Depois de mexer os pauzinhos na eleição de Bruno Dauaire, contrariando o seu genitor, tudo indica que Wladmir Oliveira também está mexendo peças no xadrez da eleição do novo prefeito de Campos. Com poucos minutos de diferença, ele e Rogério Matoso foram vistos entrando no edifício onde mora Roberto Henriques. Mas, dessa vez, estaria apenas servindo de peão no xadrez do titereiro da Lapa para estimular a candidatura de Rogério e tirar votos de Rafael.
Atualização:
A assessora de imprensa de Rogério Matoso enviou uma "Nota Oficial" para a jornalista Suzy Monteiro, apesar de não citar o texto acima, não negar a visita ao apartamento e não assinar a nota, a publicamos como exercício do contraditório: Veja abaixo a nota na íntegra:
NOTA Oficial
Não existe conversa com o grupo do governo
De acordo com o pré-candidato à prefeitura de Campos Rogério Matoso, a notícia de que estaria conversando com o grupo do governo é mentirosa. Ele reafirma seu compromisso em ser candidato a prefeito de Campos, pelo PPL e tem mantido contato com todos da oposição.
O momento, segundo Matoso é de paz, e o mais importante agora é buscar o melhor caminho para o município e deixar a população tranquila para que possa escolher o destino que Campos irá seguir a partir das próximas eleições.
“Sou pré-candidato a prefeito porque acredito que podemos fazer Campos voltar a ser uma referência em desenvolvimento, tanto no setor Rural, quanto nas questões urbanas e sociais. Não tem conversa e nem acordo com esse desgoverno, que faliu nossa cidade. Sou pré-candidato a prefeitura de Campos e esse é meu compromisso. Não dá mais para viver de fofoca e de mentira, o que queremos nessa eleição é um jogo limpo e que traga de verdade a paz para essa cidade” – destacou Rogério
Depois de mexer os pauzinhos na eleição de Bruno Dauaire, contrariando o seu genitor, tudo indica que Wladmir Oliveira também está mexendo peças no xadrez da eleição do novo prefeito de Campos. Com poucos minutos de diferença, ele e Rogério Matoso foram vistos entrando no edifício onde mora Roberto Henriques. Mas, dessa vez, estaria apenas servindo de peão no xadrez do titereiro da Lapa para estimular a candidatura de Rogério e tirar votos de Rafael.
Atualização:
A assessora de imprensa de Rogério Matoso enviou uma "Nota Oficial" para a jornalista Suzy Monteiro, apesar de não citar o texto acima, não negar a visita ao apartamento e não assinar a nota, a publicamos como exercício do contraditório: Veja abaixo a nota na íntegra:
NOTA Oficial
Não existe conversa com o grupo do governo
De acordo com o pré-candidato à prefeitura de Campos Rogério Matoso, a notícia de que estaria conversando com o grupo do governo é mentirosa. Ele reafirma seu compromisso em ser candidato a prefeito de Campos, pelo PPL e tem mantido contato com todos da oposição.
O momento, segundo Matoso é de paz, e o mais importante agora é buscar o melhor caminho para o município e deixar a população tranquila para que possa escolher o destino que Campos irá seguir a partir das próximas eleições.
“Sou pré-candidato a prefeito porque acredito que podemos fazer Campos voltar a ser uma referência em desenvolvimento, tanto no setor Rural, quanto nas questões urbanas e sociais. Não tem conversa e nem acordo com esse desgoverno, que faliu nossa cidade. Sou pré-candidato a prefeitura de Campos e esse é meu compromisso. Não dá mais para viver de fofoca e de mentira, o que queremos nessa eleição é um jogo limpo e que traga de verdade a paz para essa cidade” – destacou Rogério Sem nenhum outro motivo que justifique, a não ser o maior comodismo dos taxistas, e a complacência dos responsáveis por aquele logradouro público, a área de embarque e desembarque do Shopping Estrada (nossa rodoviária), tem a sua utilização, para quem chega de carro, totalmente bloqueada com a utilização com cones, inclusive, avançando na via de circulação, o que provoca uma situação perigosa para os condutores de veículos e para quem precisa desembarcar com bagagens, também dificultando ou impedindo o embarque e desembarque de deficientes físicos. Os usuários, para quem foi construída a rodoviária, que se virem...
Sempre mostrando uma Ampla vontade de sugar o máximo dos consumidores, a concessionária de energia elétrica tem finalizado seus convênios com os bancos para forçar o consumidor a colocar o pagamento das suas contas de energia no sistema de débito automático. Vários bancos já exibem em suas portas cartazes alertando que pagamentos de contas da Ampla não são mais aceitos no caixa, apenas no caixa eletrônico, via internet banking ou débito automático. Com o fim dos convênios a empresa economiza despesas bancárias e força o débito automático para receber no dia do vencimento, entrando ou não no cheque especial dos consumidores com os seus juros elevadíssimos. Em contato telefônico com a Ampla, a coluna foi informada que a empresa não disponibiliza pagamento de contas em suas lojas. Com a palavra o Procon e o Ministério Público.
(Publicado ontem (21) em minha coluna na Folha da Manhã)
Nota da ACIC
AMPLA CANCELA CONVÊNIOS COM BANCOS
Campos dos Goytacazes, 21 de janeiro de 2016. Prezados Colegas Jornalistas: Como Assessor de Imprensa da Associação Comercial e Industrial de Campos – Acic, repasso a vocês uma informação importante que certamente poderá gerar uma reportagem de interesse de muitos consumidores, principalmente empresas. Infelizmente fui informado que a concessionária de energia elétrica Ampla resolveu cancelar convênios com as instituições bancárias. Os bancos por sua vez só aceitam receber contas de energia elétrica por meio de débito automático. As lotéricas e outras casas comerciais que recebiam as respectivas contas, limitaram os valores a serem pagos, em R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais), mas a pergunta que fica é: e as empresas e instituições cujas contas ultrapassam esse valor, deverão efetuar o pagamento aonde? A Acic deseja pagar os seus tributos e impostos em dia, entretanto a dificuldade imposta pela Ampla e pelos bancos está inviabilizando uma solução amigável e pacífica. Por isso a Acic está recorrendo ao Procon Campos, para buscar uma solução, não apenas para a instituição, mas também para, como disse, empresas e instituições, cujos valores de conta ultrapassam a casa dos R$ 1.500,00 (hum mil e quinhentos reais). No momento, o presidente da Acic, Amaro Ribeiro Gomes, está viajando e não poderá conceder entrevista sobre o assunto. Já o Diretor Financeiro, Gerson Gomes, é quem está empenhado em resolver esse impasse e o telefone de contato dele é: 99853-3348. Atenciosamente, Paulo de Almeida Ourives Assessor de Imprensa - Associação Comercial e Industrial de Campos. Ascom ACIC Data: 21/01/2016
Na quinta-feira teve movimento na Ação Popular que questiona a legalidade da atuação da rebocadora Pátio Norte. O juiz Cláudio França, da 5ª Vara Cível de Campos, declarou-se suspeito por motivos de foro íntimo para apreciar o processo, agora entregue ao juiz da 4ª Vara Cível, Dr. Ricardo Lafayette. Vamos torcer para que o excesso de trabalho não atrase a avaliação do juiz sobre essa importante questão, que envolve os direitos de milhares de cidadãos campistas que se sentem prejudicados pelos absurdos que vem sendo praticados.
Reboque I
Uma Ação Popular tramitando na 5ª Vara Cível de Campos, com pedido de Liminar, movida pelo advogado Cléber Tinoco, questiona a legalidade da atuação da empresa Pátio Norte no reboque de veículos no município.
Reboque II
Segundo a Ação, a concessão é indevida, foi delegado poder de polícia à empresa privada, e a cobrança dos serviços deveria ser feita em forma de taxa pela Fazenda Municipal, não como tarifa pela empresa, já que, no caso de concessão com cobrança compulsória, não cabe tarifa, apenas taxa, e essa teria que ser aprovada por lei.
Reboque III
Uma decisão favorável à Ação terá repercussão nos leilões de veículos já realizados, que poderão ser questionados através de ações indenizatórias pelos proprietários dos veículos leiloados.
Ampla no meio do caminho I
No meio do caminho do progresso da região tem uma Ampla. É grande a expectativa para que o Porto do Açu entre em funcionamento, mas as obras ainda estão sendo tocadas com energia de um grande grupamento de geradores de alto custo movidos a diesel. O grave problema ainda tem outros aspectos preocupantes.
Ampla no meio do caminho II
Com inauguração prevista ainda para o primeiro semestre deste ano, a fábrica de tubos flexíveis da francesa Technip, um investimento de 650 milhões de reais, já está com a sua planta industrial semipronta e seu cais concretado. Obras também realizadas com energia elétrica proveniente de geradores próprios, só um deles consumindo diariamente 700 litros de combustível. Mas esbarra em um grande obstáculo para começar a fabricar seus 200 quilômetros de tubos anuais. Até agora, os cabos de energia da Ampla não chegaram ao Porto do Açu. Para complicar ainda mais a situação, quando as máquinas da fábrica forem acionadas, a energia consumida terá que ser, por contrato, fornecida pela concessionária do porto, a Prumo Logística, a preço Ampla. O alto custo do cumprimento dessa cláusula contratual vai refletir diretamente no início da operação do Porto do Açu.
Ampla no meio do caminho III
E os problemas relacionados ao fornecimento de energia elétrica para o Porto do Açu estão só começando. Vizinha da Technip, a National Oilwell Varco está com as obras da sua fábrica a todo vapor com objetivo de, também, iniciar a produção prevista de 250 km de tubos flexíveis por ano ainda nesse primeiro semestre, e com os mesmos obstáculos relacionados à energia elétrica da concorrente.
Ampla no meio do caminho IV
Ainda iniciando as obras de instalação de uma planta de montagem e produção de grupos geradores e propulsores azimutais no Porto do Açu, ironicamente, a Wärtsilä também terá que recorrer a geradores semelhantes ao que pretende produzir para poder realizar as suas obras. A Wärtsilä é uma empresa finlandesa, líder global no fornecimento de motores e prestação de serviços para navios e usinas termelétricas.
Ampla no meio do caminho V
Na fila para enfrentar a Ampla no meio do caminho, a InterMoor, do Grupo Acteon, está instalando uma unidade para apoio logístico e serviços especializados à indústria de óleo e gás, com 90 metros de frente de cais e 52.302 m² de área total, com início de operação previsto para 2014.
Diante dos fatos, o que se vê é que a Ampla coloca em risco a esperança de progresso e desenvolvimento para toda a região, apesar das traumáticas desapropriações realizadas para passar as suas linhas de transmissão. Esse é um caso para ser visto de perto pelas autoridades, principalmente pelo Ministério Público. Sobre o autor
Esdras
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