IRREFUTÁVEL
03/03/2016 | 10h49
Editorial do jornal O Globo, publicado ontem (02). Reproduzimos integralmente pela realidade que nos toca e pelo sensato que é, até bem ponderado.

..........................................................................................................................

Era um desastre anunciado a debacle orçamentária que levou do céu da fartura de recursos ao atual inferno da penúria municípios cujas economias ficaram atreladas, sem diversificação de fontes de receita, ao recebimento de repasses de royalties do petróleo. Após uma década e meia de uma bonança que — desde 1999, com a abertura da participação dessas cidades nos dividendos da commodity — irrigou os cofres das prefeituras e do estado, o fechamento da torneira, consequência das seguidas desvalorizações do preço do barril no mercado internacional e da crise da Petrobras, teve como decorrência a inevitável apresentação da fatura. O duto do dinheiro fácil deu lugar à crise. Em lugar de pavimentar o desenvolvimento das regiões beneficiadas, o petróleo está lhes deixando um legado perverso. A crise, que no Estado do Rio como um todo tem dramática proporção, com atraso no pagamento de funcionários, fechamento de hospitais, escolas deterioradas, em níveis municipais também é assustadora. Claro, há também o efeito da recessão do país. Em cidades do Norte Fluminense, como mostrou reportagem do GLOBO no domingo, o quadro de abandono de projetos pelo meio, obras faraônicas degradadas pela falta de manutenção e outros aspectos administrativos deletérios decorrentes de gestões imprevidentes está diretamente ligado ao encolhimento dos royalties. O estado e as prefeituras nadaram na maré cheia e agora, na vazante, se afogam na própria inépcia. Os municípios desperdiçaram uma notável oportunidade de, com esse fluxo de recursos, pavimentar um crescimento ordenado. Em 1999, cidades fluminenses receberam R$ 222,7 milhões em royalties. Em 2014, os repasses já haviam sido turbinados em 2.000%. Era verba considerável para enfrentar demandas crônicas, principalmente em infraestrutura e outros setores estratégicos. No entanto, o que se viu foi uma gastança irresponsável em obras cosméticas. A prudência, por sua vez, também recomendava que as administrações se preparassem, na fartura, para esperadas quedas na arrecadação. Era uma contingência que não podia ser desprezada. Afinal, como toda commodity, o petróleo se valoriza ou se deprecia ao sabor do mercado. Não deu outra: o preço do barril, que no auge da valorização passou de cem dólares, hoje estagnou-se na faixa dos US$ 30. A crise da corrupção na Petrobras encarregou-se de agravar o quadro. E mais: além de a cotação ter despencado, negligenciou-se a particularidade que esse é um recurso natural não renovável. Mercado à parte, subordinar a economia de um ente público a uma riqueza finita é, no mínimo, gestão temerária. E nem se pode alegar que as administrações foram apanhadas de surpresa. Desde 2008, durante a crise financeira internacional, os sinais já eram preocupantes. A cotação do preço do barril não parou de cair, mas manteve-se a cegueira administrativa. A fatura, mais uma vez, ficará espetada na conta da sociedade.
Comentar
Compartilhe
Resultado da Gastança
25/01/2016 | 10h37
[caption id="" align="aligncenter" width="510"] Foto de Roberto Jóia…[/caption] "Emergência econômica porque diminuíram os royalties é igual a decretar falência porque acabou a herança".
Gustavo Alejandro Oviedo (afirmação do advogado e cineclubista, retirada de sua página na rede social Facebook)
Comentar
Compartilhe
Mas...logo em Santo Eduardo??
20/01/2016 | 10h14
Leio a reportagem de Jhonattan Reis, publicada ontem (19) na Folha Online, sobre um foragido do presídio de Bangu, Rio de Janeiro, detido na segunda-feira (18) em Santo Eduardo. O homem, segundo a Polícia Militar, estaria "escondido" desde outubro de 2015. Os moradores do distrito, anonimamente, fizeram diversas denúncias à PM: o foragido não satisfeito de se intrometer na vida tranquila da área rural norte de Campos ainda cometeu o desatino de realizar furtos na pacata localidade. Resultado, o homem que tinha dois mandatos de prisão em aberto, foi encontrado entocado no meio do matagal e reconduzido ao presidio de Bangu. Surpreendente a ideia de um fugitivo qualquer crer que conseguiria virar paisagem na zona rural de Campos. Logo lá onde todos têm tempo de olhar para o céu, todos se conhecem, sabem o que o vizinho do lado faz, como vive e com quem convive. Maluquice supor que passaria desapercebido! Talvez o infeliz não conhecesse aquele famoso bordão: "Campista, nem fiado nem à vista".  
Comentar
Compartilhe
Deu no que deu ou prenúncio de um fim
27/10/2015 | 05h11
É com tristeza que hoje leio o relatório final da Associação de Imprensa Campista (AIC) sobre a transferência, ou melhor,  a não transferência do acervo do Monitor Campista para o Arquivo Público Municipal, órgão vinculado a Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, situado no Solar do Colégio, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). Com 14 anos completos de existência, o Arquivo Público Municipal por anos a fio vem dando pra trás, mais uma vez por obra do descaso do poder público municipal - leia-se Prefeitura de Campos - que deixou a instituição sem nenhum tipo de investimento à altura do minucioso, contínuo, silencioso e insubstituível trabalho de restauração, conservação e catalogação do acervo documental municipal. É como afirmamos anteriormente: a descontinuidade é marca nefasta atual na esfera pública da Cultura local. Em passada lenta, mas, firme, toda uma construção que envolveu mentes, braços e recursos municipais vai sendo desperdiçada. É aquela velha história: documentos perdidos não voltam, nem conservados votam. Fomos, rebaixados. Leia a íntegra do relatório da AIC abaixo.

AIC entrega à Câmara e à FCJOL relatório sobre Arquivo Público Municipal

A Associação de Imprensa Campista (AIC) protocolou ontem (26), para a presidência da Câmara de Vereadores de Campos dos Goytacazes, e hoje (27), para a presidência da Fundação Cultural Jornalista Oswaldo Lima, relatório com as impressões de cinco pesquisadores da cidade sobre as condições do Arquivo Público Municipal Waldir Pinto de Carvalho para receber o acervo do jornal Monitor Campista, atualmente sob a guarda do Poder Legislativo de Campos. A visita ocorreu no último dia 13, a convite da AIC. A entidade foi motivada pelo anúncio recente de assinatura de Termo de Cooperação Técnica entre a Prefeitura e a Câmara para que o acervo fosse levado do prédio do Legislativo para o Arquivo Público. Dos cinco pesquisadores que realizaram a visita, quatro recomendaram que o acervo do Monitor Campista não seja levado para o Arquivo Público. O relatório sugere a reabertura do diálogo sobre o tema, assim como a discussão com a sociedade acerca da necessidade da construção de um novo arquivo público para o município, em prédio central e moderno, mais adequado à preservação de documentos históricos. A entidade também reafirmou a sua posição de defesa da criação da Fundação Monitor Campista, que, além de zelar pela preservação do acervo do jornal, voltaria a colocar a publicação para circular. Para a AIC, o Monitor Campista é um patrimônio não somente pelo seu acervo, mas também pela sua existência, que ainda pode ser retomada depois da "descontinuidade" ocorrida em 15 de novembro de 2009. Confira no link abaixo a íntegra do relatório. http://www.4shared.com/office/9cPwO-esba/Relatrio_Visita_AIC_Arquivo_Pb.html    
Comentar
Compartilhe
100 anos não são 100 meses
29/07/2015 | 12h58
Como a maioria da população brasileira que em algum dia recorreu a empréstimos bancários para poder equilibrar suas combalidas finanças particulares, eu, você e a galera, estamos carecas de saber do perrengue que é arrastar uma dívida por alguns anos no orçamento familiar. Pois não é que nos últimos dias o campista foi informado de que essa operação "venda do futuro" que a prefeitura quer porque quer fazer será paga em 100 anos?! Imaginem... irá comprometer o futuro de mais quatro gerações! Em relação ao tal empréstimo, apresentado como panaceia à suposta quebradeira das contas municipais (ao meu ver falsa; um mantra de araque para solucionar outros interesses próximos), as inumeráveis explicações e números não batem. Aliás, para quem nunca precisou praticar aritmética como exercício cotidiano... [caption id="attachment_26430" align="aligncenter" width="554"]Charge 03-07-2015 do Blog Opiniões, Folha da Manhã[/caption]
Comentar
Compartilhe
Saúde de Campos: um escárnio com o povo
28/06/2015 | 05h15
Luciana, me perdoe por voltar ao seu blog, mas gostaria de fazer uma correção,onde citei Sampa,o correto seria Pampa(Secretário de Esportes). Voltando ao assunto do ÓDIO citado pelo Juliano. Pergunto a ele como se sentiria ao ser tratado com DESCASO SENDO IDOSO, NUMA CASA PARA IDOSOS (Centro Dias no J.Carioca), em que a prefeitura,na propaganda paga diz ser REFERÊNCIA NA REGIÃO? Sexta feira(26/06),eu tinha consultas marcadas para Cardiologista e Urologista. Bom, o Cardiologista, que seria às 10:00hs, ligou às 11:10 dizendo que não iria, remarcaram para 17/07. Quanto ao Urologista, me disse que apesar de eu NECESSITAR DE FAZER O TOQUE, ELE NÃO IRIA FAZER POIS ESTÁ EM FALTA DE “VASELINA”. Bom, voltei para casa frustrado já que tenho um histórico familiar ruim,meu pai teve Câncer de Próstata, meu irmão (67 anos), está aguardando por uma cirurgia no HGG (sem prazo definido e me parece que é para uma correção, não é maligno). E veja que estou desde de março, para fazer um Ultrassom de Próstata, só fui conseguir em 12/06 já que o COMPUTADOR ESTAVA COM DEFEITO. Bom, já voltei para casa sem AFERIR PRESSÃO POR FALTA DE APARELHOS (só existia um no local e estava quebrado), agora voltei para casa FRUSTRADO, por um médico que faltou (minha pressão estava 17 x 10) e pelo outro que deixou um tanto perplexo por não fazer o serviço que deveria fazer por FALTA DE UM MATERIAL COMUM E TÃO BARATO. Aí vejo um jornalista do jornaleco o Diário dizer que o vereador R.Diniz não respeitou o idoso se referindo ao Presidente da Câmara! Que diríamos nós IDOSOS DO CENTRO DIA? abs. (Publicado como comentário no blog)
Comentar
Compartilhe
Feio, feio. Muito feio.
24/06/2015 | 01h25
Lamentável que a Câmara Municipal de Campos, aliás custa bem caro ao bolso do campista, tenha se reduzido a um mero espaço de manobra da prefeitura. Alteram regimento interno ao bel prazer, não comparecem ao trabalho quando o assunto é contrário aos interesses do governo. Como de costume da maioria governista, meteram na marra uma camisa de força no legislativo municipal. Agora, e até quando for do interesse do casal de prefeitos, só podem duas CPIs. As demais são tachadas de eleitoreiras. Enquanto no resto do país não há assunto que não possa ser questionado e trazido à luz para discussão franca da sociedade brasileira, vereadores da situação tremem; esmagam a democracia no afã de evitar qualquer cobrança por parte da oposição. Atitude menor, sem defesa, autoritários que são. Diz um ditado popular: pau que nasce torto, cresce torto, morre torto. Deixo algumas das falas da tenebrosa sessão de ontem. Espera-se que constem dos anais da Câmara: “O que estamos vendo é mais uma manobra feita nos bastidores para enfraquecer os vereadores que desejam fiscalizar o governo”, protestou o vereador Rafael Diniz (PPS) "O secretário Garotinho disse que não tem ladrão no governo. Ninguém disse que tem. O que desejamos é investigar”, indagou Marcão (PT). “Ninguém é contra investigação”. “A resolução é coerente. Não vamos fazer desta Casa um palanque eleitoral. A eleição não chegou ainda”, disse o vereador Fábio Ribeiro (PR) na defesa do governo. “Esta Casa não é uma secretaria do Governo e o presidente não é secretário de Governo. Não adianta ficar de cabeça baixa, seguindo as recomendações do seu assessor jurídico. Levante a cabeça e honre esta cadeira”, disparou o vereador Rafael Diniz ao criticar o presidente da Câmara de Campos, Edson Batista. “Não fomos eleitos para criticar, nem para abrir CPI. O povo não quer isso. O povo quer saber dos mil que foram demitidos e não voltaram”, falou a vereadora Dona Penha (DEM). “Era uma matéria interna, mas o debate foi parar onde não devia”, disse o vereador Mauro Silva (PT do B) ao lamentar o clima tenso da sessão. [caption id="" align="aligncenter" width="536"] Foto: reprodução Tv Câmara 17h49[/caption]
Fonte. Folha da Manhã, Blog do Bastos, Blog Eu Penso Que.
Comentar
Compartilhe
Opaco e catiço
26/05/2015 | 11h52
Tirar 0,9 em uma avaliação de 0 a 10, é algo bem constrangedor para qualquer um. Zero vírgula nove é nota escabrosa, indicadora de zero de esforço e décimos de enganação. Assim foi Campos, ou melhor, assim foi avaliado o governo municipal atual pelo Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro. A análise, como informou o Blog do Bastos (aqui),  é feita com base na Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/11), na Lei da Transparência (Lei Complementar nº 131/2009)  e no Decreto 7.185/10, que determinam a forma como deve ser a transparência administrativa do setor público. Englobou o governo do Estado do Rio de Janeiro e as 92 prefeituras. Ficamos mais uma vez com cara de tacho ao escorregar na 72ª colocação. Aliás, final de fila parece que é o destino final desta administração que não dialoga com a sociedade civil. E foi também assim que há mais de seis anos a atual prefeita Rosinha Garotinho se elegeu. Omitiu de cabeça pensada o nome do esposo Garotinho que na ocasião, com pesquisas eleitorais na mão, desaconselhava associar o sobrenome dele ao seu.  Transparência? Dizem que pau que nasce torto, cresce torto, morre torto. opaco Ps. só não venham com o discurso opaco e catiço de imputar os males que se abatem no campista à queda internacional do valor do petróleo.  
Comentar
Compartilhe
56ª EXPOAGRO
22/05/2015 | 04h45
convite expoagro 1  
Comentar
Compartilhe
Ainda sobre o Mercado Municipal
14/05/2015 | 11h23
No início deste ano (2015), o Instituto Estadual do Patrimônio Cultural (Inepac), órgão responsável pela proteção do patrimônio histórico do Estado do Rio de Janeiro, enviou solicitação ao Conselho de Preservação do Patrimônio Arquitetônico Municipal (Coppam), ao promotor de Justiça de Tutela Coletiva/Núcleo Campos, Marcelo Lessa, e à prefeita de Campos, Rosinha Garotinho, recomendando a interrupção das obras em curso pela PMCG no entorno do Mercado Municipal de Campos (ver aqui). Além disso,  o Inepac comunicou a abertura do processo de tombamento do prédio do Mercado, tendo em vista o interesse cultural do prédio a nível estadual. [caption id="attachment_8957" align="aligncenter" width="390"]mercado inepac Foto Valmir Oliveira[/caption] Na mesma época, setores da sociedade civil criaram uma petição online na Avaaz , dirigida ao MPE/sede regional de Campos, requerendo a suspensão das obras. A petição indicava que as tais obras (apresentadas pela PMCG como de "revitalização") sufocam e descaracterizam o Mercado, ferem o artigo nº6 da lei nº8.487, de 2013. — A lei nº8.487, de 2013, diz que nada pode interferir na visualização, na ambiência e na qualidade urbanística de um bem que seja tombado como patrimônio histórico. E o projeto aprovado pelo Coppam deixa como visíveis apenas a fachada do Mercado (a parte voltada para a Rua Formosa) e a parte de cima da torre do relógio. Essas obras emparedam o Mercado — comentou o arquiteto Renato Siqueira, um dos membros da sociedade civil que assinaram a petição da Avaaz. Renato é membro do Observatório Social. Em artigo publicado na Folha da Manhã assim se pronunciou: “Ratificamos o descaso e falta de interesse em oferecer o melhor à população, ao prédio histórico tombado, ao ambiente urbano do principal equipamento do Centro Histórico, bem como aos permissionários, que merecem respeito e locais adequados para desempenharem as suas funções, cujos projetos existem e estão nos arquivos da própria Prefeitura, secretaria de Obras, desde 2003, mas completamente ignorados.”

Feito esta pequena introdução, leio hoje no blog Opiniões (aqui), o posicionamento público do promotor de Justiça de Tutela Coletiva/Núcleo Campos, Marcelo Lessa. Na prática referenda a decisão da PMCG em tocar a obra no entorno do Mercado Municipal. Com respeito à função que exerce na 2ª Promotoria de Justiça/MPE, nem por isso, (ou até mesmo por isso) esta blogueira traz algumas considerações ao impasse que a tantos angustía.

[caption id="attachment_8956" align="alignleft" width="300"]mercado bagunça Foto. Valmir Oliveira[/caption]

É notório que a imundice que toma conta do mercado, com ratos, dejetos e sujeira mesmo, vem de algum tempo, por absoluta falta de manutenção rotineira do prédio, cuidado e higiene. Em Campos, tornou-se hábito do poder público municipal deixar os espaços públicos se deteriorarem a tal ponto em que só uma nova obra é capaz de "revitalizar" o desfeito. Também o atual emparedamento do Mercado Municipal, é resultado de políticas locais imediatistas, não aconteceu por acaso.

Que o problema é complexo, todos concordam. Que envolve interesses distintos, idem. Penso ser da natureza do poder público negociar conflitos, construir o bem estar coletivo (não de grupos), projetar o presente com olhos de perspectiva futura. Campos cresce, nada indica que estancará; cada vez mais o que é de todos, me refiro aos espaços e bens públicos, ganhará importância no cotidiano da sua população.

Qualquer intervenção humana no espaço gera "satisfeitos e insatisfeitos". Assim é com a criação/duplicação das estradas, assim é com a retirada de rodovias que atravessam cidades (caso da vizinha Itaperuna) em que comerciantes se beneficiam, mas que atravancam o deslocamento dos moradores.

E lembro aqui, não se trata apenas de deleite pela preservação do aspecto histórico-arquitetônico, este nos confere identidade. Oscar Niemeyer, dizia que uma obra arquitetônica não vale por suas qualidades funcionais, mas por suas propriedades estéticas: em vez de ser "boa para morar", "boa para trabalhar", ela é "boa para pensar", "boa para integrar". Beleza e funcionalidade não são idênticas, quiçá por isso admiramos construções que há muito perderam qualquer utilidade material (Partenon, Coliseu, Pirâmides...). Penso que é chegado o momento, com tantos já desperdiçados, de só nos movermos em busca das "soluções ideais". [caption id="attachment_8958" align="aligncenter" width="452"]mercado como era foto. autor desconhecido[/caption]  
Comentar
Compartilhe
Próximo >
Sobre o autor

Luciana Portinho

[email protected]

Arquivos