MEC desvincula 72 instituições do Prouni
14/05/2014 | 02h30
O MEC tem agido corretamente. Oferece condições - antes não vistas - e cobra reciprocidade das universidades, tanto do ponto de vista da qualidade de ensino oferecida à população como do recolhimento de tributos devidos e organização administrativa. É uma pena que ainda poucos estabelecimentos de ensino superior não correspondam à confiança do Ministério da Educação.
Ver íntegra da matéria abaixo.
Fim da conversa no bate-papo
Atenção na data
25/06/2013 | 08h59
INSCRIÇÕES ABERTAS
02/05/2013 | 07h29
IFF e Iphan: Patrimônio ganha espaço
03/03/2013 | 12h14
A poucos dias de completar dois meses do abate assustador do histórico Casarão datado de 1870 e, que na história recente da cidade ficou conhecido como “Chacrinha”, uma parceria entre o Instituto Federal Fluminense (IFF) e o Instituto de Preservação do Patrimônio Artístico Nacional (Iphan) para preservação do patrimônio cultural foi firmada na última terça-feira, na sede da superintendência do Iphan, no Rio de Janeiro. Trata-se de um termo de cooperação técnica para a criação de um sistema integrado de gestão do patrimônio cultural na baixada litorânea, no norte e noroeste fluminenses, regiões sob o âmbito de ação do IFF.
Serão criados núcleos regionais — os três primeiros núcleos são em Campos, Quissamã e São Pedro da Aldeia. Serão dotados de estrutura apta a operacionalizar ações de preservação do patrimônio cultural, áreas de interesse comum ao Iphan e ao IFF.
Há cerca de cinco anos, segundo o reitor Luiz Augusto Caldas Pereira, o IFF atravessa processo de mudanças internas que o desafiam a ir além da natureza e papel que até então compuseram a história da instituição. “Há uma preocupação com o papel contributivo na formação para a cidadania através de uma educação mais crítica, uma ênfase na pós-graduação e na formação de professores, 20% das vagas estão destinadas à licenciatura. Nessa linha acabamos de criar o curso de licenciatura em Letras. O protocolo assinado com o Iphan representa mais um passo na humanização do instituto”, disse Luiz Augusto.
O reitor rememora as dificuldades enfrentadas, anos atrás, quando do desejo de reforma da Praça do Liceu de Humanidades e do próprio Liceu. “Falta mão de obra qualificada em Campos, falta-nos cultura, um ponto de vista, um olhar técnico. Nos três anos que estive afastado, trabalhando em Brasília, me aproximei do Iphan, provoquei instituições como a Rede Ferroviária Federal. Queremos participar do debate, fazer de forma a qualificar mão de obra para esse trabalho específico de preservação e restauração do patrimônio arquitetônico”, esclarece.
De imediato, o IFF irá fortalecer o Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo existente na unidade local. Irá dar andamento no projeto de restauração do Solar da Baronesa de Muriaé, em Campos, bem nacional tombado desde 1974 por sua importância histórica e artística e cedido a Academia Brasileira de Letras (ABL).
[caption id="attachment_5849" align="aligncenter" width="500" caption="Ft. Folha da Manhã"]
[/caption]
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“É um ponto de partida. Há uma pré-disposição nossa, se vencido os limites jurídicos, de futura ocupação do Solar. Se a gente conseguir destravar os embaraços legais, viabilizaremos o desejo de lá desenvolver uma formação de elevação da cultura histórica, de formação de letras e de fomento literário”, frisa o reitor do IFF. Para tanto, Luiz Augusto, já fortaleceu a Pró-Reitora de Extensão do IFF, Paula Aparecida Martins Borges Bastos, a estar apta ao diálogo com as de mais representações. No próximo dia 11, haverá nova reunião de aprofundamento com a presença do Ivo Barreto, responsável pelo Escritório Técnico do Iphan, na Região dos Lagos. Em seguida, Luiz Caldas irá ter um entendimento com o jurídico da ABL. Quer se cientificar se o Solar pode ser de fato doado, passo seguinte irá a Brasília apresentar o projeto de restauro e de uso, “Se a gente resolve com o jurídico, faremos a construção, a concepção dentro da nossa governança. Há um custo para recuperar, há um custo para manter”. Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de sábado, 02/03.
Braços Abertos ao Autismo
27/02/2013 | 06h43
Reproduzo matéria do jornalista Nino Bellieny, postada ontem em seu blog aqui Uma bonita e acertada decisão da Faculdade Redentor, no tratamento ao autismo. Peço a sua atenção!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
ESTADO DO RIO GANHA PRIMEIRO CENTRO DE AUTISMO
Nino Bellieny
O município de Itaperuna, localizado na Região Noroeste do Estado do
Rio, ganha um moderno centro especializado no Transtorno Espectro
Autista-TEA. É o primeiro do Rio e um dos poucos do Brasil.
Carinhosamente chamado de Centrinho, já está funcionando no CACI-
Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna, com estrutura física
adequada para a realização das atividades planejadas para o
desenvolvimento das crianças diagnosticadas com o Autismo. O
principal objetivo é promover o desenvolvimento, a inclusão social e o
sucesso pedagógico destas crianças, futuros adultos plenamente
independentes.
O modelo desenvolvido no Centrinho tem como base a teoria desenvolvida
pelo M.D Stanley Greenspan e a PhD Serena Wieder, denominada DIR ® /
Floortime ™.- The Developmental, Individual Difference,
Relationship-Based , (em tradução livre: Desenvolvimento, Características Individuais e
Relacionamentos) ,é uma estrutura que ajuda a
médicos, terapeutas, pais e educadores a realizar uma avaliação abrangente
e desenvolver um programa de intervenção sob medida para os desafios e
potencialidades de crianças com autismo e outros desafios de
desenvolvimento. Os objetivos do modelo DIR ® são o de construir bases
saudáveis para as capacidades sociais, emocionais e intelectuais, em
vez de se concentrar em habilidades e comportamentos isolados.
Além do modelo base, as atividades são focadas na Integração
Sensorial, buscando desenvolver habilidades sociais, de comunicação e
de comportamento, com o objetivo da inclusão escolar e o caminho para
uma vida independente.
Antes de iniciar as atividades no Centrinho,as crianças são submetidas
a avaliação FEAS- - Functional Emotional Assessment Scale-( Escala de
Avaliação Funcional Emocional) através da realização de um vídeo de 45
minutos de duração, em uma sessão com a criança e sua interação com
os pais. Isto é dividido em três módulos: simbólico, sensorial e
vestibular, onde ela é exposta aos estímulos do ambiente e dos
elementos próprios de cada módulo. A partir da análise do vídeo, feita
pela equipe multidisciplinar do Centrinho-CACI, é possível traçar o
Plano de Ação e as metas terapêuticas de cada criança e incluí-las no
Centrinho.
A equipe terapêutica é formada por profissionais experientes como a
Orientadora – Profa. Helena Fagundes Gueiros - Fisioterapeuta, pós
graduada em Psicomotricidade - Certificada em Integração Sensorial -
Mentorship 1 pela SPD Foundation. DIR C2 pelo ICDL Institute.
e
Bruna Pellegrini Vieira , Fonoaudióloga
Aline Pereira Mota , Fisioterapeuta e
Clécia Souza Fonoaudióloga
Alunos dos cursos de Fisioterapia e Fonoaudiologia da Faculdade
Redentor, apoiadora de primeira hora do projeto, serão os monitores.
O Centrinho-CACI fica na Rua José Egídio Tinoco 79, Bairro Cidade
Nova, Itaperuna-RJ. Empresas e pessoas físicas que quiserem também
apoiar, poderão atuar como Padrinhos do Bem. Para isso podem entrar em
contato com gerente Rose pelo telefone 22-3824-3812, pelo email
[email protected]. ou pessoalmente.
(Colaboraram com esta matéria: Helena Fagundes Gueiros e Cláudia Boechat)
Ajustes de crescimento
09/01/2013 | 10h02
Abaixo, copio a nota oficial da Mantenedora da Faculdade Redentor, dando ciência das mudanças nas direções das unidades Campos e Itaperuna e da criação de nova instância a unir a vida acadêmica das duas unidades. Sinais inequívocos de ajustes constantes na vida acadêmica a sinalizar agilidade de gestão, confiança e determinação em avançar continuamente. Bom para a Faculdade Redentor, ótimo para Campos. LP
Comunico a todos os setores, departamentos, coordenações, professores, funcionários e colaboradores da Faculdade Redentor de Itaperuna e Campos dos Goytacazes, a posse das novas Diretorias das unidades de Graduação:
Em Campos dos Goytacazes o novo Diretor da Unidade de Graduação será o Prof. Leandro Azeredo, com vasta experiência na área de educação, com experiência e formação e gestão acadêmica, que dirigiu brilhantemente a Faculdade Redentor de Itaperuna, e agora assume com grande entusiasmo esse novo desafio que é dirigir a Unidade de Campos, onde o trabalho já é uma realidade e com grande potencial de crescimento no curto prazo.
Em Itaperuna o novo Diretor da Unidade de Graduação será o Prof. André Raeli com vasta experiência na área de educação, com experiência e formação e gestão acadêmica, que dirigiu brilhantemente a Faculdade Redentor de Campos, membro da equipe de especialistas do MEC, que implantou competentemente a Faculdade Redentor de Campos, e agora assume com grande entusiasmo, também, esse novo desafio que é dirigir a Unidade de Itaperuna, Unidade de graduação já com o tempo de maturação adiantado, mas que tem como meta crescer ainda mais nos próximos anos!
É criada a Presidência de regulação acadêmica que terá ascendência sobre as unidades, nos temas inerentes a questão exclusiva de regulação junto ao MEC.
A posse se dá imediatamente, a transição será feita de maneira tranquila até que se consuma os objetivos da gestão.
Atenciosamente
Luís Adriano Pereira da Silva.
Diretor de Operações e Finanças do Grupo Redentor de Ensino
Sociedade Universitária Redentor - Mantenedora
BEM NA FITA I
28/12/2012 | 08h38
No rol das melhores notícias do final do ano que se vai em breve, está o da classificação da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF), na frente de todas as demais universidades e faculdades, do estado do Rio de Janeiro. A UENF aparece como 1º lugar na classificação do Índice Geral de Cursos (IGC), de 2011, divulgado nesse mês de dezembro pelo Ministério da Educação. Para o município de Campos a notícia levantou a moral que andava baixa ao saber que figurava como o último colocado no ranking fluminense do ensino fundamental (Ideb).
Outra instituição de ensino superior, ainda mais jovem do que a UENF a despontar com uma avaliação bem positiva é a Faculdade Redentor, que se fixou em Campos a bem pouco tempo. A Faculdade Redentor, existe há 10 anos em Itaperuna, cidade polo da vizinha região noroeste fluminense. Em 2012 a Redentor colheu pelo mesmo IGC a classificação como o melhor curso de Biologia do Brasil, obteve a nota máxima de 5 (cinco). Também pelo Índice Geral de Cursos (IGC) a Faculdade Redentor está colocada entre as 3 primeiras instituições universitárias das regiões Norte e Noroeste Fluminenses. Logo abaixo da Uenf que obteve 3,92 pontos e quociente 4, a Redentor atingiu 2,71 pontos e quociente 3 e o Isecensa 2,33 pontos e quociente 3.
O Diário Oficial da União, seção 1, da quarta-feira, 19/12/12 tornou publico o fato de que não poucas universidades federais e outras tantas particulares pelo país afora, foram mal colocadas, ficaram com quociente final sofrível de 1 ou 2 no IGC. Cabe então um sonoro PARABÉNS, à nossa Uenf, bem como à agora também nossa Redentor. Nos colocaram bem na fita.
Que venha 2013!
Um forte abraço de esperança em todos!
SUPERAÇÃO: limites e caminhos
15/12/2012 | 10h57
Gestão Profissional no Ensino Superior brasileiro: Limites e caminhos para superação
[caption id="attachment_5422" align="alignright" width="223" caption="Ft. Google"]
[/caption]
André Raeli Gomes
Perceber e entender a realidade gestora do ensino superior brasileiro tem sido objeto de pesquisa da grande maioria dos gestores educacionais. Discutiam-se mídias digitais como a grande vertente do crescimento. Recursos, tecnologias, ambientes virtuais de aprendizagem se tornariam a diferença competitiva até que, adquirir técnicas gestoras seria condição de sobrevivência nesse terreno sombrio, de intempéries constantes (BRAGA, 2010).
O caminho então passa a ser avaliar o que funciona e o que não funciona na IES. Aborta uma estrutura amadora, em suas práticas; conservadora, na gestão e; negligente, quanto a cobranças de resultados (BRAGA, 2010). Começa a equilibrar a proporção atividades meio e fim. Inicia um processo de controle de inputs (entradas) e outputs (saídas), desde o mais elementar insumo até o acompanhamento do egresso como a mais nobre ferramenta de marketing da IES.
Diante do cenário eminente de profissionalização do saber e da forma de ensinar o saber, o primeiro passo é enxergar o “como fazemos” e propor uma convergência com o “como fazer”.
As IES crescem em forma, conhecimento e visibilidade. Discutir princípios gestores é prioritariamente definir “Planejamento Estratégico” (FALCONI, 2009) Como definir tal planejamento de ações futuras se os envolvidos são meramente “acadêmicos”? É preciso, nesse momento, aliar de forma prioritária, princípios administrativos ao conhecimento científico, já propostos por Taylor há bastante tempo (TAYLOR, 1995). Transformar o Coordenador Acadêmico em Gestor Acadêmico é sem dúvida o insight necessário nessa virada de década para tornar o Curso e, sobretudo a IES, viva e detentora de uma inteligência competitiva oriunda de um processo de gestão antecipatória, onde possibilita a Instituição adequação às mudanças de mercado (MAXIMIANO, 2002).
O grande desafio então é – antes de discutir e cobrar resultados – “capacitar os escolhidos” ou “escolher os capacitados”? Sem dúvida, a primeira alternativa será a escolhida. “Garantir o papel de cada um no esforço empresarial” (FALCONI, 2009). O staff já está definido, o que se deve trabalhar é disseminação da governança corporativa, ou seja, a forma da IES pensar e agir. Uma vez adquirida, envolver os principais atores no processo gestor será conseqüência. Reduzir o turnover de pessoal é o carro chefe do processo, uma vez que o conhecimento é
capturado pelo gestor, instigá-lo a participar como administrador do seu curso é uma questão de tempo. Esse profissional não pode ser substituído, ele é a essência da atividade meio da IES (GARCIA, 2005).
Ele passará de crítico ao sistema para crítico do sistema. Esse processo se dará de forma gradativa, mas sólida, com investimento demandado e fomentado pela própria IES, culminando no princípio de que, educação e curto prazo são elementos que não combinam.
Voltar ao nosso “chão de fábrica” e comparar processos e objetivos à indicadores pré-definidos, como o IGC, nos faz perceber em nossa essência tácita e empírica, de natureza estritamente acadêmica, a necessidade da definição de novos indicadores, que de fato representem a “medida” do nosso egresso e da nossa educação, permeando
necessariamente pela figura do gestor. Não é justo virarmos reféns, muitas vezes, de indicadores qualitativos de manuais de avaliações, onde nos imputa uma classificação ordinal gerando uma nota que hoje garante a sobrevivência ou não da IES - fatalmente, e ao mesmo tempo estarmos preocupados com a coerência organizacional e com a formação plena da equipe, passando de um staff intelectual para um staff essencial, agregando o conceito de essencial àquilo que hoje é visto como periférico, garantindo a marca e a identidade institucional (NADLER e TUSHMAN, 2000)(grifo nosso).
André Raeli é diretor da Faculdade Redentor Campos-RJ
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FALCONI, V. O Verdadeiro Poder. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços
Ltda, BH, 2009.
BRAGA, R. Evolução das Práticas de Gestão nas IES Brasileiras
2001-2010: A gestão vista como inovação para o setor educacional.
HOPER Educação. São Paulo: 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: Da revolução urbana
à revolução digital. 3ªed. São Paulo: Atlas S.A., 2002.
NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L. A Organização do Futuro: As lições mais
importantes do século XX e os próximos desafios que levarão ao novo
desenho da empresa. HSM Management, nº 18, janeiro –fevereiro, 2000.
TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. São Paulo:
Editora Atlas S.A., 1995.
GARCIA, M. Três grandes tendências para o ensino superior privado no
Brasil. Revista Ensino Superior, São Paulo/SP, n.77, p.41-43, fev.,
2005.
Texto extraído do http://bracosabertosnb.wordpress.com/2012/06/21/caminhos-para-a-superacao-artigo-de-andre-raeli-3/
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André Raeli Gomes
Perceber e entender a realidade gestora do ensino superior brasileiro tem sido objeto de pesquisa da grande maioria dos gestores educacionais. Discutiam-se mídias digitais como a grande vertente do crescimento. Recursos, tecnologias, ambientes virtuais de aprendizagem se tornariam a diferença competitiva até que, adquirir técnicas gestoras seria condição de sobrevivência nesse terreno sombrio, de intempéries constantes (BRAGA, 2010).
O caminho então passa a ser avaliar o que funciona e o que não funciona na IES. Aborta uma estrutura amadora, em suas práticas; conservadora, na gestão e; negligente, quanto a cobranças de resultados (BRAGA, 2010). Começa a equilibrar a proporção atividades meio e fim. Inicia um processo de controle de inputs (entradas) e outputs (saídas), desde o mais elementar insumo até o acompanhamento do egresso como a mais nobre ferramenta de marketing da IES.
Diante do cenário eminente de profissionalização do saber e da forma de ensinar o saber, o primeiro passo é enxergar o “como fazemos” e propor uma convergência com o “como fazer”.
As IES crescem em forma, conhecimento e visibilidade. Discutir princípios gestores é prioritariamente definir “Planejamento Estratégico” (FALCONI, 2009) Como definir tal planejamento de ações futuras se os envolvidos são meramente “acadêmicos”? É preciso, nesse momento, aliar de forma prioritária, princípios administrativos ao conhecimento científico, já propostos por Taylor há bastante tempo (TAYLOR, 1995). Transformar o Coordenador Acadêmico em Gestor Acadêmico é sem dúvida o insight necessário nessa virada de década para tornar o Curso e, sobretudo a IES, viva e detentora de uma inteligência competitiva oriunda de um processo de gestão antecipatória, onde possibilita a Instituição adequação às mudanças de mercado (MAXIMIANO, 2002).
O grande desafio então é – antes de discutir e cobrar resultados – “capacitar os escolhidos” ou “escolher os capacitados”? Sem dúvida, a primeira alternativa será a escolhida. “Garantir o papel de cada um no esforço empresarial” (FALCONI, 2009). O staff já está definido, o que se deve trabalhar é disseminação da governança corporativa, ou seja, a forma da IES pensar e agir. Uma vez adquirida, envolver os principais atores no processo gestor será conseqüência. Reduzir o turnover de pessoal é o carro chefe do processo, uma vez que o conhecimento é
capturado pelo gestor, instigá-lo a participar como administrador do seu curso é uma questão de tempo. Esse profissional não pode ser substituído, ele é a essência da atividade meio da IES (GARCIA, 2005).
Ele passará de crítico ao sistema para crítico do sistema. Esse processo se dará de forma gradativa, mas sólida, com investimento demandado e fomentado pela própria IES, culminando no princípio de que, educação e curto prazo são elementos que não combinam.
Voltar ao nosso “chão de fábrica” e comparar processos e objetivos à indicadores pré-definidos, como o IGC, nos faz perceber em nossa essência tácita e empírica, de natureza estritamente acadêmica, a necessidade da definição de novos indicadores, que de fato representem a “medida” do nosso egresso e da nossa educação, permeando
necessariamente pela figura do gestor. Não é justo virarmos reféns, muitas vezes, de indicadores qualitativos de manuais de avaliações, onde nos imputa uma classificação ordinal gerando uma nota que hoje garante a sobrevivência ou não da IES - fatalmente, e ao mesmo tempo estarmos preocupados com a coerência organizacional e com a formação plena da equipe, passando de um staff intelectual para um staff essencial, agregando o conceito de essencial àquilo que hoje é visto como periférico, garantindo a marca e a identidade institucional (NADLER e TUSHMAN, 2000)(grifo nosso).
André Raeli é diretor da Faculdade Redentor Campos-RJ
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FALCONI, V. O Verdadeiro Poder. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços
Ltda, BH, 2009.
BRAGA, R. Evolução das Práticas de Gestão nas IES Brasileiras
2001-2010: A gestão vista como inovação para o setor educacional.
HOPER Educação. São Paulo: 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: Da revolução urbana
à revolução digital. 3ªed. São Paulo: Atlas S.A., 2002.
NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L. A Organização do Futuro: As lições mais
importantes do século XX e os próximos desafios que levarão ao novo
desenho da empresa. HSM Management, nº 18, janeiro –fevereiro, 2000.
TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. São Paulo:
Editora Atlas S.A., 1995.
GARCIA, M. Três grandes tendências para o ensino superior privado no
Brasil. Revista Ensino Superior, São Paulo/SP, n.77, p.41-43, fev.,
2005.
Texto extraído do http://bracosabertosnb.wordpress.com/2012/06/21/caminhos-para-a-superacao-artigo-de-andre-raeli-3/
BEM NA FITA
08/12/2012 | 09h43
Há pouco tempo na cidade de Campos e há 10 anos na cidade próxima de Itaperuna a Faculdade Redentor tem motivos de sobra para comemorar. Em uma única semana, dois de seus cursos de graduação obtiveram ótima avaliação.
O Curso de Biologia da Faculdade Redentor Itaperuna ficou no extraordinário primeiro lugar no Brasil. Também o Índice Geral de Cursos (IGG) da Redentor cresceu 30% em
relação a 2011, consolidando o crescimento contínuo da referida IES. Todos os cursos avaliados tiveram seu CPC em crescimento, ratificando a Faculdade como a melhor IES da Região e a melhor em Biologia de todo o país. (fonte-MEC)
Ontem (7/12), mais um público reconhecimento. Dessa vez o curso Engenharia é classificado entre os melhores do país, ver a publicação na revista Exame aqui .
Bom para a Faculdade Redentor, muito melhor para as regiões norte e noroeste fluminenses.
Eu, já fiz o vestibular. Passei e me matriculei. Volto firme aos bancos universitários. Para quem ainda não fez, aproveite o mês de dezembro e se inscreva no Vestibular Agendado!
Sobre o autor
Luciana Portinho
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