Antes da primeira sessão após ser empossado, o vereador Marcos Bacellar (PDT) usou a tribuna para falar sobre seu retorno e os meses de angústia até ser diplomado, na quinta-feira passada (20), por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Com o plenário cheio de militantes, familiares do vereador e políticos da região, como o prefeito de Bom Jesus, Roberto Tatu, e o vice de Cardoso Moreira, além de vereadores de vários municípios, Bacellar dirigiu-se aos filhos, especialmente os menores.
Ele lembrou que eles esperaram a diplomação em dezembro, o que não aconteceu porque houve uma ação do também candidato e ex-subsecretário de Governo, Thiago Godoy, contra ele:
"Vocês imaginem a ansiedade durantes todos estes meses para tentar me livrar das amarras jurídicas que estavam impedindo de eu tomar posse. Tudo obra e graça do senhor Anthony Garotinho e de seu capachão Thiago Godoy. Não tem problema: Quem faz aqui, paga aqui. Ele (Godoy) vai assumir o cargo, mas ele vai sair. Ele me prejudicou muito. Godoy vai assumir o cargo, mas vai sair. Não torço por isso não. Mas é a realidade. Ele levantou calúnias na Justiça para evitar minha posse”", disse em referência ao processo sobre Chequinho, que Godoy e Garotinho também são réus e que já levou à condenação de 15 pessoas.
Muito emocionado, Bacellar, por recomendação médica do vereador Abdu Neme, não participou da sessão, sendo "dispensado" pelo presidente Marcão.
Leia a matéria completa na edição de amanhã da Folha da Manhã.