Das imobilidades do campista
06/09/2014 | 01h52
No deslocamento urbano cotidiano.

E....

No Ideb, quando nos arrastamos com tremendo sacrifício do último para o antepenúltimo município colocado no Estado do Rio de Janeiro. Ufa!
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Colorir não resolve, é pensar que somos burros
11/08/2014 | 03h52
Ontem (domingo), por volta das 13,30h, me dirigia ao almoço familiar em homenagem ao Dia dos Pais. Justo embaixo da ponte com cara de viaduto, do lado de Guarús, naquela faixa estreita que está sendo pintada de vermelha por Campos e que teimam em chamar de ciclofaixa, presenciei uma batida de duas bicicletas que vinham em sentido contrário. Um dos homens foi ao chão, bateu com a cabeça no asfalto, ficou desacordado um certo tempo, sangrando pela cabeça. Todos os que estavam presentes no momento se movimentaram para prestar socorro, um tenente bombeiro de pronto acionou a emergência do Corpo de Bombeiros que em menos de dez minutos chegou ao local. O clima de indignação com a falta absoluta de segurança que essas faixas "oferecem" aos ciclistas era evidente. Existem ideias mirabolantes na prefeitura de Campos que ninguém em sã consciência tem como endossar. Não dá! Na semana passada um ciclista já tinha sido atropelado por um carro e isso com a ponte/viaduto interditado, imaginem com o trânsito normalizado. Recuar, reconhecer equívocos, é característica dos bons. E é o que desejamos; que a PMCG repense o  traçado dessas faixas, que repensem a largura das mesmas e o perigo que proporcionarão aos ciclistas campistas. Uma cidade plana como a nossa já é fator a favor, vamos respeitar a vida alheia, observando o bom senso.  
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Reclamação de uma usuária da Rogil
01/07/2014 | 11h17
"Prezada Luciana: Aproveitando o espaço que você proporciona democraticamente, aqui vai um relato bem sério: Trata-se de um motorista da empresa de ônibus ROGIL, que faz a linha Rio-Preto x Campos. Tal motorista de nome Abel, está pondo em risco a vida dos passageiros! Ele quer ser mandado embora da empresa de ônibus, daí, está “aprontando”. Hoje, por exemplo,(ontem, dia 30/06)no ônibus do horário de 05:30 (em Rio Preto) ele colocou em risco a vida dos passageiros! Passava sem usar os freios, nos ‘quebra-molas’ e buracos; entrava nas curvas em velocidade perigosa, e a parte mais apavorante, é que vinha pela estrada “rebolando” o ônibus, dando a sensação que o mesmo iria “virar” de lado a qualquer momento! Os passageiros começavam a reclamar e aí mesmo que ele abusava, parecia um louco! E dizia para que “o pessoal reclamasse com a empresa, porque ele queria mesmo é ser demitido”. Ou a empresa Rogil toma alguma atitude, ou teremos brevemente uma tragédia que poderia ter sido evitada!"
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SOBRE A CRISE NOS TRANSPORTES EM CAMPOS
06/05/2014 | 06h09
A questão do transporte e da mobilidade no nosso município precisa ser tratada com uma visão estrutural , buscando soluções para um reordenamento planejado do sistema de transporte , que pode incluir outros modais- como por exemplo o transporte sobre trilhos. O sentido deve ser compatibilizar o crescimento da cidade a um sistema que garanta a qualidade de locomoção para a população. Portanto, essa crise é o resultado da falta de atuação planejada das gestões anteriores e particularmente da atual gestão da prefeitura, que em 6 anos quase nada fez nesse sentido. Não basta ter passagem à 1 real, é preciso garantir que o transporte seja de boa qualidade, eficiente, inserido num sistema que garanta a melhoria da mobilidade para todos. Logo tratar essa crise, que afeta principalmente a população mais carente de Campos, como um jogo eleitoral não é a melhor atitude. É preciso enfrentar a atitude de empresários que, explorando concessão pública, não oferecem o serviço com qualidade e eficiência. Mas não se pode querer jogar nas costas dos trabalhadores rodoviários, que vivem com salários arrochados, a culpa dessa crise. Se houve algum conluio dos empresários das empresas de ônibus para“incentivar” a greve – como foi noticiado na imprensa- isso deve ser apurado e, caso confirmado, punido com rigor. Não se pode permitir que os responsáveis por garantir o serviço de transporte rodoviário à população, concessionários que são, sejam agentes responsáveis de situação caótica como essa, trazendo sofrimento para a população. Porém, não se justifica também, o atraso da prefeitura no processo de licitação das concessões (que precisam ser transparentes), motivado por erros e inadequações dos editais, apontados pelo Tribunal de Contas do Estado. Isso só faz aumentar o problema. Makhoul Moussallem Médico, Presidente do PT em Campos/RJ
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Sabotagem ou defeito??
23/07/2013 | 06h04
Do G1 [caption id="attachment_6717" align="aligncenter" width="620" caption="G1 (Foto: Rodrigo Vianna / Arquivo pessoal)"][/caption]

 

As linhas 1 e 2 do Metrô estavam paradas temporariamente desde as 16h30 desta terça-feira (23) devido a um problema de energia nos trilhos. Segundo o Metrô Rio, o problema atingiu a rede entre a Estação Central, no Centro, e do Catete, na Zona Sul. Às 17h30, o Metrô Rio informou que todas as estações estavam fechadas para embarque e que as linhas estavam paralisadas. Mais cedo, às 16h50, mesmo com as portas fechadas, as composições circulavam temporariamente entre as estações Glória e Siqueira Campos, em Copacabana. O Metrô informou pelo Twitter que a pane ocorreu nas estações da Uruguaiana e Carioca, no Centro, e que durante o reparo do sistema de energia, essas estações ficarão com um terço da iluminação. Passageiros informaram ao G1 que as estações Central e Botafogo estavam fechadas às 17h. Muitos fiéis que iam em direção à cerimônia de abertura da Jornada Mundial da Juventude foram prejudicados. A geóloga Tatiana Rocha pagou para ingressar no metrô, mas teve que sair da estação da Cinelândia por causa do excesso de pessoas na plataforma. “Demorei 1h para passar na roleta e quando finalmente consegui, vi que a plataforma estava lotada e que os passageiros que estavam dentro do vagão estavam saindo.Tive que sair de lá, estava muito cheio”, disse ela. Ainda segundo Tatiana, os turistas que estavam no local ficaram confusos com a movimentação e com os vários tipos de roletas, para cartões de embarque diferenciados.  “Alguns deles me perguntaram se era sempre assim e se o embarque era confuso sempre”, disse. A Light informou que o fornecimento para as redes de metrô está normal e não apresentou problemas nesta terça. A concessioária afirmou que qualquer problema que afete os trilhos do metrô é de responsabilidade do Metrô Rio. A Agetransp abriu boletim de ocorrência para apurar paralisação do transporte. Segundo a agência reguladora, fiscais encontravam-se na via a fim de colher dados preliminares sobre o incidente. A agência informou que está monitorando a operação do Metrô Rio e que, até as 17h15, não havia previsão para normalização no transporte de passageiros.  
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Onde está a Emut?
06/03/2013 | 04h50
Fazer uso da via pública como se fosse o quintal particular dá nisso. Cenas rotineiras da bandalha no trânsito campista que colaboram ainda mais com a amarração crescente no fluxo de veículos. As duas primeiras fotografias foram tiradas, hoje por volta das 13h, na saída de táxis da Rodoviaria Roberto da Silveira. Na imagem uma Van, desembarca passageiros fora do ponto, na cara da cabine da Emut. Nada acontece.

Essas duas outras, fazem parte do cenário inalterado da Rua Formosa, quase chegando na Treze de Maio. Difícil entender o privilégio da permissão para carga e descarga em pleno horário comercial. Fotografias feitas na quinta-feira passada, às 11h, mais ou menos.

Fotografias: Luciana Portinho

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Como assim?
25/02/2013 | 02h00
Parece-me absolutamente sem pé, muito menos cabeça, a “saída” que o poder público municipal de Campos, criativamente arrumou para dar “fôlego financeiro” à empresa de transporte público Tamandaré. Depois de atender com serviços de péssima qualidade a população campista, sem o cumprimento de horários, ônibus velhos e imundos e ainda para complicar sem o pagamento aos trabalhadores, como noticiou os veículos de comunicação e, em particular, a Folha da Manhã, a empresa (aviso que não conheço os proprietários) foi surpreendentemente premiada com a permissão de voltar a circular com 17 ônibus alugados à BK Transportes, de Minas Gerais (MG). [caption id="attachment_5817" align="aligncenter" width="450" caption="Ft. Edu Prudêncio"][/caption]

 

Difícil compreender como uma empresa detentora de uma concessão de serviço público pode, assim do nada, repassar a concessão para outra pessoa jurídica. Mesma opinião tem o Sindicato dos Rodoviários de Campos que enxerga a substituição de empresas como um ato de ilegalidade. Em nota oficial a Emut afirma: “A Emut reconhece apenas a Empresa Tamandaré como concessionária do serviço de transporte público coletivo e não interfere em suas relações com a empresa locadora dos veículos, bem como com os funcionários”.????? Ou seja, oficialmente, “faz vista grossa”. Isso significa que qualquer pessoa poderá se julgar em igual direito de abrir uma empresa de transporte (sem possuir os meios de transporte), se habilitar a uma concessão da PMCG e passo seguinte, aprovada, sair por aí e alugar ônibus, e, está resolvido. Coisas estranhas acontecem em Campos.
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Roda furada
21/02/2013 | 06h10
Sob o título Nada será como antes, o blog Ponto de Vista noticiou, hoje cedo, a abertura de uma grande licitação da PMCG para dar existência ao transporte público que nos últimos 4 anos a população assistiu viu desaparecer. Sim, pois o mínimo que ainda existia, acabou em um arranjo eleitoral populista, encoberto na tal passagem de 1 Real. A alegria da população que necessita do transporte público para ir de casa para o trabalho e voltar do trabalho para casa, durou pouco. Esta mesmo que faz uso de alternativa pública de locomoção viu desabar a qualidade do serviço prestado, percebeu o desaparecimento dos veículos, se deu conta da invasão canibalesca da lotadas, vans, ou seja lá, qual nome resolverem apelidar. Virou um tormento diário ir e vir dentro dos limites geográficos do município. [caption id="attachment_5786" align="aligncenter" width="550" caption="Ft.Helen Souza"][/caption] Mesmo para aqueles que possuam meios de locomoção particular, o reflexo do desmonte planejado (e bem executado) do transporte público campista, salta aos olhos no trânsito emperrado que tomou conta da cidade nos últimos anos. O número de carros só aumentou em resposta à ausência de uma política de desenvolvimento para o setor que, no mínimo, contemplasse o crescimento populacional. Torço e torço para que esta grande licitação 'nacional' seja para resolver e não para mais uma vez fazer uma complicação de grande porte. Nota: Você, leitor, sabe que estive de férias, em Cartagena das Índias, Colômbia. Pois, pasmem, Cartegena que é uma cidade de 1 milhão de 400 mil habitantes e tem um transporte público confuso espera com ansiedade para 2014 o funcionamento do novo sistema de transporte. Todos os muitos microônibus serão retirados das ruas e no lugar deles um corredor será criado, cujo nome traduz a vontade de mudança "Transcaribenha". Advinhem: de quem é o projeto? Isso, dele mesmo, do curitibano Jaime Lerner que também implantará sistema semelhante em Bogotá, capital da Colômbia.  Pergunto então, por qual razão a PMCG sempre quer inventar, a roda?!
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O campista quer decência
09/11/2012 | 08h22
Recebemos informação de que por duas vezes, nesta semana, usuários de ônibus da empresa que faz a linha de Campos para Rio Preto se manifestaram. Os moradores do distrito se queixam da falta de manutenção adequada dos coletivos, quebram constantemente. Na segunda-feira, pararam o coletivo, quebraram janelas, furaram pneus. Repetiram na manhã de ontem, quinta-feira. Além dos horários que são irregulares, há reclamações pela falta de conforto e pelo número insuficiente de coletivos; é grande o  número de passageiros que viajam "em pé", seja para vir da cidade para Rio Preto ou o inverso. Eu nunca fui a Rio Preto de ônibus, mas, por alguns anos, vinha de Ernesto Machado (pela mesma RJ158) de ônibus para Campos, o quadro descrito acima era exatamente igual.
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Laranjinhas, magrelas
27/04/2012 | 10h52
Hoje, O Globo, na página 14, estampa matéria sobre o aluguel de bicicletas que atingiu 500 mil viagens na cidade do Rio de Janeiro. Para o carioca são as laranjinhas. E, ainda que só encontradas na Zona Sul e no Centro já integram a paisagem do Rio. O projeto Rio Bike passou por ajustes, hoje são 66 mil usuários cadastrados, aproximadamente 4 mil viagens por dia. [caption id="" align="aligncenter" width="500" caption="noticias.terra.com.br"][/caption]

 

O sistema de aluguel das laranjinhas foi inspirado em Paris (França). Lá, foi inaugurado em 2007 e, se no início sofreram um acentuado vandalismo, hoje o sistema parisiense está alastrado pela capital francesa. São 20 mil bicicletas espalhadas a cada 300 metros, em 1.500 pontos de aluguel. Diariamente é uma média de 100 mil usuários! Na capital do nosso estado, o Rio Bike é encarado como um projeto de mobilidade urbana, não como simples instrumento de lazer. Enfrenta como obstáculo a falta de ciclovias para que o serviço seja estendido a outras zonas, como norte e oeste. De qualquer modo e ainda que restrito, os números indicam que as bicicletas cairam no gosto do carioca. Este serviço no final de maio levanta voo para São Paulo, outras duas cidades brasileiras que também vão adotar a proposta são Recife (PE) e Sorocaba (SP). Quem sabe Campos, cidade plana e com a segunda maior concentração de bicicletas do país, não pensa com carinho e seriedade na proposta.    
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Luciana Portinho

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