Olha só que pilantragem[/caption]
Olha só que pilantragem[/caption] As últimas notícias dão conta que a reunião, adiada de ontem para hoje, para decidir o destino do PU da Saldanha Marinho, acabou sendo apenas para comunicar que morreu no berço vítima de apoplexia rosácea a decisão de fechar aquele PU para ativar com o seu corpo de funcionários o da Penha, sem funcionários por impedimento legal de novas contratações em véspera de eleições.
Pesou forte na decisão a péssima repercussão da medida, inclusive, segundo fontes seguras, a forte reação negativa nas comunidades circunvizinhas foi um sinal de alerta avalizado por mais de quatro mil votos em cada uma delas.
A saída para os idealizadores da tão cruel quanto ingênua, e agora natimorta, estratégia eleitoral foi abortá-la antes que ela fizesse nas fraldas, e principalmente nas urnas, o que alguns políticos vêm costumeiramente fazendo na vida pública...
Sem nenhum outro motivo que justifique, a não ser o maior comodismo dos taxistas, e a complacência dos responsáveis por aquele logradouro público, a área de embarque e desembarque do Shopping Estrada (nossa rodoviária), tem a sua utilização, para quem chega de carro, totalmente bloqueada com a utilização com cones, inclusive, avançando na via de circulação, o que provoca uma situação perigosa para os condutores de veículos e para quem precisa desembarcar com bagagens, também dificultando ou impedindo o embarque e desembarque de deficientes físicos. Os usuários, para quem foi construída a rodoviária, que se virem...
Cena de horror na platéia de Truque Mestre 2, no Cine Araújo do Boulevard[/caption]
Campos hoje conta com ótimos cinemas, com modernas e luxuosas salas de exibição, o que contrasta fortemente com o comportamento de muitos campistas, que deixam as salas imundas ao fim das sessões, apesar da farta oferta de latas de lixo na saída. Muitos falam alto, e bobagens, como se estivessem em casa, sem se incomodar ao mínimo em atrapalhar aqueles que pagaram para ver um bom filme em paz. Deixam seu celulares ligados, recebem ruidosas chamadas e iluminam as salas atendendo. Mas, entre os costumeiros desrespeitos e falta de civilidade, um chama a atenção, jovens muito bem vestidas que ostensivamente colocam os seu pés sobre o encosto do banco da frente exibindo suas caras sandálias, scarpins e total falta de educação.
Sempre mostrando uma Ampla vontade de sugar o máximo dos consumidores, a concessionária de energia elétrica tem finalizado seus convênios com os bancos para forçar o consumidor a colocar o pagamento das suas contas de energia no sistema de débito automático. Vários bancos já exibem em suas portas cartazes alertando que pagamentos de contas da Ampla não são mais aceitos no caixa, apenas no caixa eletrônico, via internet banking ou débito automático. Com o fim dos convênios a empresa economiza despesas bancárias e força o débito automático para receber no dia do vencimento, entrando ou não no cheque especial dos consumidores com os seus juros elevadíssimos. Em contato telefônico com a Ampla, a coluna foi informada que a empresa não disponibiliza pagamento de contas em suas lojas. Com a palavra o Procon e o Ministério Público.
(Publicado ontem (21) em minha coluna na Folha da Manhã)
Nota da ACIC
AMPLA CANCELA CONVÊNIOS COM BANCOS
Campos dos Goytacazes, 21 de janeiro de 2016. Prezados Colegas Jornalistas: Como Assessor de Imprensa da Associação Comercial e Industrial de Campos – Acic, repasso a vocês uma informação importante que certamente poderá gerar uma reportagem de interesse de muitos consumidores, principalmente empresas. Infelizmente fui informado que a concessionária de energia elétrica Ampla resolveu cancelar convênios com as instituições bancárias. Os bancos por sua vez só aceitam receber contas de energia elétrica por meio de débito automático. As lotéricas e outras casas comerciais que recebiam as respectivas contas, limitaram os valores a serem pagos, em R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), mas a pergunta que fica é: e as empresas e instituições cujas contas ultrapassam esse valor, deverão efetuar o pagamento aonde? A Acic deseja pagar os seus tributos e impostos em dia, entretanto a dificuldade imposta pela Ampla e pelos bancos está inviabilizando uma solução amigável e pacífica. Por isso a Acic está recorrendo ao Procon Campos, para buscar uma solução, não apenas para a instituição, mas também para, como disse, empresas e instituições, cujos valores de conta ultrapassam a casa dos R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais). No momento, o presidente da Acic, Amaro Ribeiro Gomes, está viajando e não poderá conceder entrevista sobre o assunto. Já o Diretor Financeiro, Gerson Gomes, é quem está empenhado em resolver esse impasse e o telefone de contato dele é: 99853-3348. Atenciosamente, Paulo de Almeida Ourives Assessor de Imprensa - Associação Comercial e Industrial de Campos. Ascom ACIC Data: 21/01/2016
Levados ao desespero pelo descaso oficial, comerciantes reagem e derrubam tapumes deixando a vista mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption]
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A derrubada dos tapumes revelou mais problemas (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption]
O alerta desse blog sobre os grandes prejuízos e o alto risco causado pela paralisação das obras da absurda tentativa de empachamento o Mercado Municipal de Campos com um paquidérmico Camelódromo de dois andares, sem que a prefeitura tomasse as providências adequadas para evitar os prejuízos dos comerciantes e o forte risco de incêndio no lixão em que o canteiro de obras havia se transformado, fez com que os comerciantes reagissem e tombassem os tapumes (AQUI), revelando que, além dos riscos já citados e do prejuízo para o patrimônio histórico e arquitetônico de todos os campistas, existe um grave risco de saúde para a população, com os grandes buracos cheios de água parada, criadouros férteis para as lavras do Aedes Aegypti, transmissor da Dengue e da Zica, que levando o país a um epidemia de microcefalia.
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Criadouro Municipal de Aedes (Foto do Face de Ralph Braz)[/caption]
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O espaço público livre poderia ser aproveitado para uma praça que serviria a toda a população ((Foto do Face de Ralph Braz)[/caption]
Que sirva de exemplo para todos os campistas que, de uma forma ou outra, são prejudicados por decisões oficiais equivocadas.
A passividade é cúmplice dos desmandos.
O abandono oficial é de alto risco[/caption]
As malfadadas obras de um novo paquidérmico Camelódromo no Mercado Municipal de Campos estão conseguindo unanimidade de feirantes, lojistas e população. Os comerciantes têm sido extremamente prejudicados pelo caos gerado pelas obras, aí incluída a sujeira, a falta de circulação de ar e a dificuldade de acesso do público.
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Comércios sufocados, comerciantes no sufoco, empregos em risco[/caption]
Os lojistas da parte externa de frente para as obras estão chegando ao desespero com as suas lojas empachadas pelos tapumes que deixaram apenas um estreito corredor de menos de um metro de largura para passagem dos clientes e mercadorias, causando enormes prejuízos.
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As marcas do fogo são um sinal de alerta para o perigo[/caption]
Mas a situação é ainda mais complicada e perigosa do que parece a primeira vista. O canteiro de obras abandonado está se tornando um lixão e, como se vê nas fotos, com alto risco de incêndio, pelo fogo ateado ao lixo, seja intencionalmente ou por bingas de cigarro, que pode levar a uma tragédia de proporções inimagináveis.
O risco é grande e providências precisam ser urgentemente tomadas para se evitar o pior.
Caso o vento espalhe fagulhas do fogo no lixo, ele poderá tomar as lojas do antigo prédio e seus arredores. Com a palavra as autoridades responsáveis. Só não dá para chorar depois do leite derramado ou do Mercado incendiado.
Foto: Saulo Garcez / Campos 24 Horas[/caption]
Vista Grossa
Sem nenhuma legalização e sem gerar nenhuma arrecadação para o município, cresce o comércio à margem da BR-101, na área do Shopping Estrada. O que era uma simples barraquinha, hoje se apresenta com piso de cerâmica, telhado etc... Numa estrutura de loja com luz, água e sem custos. E, o pior, quando a duplicação chegar ao local, será pleiteado do município um novo ponto sem custos. E por que não? Vide as centenas de lojas grátis do Camelódromo...
Vice-colocação
Durante o “estouro” do Camelódromo da Uruguaiana, no Rio de Janeiro, as autoridades declararam que o local era responsável pela comercialização de 60% das mercadorias contrabandeadas e falsificadas do estado. Nada disseram sobre os 40% restantes, mas não é difícil imaginar que uma boa parte desse percentual caiba a Campos...
Pedra no Scarpin I
O MPE está se tornando uma pedra no scarpin de Rosinha. O promotor Leandro Manhães ajuizou uma ação contra a prefeitura que mete o dedo na ferida do atraso nos repasses de verbas aos hospitais, acatada pelo juiz Ralph Manhães, da 1ª Vara Cível de Campos, que deu dez dias para a prefeitura se explicar. Uma dureza para quem não gosta de dar explicações a ninguém...
Pedra no Scarpin II
Mas os problemas de Rosinha com o MPE podem não ficar restritos à área local. Como Maomé não foi à montanha, o Observatório Social de Campos quer trazer a montanha a Maomé, e encaminhou recurso ao Conselho Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro solicitando a reabertura do Inquérito 156/2014, sobre as obras eleitoreiras que interferem diretamente na preservação do Mercado Municipal de Campos, um patrimônio arquitetônico e histórico de todos os campistas, para favorecer apenas a alguns com lojas grátis em um novo Camelódromo.
Primeiramente porque viola o princípio constitucional da eficiência, previsto no art. 37. Isto porque, é dever da administração pública planejar as políticas públicas. Porém no caso, é notório que não ocorreu, pois em 2013 houve redução tarifária, estímulo ao consumo e má gestão da política de geração de energia, derivando para o uso de matrizes de produção mais onerosas, por culpa exclusiva do próprio poder público e seus agentes.
Em segundo lugar, viola o subprincípio da modicidade das tarifas, explicitado pelo artigo 6º da Lei 8.987 /95. Por este, a administração pública tem que aplicar a menor cobrança tarifária possível, como obrigação de garantir acesso ao serviço, de forma igualitária, contínua, com continuidade e qualidade. E, à toda evidência, em período de crise econômica, perda de direitos sociais e queda do número de empregos, um aumento repentino e elevado viola esta norma.
Em terceiro plano, verifica-se como um ato unilateral dos hipersuficientes Poder Público e do concessionário do serviço, em detrimento dos consumidores hipossuficientes. Daí porque também viola os artigos 29 e 39 do Código de Defesa do Consumidor, Lei 8.078/90.
Portanto, o aumento da tarifa de luz se constitui em ato ilegal, contrário ao sistema jurídico brasileiro, cabendo ao usuário e às instituições legitimadas pleitear o seu desfazimento, administrativamente ou perante o Poder Judiciário, sem prejuízo da verificação de responsabilidades do Poder Público e das autoridades que lhe deram causa.
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