Apontado como chefe do tráfico em Campos morre dentro de presídio em Bangu
Emerson Jacinto Barcelos, apontado como chefe do tráfico de drogas do Parque Presidente Vargas, no subdistrito de Guarus, em Campos, morreu na última segunda-feira (11), no Rio de Janeiro. Conhecido como Esquilo, ele estava custodiado há sete anos em Bangu 4, na Zona Oeste. Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), a morte teria ocorrido por causas naturais.
De acordo com a Polícia Penal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento e atestou a morte.
De acordo com a Polícia Penal, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado para prestar atendimento e atestou a morte.
Emerson ingressou no sistema prisional em 2019 e estava estava preso no Presídio Jonas Lopes de Carvalho desde então. O caso foi registrado na 34ª Delegacia de Polícia em Bangu. Já o corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) de Campo Grande.
Prisão em Campos
Em março de 2019, policiais da 146ª Delegacia de Polícia de Guarus e do 8º Batalhão de Polícia Militar (BPM) realizaram a segunda etapa da Operação Guadalajara no combate ao tráfico de drogas e homicídios provocados por brigas de facções criminosas no subdistrito.
Na ação, concentrada no Parque Presidente Vargas, Emerson foi preso e era conhecido por chefiar o tráfico na área conhecida como “Cantinho do Beiço”. Ele havia sido solto em dezembro de 2018, através de benefício prisional, após ficar preso por 12 anos.
Na época, o delegado titular da 146ª DP, Pedro Emílio Braga, contou que, mesmo no presídio, Emerson comandava a ação do TCP na área.