Arnaldo Vianna é pre-candidato
05/08/2013 | 04h06
É a confirmação que obtivemos agora: o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT) é pré-candidatíssimo a deputado federal, com uma novidade, sem mais pendência jurídica.
O fato dessa certeza o anima novamente a colocar seu nome à avaliação popular. Seguro, há tempo que não o ouvimos falar de projetos políticos com claro entusiasmo.
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Oposição nas ruas
28/09/2012 | 04h31
Arnaldo Vianna, no Terceira Via
19/09/2012 | 03h13
[caption id="attachment_4762" align="alignleft" width="275" caption="ft.ururau.com.br"]
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Na segunda entrevista de uma série que o jornal online Terceira Via promove com os cinco candidatos à Prefeitura de Campos, ontem (18/09) o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT) foi sabatinado pela equipe de profissionais do jornal. Estive presente: a Folha da Manhã foi convidada a assistir e escalada, fui.
Frente às perguntas, mesmo àquelas incomodas que envolvem o seu definitivo registro junto ao TRE, Arnaldo (que se apresenta como um bairrista declarado) transpareceu plena confiança e tranquilidade.
Logo de cara saiu em defesa daquilo que considera central em sua plataforma de governo. Caso eleito implantará o “Plano de Saúde Total”, como é chamada sua proposta que segundo ele irá “resolver o nó da falta do atendimento médico à população de Campos”, disse. “Com ele, todo campista será atendido em qualquer hospital do município (público ou particular), e as despesas serão cobertas pela prefeitura”, afirmou o candidato.
Sobre desenvolvimento e royalties, foi enfático ao defender o quê - quando prefeito - criou: o Fundo de Desenvolvimento de Campos, Fundecam. Segundo ele, um instrumento criado para ficar, que só requer gestão eficiente e que já provou o seu potencial, “A economia é dinâmica, as coisas mudam, usinas já funcionaram a pleno vapor e isso mudou. Um dia o boom do petróleo vai passar. Precisamos sim garantir a instalação de grandes empreendimentos que gerem empregos diretos e indiretos. Qual é o problema de serem empresas de grande porte? O Fundecam foi criado como um instrumento de desenvolvimento local, me preocupa que tenham mudado objetivo do fundo. Linha de crédito de menor monta, política social a gente faz pela secretaria de promoção social, como fazíamos muito bem. É um erro primário conduzir a administração pública pela descontinuidade administrativa. Campos requer gestões duradouras, para tanto criarei um conselho municipal de gestão; com representantes da sociedade civil governaremos”, frisou Arnaldo.
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Na segunda entrevista de uma série que o jornal online Terceira Via promove com os cinco candidatos à Prefeitura de Campos, ontem (18/09) o ex-prefeito Arnaldo Vianna (PDT) foi sabatinado pela equipe de profissionais do jornal. Estive presente: a Folha da Manhã foi convidada a assistir e escalada, fui.
Frente às perguntas, mesmo àquelas incomodas que envolvem o seu definitivo registro junto ao TRE, Arnaldo (que se apresenta como um bairrista declarado) transpareceu plena confiança e tranquilidade.
Logo de cara saiu em defesa daquilo que considera central em sua plataforma de governo. Caso eleito implantará o “Plano de Saúde Total”, como é chamada sua proposta que segundo ele irá “resolver o nó da falta do atendimento médico à população de Campos”, disse. “Com ele, todo campista será atendido em qualquer hospital do município (público ou particular), e as despesas serão cobertas pela prefeitura”, afirmou o candidato.
Sobre desenvolvimento e royalties, foi enfático ao defender o quê - quando prefeito - criou: o Fundo de Desenvolvimento de Campos, Fundecam. Segundo ele, um instrumento criado para ficar, que só requer gestão eficiente e que já provou o seu potencial, “A economia é dinâmica, as coisas mudam, usinas já funcionaram a pleno vapor e isso mudou. Um dia o boom do petróleo vai passar. Precisamos sim garantir a instalação de grandes empreendimentos que gerem empregos diretos e indiretos. Qual é o problema de serem empresas de grande porte? O Fundecam foi criado como um instrumento de desenvolvimento local, me preocupa que tenham mudado objetivo do fundo. Linha de crédito de menor monta, política social a gente faz pela secretaria de promoção social, como fazíamos muito bem. É um erro primário conduzir a administração pública pela descontinuidade administrativa. Campos requer gestões duradouras, para tanto criarei um conselho municipal de gestão; com representantes da sociedade civil governaremos”, frisou Arnaldo.
Agenda dos Candidatos, quarta (12/09)
11/09/2012 | 08h43
Agendas (em ordem alfabética) de quarta ( 12/09) recebidas até o momento.
Arnaldo Vianna (PDT)
09:30h- Caminhada no Pq. Presidente Vargas - concentração na Rua H, em frente da padaria Chapéu Preto.
18h - Auditório Cristina Bastos ( IFF) debate dos candidatos. Assessores e às 18:30 com o candidato.
22h - Reunião
Erik Shunck (PSOL)
10h - Panfletagem no Mercado Municipal
19 h -Participação no debate entres candidatos à Prefeitura de Campos promovido pelo FIDESC no IFF/Campos.
Makhoul Moussallem (PT)
08h - Gravação para rádio
10h - Caminhada Parque Nova Brasília
18:30h - Debate FIDESC/IFF (Auditório do IFF)
Esclarecimento da defesa de Arnaldo
06/08/2012 | 12h40
A sentença que indeferiu o registro do Arnaldo, acolheu dois fundamentos:
a)inelegibilidade por rejeição das contas de 2003 pela Câmara de Vereadores
b) estar Arnaldo com os direitos políticos suspensos em ação de improbidade em cujo acórdão o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro reconheceu que ele não agiu com dolo.
A decisão é de fragilidade ímpar.
Em primeiro lugar, o Juiz não viu o documento que prova que a rejeição de contas de2003 está há muito tempo suspensa por a)liminar de juiz de Campos b)acórdão do TJ que manteve a liminar , c)sentença que julgou a ação procedente, anulando o julgamento da Câmara.
Em segundo lugar, o juiz desconheceu a constituição federal segundo a qual os direitos políticos só podem ser suspensos por sentença transitada em julgado. (art. 15 ). No caso, a Prefeitura teria repassado à Câmara de Vereadores valor superior ao legalmente devido. O Tribunal de Justiça entendeu e declarou expressamente que não houve dolo de Arnaldo. Por isso ele não está inelegível, eis que a lei eleitoral exige dolo para configuração de improbidade administrativa, o que reconheceu a própria sentença do Juiz Eleitoral. Ocorre que o TJ mesmo assim,e de forma absurda, suspendeu os direitos políticos de Arnaldo por 5 anos, em acórdão contra o qual se interpôs recurso para oSTJ. Ora,como não houve trânsito em julgado, como exige a Constituição, Arnaldo está no pleno exercício de seus direitos políticos. O juiz, no entanto, resolveu aplicar os efeitos do acórdão, como se esse tivesse transitado em julgado !!!
Amanhã, protocolaremos o recurso.
João Batista
Oliveira Filho Advogados
(recebido via e-mail de ontem, domingo, 5 de agosto de 2012 )
Sobre o autor
Luciana Portinho
[email protected]
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