“Em nenhum momento eu ofendi ou tive a intenção de ofender a Michelle. Se eu fiz em algum momento, mais uma vez, eu peço desculpas. Tenho respeito por ela, reconheço o trabalho dela no PL Mulher, que bateu o recorde de filiação de mulheres”, afirmou Flávio.
Ele ainda disparou contra o PT, partido do presidente Lula, e pregou união para o pleito de outubro deste ano.
“A gente erra, acerta, tem divergências, pensa diferente em alguns pontos, concorda em outros. E vida que segue. O importante é que a gente vai superar e vai seguir em frente juntos. Eu estou cumprindo uma missão designada por Jair Messias Bolsonaro. Todas as minhas decisões sempre, sempre são tomadas com o respaldo dele. O Brasil precisa se livrar do Lula e do PT”, disse o senador fluminense.
Na quarta-feira, Michele falou que o enteado ligou e foi "muito ríspido, me desrespeitou e me maltratou ao telefone". Ela ainda afirmou que o episódio ocorreu após um comício do qual participou no Ceará, no fim do ano passado. Na ocasião, ela criticou a negociação para a formação de palanque no estado, na qual o PL buscava o apoio de Ciro Gomes, que havia criticado Jair Bolsonaro durante o período em que ele ocupava a Presidência da República.