Apontado como chefe do tráfico em Campos morre dentro de presídio em Bangu
Júlia Alves 14/05/2026 12:59 - Atualizado em 14/05/2026 13:25
Agência Brasil

Emerson Jacinto Barcelos, apontado como chefe do tráfico de drogas do Parque Presidente Vargas, no subdistrito de Guarus, em Campos, morreu na última segunda-feira (11), no Rio de Janeiro. Conhecido como Esquilo, ele estava custodiado há sete anos em Bangu 4, na Zona Oeste. Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), a morte teria ocorrido por causas naturais.

De acordo com a Polícia Penal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento e atestou a morte.
Emerson ingressou no sistema prisional em 2019 e estava estava preso no Presídio Jonas Lopes de Carvalho desde então. O caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia em Bangu. Já o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande.
Prisão em Campos
Em março de 2019, policiais da 146ª Delegacia de Polícia de Guarus e do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM) realizaram a segunda etapa da Operação Guadalajara no combate ao tráfico de drogas e homicídios provocados por brigas de facções criminosas no subdistrito.
Na ação, concentrada no Parque Presidente Vargas, Emerson foi preso e era conhecido por chefiar o tráfico na área conhecida como “Cantinho do Beiço”. Ele havia sido solto em dezembro de 2018, através de benefício prisional, após ficar preso por 12 anos.
Na época, o delegado titular da 146ª DP, Pedro Emílio Braga, contou que, mesmo no presídio, Emerson comandava a ação do TCP na área.

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