A assessora de depilação e linguaruda oficial da prefeitura de Campos novamente é desmentida. Dessa vez pelo vereador José Carlos que, por conta de uma conveniente viagem a Brasília, ficou numa posição meio barro meio tijolo nessa história da aprovação do “Rombão” de um bilhão de adiantamento de royalties, pagando juros de cerca de 300 milhões por ano. Segundo a faladeira afirmou no programa de rádio do patrão, o vereador havia dito a ela que votaria a favor. Ele nega de pés juntos fazendo sinal da cruz para exorcizar tal língua ferina...
Diretor destituído diz que oficialmente Uniflu não existe
A destituição da direção da Faculdade de Odontologia de Campos gerou intranquilidade no meio universitário, trazendo preocupação a professores, funcionários e alunos. Os primeiros, com 11 meses de salários atrasados, temem pelos seus empregos e pela possibilidade de não receberem as verbas trabalhistas devidas, já no caso dos alunos, a maior preocupação é não conseguir completar o curso até a formatura.Eduardo diz que reitora Regina Sardinha é arrogante é que Filosofia está quebrada após 16 anos dirigida por ela
O diretor afastado da Faculdade de Odontologia, Eduardo José Amaral dos Santos, eleito em setembro de 2010 por docentes, discentes e administrativos, com mandato de quatro anos, exercendo o cargo há dois anos, foi destituído de seu cargo pelo Conselho Superior de Pesquisa e Extensão do Uniflu, alegando ferir o estatuto pela cobrança de dependência no valor de R$ 1.000,00 por matéria, sendo que a faculdade ficava com 50% e os professores com outros 50%, o que, segundo o professor José Luiz Pimentel, seria contrário às normas estatutárias da FCC (Fundação Cultural de Campos), mas segundo o Eduardo Amaral apenas uma forma de remunerar os professores que amargam 11 meses de salários atrasados. Em esclarecedora entrevista exclusiva à equipe da Somos, o professor Eduardo Amaral explicou seu posicionamento em relação a sua destituição do cargo. Confira AQUI.
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro acatou o pedido de queixa-crime nº 0029602-51.2011.8.19.0000 contra a prefeita Carla Machado, de São João da Barra, por calúnia contra o deputado federal Anthony Garotinho.
Segundo a inicial, em 03/05/2011, por volta das 18h, em entrevista concedida a programa de rádio veiculado pela Rádio Barra FM, Carla afirmou que Garotinho teria tentado subornar o vereador de São João da Barra, conhecido por “Caput”, oferecendo-lhe a importância de três milhões de reais para passar a integrar o bloco oposicionista ao governo da querelada e, assim, votar determinada matéria acorde seus interesses políticos.
Os Desembargadores que integram a Seção Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, em sessão realizada no dia 12 de setembro de 2012, por unanimidade, em receber a inicial acusatória, nos termos do voto da Des. Relatora drª Suimei Meira Cavalieri.
Leia decisão na íntegra, e veja os documentos, no site da Somos (AQUI)
Após a forte repercussão sobre a possibilidade de troca de Chicão como candidato a vice na chapa de Rosinha, o presidente regional do PR, o deputado federal Anthony Garotinho, garantiu o nome de Chicão ao lado de Rosinha para pleitear a reeleição em Campos. “Não há a menor possibilidade de qualquer alteração na composição da chapa da aliança Campos de Todos Nós, que irá disputar a prefeitura com o apoio de 14 partidos”.
O parlamentar disse ainda que nem sequer existiu a possibilidade levantada por membros da oposição na alteração do nome de Dr. Chicão como pré-candidato a vice-prefeito na chapa encabeçada pela prefeita Rosinha Garotinho. “Como a oposição não tem proposta, não tem um projeto para Campos, fica fazendo o papel da Dona Candinha, aquela fofoqueira”, alfinetou Garotinho.
Durante a semana, a oposição e alguns membros da situação falaram sobre a possibilidade da troca de Chicão pelo ex-deputado federal Geraldo Pudim por conta de sua presença ao lado da prefeita Rosinha Garotinho (PR) na convenção do PTB, no último domingo, dia 17.
Marcos Bacellar
“A ideia do deputado Anthony Garotinho (PR) é tirar Chicão Oliveira (PP) de cena e colocar o seu capachão oficial, o ex-deputado Geraldo Pudim (PR), como vice da prefeita. Com isso, a prefeita faz um teatro durante a eleição, se elege e depois passa a bola para Pudim. É melhor Chicão ficar bastante atento. Até porque ele já está careca de saber que para alcançar e manter o poder Garotinho é capaz de tudo”, disse Marcos Bacellar (PDT), que acredita que o ex-secretário de Governo, Geraldo Pudim, vai entrar no lugar do vice-prefeito, Dr. Chicão. “Neste domingo (17), na convenção do PTB, quem apareceu ao lado da prefeita? O Capachão oficial! Ele, que andava sumido, resolveu dar as caras e está fazendo o que o patrão mandou. O plano do Chucky já está sendo colocado em prática e Chicão se prepara para levar a rasteira do primo”, disse Bacellar.
Nelson Nahim
O presidente da Câmara de Campos, Nelson Nahim (PR), disse, durante a última sessão do dia 20, que alertou o seu primo, vice-prefeito Chicão Oliveira (PP), sobre uma possível troca por outro nome. “Chicão disse que está tranquilo e que até agora não falaram nada. Mas é bom ficar de olho. Já fizeram isso uma vez e podem fazer novamente”, disse Nahim, que em 2008 seria o vice e acabou sendo trocado.
Garotinho diz que é desespero
Garotinho diz entender o desespero da oposição. “Entendo o desespero desse grupo que se opõe às mudanças que estão sendo feitas na cidade. Somados, eles não têm 80 candidatos a vereador, enquanto nossos partidos contam com mais de 400. Além disso, todas as pesquisas apontam para uma vitória consagradora de Rosinha no primeiro turno. Por isso espalham boatos, mentiras e fofocas, mas não há nenhuma mudança”, concluiu o presidente estadual do PR.
Odisséia Carvalho
Odisséia Carvalho, vereadora do PT, pediu explicações: “Já que o fato é certo, peço aqui elucidações. Se é assim que os amigos são tratados, imagino como fazem com reais adversários”, disse.
Avelino Ferreira
O vice-presidente do PTB de Campos entrou na polêmica: “Bacellar diz que, se Chicão não for o vice de Rosinha, será uma “rasteira” que Garotinho dará nele. Rasteira como? Dr. Chicão é um aliado e fez parte de um acordo que todos nós aceitamos de bom grado. Em todo esse tempo de governo, todos nós o tratamos muito bem, com todo respeito. Nem levamos em conta que ele sempre foi nosso adversário. Garotinho e Rosinha cumpriram o acordo e prestigiaram Chicão em tudo. Ele e seu grupo, do qual faz parte Dr. Hirano. (…) Agora, é uma nova eleição e o PR e os partidos aliados estarão na campanha, empenhados na eleição de Rosinha, seja com Chicão, ou Pudim, ou quem ela escolher como vice. Todavia, se o vice for Pudim, ou qualquer outro do nosso grupo histórico, não há nenhum motivo para se falar em rasteira ou traição, ou qualquer outra coisa que a oposição usa para intrigar o grupo histórico e aliado”.
Albertinho
Vereador do PP, mesmo partido de Chicão, defendeu o colega e alfinetou Avelino: “Estranhei a forma como Avelino se comportou. Se Deus quiser, Chicão será o vice”, acrescentando: “Se Avelino pretende indicar o vice, que espere a próxima eleição. Nessa, o vice é Chicão”.
Cecília Lyzandro Ribeiro Gomes, filha de Heli Ribeiro Gomes, já falecido, que foi acusado no Livro “Memórias de uma Guerra Suja, de permitir a incineração de corpos de militantes na Usina Cambahyba, segundo depoimentos do ex-agente da ditadura Cláudio Guerra aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, respondeu em vídeo as acusações contra seu pai. Confira no link abaixo.
Cecília, filha de Heli, responde em vídeo a Cláudio Guerra de Memórias de Uma Guerra Suja
O lançamento do livro “Memórias de uma Guerra Suja”, de Cláudio Antônio Guerra, na realidade uma coletânea de depoimentos do ex-delegado da Polícia Civil do Espírito Santo concedidos aos jornalistas Marcelo Netto e Rogério Medeiros, trazendo denúncias sobre crimes da ditadura e suposta incineração de corpos em usina campista, caiu como uma bomba em Campos.
Duas décadas depois dos mirabolantes fatos descritos, o empresário e dono da Usina Cambahyba, Heli Ribeiro Gomes, já falecido e sem chances de se defender, sofre graves acusações do ex-delegado do DOPS, Cláudio Guerra, em seu livro. Segundo o ex-agente da ditadura militar, o industrial campista teria colaborado com os militares no sumiço dos corpos de cerca de 10 militantes de esquerda, em 1973, que teriam sido incinerados nos fornos da usina Cambahyba.
Só mesmo uma profunda e isenta investigação poderá provar serem mentiras, verdades ou delírios suas fantásticas afirmações. Afinal, a palavra de um criminoso confesso dessa estatura e periculosidade não poder ser levada ao pé da letra como verdade sem provas concretas que efetivamente as avalizem.
Família repudia acusações
A família do industrial campista Heli Ribeiro Gomes, representada por seus filhos ainda vivos, nega completamente qualquer veracidade nessa história. Em depoimento à equipe da Somos, um dos filhos de Heli Ribeiro, o advogado Jorge Lysandro Ribeiro Gomes, diz, revoltado, que tudo isso é um absurdo. “Que barbaridade! Que negócio completamente absurdo. Eu nem sei ainda o que responder! Não acredito como se fala isso de uma indústria em que trabalhavam 300 pessoas dia e noite, não havia como acontecer isso sem que ninguém visse. É completamente impossível, inimaginável. Meu pai nunca concordaria como uma coisa dessas. Meu pai andava no meio do povo. Não era o tipo de gente que se permitia admitir isso. Meu pai era ‘desassustado’ (sic). Passava com a sua Rural em qualquer estrada e parava para dar carona a qualquer pessoa. Não havia como fazer uma coisa dessa despercebido. A usina funcionava com centenas de funcionários, dia e noite. Isso é um delírio! Coisa de um maluco desses. Quem conhece o funcionamento de uma indústria de açúcar, sabe que isso não é possível. Só mesmo quem nunca viu para falar uma bobagem dessas. Toda a minha família vai sofrer com isso”, finalizou.
Ficha corrida de assustar
O autor do livro “Memórias de Guerra Suja”, Cláudio Guerra (71 anos), apresenta uma vida pregressa das mais extensas e movimentadas. Ele é ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) e da polícia Civil do Espírito Santo e se prepara para virar pastor de igreja após declarar ter se arrependido de todos os seus pecados. E eles são muitos. Guerra é acusado de formação de quadrilha, tráfico de drogas, tortura, homicídios, roubo de armas, de chefiar grupos de extermínio, e até de desviar dízimos de igreja. Além disso, ele foi condenado a 42 anos de prisão, em regime fechado, por um atentado a bomba, ocorrido em agosto de 1982, no centro de Vitória, e condenado a 18 anos de prisão sob a acusação de assassinato da própria esposa, Rosa Maria Cleto, e da cunhada, Glória Maria Cleto, em 1980. Uma ficha corrida de assustar.
Paranóia delirante
No livro, Claudio Guerra toma para si ares do famoso agente inglês da ficção de espionagem James Bond, afirmando ter recebido do Estado brasileiro carta branca para “julgar, torturar, matar e desaparecer com o corpo” dos militantes de esquerda. A mesma “licença para matar” atribuída pelo escritor Ian Fleming ao personagem 007. Guerra se coloca como protagonista ou testemunha de quase todos os episódios polêmicos da ditadura. Um personagem ubíquo, quase um Forrest Gump que emerge do livro, chega até 1989, quando diz que sua “comunidade” pôs panfletos da campanha do petista Luiz Inácio Lula da Silva no local em que o empresário Abílio Diniz foi sequestrado, em São Paulo.
Nada a perder
As denúncias sobre queima de corpos em Cambahyba devem ser vistas com muita cautela. O denunciante, o ex delegado Cláudio Guerra, do Dops, como se vê na reportagem, é ex- matador da ditadura, condenado a 42 anos por atentado a bomba, recorrendo no STF a uma sentença de 18 anos acusado de ter matado a esposa e a cunhada, também é acusado de tráfico de drogas, desvio de dinheiro de igreja e mais sabe-se lá quais atrocidades. Sem apresentar nenhuma prova do que está dizendo, com 71 anos de idade, ele agora parece estar atirando a esmo para promover um grande golpe publicitário em torno do seu livro e garantir com as vendas algum conforto para passar a velhice na prisão, quando sair o resultado definitivo do STF sobre os assassinatos da esposa e da cunhada, com enormes possibilidades de deixá-lo apodrecendo atrás das grades. Enquanto isso, sem provas além da sua descredibilizada palavra, ele vai fazendo mais vítimas em sua trajetória, entre elas os filhos, netos e bisnetos de Heli Ribeiro Gomes. Esse caso poderá acabar na esfera judicial, mas o que se pode fazer contra quem não tem nada a perder? Sobre o autor
Esdras
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