Anunciado por dias a fio na mídia, veio o calote de U$ 45 milhões da OGX, empresa de petróleo do grupo EBX, leia-se Eike Batista (ver blog do Bastos, aqui).
Se ontem o ministro da Fazenda Guido Mantega deixou a nação de cabelo em pé, por imputar ao empresário grande responsabilidade nas oscilações recentes da economia brasileira, hoje, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, assegurou que a decisão pode causar “algum estranhamento e desconforto dos investidores”, mas não muda a “trajetória geral” da economia brasileira", e emendou, " A trajetória da nossa economia é sólida e confiável. Estamos convivendo com anúncio de investimentos diariamente, novas empresas estão vindo. Não vejo risco maior para o Brasil”
Ficamos assim, agora mais confortáveis, ao nos certificar de que a economia do país não vai a reboque do sucesso ou fracasso de um grupo empresarial, por maior que sejam os investimentos ou dívidas deste.
Fonte. G1.
Com o calote, governo baixa o tom
Anunciado por dias a fio na mídia, veio o calote de U$ 45 milhões da OGX, empresa de petróleo do grupo EBX, leia-se Eike Batista (ver blog do Bastos, aqui).
Se ontem o ministro da Fazenda Guido Mantega deixou a nação de cabelo em pé, por imputar ao empresário grande responsabilidade nas oscilações recentes da economia brasileira, hoje, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, assegurou que a decisão pode causar “algum estranhamento e desconforto dos investidores”, mas não muda a “trajetória geral” da economia brasileira", e emendou, " A trajetória da nossa economia é sólida e confiável. Estamos convivendo com anúncio de investimentos diariamente, novas empresas estão vindo. Não vejo risco maior para o Brasil”
Ficamos assim, agora mais confortáveis, ao nos certificar de que a economia do país não vai a reboque do sucesso ou fracasso de um grupo empresarial, por maior que sejam os investimentos ou dívidas deste.
Fonte. G1.
01/10/2013 | 02h25
Anunciado por dias a fio na mídia, veio o calote de U$ 45 milhões da OGX, empresa de petróleo do grupo EBX, leia-se Eike Batista (ver blog do Bastos, aqui).
Se ontem o ministro da Fazenda Guido Mantega deixou a nação de cabelo em pé, por imputar ao empresário grande responsabilidade nas oscilações recentes da economia brasileira, hoje, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, assegurou que a decisão pode causar “algum estranhamento e desconforto dos investidores”, mas não muda a “trajetória geral” da economia brasileira", e emendou, " A trajetória da nossa economia é sólida e confiável. Estamos convivendo com anúncio de investimentos diariamente, novas empresas estão vindo. Não vejo risco maior para o Brasil”
Ficamos assim, agora mais confortáveis, ao nos certificar de que a economia do país não vai a reboque do sucesso ou fracasso de um grupo empresarial, por maior que sejam os investimentos ou dívidas deste.
Fonte. G1.
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MAKHOUL ELEITO
12/08/2013 | 03h41
[caption id="attachment_6815" align="alignleft" width="275" caption="divulgação"]
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Com 79% dos votos foi eleita a chapa representada em Campos por Makhoul Moussallem ( médico e ex-candidato a prefeito nas eleições de 2012) ao Conselho Regional de Medicina - Cremerj.
A chapa concorrente não apresentou, no momento da inscrição, as certidões negativas de seus membros como exigido pela Lei da Ficha Limpa para os que concorrem ao Conselho Federal de Medicina e aos conselhos regionais. Os conselhos são autarquias e como tal se enquadram na lei.
Makhoul, também tem assento no Conselho Federal de Medicina. No estado do Rio de Janeiro, foi conduzido à Coordenação Seccional de Campos com expressiva votação de 74%.
Ponto para os médicos de Campos!
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Com 79% dos votos foi eleita a chapa representada em Campos por Makhoul Moussallem ( médico e ex-candidato a prefeito nas eleições de 2012) ao Conselho Regional de Medicina - Cremerj.
A chapa concorrente não apresentou, no momento da inscrição, as certidões negativas de seus membros como exigido pela Lei da Ficha Limpa para os que concorrem ao Conselho Federal de Medicina e aos conselhos regionais. Os conselhos são autarquias e como tal se enquadram na lei.
Makhoul, também tem assento no Conselho Federal de Medicina. No estado do Rio de Janeiro, foi conduzido à Coordenação Seccional de Campos com expressiva votação de 74%.
Ponto para os médicos de Campos!
Enxergar pra frente
11/06/2013 | 05h25
[caption id="attachment_6470" align="alignleft" width="200" caption="ft. Facebook"]
[/caption]
Trago o artigo abaixo do mural de Luis Adriano Silva - rede social Facebook. Pertinente reflexão sobre configurações que já se esboçam para o mundo do trabalho e da educação/aperfeiçoamento. Luis Adriano Silva é conhecido (e reconhecido) nosso como administrador de vanguarda, CEO da Faculdade Redentor.
MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO E EDUCAÇÃO
No início do Século XX uma das previsões em relação ao mercado de trabalho era que uma das profissões de maior futuro seria a de telefonista. A explicação era a seguinte: como a transferência de ligações era manual, seria necessário uma telefonista para no máximo X (vamos dizer 100) assinantes. Como a previsão (correta) era que o número de assinantes aumentaria aceleradamente, logo, a quantidade de telefonistas também cresceria nessa velocidade.
Qual foi o erro?
Simplesmente a previsão não considerou a mudança de tecnologia no processo, com a automação que tornou dispensáveis as telefonistas para intermediar ligações.
Será que vamos cometer esse mesmo tipo de erro nesse ainda início de século XXI?
Vejo alguma projeções nas áreas do Trabalho e da Educação que parecem reforçar o caminho nessa direção equivocada. Só que dessa vez a velocidade da mudança será ainda mais acelerada e o erro aparecerá ainda mais cedo. Previsões para daqui a 10 anos que consideram que os processos serão os mesmos de hoje!
Vou abordar aqui apenas algumas tendências que terão que ser consideradas ao se fazer qualquer estimativa e projeção para os próximos 10 anos e que serão provocadas por avanços que já vem ocorrendo nas tecnologias de informação e comunicação.
1- Mobilidade, acesso e conectividade – Significando: de qualquer lugar e a qualquer hora (ou permanentemente); redução dos tempos e dos espaços.
2- Desintermediação – Significando: Se posso fazer direto, ou se uma máquina pode fazer (automação), porque preciso de alguém no meio do caminho?
3- Individual, customizado – Significando: Do meu jeito, feito para mim, no meu próprio ritmo
Em função apenas desses 3 itens acima, podemos vislumbrar:
As relações de trabalho e governança mudarão (independente ou apesar da legislação, que deverá vir à reboque) por conta de trabalhos realizados a qualquer hora e de qualquer lugar. Primeiro nas áreas que trabalham com informações e conhecimento: jornalismo, programação, gestão, advocacia, administração (inclusive pública!), monitoramento, controle, planejamento. Depois em todas as outras, em maior ou menor grau. Quando falo de qualquer lugar e a qualquer hora, estou incluindo e destacando que isso independe de fronteiras entre países e de fusos horários.
A divisão de áreas de trabalho (setores da economia) em agricultura, indústria, comércio, serviços se mostrará totalmente irreal pela superposição e interdependência entre esses conceitos.
Salas de aula com 1 professor e 20/30 alunos deixarão de existir como regra geral e obrigatória. O aprendizado é individual (sempre foi), mas a tecnologia permitirá sua libertação. O foco será o que aprende (aluno) e não o que ensina (professor) ou o local onde é ensinado (sala de aula). Progresso seriado como se fosse uma linha de produção e onde todos deverão cumprir os mesmos anos de estudo não farão sentido a partir do acesso direto ao conhecimento (desintermediação) e absorção em qualquer hora e lugar e no próprio ritmo do aluno. Todo o conhecimento necessário para cada função/profissão deverá estar devidamente estruturado e mapeado pelos bons professores e disponíveis para quem quiser e quando quiser. A troca de ideias e experiências serão o complemento (essencial). Debates, reuniões, encontros, conferencias acontecerão continuamente em um ambiente similar às redes sociais.
Autonomia na busca do conhecimento? Sim!
O conhecimento será certificado por entidades especializadas em Certificação do conhecimento e não por quem fornece esse conhecimento.
Empresas, organizações, Universidades e governos perderão suas fronteiras físicas e o conceito de dentro/fora terá que ser revisto.
Regras e conceitos associados à limites de idade também terão que mudar. Alguém com 60 anos pode aprender uma nova função e realiza-la de qualquer lugar durante mais 20 ou 30 anos. Conceitos de PEA (população economicamente ativa), PIA (população em idade ativa) e aposentadoria terão que ser atualizados. A medida da escolaridade associada à idade terá que ser revista.
Algumas dessas mudanças virão (já estão aí) em menos de 10 anos. Algumas outras um pouco mais, mas chegarão.
Assustador? Para muitos sim, nem tanto para quem se preparar.
Desafiador? Certamente.
Quando vem uma onda grande, a pessoa tem 3 opções: mergulhar achando que vai passar, fechar o olho e rezar para que não a atinja, ou pegar o ritmo e seguir no mesmo rumo da onda assumindo o controle do seu deslocamento.
A escolha é sua!
Paulo Milet é empresário e consultor em TI, Gestão e EAD.
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Trago o artigo abaixo do mural de Luis Adriano Silva - rede social Facebook. Pertinente reflexão sobre configurações que já se esboçam para o mundo do trabalho e da educação/aperfeiçoamento. Luis Adriano Silva é conhecido (e reconhecido) nosso como administrador de vanguarda, CEO da Faculdade Redentor.
MUDANÇAS NO MERCADO DE TRABALHO E EDUCAÇÃO
No início do Século XX uma das previsões em relação ao mercado de trabalho era que uma das profissões de maior futuro seria a de telefonista. A explicação era a seguinte: como a transferência de ligações era manual, seria necessário uma telefonista para no máximo X (vamos dizer 100) assinantes. Como a previsão (correta) era que o número de assinantes aumentaria aceleradamente, logo, a quantidade de telefonistas também cresceria nessa velocidade.
Qual foi o erro?
Simplesmente a previsão não considerou a mudança de tecnologia no processo, com a automação que tornou dispensáveis as telefonistas para intermediar ligações.
Será que vamos cometer esse mesmo tipo de erro nesse ainda início de século XXI?
Vejo alguma projeções nas áreas do Trabalho e da Educação que parecem reforçar o caminho nessa direção equivocada. Só que dessa vez a velocidade da mudança será ainda mais acelerada e o erro aparecerá ainda mais cedo. Previsões para daqui a 10 anos que consideram que os processos serão os mesmos de hoje!
Vou abordar aqui apenas algumas tendências que terão que ser consideradas ao se fazer qualquer estimativa e projeção para os próximos 10 anos e que serão provocadas por avanços que já vem ocorrendo nas tecnologias de informação e comunicação.
1- Mobilidade, acesso e conectividade – Significando: de qualquer lugar e a qualquer hora (ou permanentemente); redução dos tempos e dos espaços.
2- Desintermediação – Significando: Se posso fazer direto, ou se uma máquina pode fazer (automação), porque preciso de alguém no meio do caminho?
3- Individual, customizado – Significando: Do meu jeito, feito para mim, no meu próprio ritmo
Em função apenas desses 3 itens acima, podemos vislumbrar:
As relações de trabalho e governança mudarão (independente ou apesar da legislação, que deverá vir à reboque) por conta de trabalhos realizados a qualquer hora e de qualquer lugar. Primeiro nas áreas que trabalham com informações e conhecimento: jornalismo, programação, gestão, advocacia, administração (inclusive pública!), monitoramento, controle, planejamento. Depois em todas as outras, em maior ou menor grau. Quando falo de qualquer lugar e a qualquer hora, estou incluindo e destacando que isso independe de fronteiras entre países e de fusos horários.
A divisão de áreas de trabalho (setores da economia) em agricultura, indústria, comércio, serviços se mostrará totalmente irreal pela superposição e interdependência entre esses conceitos.
Salas de aula com 1 professor e 20/30 alunos deixarão de existir como regra geral e obrigatória. O aprendizado é individual (sempre foi), mas a tecnologia permitirá sua libertação. O foco será o que aprende (aluno) e não o que ensina (professor) ou o local onde é ensinado (sala de aula). Progresso seriado como se fosse uma linha de produção e onde todos deverão cumprir os mesmos anos de estudo não farão sentido a partir do acesso direto ao conhecimento (desintermediação) e absorção em qualquer hora e lugar e no próprio ritmo do aluno. Todo o conhecimento necessário para cada função/profissão deverá estar devidamente estruturado e mapeado pelos bons professores e disponíveis para quem quiser e quando quiser. A troca de ideias e experiências serão o complemento (essencial). Debates, reuniões, encontros, conferencias acontecerão continuamente em um ambiente similar às redes sociais.
Autonomia na busca do conhecimento? Sim!
O conhecimento será certificado por entidades especializadas em Certificação do conhecimento e não por quem fornece esse conhecimento.
Empresas, organizações, Universidades e governos perderão suas fronteiras físicas e o conceito de dentro/fora terá que ser revisto.
Regras e conceitos associados à limites de idade também terão que mudar. Alguém com 60 anos pode aprender uma nova função e realiza-la de qualquer lugar durante mais 20 ou 30 anos. Conceitos de PEA (população economicamente ativa), PIA (população em idade ativa) e aposentadoria terão que ser atualizados. A medida da escolaridade associada à idade terá que ser revista.
Algumas dessas mudanças virão (já estão aí) em menos de 10 anos. Algumas outras um pouco mais, mas chegarão.
Assustador? Para muitos sim, nem tanto para quem se preparar.
Desafiador? Certamente.
Quando vem uma onda grande, a pessoa tem 3 opções: mergulhar achando que vai passar, fechar o olho e rezar para que não a atinja, ou pegar o ritmo e seguir no mesmo rumo da onda assumindo o controle do seu deslocamento.
A escolha é sua!
Paulo Milet é empresário e consultor em TI, Gestão e EAD.
Eike Batista
30/05/2013 | 09h09
É continua a transferência de capitais nas empresas do Eike. Mudam de mão majoritária, mas, enquanto investimentos certos continuam. Ontem, 29/05, o mercado deu notícia de que o empresário não é mais o acionista majoritário da MPX, vendeu 24,5% do capital social da MPX-Energia para a E.ON, lucrou R$ 1,45 bilhão e vai reinvestir o dinheiro ganho na empresa, ver aqui. Com isso a empresa será reestruturada. Difícil para nós mortais locais entender toda essa movimentação. De uma coisa, tenho impressão, a dimensão da alteração na paisagem física do Açu, os investimentos já injetados, pelo imenso volume aportado e “vendido” ao mercado internacional é de improvável reversão, até por fazer parte de um modelo maior de eterno país exportador. Por enquanto, as demissões no Porto, seguem em marcha batida, mas, o que representa demissão para o grande capital?!
DO PORTO DO AÇU
23/05/2013 | 10h40
[caption id="attachment_6333" align="alignright" width="253" caption="Ft. Nino Bellieny"]
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Face à onda de boatos que sacode o noticiário regional, reforçada pelas demissões reais recentes, o administrador e empresário Luis Adriano Silva comenta:
- Isso é um freio de arrumação determinado pelo BTG para tornar as empresas do Grupo X atrativas no mercado financeiro, facilitando a entrada de novos sócios investidores (aos olhos do investidor é bom perceber governança), além, de se adequar à carteira de encomendas do estaleiro, que hoje é pequena devido a crise mundial, e ao insucesso da OGX petrolífera em alguns poços, (outra vez menos encomendas para a OSX). Penso que em 90 dias as coisas fiquem melhores e mais claras. É preocupante, lógico, para a região, mas no ponto em que alcançou hoje o Porto do Açu, não há mais volta. É estruturar para atrair capital, pois o projeto é muito bom. A MP dos Portos ajudou muito” - disse o CEO da Faculdade Redentor.
Interessante a indicação que nos fez o Luis Adriano, ver aqui. "Dentre as empresas do grupo, EBX, do empresário Eike Batista, as ações da OSX Brasil mais uma vez chamam a atenção. Os papéis da companhia seguem forte movimento positivo e registram nesse pregão (Ibovespa de ontem, 22 de maio) alta de 8,81%, a R$3,21 , após atingir na máxima do dia ganhos de 11,19%, a R$ 3,28. O desempenho é ainda reflexo do anúncio feito na última segunda-feira sobre o novo plano de negócios da companhia de U$ 380 até 2014. De lá para cá,os papéis já acumulam valorização de 15,05% e, considerando o desempenho do pregão anterior ao anúncio, os ganhos somam 37,18%".
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Face à onda de boatos que sacode o noticiário regional, reforçada pelas demissões reais recentes, o administrador e empresário Luis Adriano Silva comenta:
- Isso é um freio de arrumação determinado pelo BTG para tornar as empresas do Grupo X atrativas no mercado financeiro, facilitando a entrada de novos sócios investidores (aos olhos do investidor é bom perceber governança), além, de se adequar à carteira de encomendas do estaleiro, que hoje é pequena devido a crise mundial, e ao insucesso da OGX petrolífera em alguns poços, (outra vez menos encomendas para a OSX). Penso que em 90 dias as coisas fiquem melhores e mais claras. É preocupante, lógico, para a região, mas no ponto em que alcançou hoje o Porto do Açu, não há mais volta. É estruturar para atrair capital, pois o projeto é muito bom. A MP dos Portos ajudou muito” - disse o CEO da Faculdade Redentor.
Interessante a indicação que nos fez o Luis Adriano, ver aqui. "Dentre as empresas do grupo, EBX, do empresário Eike Batista, as ações da OSX Brasil mais uma vez chamam a atenção. Os papéis da companhia seguem forte movimento positivo e registram nesse pregão (Ibovespa de ontem, 22 de maio) alta de 8,81%, a R$3,21 , após atingir na máxima do dia ganhos de 11,19%, a R$ 3,28. O desempenho é ainda reflexo do anúncio feito na última segunda-feira sobre o novo plano de negócios da companhia de U$ 380 até 2014. De lá para cá,os papéis já acumulam valorização de 15,05% e, considerando o desempenho do pregão anterior ao anúncio, os ganhos somam 37,18%".
DEMISSÕES, DESSA VEZ 95 DISPENSADOS
21/05/2013 | 12h00
Foi a informação repassada ao blog por um leitor responsável. Sua filha foi uma das 95 demitidas, no final do dia de hoje, pela empresa OSX. Segundo a fonte, antes haviam sido demitidos os 'azuizinhos', de nível mais graduado. Hoje, foi a vez dos 'marronzinhos', como eles mesmo se chamavam, é o pessoal de um escalão mais baixo na empresa.
Teriam trabalhado, mais ou menos, sete meses lá no Açu, após de terem recebido curso de treinamento para as funções. A mesma fonte informou que da OSX, no Porto, restam algo como 15 a 20 trabalhadores, tomam contam de uma esteira.
Lamentável para quem perdeu o emprego, investiu sonhos e projetos, muitas vezes, assumiu dívidas. Nossa solidariedade.
Preocupante para a região os últimos acontecimentos que rondam a empresa e as demais da rede. Só nos resta torcer para que a situação de crise divulgada aos quatro ventos se reverta. Amanhã mais detalhes do acontecimento.
SENADOR LINDBERGH NA CLÍNICA DA REDENTOR
24/03/2013 | 08h06
Transcrevo do blog Braços Abertos II, do colega Nino Bellieny, ver aqui, matéria sobre a visita do Senador Lindberg (PT), à Itaperuna e em especial ao CACI- Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna, vinculado à Faculdade Redentor.
[caption id="attachment_5969" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Nino Bellieny"]
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SENADOR LINDBERGH NA CLÍNICA DA REDENTOR Nino Bellieny Liderando uma excursão de reconhecimento das necessidades regionais, chamada Caravana da Solidariedade, e inspirado na caravana do ex-presidente Lula, o senador da Républica, Lindbergh Farias esteve em Itaperuna na quinta e sexta-feira, passando depois pelos demais municípios do Noroeste. Na manhã de sexta, arrumou um tempo em sua apertada agenda e foi conhecer a CACI- Centro de Atendimento Clínico de Itaperuna. Mais precisamente o Centrinho, desenvolvido para tratamento especializado do Autismo. Criado e mantido pela Faculdade Redentor, o Centrinho rapidamente transformou-se em referência na região, sendo o único em todo o Estado do Rio, recebendo crianças e pais de várias cidades, inclusive dos estados de Minas e Espírito Santo. Durante 45 minutos, o senador percorreu os 4 andares , conversou com os integrantes da equipe e com as crianças. Recepcionado pelo casal Cláudia Boechat e Luis Adriano, diretores executivos do Grupo Redentor de Ensino, Lindbergh falou sobre a filha, portadora da Síndrome de Down e de vários assuntos relacionados a saúde dentro de seu desempenho como Senador. Depois da visita, da qual saiu animado com a troca de ideias e a maneira como foi bem recebido, ainda passou pela sede Faculdade Redentor. Eleito com mais de quatro milhões de votos, Lindbergh chegou ao caminho da Pedra Preta na noite anterior e admitiu em entrevistas, estar pensando seriamente em ser candidato ao Governo do Rio. [caption id="attachment_5968" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Nino Bellieny"]
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VISÃO INTERNA DA VISITA DE UM SENADOR Ninobellieny. Fui assessor político. Estive Secretário Municipal de Comunicação Social. Apresentei centenas de comícios no Rio, MG, ES e outros. Entrevistei deputados, prefeitos, governadores, presidente do Brasil. Vi de tudo quase/quase tudo. Por isso, posso parabenizar Luis Adriano Silva e Cláudia Boechat diretores executivos da Redentor: receberam um senador da República na Clínica Médica Caci e não fizeram um pedido sequer. Nada de solicitar verba, ajuda, auxílio, socorro. Acompanhei de perto toda a visita. E considero isto extraordinário. A missão foi mostrar ao senador, o grande trabalho feito pelas crianças autistas em uma clínica que é a única do Rio. E a missão foi cumprida. Grande repercussão e mais pessoas sabendo e acorrendo à um lugar sério e comprometido com o melhor. Isto me dá orgulho. [caption id="attachment_5971" align="aligncenter" width="550" caption="ft. Nino Bellieny"]
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Revolta contra a UNIMED
14/03/2013 | 06h30
Recebemos agora (17h50) a ligação de João Vicente de Alvarenga, presidente da Fundação Trinanon, indignado com o precário atendimento da Unimed. Ele está com uma virose ou suspeita de dengue. Lá, nesse momento, tem 22 pessoas aguardando atendimento médico e mais 10 na fila preenchendo a ficha de atendimento, procedimento que leva em torno de 15 minutos cada.
No meio dessa fila uma gestante indagou se não teria direito a atendimento prioritário. Como resposta ouviu do funcionário da Unimed que prioridade ela teria para entrar no consultório. Para ser atendida é obrigada a aguardar em pé na fila mesmo.
João Vicente relata que da última vez que recorreu aos serviços médicos da Unimed encontrou quadro semelhante. Preocupante. Talvez, por isso mesmo, a Unimed tem obtido péssimas avaliações por parte de usuários, que pagam e bem pagam o plano de saúde.
Recente fiz uma pesquisa de preço junto ao plano de saúde para mim. Teria que pagar mais de um salário mínimo, em área de abrangência regional e com direito à internação em enfermaria. É crítica a vida de um consumidor.
Ajustes de crescimento
09/01/2013 | 10h02
Abaixo, copio a nota oficial da Mantenedora da Faculdade Redentor, dando ciência das mudanças nas direções das unidades Campos e Itaperuna e da criação de nova instância a unir a vida acadêmica das duas unidades. Sinais inequívocos de ajustes constantes na vida acadêmica a sinalizar agilidade de gestão, confiança e determinação em avançar continuamente. Bom para a Faculdade Redentor, ótimo para Campos. LP
Comunico a todos os setores, departamentos, coordenações, professores, funcionários e colaboradores da Faculdade Redentor de Itaperuna e Campos dos Goytacazes, a posse das novas Diretorias das unidades de Graduação:
Em Campos dos Goytacazes o novo Diretor da Unidade de Graduação será o Prof. Leandro Azeredo, com vasta experiência na área de educação, com experiência e formação e gestão acadêmica, que dirigiu brilhantemente a Faculdade Redentor de Itaperuna, e agora assume com grande entusiasmo esse novo desafio que é dirigir a Unidade de Campos, onde o trabalho já é uma realidade e com grande potencial de crescimento no curto prazo.
Em Itaperuna o novo Diretor da Unidade de Graduação será o Prof. André Raeli com vasta experiência na área de educação, com experiência e formação e gestão acadêmica, que dirigiu brilhantemente a Faculdade Redentor de Campos, membro da equipe de especialistas do MEC, que implantou competentemente a Faculdade Redentor de Campos, e agora assume com grande entusiasmo, também, esse novo desafio que é dirigir a Unidade de Itaperuna, Unidade de graduação já com o tempo de maturação adiantado, mas que tem como meta crescer ainda mais nos próximos anos!
É criada a Presidência de regulação acadêmica que terá ascendência sobre as unidades, nos temas inerentes a questão exclusiva de regulação junto ao MEC.
A posse se dá imediatamente, a transição será feita de maneira tranquila até que se consuma os objetivos da gestão.
Atenciosamente
Luís Adriano Pereira da Silva.
Diretor de Operações e Finanças do Grupo Redentor de Ensino
Sociedade Universitária Redentor - Mantenedora
SUPERAÇÃO: limites e caminhos
15/12/2012 | 10h57
Gestão Profissional no Ensino Superior brasileiro: Limites e caminhos para superação
[caption id="attachment_5422" align="alignright" width="223" caption="Ft. Google"]
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André Raeli Gomes
Perceber e entender a realidade gestora do ensino superior brasileiro tem sido objeto de pesquisa da grande maioria dos gestores educacionais. Discutiam-se mídias digitais como a grande vertente do crescimento. Recursos, tecnologias, ambientes virtuais de aprendizagem se tornariam a diferença competitiva até que, adquirir técnicas gestoras seria condição de sobrevivência nesse terreno sombrio, de intempéries constantes (BRAGA, 2010).
O caminho então passa a ser avaliar o que funciona e o que não funciona na IES. Aborta uma estrutura amadora, em suas práticas; conservadora, na gestão e; negligente, quanto a cobranças de resultados (BRAGA, 2010). Começa a equilibrar a proporção atividades meio e fim. Inicia um processo de controle de inputs (entradas) e outputs (saídas), desde o mais elementar insumo até o acompanhamento do egresso como a mais nobre ferramenta de marketing da IES.
Diante do cenário eminente de profissionalização do saber e da forma de ensinar o saber, o primeiro passo é enxergar o “como fazemos” e propor uma convergência com o “como fazer”.
As IES crescem em forma, conhecimento e visibilidade. Discutir princípios gestores é prioritariamente definir “Planejamento Estratégico” (FALCONI, 2009) Como definir tal planejamento de ações futuras se os envolvidos são meramente “acadêmicos”? É preciso, nesse momento, aliar de forma prioritária, princípios administrativos ao conhecimento científico, já propostos por Taylor há bastante tempo (TAYLOR, 1995). Transformar o Coordenador Acadêmico em Gestor Acadêmico é sem dúvida o insight necessário nessa virada de década para tornar o Curso e, sobretudo a IES, viva e detentora de uma inteligência competitiva oriunda de um processo de gestão antecipatória, onde possibilita a Instituição adequação às mudanças de mercado (MAXIMIANO, 2002).
O grande desafio então é – antes de discutir e cobrar resultados – “capacitar os escolhidos” ou “escolher os capacitados”? Sem dúvida, a primeira alternativa será a escolhida. “Garantir o papel de cada um no esforço empresarial” (FALCONI, 2009). O staff já está definido, o que se deve trabalhar é disseminação da governança corporativa, ou seja, a forma da IES pensar e agir. Uma vez adquirida, envolver os principais atores no processo gestor será conseqüência. Reduzir o turnover de pessoal é o carro chefe do processo, uma vez que o conhecimento é
capturado pelo gestor, instigá-lo a participar como administrador do seu curso é uma questão de tempo. Esse profissional não pode ser substituído, ele é a essência da atividade meio da IES (GARCIA, 2005).
Ele passará de crítico ao sistema para crítico do sistema. Esse processo se dará de forma gradativa, mas sólida, com investimento demandado e fomentado pela própria IES, culminando no princípio de que, educação e curto prazo são elementos que não combinam.
Voltar ao nosso “chão de fábrica” e comparar processos e objetivos à indicadores pré-definidos, como o IGC, nos faz perceber em nossa essência tácita e empírica, de natureza estritamente acadêmica, a necessidade da definição de novos indicadores, que de fato representem a “medida” do nosso egresso e da nossa educação, permeando
necessariamente pela figura do gestor. Não é justo virarmos reféns, muitas vezes, de indicadores qualitativos de manuais de avaliações, onde nos imputa uma classificação ordinal gerando uma nota que hoje garante a sobrevivência ou não da IES - fatalmente, e ao mesmo tempo estarmos preocupados com a coerência organizacional e com a formação plena da equipe, passando de um staff intelectual para um staff essencial, agregando o conceito de essencial àquilo que hoje é visto como periférico, garantindo a marca e a identidade institucional (NADLER e TUSHMAN, 2000)(grifo nosso).
André Raeli é diretor da Faculdade Redentor Campos-RJ
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FALCONI, V. O Verdadeiro Poder. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços
Ltda, BH, 2009.
BRAGA, R. Evolução das Práticas de Gestão nas IES Brasileiras
2001-2010: A gestão vista como inovação para o setor educacional.
HOPER Educação. São Paulo: 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: Da revolução urbana
à revolução digital. 3ªed. São Paulo: Atlas S.A., 2002.
NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L. A Organização do Futuro: As lições mais
importantes do século XX e os próximos desafios que levarão ao novo
desenho da empresa. HSM Management, nº 18, janeiro –fevereiro, 2000.
TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. São Paulo:
Editora Atlas S.A., 1995.
GARCIA, M. Três grandes tendências para o ensino superior privado no
Brasil. Revista Ensino Superior, São Paulo/SP, n.77, p.41-43, fev.,
2005.
Texto extraído do http://bracosabertosnb.wordpress.com/2012/06/21/caminhos-para-a-superacao-artigo-de-andre-raeli-3/
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André Raeli Gomes
Perceber e entender a realidade gestora do ensino superior brasileiro tem sido objeto de pesquisa da grande maioria dos gestores educacionais. Discutiam-se mídias digitais como a grande vertente do crescimento. Recursos, tecnologias, ambientes virtuais de aprendizagem se tornariam a diferença competitiva até que, adquirir técnicas gestoras seria condição de sobrevivência nesse terreno sombrio, de intempéries constantes (BRAGA, 2010).
O caminho então passa a ser avaliar o que funciona e o que não funciona na IES. Aborta uma estrutura amadora, em suas práticas; conservadora, na gestão e; negligente, quanto a cobranças de resultados (BRAGA, 2010). Começa a equilibrar a proporção atividades meio e fim. Inicia um processo de controle de inputs (entradas) e outputs (saídas), desde o mais elementar insumo até o acompanhamento do egresso como a mais nobre ferramenta de marketing da IES.
Diante do cenário eminente de profissionalização do saber e da forma de ensinar o saber, o primeiro passo é enxergar o “como fazemos” e propor uma convergência com o “como fazer”.
As IES crescem em forma, conhecimento e visibilidade. Discutir princípios gestores é prioritariamente definir “Planejamento Estratégico” (FALCONI, 2009) Como definir tal planejamento de ações futuras se os envolvidos são meramente “acadêmicos”? É preciso, nesse momento, aliar de forma prioritária, princípios administrativos ao conhecimento científico, já propostos por Taylor há bastante tempo (TAYLOR, 1995). Transformar o Coordenador Acadêmico em Gestor Acadêmico é sem dúvida o insight necessário nessa virada de década para tornar o Curso e, sobretudo a IES, viva e detentora de uma inteligência competitiva oriunda de um processo de gestão antecipatória, onde possibilita a Instituição adequação às mudanças de mercado (MAXIMIANO, 2002).
O grande desafio então é – antes de discutir e cobrar resultados – “capacitar os escolhidos” ou “escolher os capacitados”? Sem dúvida, a primeira alternativa será a escolhida. “Garantir o papel de cada um no esforço empresarial” (FALCONI, 2009). O staff já está definido, o que se deve trabalhar é disseminação da governança corporativa, ou seja, a forma da IES pensar e agir. Uma vez adquirida, envolver os principais atores no processo gestor será conseqüência. Reduzir o turnover de pessoal é o carro chefe do processo, uma vez que o conhecimento é
capturado pelo gestor, instigá-lo a participar como administrador do seu curso é uma questão de tempo. Esse profissional não pode ser substituído, ele é a essência da atividade meio da IES (GARCIA, 2005).
Ele passará de crítico ao sistema para crítico do sistema. Esse processo se dará de forma gradativa, mas sólida, com investimento demandado e fomentado pela própria IES, culminando no princípio de que, educação e curto prazo são elementos que não combinam.
Voltar ao nosso “chão de fábrica” e comparar processos e objetivos à indicadores pré-definidos, como o IGC, nos faz perceber em nossa essência tácita e empírica, de natureza estritamente acadêmica, a necessidade da definição de novos indicadores, que de fato representem a “medida” do nosso egresso e da nossa educação, permeando
necessariamente pela figura do gestor. Não é justo virarmos reféns, muitas vezes, de indicadores qualitativos de manuais de avaliações, onde nos imputa uma classificação ordinal gerando uma nota que hoje garante a sobrevivência ou não da IES - fatalmente, e ao mesmo tempo estarmos preocupados com a coerência organizacional e com a formação plena da equipe, passando de um staff intelectual para um staff essencial, agregando o conceito de essencial àquilo que hoje é visto como periférico, garantindo a marca e a identidade institucional (NADLER e TUSHMAN, 2000)(grifo nosso).
André Raeli é diretor da Faculdade Redentor Campos-RJ
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
FALCONI, V. O Verdadeiro Poder. Nova Lima: INDG Tecnologia e Serviços
Ltda, BH, 2009.
BRAGA, R. Evolução das Práticas de Gestão nas IES Brasileiras
2001-2010: A gestão vista como inovação para o setor educacional.
HOPER Educação. São Paulo: 2010.
MAXIMIANO, A. C. A. Teoria Geral da Administração: Da revolução urbana
à revolução digital. 3ªed. São Paulo: Atlas S.A., 2002.
NADLER, D. A., TUSHMAN, M. L. A Organização do Futuro: As lições mais
importantes do século XX e os próximos desafios que levarão ao novo
desenho da empresa. HSM Management, nº 18, janeiro –fevereiro, 2000.
TAYLOR, F. W. Princípios da administração científica. São Paulo:
Editora Atlas S.A., 1995.
GARCIA, M. Três grandes tendências para o ensino superior privado no
Brasil. Revista Ensino Superior, São Paulo/SP, n.77, p.41-43, fev.,
2005.
Texto extraído do http://bracosabertosnb.wordpress.com/2012/06/21/caminhos-para-a-superacao-artigo-de-andre-raeli-3/ Sobre o autor
Luciana Portinho
[email protected]
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