59 anos de história em Campos
28/06/2013 | 08h29
[caption id="attachment_6572" align="alignleft" width="390" caption="Ft. Folha da Manhã"]
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Tem início na próxima semana aquela que é a segunda maior e mais tradicional festa de Campos. Afora a festa do padroeiro da cidade, é a Exposição Agropecuária e Industrial do Norte Fluminense, o evento que congrega o campista em torno de suas raízes históricas. À frente dos cinco dias de movimentação no parque de exposição, a Fundação Rural de Campos, hoje presidida por uma jovem produtora rural, Lívia Siqueira. Da feira, o Concurso Leiteiro é uma das atividades mais antigas. Há exatos 33 anos ele se realiza, sem interrupção. Sem muito estardalhaço, como é de seu feitio, Wedson Gebara Dumas, ou Edinho Gebara (como por todos é conhecido) é o coordenador do certame. São 30 anos de diretoria na FRC que Edinho carrega com orgulho, como frisa ao evocar um ditado popular, “Você que já se alimentou hoje, agradeça primeiro a Deus e em seguida ao produtor rural”.
História
A Fundação Rural de Campos foi fundada nos idos de 1968, mais precisamente no dia 23 de fevereiro. Leva Campos no nome, mas, abrange as regiões norte e noroeste fluminense. É uma entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, é de utilidade pública e possui o terceiro maior parque de exposições do país. São 200 mil ² tão importantes para a origem da cidade, até o bairro leva o nome de “Pecuária”. O Parque de Exposição da FRC foi fundado em 1954, ano da realização da 1ª exposição rural. Nessa época, antes da FRC era a Associação rural de Campos.
— Trago o parque no meu coração. Atualmente junto aos jovens a gente observa um afastamento da vida rural. Mesmo que distritos aumentem a sua população, como Morro do Coco, ao sair para estudar, é difícil o retorno deles. A exposição agropecuária é o momento de trazer os valores da roça de avivar na mente do campista o ambiente da vida no campo. Os meus dois avôs, paterno e materno, criaram os filhos como produtores rurais, tenho a felicidade de ter a roça na minha vida — diz Edinho.
Algumas pessoas pensam que o Parque de Exposições de Campos, é ligado à prefeitura. Não é. Diferente da maioria das exposições rurais que são municipais, a de Campos é custeada com recursos arrecadados de parcerias, venda de espaços e ingressos. A prefeitura é uma das parceiras. “A Fundação é um patrimônio cultural de todo campista. A exposição é da sociedade, eu adoro isso aqui. A diretoria não é remunerada, hoje unida sob a liderança de Lívia Siqueira na presidência, realiza um bom trabalho. Fazemos de tudo para preservar a tradição e as instalações, para que tenham uma noção do nosso parque: são 272 baias de equinos e muares e 230 argolas para bovinos”, esclarece ele.
A 54ª Exposição Agropecuária e industrial do Norte Fluminense e 37ª Exposição Estadual do Rio de Janeiro começam no dia 3 de julho e vão até o domingo, 7 de julho. Segundo Lívia Siqueira, a festa volta a ser rural. “Estamos encontrando boa aceitação da sociedade campista. Vamos colocar mil animais no parque, trazer a família, apoiar a atividade rural. A nossa feira é a terceira mais antiga do país e a Fundação Rural de Campos é patrimônio de nossa terra. Faremos uma exposição mais de acordo com o bolso da população. Quem quiser frequentar a exposição durante a noite, para visitar os estandes, ver os animais, se entreter nos bares e restaurantes poderá voltar a fazê-lo. Tanto a população rural como o comércio já abraçaram a proposta de resgatar o evento”, frisa a presidente.
Luciana Portinho
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Tem início na próxima semana aquela que é a segunda maior e mais tradicional festa de Campos. Afora a festa do padroeiro da cidade, é a Exposição Agropecuária e Industrial do Norte Fluminense, o evento que congrega o campista em torno de suas raízes históricas. À frente dos cinco dias de movimentação no parque de exposição, a Fundação Rural de Campos, hoje presidida por uma jovem produtora rural, Lívia Siqueira. Da feira, o Concurso Leiteiro é uma das atividades mais antigas. Há exatos 33 anos ele se realiza, sem interrupção. Sem muito estardalhaço, como é de seu feitio, Wedson Gebara Dumas, ou Edinho Gebara (como por todos é conhecido) é o coordenador do certame. São 30 anos de diretoria na FRC que Edinho carrega com orgulho, como frisa ao evocar um ditado popular, “Você que já se alimentou hoje, agradeça primeiro a Deus e em seguida ao produtor rural”.
História
A Fundação Rural de Campos foi fundada nos idos de 1968, mais precisamente no dia 23 de fevereiro. Leva Campos no nome, mas, abrange as regiões norte e noroeste fluminense. É uma entidade jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, é de utilidade pública e possui o terceiro maior parque de exposições do país. São 200 mil ² tão importantes para a origem da cidade, até o bairro leva o nome de “Pecuária”. O Parque de Exposição da FRC foi fundado em 1954, ano da realização da 1ª exposição rural. Nessa época, antes da FRC era a Associação rural de Campos.
— Trago o parque no meu coração. Atualmente junto aos jovens a gente observa um afastamento da vida rural. Mesmo que distritos aumentem a sua população, como Morro do Coco, ao sair para estudar, é difícil o retorno deles. A exposição agropecuária é o momento de trazer os valores da roça de avivar na mente do campista o ambiente da vida no campo. Os meus dois avôs, paterno e materno, criaram os filhos como produtores rurais, tenho a felicidade de ter a roça na minha vida — diz Edinho.
Algumas pessoas pensam que o Parque de Exposições de Campos, é ligado à prefeitura. Não é. Diferente da maioria das exposições rurais que são municipais, a de Campos é custeada com recursos arrecadados de parcerias, venda de espaços e ingressos. A prefeitura é uma das parceiras. “A Fundação é um patrimônio cultural de todo campista. A exposição é da sociedade, eu adoro isso aqui. A diretoria não é remunerada, hoje unida sob a liderança de Lívia Siqueira na presidência, realiza um bom trabalho. Fazemos de tudo para preservar a tradição e as instalações, para que tenham uma noção do nosso parque: são 272 baias de equinos e muares e 230 argolas para bovinos”, esclarece ele.
A 54ª Exposição Agropecuária e industrial do Norte Fluminense e 37ª Exposição Estadual do Rio de Janeiro começam no dia 3 de julho e vão até o domingo, 7 de julho. Segundo Lívia Siqueira, a festa volta a ser rural. “Estamos encontrando boa aceitação da sociedade campista. Vamos colocar mil animais no parque, trazer a família, apoiar a atividade rural. A nossa feira é a terceira mais antiga do país e a Fundação Rural de Campos é patrimônio de nossa terra. Faremos uma exposição mais de acordo com o bolso da população. Quem quiser frequentar a exposição durante a noite, para visitar os estandes, ver os animais, se entreter nos bares e restaurantes poderá voltar a fazê-lo. Tanto a população rural como o comércio já abraçaram a proposta de resgatar o evento”, frisa a presidente.
Luciana Portinho
Capa da Folha Dois de terça-feira, 25/06.
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Luciana Portinho
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