CPI do Crime Organizado aprova convocação de empresário campista para depoimento
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Crime Organização aprovou a convocação do empresário campista Yan Felix Hirano para prestar depoimento. Segundo requerimento apresentado pelo senador Alessandro Vieira (MDB/SE), relator da CPI, a oitiva se faz necessária para a CPI esclarecer a natureza e extensão da relação com o narcotraficante espanhol Oliver Ortiz de Zarate Martin e com o operador financeiro Benjamim Botelho de Almeida.
Benjamim é apontado pela Polícia Federal como figura central do esquema envolvendo o conglomerado Banco Master e agentes públicos. Yan Hirano rebateu: “Eu sou credor do Banco (Master), tenho uma ação contra eles. Fizeram uma entrevista sem mostrar a fonte para desviar os rombos e plantar uma narrativa mentirosa.” O senador Alessandro Vieira cita uma reportagem feita para dizer que Yan teria sido responsável por apresentar Ortiz a Benjamim, funcionando como elo entre eles.
A CPI do Crime Organizado tem como objetivo central investigar as estruturas de financiamento do crime organizado e suas ramificações no Sistema Financeiro Nacional. E tem especial atenção ao caso do Banco Master, que resultou na deflagração da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo o requerimento do senador Alessandro Vieira, Yan teria ligação com Oliver Ortiz, preso em junho de 2013 no Rio de Janeiro e condenado a 16 anos por lavagem de dinheiro e tráfico internacional de cocaína. “Ortiz utilizava empresas de fachada, registros em nome de laranjas e aquisição de imóveis abaixo do valor de mercado para lavar recursos do tráfico”, informou Vieira no requerimento.
Ainda no documento, o relator ressalta que Yan e Ortiz “figuraram conjuntamente como alienantes em contrato de promessa de compra e venda de dois imóveis situados em Queimados, na Baixada Fluminense, as chamadas Área A-2 e Área B, tendo como adquirentes a empresa Agera Negócios Imobiliários Ltda. e o Aquilla FII".
Yan também falou sobre a situação. "Essa pessoa (Oliver Ortiz) fez parte em um pool de investidores há 15 anos. Não teve nenhum recurso ilícito, quanto mais da minha parte. Tanto que tenho uma ação de cobrança contra eles", garantiu.
Benjamim é apontado pela Polícia Federal como figura central do esquema envolvendo o conglomerado Banco Master e agentes públicos. Yan Hirano rebateu: “Eu sou credor do Banco (Master), tenho uma ação contra eles. Fizeram uma entrevista sem mostrar a fonte para desviar os rombos e plantar uma narrativa mentirosa.” O senador Alessandro Vieira cita uma reportagem feita para dizer que Yan teria sido responsável por apresentar Ortiz a Benjamim, funcionando como elo entre eles.
A CPI do Crime Organizado tem como objetivo central investigar as estruturas de financiamento do crime organizado e suas ramificações no Sistema Financeiro Nacional. E tem especial atenção ao caso do Banco Master, que resultou na deflagração da Operação Compliance Zero, da Polícia Federal, e na prisão do banqueiro Daniel Vorcaro.
Segundo o requerimento do senador Alessandro Vieira, Yan teria ligação com Oliver Ortiz, preso em junho de 2013 no Rio de Janeiro e condenado a 16 anos por lavagem de dinheiro e tráfico internacional de cocaína. “Ortiz utilizava empresas de fachada, registros em nome de laranjas e aquisição de imóveis abaixo do valor de mercado para lavar recursos do tráfico”, informou Vieira no requerimento.
Ainda no documento, o relator ressalta que Yan e Ortiz “figuraram conjuntamente como alienantes em contrato de promessa de compra e venda de dois imóveis situados em Queimados, na Baixada Fluminense, as chamadas Área A-2 e Área B, tendo como adquirentes a empresa Agera Negócios Imobiliários Ltda. e o Aquilla FII".
Yan também falou sobre a situação. "Essa pessoa (Oliver Ortiz) fez parte em um pool de investidores há 15 anos. Não teve nenhum recurso ilícito, quanto mais da minha parte. Tanto que tenho uma ação de cobrança contra eles", garantiu.
Com informações do Metrópoles