Na segunda-feira, às 11h, será realizada a primeira das duas audiências programadas (a segunda será na terça-feira) com os réus do escabroso caso de pedofilia, prostituição, drogas, extorsão e homicídios conhecido como “Meninas de Guarus”. Como todos os juízes de Campos se deram por impedidos, os atos serão presididos pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. São tantos os indiciados, que as audiências serão realizadas no salão do Tribunal do Júri.
“Meninas de Guarus” no Tribunal do Júri
Na segunda-feira, às 11h, será realizada a primeira das duas audiências programadas (a segunda será na terça-feira) com os réus do escabroso caso de pedofilia, prostituição, drogas, extorsão e homicídios conhecido como “Meninas de Guarus”. Como todos os juízes de Campos se deram por impedidos, os atos serão presididos pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. São tantos os indiciados, que as audiências serão realizadas no salão do Tribunal do Júri.
15/08/2015 | 11h30
Na segunda-feira, às 11h, será realizada a primeira das duas audiências programadas (a segunda será na terça-feira) com os réus do escabroso caso de pedofilia, prostituição, drogas, extorsão e homicídios conhecido como “Meninas de Guarus”. Como todos os juízes de Campos se deram por impedidos, os atos serão presididos pela juíza Daniela Barbosa Assumpção de Souza, da 2ª Vara Criminal de Duque de Caxias. São tantos os indiciados, que as audiências serão realizadas no salão do Tribunal do Júri.
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Masculinizadas
Exageradas
Malhação, alimentação correta etc.. Tudo pela saúde. Mas, nem para todo mundo. O excesso de vaidade, malhação e a utilização de produtos químicos não recomendados estão criando uma geração de mulheres masculinizadas, de corpos ultra-definidos e nada femininos. Pernas de gladiadores, barrigas de tanque, muques de Tarzan, vozes de travesti... Para quem gosta, um prato feito...
Bonecas do Waldir
Noite dessas observava a romaria em direção àquela boate da Pelinca. Passava de tudo, mas as marombadas eram maioria. Saias curtas ou shorts mostrando as musculosas coxas de jogadores de futebol. Lá iam elas, latinhas de cerveja na mão, cabelos oxigenados e bocas mal pintadas de vermelho, totalmente deselegantes, claudicantes, tentando toscamente se equilibrar nos saltos altos, como antigos foliões vestidos de mulher na Boneca do Waldir... Deprimente. Mas, como já disse, há quem goste.
21/07/2015 | 12h24
Exageradas
Malhação, alimentação correta etc.. Tudo pela saúde. Mas, nem para todo mundo. O excesso de vaidade, malhação e a utilização de produtos químicos não recomendados estão criando uma geração de mulheres masculinizadas, de corpos ultra-definidos e nada femininos. Pernas de gladiadores, barrigas de tanque, muques de Tarzan, vozes de travesti... Para quem gosta, um prato feito...
Bonecas do Waldir
Noite dessas observava a romaria em direção àquela boate da Pelinca. Passava de tudo, mas as marombadas eram maioria. Saias curtas ou shorts mostrando as musculosas coxas de jogadores de futebol. Lá iam elas, latinhas de cerveja na mão, cabelos oxigenados e bocas mal pintadas de vermelho, totalmente deselegantes, claudicantes, tentando toscamente se equilibrar nos saltos altos, como antigos foliões vestidos de mulher na Boneca do Waldir... Deprimente. Mas, como já disse, há quem goste.
“Meninas de Guarus” – Todo mundo na rua
No embalo do Habeas Corpus concedido ao ex-vereador Nelson Nahim, já em liberdade, todos os presos acusados de envolvimento no rumoroso caso das “Meninas de Guarus” tiveram as suas prisões preventivas revogadas pelo juiz Rodrigo Rocha, de Itaocara, em exercício na Primeira Vara Cível da Comarca de Campos. Ironicamente, até o acusado Thiago Calil, o único que estava foragido, também foi beneficiado pela decisão.
Por conta do segredo de justiça, não foi divulgado o grau de envolvimento, nem de que crimes são acusados cada um deles. Apenas o ex-vereador Nelson Nahim teve revelado o motivo da sua prisão, uma suposta coação de testemunhas.
Resta saber se os acusados de crimes graves não poderão se aproveitar da decisão para se evadir antes de serem devidamente enquadrados diante da lei para responder por eles. O certo é que o precedente da fuga já existe.
06/11/2014 | 11h06
No embalo do Habeas Corpus concedido ao ex-vereador Nelson Nahim, já em liberdade, todos os presos acusados de envolvimento no rumoroso caso das “Meninas de Guarus” tiveram as suas prisões preventivas revogadas pelo juiz Rodrigo Rocha, de Itaocara, em exercício na Primeira Vara Cível da Comarca de Campos. Ironicamente, até o acusado Thiago Calil, o único que estava foragido, também foi beneficiado pela decisão.
Por conta do segredo de justiça, não foi divulgado o grau de envolvimento, nem de que crimes são acusados cada um deles. Apenas o ex-vereador Nelson Nahim teve revelado o motivo da sua prisão, uma suposta coação de testemunhas.
Resta saber se os acusados de crimes graves não poderão se aproveitar da decisão para se evadir antes de serem devidamente enquadrados diante da lei para responder por eles. O certo é que o precedente da fuga já existe.
Meninas de Guarus - Um caso sórdido, mas faltando ingredientes
Nesse sórdido caso das “Meninas de Guarus”, tanto faltam quanto sobram ingredientes. Essa história é composta por pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão; esse último, um quesito vital que precisa ser minuciosamente investigado para que a justiça seja feita em sua plenitude, não foi sequer citado pelos afobados “repórteres” artesanais de internet, ignorando que ele cria fortes suspeitas sobre a veracidade de alguns depoimentos que poderiam ter sido manipulados e, eventualmente, utilizados para fins escusos por quem deveria fazer cumprir a lei, e não servir-se dela.
O caso é escabroso e formado por vários crimes com gravidades diferentes. Colocar todos os envolvidos no mesmo saco é uma atitude temerária, pois mesmo que a inocência de alguns réus de hoje seja provada amanhã, o mal já estará feito e será irreparável. Por isso o indispensável segredo de justiça, ou, pelo menos, o respeito ao contraditório, a defesa, deveria ser amplamente observado por todos que noticiam os fatos, sejam eles amadores ou não.
Como um dos primeiros a apurar profundamente essa sórdida história, sempre me reservei o direito de não publicar os nomes daqueles que não houvessem sido indiciados como integrantes ativos da quadrilha, como o chefe dela preso em flagrante.
Através da Revista Somos Assim ou dessa coluna na Folha da Manhã, sempre clamamos que fosse feita justiça nesse caso, estranhamente dormitando por tempo excessivo em algum escaninho do judiciário. Esse despertar em novas mãos me traz a esperança de que a justiça finalmente será feita, mas que seja realmente justa, excluindo quem possa ter sido injustamente incluído e incluindo aqueles que possam ter sido excluídos de forma pouco recomendada. Como já dizia meu avô, cautela e chá quente não fazem mal a ninguém...
18/10/2014 | 03h53
Nesse sórdido caso das “Meninas de Guarus”, tanto faltam quanto sobram ingredientes. Essa história é composta por pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão; esse último, um quesito vital que precisa ser minuciosamente investigado para que a justiça seja feita em sua plenitude, não foi sequer citado pelos afobados “repórteres” artesanais de internet, ignorando que ele cria fortes suspeitas sobre a veracidade de alguns depoimentos que poderiam ter sido manipulados e, eventualmente, utilizados para fins escusos por quem deveria fazer cumprir a lei, e não servir-se dela.
O caso é escabroso e formado por vários crimes com gravidades diferentes. Colocar todos os envolvidos no mesmo saco é uma atitude temerária, pois mesmo que a inocência de alguns réus de hoje seja provada amanhã, o mal já estará feito e será irreparável. Por isso o indispensável segredo de justiça, ou, pelo menos, o respeito ao contraditório, a defesa, deveria ser amplamente observado por todos que noticiam os fatos, sejam eles amadores ou não.
Como um dos primeiros a apurar profundamente essa sórdida história, sempre me reservei o direito de não publicar os nomes daqueles que não houvessem sido indiciados como integrantes ativos da quadrilha, como o chefe dela preso em flagrante.
Através da Revista Somos Assim ou dessa coluna na Folha da Manhã, sempre clamamos que fosse feita justiça nesse caso, estranhamente dormitando por tempo excessivo em algum escaninho do judiciário. Esse despertar em novas mãos me traz a esperança de que a justiça finalmente será feita, mas que seja realmente justa, excluindo quem possa ter sido injustamente incluído e incluindo aqueles que possam ter sido excluídos de forma pouco recomendada. Como já dizia meu avô, cautela e chá quente não fazem mal a ninguém...
Mulher estupra homem em Búzios
02/10/2014 | 12h24
[caption id="attachment_5279" align="alignleft" width="186" caption="Foto meramente ilustrativa"]
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Mulher de 26 anos está sendo acusada de estuprar homem de 31 anos em Búzios. Ela invadiu a casa dele, que estaria dormindo durante a madrugada, e acordou com a acusada de 107 quilos segurando as suas mãos e mantendo relações sexuais. A acusação de estupro em segundo grau foi confirmada após o DNA dela ter sido encontrado na vítima. A notícia foi publicada na edição dessa semana do jornal “O Peru Molhado”, tudo a ver...
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Mulher de 26 anos está sendo acusada de estuprar homem de 31 anos em Búzios. Ela invadiu a casa dele, que estaria dormindo durante a madrugada, e acordou com a acusada de 107 quilos segurando as suas mãos e mantendo relações sexuais. A acusação de estupro em segundo grau foi confirmada após o DNA dela ter sido encontrado na vítima. A notícia foi publicada na edição dessa semana do jornal “O Peru Molhado”, tudo a ver...
Capital da Calcinha
23/06/2014 | 01h20
Com essa do deputado Roberto Henriques conseguir o título de Capital da Bermuda para um distrito de Itaperuna, tem campista com ciúme querendo que ele arrume o título de Capital da Calcinha para aquele trecho dos motéis na BR101. Por quê? Bem, todo mundo sabe...
A pólvora das Meninas de Guarus
23/05/2014 | 01h02
O deputado Marcelo Freixo descobriu a pólvora fazendo barulho ao afirmar na Alerj que há personagens da política campista no rolo das Meninas de Guarus. Isso todo mundo já sabe. O que ninguém sabe é quando serão tomadas providências para punir quem efetivamente tenha culpa no cartório...
Quem tem medo das “Meninas”
03/06/2013 | 12h20
A reabertura do caso das “Meninas de Guarus” reacende a esperança de que os verdadeiros culpados por esse sórdido episódio que macula a história de Campos sejam finalmente responsabilizados. Por outro lado, não se deve esquecer de incluir, no rol dos investigados, aqueles que tinham a obrigação profissional e moral de apurar esse descalabro e não o fizeram.
"Meninas de Guarus":MP se omitiu, Polícia não esclareceu, e Conselho não sabe de nada
17/05/2013 | 06h15
[caption id="attachment_4439" align="aligncenter" width="630" caption="Marcelo Freixo não atendeu as expectativas do campista sobre a da Audiência Pública"]
[/caption]
Apesar da boa iniciativa do deputado Roberto Henriques solicitando a Audiência Pública da Alerj, presidida pelo deputado Marcelo Freixo, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que envolve pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão, ainda não atendeu às expectativas da população de Campos, que cobra a penalização dos culpados, todos eles.
[caption id="attachment_4441" align="aligncenter" width="756" caption="O público compareceu em massa"]
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MP se omitiu, Polícia não esclareceu e Conselho não sabe de nada
Apesar de convocado, o Ministério Público Estadual não compareceu, a Polícia Civil, representada por três delegados, não esclareceu grandes coisas, alegando não ter em mãos o inquérito ainda retido no MP; E os novos representantes do Conselho Tutelar alegaram falta de conhecimento sobre o caso e não mais possuir a documentação produzida por ter sido requisitada pelo mesmo MP sob a alegação de se manter sigilo. O que levou a sério questionamento do deputado Marcelo Freixo, que prometeu exigir de volta os documentos, alegando que o MP só poderia exigir sigilo sobre seus próprios documentos. Além de garantir que irá ao procurador-geral de Justiça do Rio Marfan Vieira pedir providências e ao Conselho Tutelar solicitar as peças e esclarecimentos.
[caption id="attachment_4440" align="aligncenter" width="756" caption="Deputado Roberto Henriques o solicitante da Audiência"]
[/caption]
Estranho sigilo
Em meio a tantas coisas estranhas, surpreendentemente, uma colheu vaias do público, o impedimento do depoimento público espontâneo do pai de uma vítima de exploração sexual de menores. Apesar de se propor a falar publicamente, ele foi impedido pelo próprio deputado Marcelo Freixo, alegando necessidade de sigilo, o mesmo sigilo que o deputado momentos antes disse ser muito estranho ter sido mantido diante do tempo que já se passou (quatro anos), desde as primeiras denúncias da rede de pedofilia. Diante da reação negativa do público, Freixo, visivelmente nervoso, disse que “aqui não é uma casa de espetáculos” declarando estar protegendo o depoente e a filha vítima.
Sigilo mais político do que objetivo
Mas a estranha providência do deputado, mais política do que objetiva, parece ter chegado muito tarde. Afinal, durante a exploração sexual infantil, os homicídios e as extorsões, nenhuma providência foi tomada para protegê-los; na ocasião, algumas mães e pais foram ameaçados de esquartejamento dos seus filhos caso denunciassem a quadrilha, o que só foi feito após dois homicídios. A população de Campos não quer mais segredos. Atualmente, esse tipo de alegação de sigilo só serve de proteção aos verdadeiros culpados, desprotegendo com a impunidade gerada as eventuais futuras vítimas.
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Apesar da boa iniciativa do deputado Roberto Henriques solicitando a Audiência Pública da Alerj, presidida pelo deputado Marcelo Freixo, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que envolve pedofilia, drogas, homicídio, poder e extorsão, ainda não atendeu às expectativas da população de Campos, que cobra a penalização dos culpados, todos eles.
[caption id="attachment_4441" align="aligncenter" width="756" caption="O público compareceu em massa"]
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MP se omitiu, Polícia não esclareceu e Conselho não sabe de nada
Apesar de convocado, o Ministério Público Estadual não compareceu, a Polícia Civil, representada por três delegados, não esclareceu grandes coisas, alegando não ter em mãos o inquérito ainda retido no MP; E os novos representantes do Conselho Tutelar alegaram falta de conhecimento sobre o caso e não mais possuir a documentação produzida por ter sido requisitada pelo mesmo MP sob a alegação de se manter sigilo. O que levou a sério questionamento do deputado Marcelo Freixo, que prometeu exigir de volta os documentos, alegando que o MP só poderia exigir sigilo sobre seus próprios documentos. Além de garantir que irá ao procurador-geral de Justiça do Rio Marfan Vieira pedir providências e ao Conselho Tutelar solicitar as peças e esclarecimentos.
[caption id="attachment_4440" align="aligncenter" width="756" caption="Deputado Roberto Henriques o solicitante da Audiência"]
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Estranho sigilo
Em meio a tantas coisas estranhas, surpreendentemente, uma colheu vaias do público, o impedimento do depoimento público espontâneo do pai de uma vítima de exploração sexual de menores. Apesar de se propor a falar publicamente, ele foi impedido pelo próprio deputado Marcelo Freixo, alegando necessidade de sigilo, o mesmo sigilo que o deputado momentos antes disse ser muito estranho ter sido mantido diante do tempo que já se passou (quatro anos), desde as primeiras denúncias da rede de pedofilia. Diante da reação negativa do público, Freixo, visivelmente nervoso, disse que “aqui não é uma casa de espetáculos” declarando estar protegendo o depoente e a filha vítima.
Sigilo mais político do que objetivo
Mas a estranha providência do deputado, mais política do que objetiva, parece ter chegado muito tarde. Afinal, durante a exploração sexual infantil, os homicídios e as extorsões, nenhuma providência foi tomada para protegê-los; na ocasião, algumas mães e pais foram ameaçados de esquartejamento dos seus filhos caso denunciassem a quadrilha, o que só foi feito após dois homicídios. A população de Campos não quer mais segredos. Atualmente, esse tipo de alegação de sigilo só serve de proteção aos verdadeiros culpados, desprotegendo com a impunidade gerada as eventuais futuras vítimas.
Quem tem medo das Meninas de Guarus?
Na próxima sexta-feira, têm Audiência Pública da Alerj em Campos, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que mistura no mesmo saco pedofilia, prostituição, drogas, homicídios, poder e extorsão. Nessa novela, os principais atores estão fazendo de tudo para ficar no anonimato... Quem tem medo das "Meninas de Guarus"?
14/05/2013 | 01h20
Na próxima sexta-feira, têm Audiência Pública da Alerj em Campos, sobre o sórdido caso das “Meninas de Guarus”, que mistura no mesmo saco pedofilia, prostituição, drogas, homicídios, poder e extorsão. Nessa novela, os principais atores estão fazendo de tudo para ficar no anonimato... Quem tem medo das "Meninas de Guarus"? Sobre o autor
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