De 26 de julho a 11 de agosto, o Japão finalmente sediou a 32ª edição dos Jogos Olímpicos de Verão, adiada de 2020 em decorrência da pandemia da Covid-19. De 24 de agosto a 5 de setembro foi a vez da oitava edição dos Jogos Paralímpicos de Verão. Ambos os eventos serviram como símbolo do reencontro, dando um alento à população mundial em um dos momentos mais tensos e tristes da história por conta das vítimas do novo coronavírus.
Esportivamente, o Brasil teve inúmeros motivos para comemorar em Tóquio. Na Olimpíada, foram conquistadas 21 medalhas, um recorde, com duas a mais em relação aos Jogos do Rio-2016. Além disso, o número de ouros, sete, foi exatamente o mesmo de cinco anos atrás, que é o maior em todas as edições. As outras medalhas foram seis de prata e oito de bronze. No quadro geral, a delegação brasileira terminou em 12º lugar, uma posição acima do 13º de 2016, que era até então o melhor desempenho.
Já na Paralimpíada, foi quebrado o recorde de ouros, com 22, superando os 20 conquistados em Londres-2012. Para o Brasil terminar em sétimo no quadro de medalhas, vieram ainda 20 pratas e 30 bronzes, totalizando 72 medalhas. O número foi o mesmo dos Jogos Rio-2016.