Suzy Monteiro
13/12/2018 11:09 - Atualizado em 14/12/2018 17:19
Antônio Leudo
O plenário do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) rejeitou, na tarde dessa quarta-feira (12), o último recurso do ex-vereador Jorge Rangel (PTB) em Ação Penal do caso Chequinho. Rangel foi condenado a cinco anos e cinco meses de prisão em regime semiaberto e com os recursos esgotados na Corte Regional deverá começar a cumprir a sentença, a não ser que consiga uma liminar no Supremo Tribunal Federal (STF), a exemplo do que aconteceu com outros réus.
Jorge Rangel perdeu a cadeira na Câmara de Campos após o trânsito e julgado de seus recursos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), também no caso Chequinho, mas na Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) — esfera cível-eleitoral. Além dele, também perderam os cargos Roberto Pinto (PTC) e Jorge Magal (PSD).
Semana passada, estavam na pauta do TRE os vereadores afastados Ozéias (PSDB), Miguelito (PSL), Kellinho (PR), Thiago Virgílio (PTC) e Linda Mara (PTC), além da ex-secretária municipal de Desenvolvimento Humano e Social, Ana Alice Alvarenga, e da ex-coordenadora do Cheque Cidadão, Gisele Koch. Todos estavam na mesma Ação Penal de Jorge Rangel. Porém, eles conseguiram Habeas corpus (HC) preventivos com o ministro Ricardo Lewandowski, do STF, para evitar a prisão.
Embora a sentença seja em semiaberto, o início é cumprido em regime fechado. Todos ainda podem recorrer ao TSE.