergunto então, por qual razão a PMCG sempre quer inventar, a roda?!
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O sistema de aluguel das laranjinhas foi inspirado em Paris (França). Lá, foi inaugurado em 2007 e, se no início sofreram um acentuado vandalismo, hoje o sistema parisiense está alastrado pela capital francesa. São 20 mil bicicletas espalhadas a cada 300 metros, em 1.500 pontos de aluguel. Diariamente é uma média de 100 mil usuários! Na capital do nosso estado, o Rio Bike é encarado como um projeto de mobilidade urbana, não como simples instrumento de lazer. Enfrenta como obstáculo a falta de ciclovias para que o serviço seja estendido a outras zonas, como norte e oeste. De qualquer modo e ainda que restrito, os números indicam que as bicicletas cairam no gosto do carioca. Este serviço no final de maio levanta voo para São Paulo, outras duas cidades brasileiras que também vão adotar a proposta são Recife (PE) e Sorocaba (SP). Quem sabe Campos, cidade plana e com a segunda maior concentração de bicicletas do país, não pensa com carinho e seriedade na proposta.
Sobre o autor
Luciana Portinho
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