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Fonte: O Globo e redes sociais
Campos dos Goytacazes, 25/03/2026 19:05
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Fizemos a pergunta ao próprio. Quem bem o conhece sabe que a resposta foi honesta: “Um homem bom, um cara legal que acredita que tudo pode mudar a partir das pessoas”.
Beto é a própria receita que deu certo. Nascido no interior do estado do Rio, esse Itaperunense de 58 anos saiu aos quatro anos do noroeste fluminense. Segundo de seis irmãos, a família se mudou para o Rio de Janeiro junto com o pai que na ocasião vinha atrás de melhores condições de trabalho e vida para os seus. Foram morar em Vila Vintém, Realengo, zona oeste da capital. Naquele tempo, os sapatos eram manufaturados e seu pai era um habilidoso sapateiro, dono de uma pequena fábrica. Beto se lembra de começar a ajuda-lo aos oito anos, aliás, todos da família tomavam parte da produção.
A Vila Vintém foi cenário de uma fase difícil: a pobreza tinha acampado na família. Beto se lembra de que pedia ao médico insistentemente que operasse a garganta dele, sonhava em comer maça raspada como vira sua mãe oferecer à irmã que tinha sido operada. “Fiquei com desejo de comer maça, na minha casa não entrava maça”, diz ele. Foi dessa infância dura de trabalho, do contraste entre crianças que trabalhavam e outras que brincavam livres que Beto Matos atribui o espírito crítico que o acompanha vida afora, “Alguma coisa estava errada”.
A certeza de que não apenas alguma coisa estava errada e sim muita coisa estava errada veio na juventude. “Quando comecei a sair da favela e constatei o contraste ainda maior. O choque ao conhecer a Copacabana do filme de então... ela existia. Na ocasião, pela primeira vez, fui levado pelo meu pai ao dentista. Aquilo tudo que me parecia injusto, passei a ser contra”, afirma. Mais tarde, foi estudar História para entender a razão de ser da sociedade humana. Torna-se marxista, “Meu marxismo aprofundou o meu pensamento crítico da realidade”, frisa ele.
Dali enveredou para o autodidatismo, ao perceber que as verdades são parciais e a necessidade de compreensão da vida uma constante. Como são parciais, descobre a força de uma história bem contada em convencer as pessoas que de um modo geral “carecem de sentido”. É categórico: “Quem tem o poder de comunicação tem poder de convencimento das massas”.
Beto Matos é daqueles que aprecia estar cercado de gente. É a gente que é o objeto de sua preocupação e análise. “Gosto de gente, de cuidar de gente, do bem estar do sorriso delas. Acredito que o indivíduo pode muito, muito mais do que desconfia, mas, com outros pode tudo”. E cita que as dificuldades são invariavelmente transponíveis, “Assim como foi, em algum remoto dia, atravessar o Atlântico”, lembra ele.
Disciplinado, é um homem estudioso. Há muito estabeleceu para si a rotina de ler de uma a três horas por dia. “Busco ser um livre pensador, pois ninguém é de fato livre” e esclarece: “Persigo a liberdade e o fim de qualquer forma de opressão e exclusão humana, não enxergo limite em nossa fabulosa capacidade de pensar e fazer”. Ainda que Beto saiba que existam fatos que fujam de o domínio da humanidade, são da esfera macro-cósmica, “Pode de repente cair um asteroide aqui , acabaria com tudo”, ele tem ciência da força do indivíduo, do poder das equipes ao agregar talentos e habilidades. Foi por isso despertado.
Disposto a deixar marca na gestão pública, mergulhou no conhecimento e prática da gestão de qualidade no setor privado. Por fim, modelou metodologia para desenvolver planejamento de alto desempenho no trabalho de equipes, focado em atingir no setor público, metas e resultado que atendam - como salienta - o chefe maior de qualquer administração pública que é o seu povo. Como músico e compositor que é reafirma a nossa capacidade de sonhar, “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”, encerra.
Luciana Portinho
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O movimentado jornalista Nino Bellieny deu partida, ontem, em novo empreendimento na blogosfera. É o blog "Nino Blog Bellieny" ver (aqui). Nele, você leitor antenado, encontrará notícias do mundo corporativo, empresarial, político, judiciário e comportamental. Nino Bellieny traz o seu jeito elegante e agudo de ver o mundo pra dentro da web. Ganhamos, nós!
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[caption id="attachment_7853" align="aligncenter" width="600" caption="Olliver Barros discursando, à direita o vereador Marcão"]
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[caption id="attachment_7861" align="aligncenter" width="600" caption="Márcio Yvis na tribuna"]
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[caption id="attachment_7862" align="aligncenter" width="600" caption="Ellias Leão representante do movimento estudantil"]
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A piaçava vem da Bahia. Chega amarrada em rolos; abertos são, separados em feixes e, com o auxílio de um artefato, excluídas as menores. As maiores assim selecionadas, ficam em molhos nas mãos do operário que com destreza realiza a operação. Esse é só um dos passos para dar forma final à dura palha, transformada ao fim em vassoura: “Vassoura Itaperuna”. Seu Itamar é o dono da fabriqueta, estava na rua vendendo o produto. Da fabricação do utensílio, sobrevivem sete homens e respectivas famílias, não sabemos quantas bocas dali tiram seu sustento.
[caption id="attachment_7596" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"]
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Vale o registro. [caption id="attachment_7598" align="aligncenter" width="600" caption="Ft. Luciana Portinho"]
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