foto. cartacapital.com.br[/caption]
Nestes últimos dois dias, a oposição, base aliada e governistas agiram no "pega pra capar"; saem ainda mais desmoralizados frente a uma sociedade atônita. Para citar um só episódio da mixórdia parlamentar, a nova votação que aprovou, 24h após, matéria que já tinha sido votada e derrotada, em flagrante descaso constitucional que estabelece que votada uma matéria a mesma só pode retornar ao plenário para nova apreciação um ano após. Queria-se porque queria-se aprovar a doação de empresas privadas a partidos políticos.
Está tudo mal parado na Política, fim de ciclo. As coisas no Congresso Nacional estão indigestas: uma gororoba!
Fizemos a pergunta ao próprio. Quem bem o conhece sabe que a resposta foi honesta: “Um homem bom, um cara legal que acredita que tudo pode mudar a partir das pessoas”.
Beto é a própria receita que deu certo. Nascido no interior do estado do Rio, esse Itaperunense de 58 anos saiu aos quatro anos do noroeste fluminense. Segundo de seis irmãos, a família se mudou para o Rio de Janeiro junto com o pai que na ocasião vinha atrás de melhores condições de trabalho e vida para os seus. Foram morar em Vila Vintém, Realengo, zona oeste da capital. Naquele tempo, os sapatos eram manufaturados e seu pai era um habilidoso sapateiro, dono de uma pequena fábrica. Beto se lembra de começar a ajuda-lo aos oito anos, aliás, todos da família tomavam parte da produção.
A Vila Vintém foi cenário de uma fase difícil: a pobreza tinha acampado na família. Beto se lembra de que pedia ao médico insistentemente que operasse a garganta dele, sonhava em comer maça raspada como vira sua mãe oferecer à irmã que tinha sido operada. “Fiquei com desejo de comer maça, na minha casa não entrava maça”, diz ele. Foi dessa infância dura de trabalho, do contraste entre crianças que trabalhavam e outras que brincavam livres que Beto Matos atribui o espírito crítico que o acompanha vida afora, “Alguma coisa estava errada”.
A certeza de que não apenas alguma coisa estava errada e sim muita coisa estava errada veio na juventude. “Quando comecei a sair da favela e constatei o contraste ainda maior. O choque ao conhecer a Copacabana do filme de então... ela existia. Na ocasião, pela primeira vez, fui levado pelo meu pai ao dentista. Aquilo tudo que me parecia injusto, passei a ser contra”, afirma. Mais tarde, foi estudar História para entender a razão de ser da sociedade humana. Torna-se marxista, “Meu marxismo aprofundou o meu pensamento crítico da realidade”, frisa ele.
Dali enveredou para o autodidatismo, ao perceber que as verdades são parciais e a necessidade de compreensão da vida uma constante. Como são parciais, descobre a força de uma história bem contada em convencer as pessoas que de um modo geral “carecem de sentido”. É categórico: “Quem tem o poder de comunicação tem poder de convencimento das massas”.
Beto Matos é daqueles que aprecia estar cercado de gente. É a gente que é o objeto de sua preocupação e análise. “Gosto de gente, de cuidar de gente, do bem estar do sorriso delas. Acredito que o indivíduo pode muito, muito mais do que desconfia, mas, com outros pode tudo”. E cita que as dificuldades são invariavelmente transponíveis, “Assim como foi, em algum remoto dia, atravessar o Atlântico”, lembra ele.
Disciplinado, é um homem estudioso. Há muito estabeleceu para si a rotina de ler de uma a três horas por dia. “Busco ser um livre pensador, pois ninguém é de fato livre” e esclarece: “Persigo a liberdade e o fim de qualquer forma de opressão e exclusão humana, não enxergo limite em nossa fabulosa capacidade de pensar e fazer”. Ainda que Beto saiba que existam fatos que fujam de o domínio da humanidade, são da esfera macro-cósmica, “Pode de repente cair um asteroide aqui , acabaria com tudo”, ele tem ciência da força do indivíduo, do poder das equipes ao agregar talentos e habilidades. Foi por isso despertado.
Disposto a deixar marca na gestão pública, mergulhou no conhecimento e prática da gestão de qualidade no setor privado. Por fim, modelou metodologia para desenvolver planejamento de alto desempenho no trabalho de equipes, focado em atingir no setor público, metas e resultado que atendam - como salienta - o chefe maior de qualquer administração pública que é o seu povo. Como músico e compositor que é reafirma a nossa capacidade de sonhar, “A melhor maneira de prever o futuro é inventá-lo”, encerra.
Luciana Portinho |
Opinião de uma leitora da cidade do Rio de Janeiro ao blog.
Enviado em 28/09/2014 as 7:42
"O Garotinho é mal exemplo: tem o orgulho de fazer errado e ficar impune. Jamais será um bom nome no combate violência, porque essa realidade já foi vista quando Garotinho e sua mulher forma governadores e a população morria com balas perdidas dos morros nos Rio, tinham que dar ré em túneis par fugir de arrastões nos túneis. É um absurdo propor a volta do Garotinho para governador"!
Para uma maior ilustração ao comentário acima, do blog do jornalista Mario Magalhães, ver íntegra artigo aqui.
"Com esse desempenho, por que Garotinho só se elegeria em um cenário muito pouco provável, como um confronto de segundo turno com Pezão, apadrinhado pelo desgastado governador Sérgio Cabral?
Porque a rejeição ao atual deputado é imensa, como demonstrarão futuras sondagens que incluam esse item em seus questionários. Ela decorre sobretudo da reta final do governo Rosinha, em que o caos tomou o Estado. É verdade que o casal elegeu seu candidato em 2006, mas Sérgio Cabral só vingou ao descolar sua imagem da dos aliados em baixa.
Quando Geraldo Alckmin abriu a campanha para o segundo turno presidencial, em 2006, anunciando a parceria com Garotinho, liquidou com suas pretensões, inclusive no Rio de Janeiro. Quatro anos antes, Garotinho amealhara fabulosos 18% dos votos para o Planalto. Foi perdendo eleitores, a despeito do prestígio entre brasileiros evangélicos como ele.
Todo analista minimamente familiarizado com a política do Rio conhece essa realidade. Por isso, nas infindas tratativas de PMDB, PT e PRB sobre a sucessão no Estado, Garotinho virou um espantalho. Ninguém acredita que ele tenha vigor para triunfar, mas seu nome é evocado como espectro: “Olha aí, se a gente não se acertar, o Garotinho vai voltar…”.
Nos últimos tempos, graças à atuação na Câmara e à presença no rádio, Garotinho recuperou alguma influência. Mas nada que pareça capaz de reverter a convicção da maioria dos eleitores de que, com ele e Rosinha, o Estado regressaria à balbúrdia de 2006".
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O novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, assumirá nesta noite ( 22/09), a Presidência da República no lugar da presidente Dilma Rousseff. Ela embarca para Nova York quando discursará na Cúpula do Clima, nessa terça, 23, e participará da abertura da Assembleia Geral da ONU, na quarta-feira.
(Agência Estado)
Diferentemente em Campos, a prefeita Rosinha Garotinho, entrou de mala e cuia na campanha eleitoral do marido que é candidato ao
governo. Partiu para o Rio de Janeiro, onde é constantemente fotografada em atividades eleitorais particulares e não se licenciou do cargo público para o qual foi eleita.
(gazetalitoral.blogspot.com)
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[caption id="attachment_8468" align="aligncenter" width="620" caption="Ft. Blog do Bastos"]
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O momento é ideal para os oportunistas que querem macular o processo eleitoral. Sabemos que em Campos, vaca voa! Mais do que nunca é preciso ficar de olho bem aberto à qualquer movimentação estranha. Na dúvida, denuncie ao TRE! Para denunciar, basta telefonar para o Disque-Denúncia (21.2253-1177) ou preencher o formulário em www.tre-rj.jus.br/site/fale_conosco/clique_denuncia/clique_denuncia.jsp. Todas as reclamações serão redirecionadas para a coordenadoria de fiscalização da propaganda eleitoral do TRE-RJ, informa o tribunal.
Sobre o assunto, leia o Blog do Bastos, aqui.
Sobre o autor
Luciana Portinho
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