Atividade física e memória em idosos
13/02/2019 | 12h30
                Pesquisas recentes apontam que quanto maior a atividade diária total em idosos, há melhora nas habilid
 Atividade física melhora atividade cognitiva.
Atividade física melhora atividade cognitiva. / Revista da USP
ades motoras e aumento na reserva cognitiva. Portanto, se “mexer” tem um efeito protetor
sobre o cérebro.
      Vários estudos científicos vêm demonstrando a associação entre a realização de atividade física e seu impacto positivo na cognição, inclusive em pessoas mais longevas e que já apresentam biomarcadores sanguíneos e cerebrais da doença de Alzheimer (DA) e outras doenças cerebrais relacionadas à idade.
   Quanto maior a atividade diária total, há melhora nas habilidades motoras, e estas últimas foram associadas a um aumento na reserva cognitiva. Os pesquisadores avaliaram então a associação entre atividade física diária total e cognição em análises de regressão linear antes e depois do ajuste para as patologias cerebrais relacionadas à idade, controlando a idade, sexo e educação.
    Os resultados mostraram que níveis mais altos de atividade física diária e habilidades motoras foram independentemente associados com melhorias na memória semântica, memória episódica, memória de trabalho, velocidade perceptual e habilidades visoes paciais. Os pesquisadores descobriram que para cada aumento de 1 desvio-padrão na atividade física, o risco de demência foi reduzido em 31%. Além disso, para cada aumento na capacidade motora em 1 desvio, os participantes tinham 55% menos probabilidade de desenvolver demência.
    Estes escores, monitoramentos e acompanhamento por 20 anos, além dos dados de autopsia, demonstraram que um maior nível de atividade física diária total foi relacionado ao menor risco de demência, principalmente Alzheimer, e menor taxa de declínio cognitivo em adultos mais velhos. No entanto, os mecanismos subjacentes a essas associações ainda são pouco compreendidos.
 “Achamos que o movimento pode fornecer uma reserva para ajudar a manter as habilidades de raciocínio e memória quando há sinais de demência no cérebro”, afirmou o pesquisador Aron S. Buchman, do Rush University Medical Center, em Chicago, Illinois, em um comunicado.
        Essas descobertas podem ter importantes implicações para a saúde pública porque sugerem que fatores de resiliência, como atividades cognitivas ou atividade física, podem mitigar o comprometimento cognitivo da idade avançada, mesmo na ausência de terapias efetivas para reduzir a Demência de Alzheimer e outras enfermidades cerebrais comuns“, acrescentam os autores.
     Porém, tanto os autores quanto os comentaristas da revista Neurology destacam que, apesar do estudo fornecer “evidências” para os efeitos benéficos da atividade física diária total no desempenho cognitivo, ainda resta explicar o porquê desta associação e um efeito não controlado: os resultados podem ser mais modestos entre os idosos com melhor cognição do que os obtidos para idosos já com demência.
     A meu ver, estes são achados importantes e que impactam na forma como a atenção aos idosos portadores de enfermidade cognitiva deva ser oferecida, mostrando que quanto mais ativos estes idosos são mantidos, menos dano haverá ao seu cérebro.
   Fotos de Marcos Santos – Banco Imagens USPEstes são os resultados demonstrados pelas mais recentes pesquisas, ressaltando que se “mexer” tem realmente um efeito protetor sobre o cérebro.
  Fonte: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/atividade-fisica-e-memoria-em-idosos/
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Saindo do forno
06/02/2019 | 11h55
 
 
 
 
        Pulicada em sua oitava edição, organizado pelos Doutores Rosalee Santos Crespo Istóe, Fernanda Castro Manhães e Carlos Henrique Medeiros de Souza, a coletânea trás dezenas de artigos originais com as mais diversas vertentes do envelhecimento humano. O livro tem ainda um time de pesquisadores de primeira linha , vale a conferida.
  
 
8ª Edição da coletânea Envelhecimento humano em processo.
8ª Edição da coletânea Envelhecimento humano em processo. / Editora Brasil Multicultural
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Idosos x Calor: como cuidar da saúde no verão.
16/01/2019 | 09h51
   Com o intenso calor do verão, estação do ano geralmente marcada pelas temperaturas elevadas,  são necessários cuidados para manter a saúde do organismo e a qualidade de vida. 
Na velhice o indivíduo pode apresentar uma menor capacidade de se adaptar à elevação dos termômetros devido ao processo de envelhecimento, o que justifica haver uma maior atenção à saúde para evitar problemas como a desidratação e a hipertermia.
    Recomenda-se que, no caso dos idosos, não se pode esperar ter vontade de tomar água para fazê-lo. Eles devem procurar bebê-la com constância, como uma rotina mesmo,fazendo parte do estilo de vida saudável e ativo, preservando suas funcionalidades(ações cotidianas) e claro dando possibilidades de garantir a sua saúde.
A prevenção deve ser feita a partir de cuidados simples e diários. Ingerir pelo menos dois litros de água ou suco por dia, usar roupas leves, preferir alimentos menos gordurosos, passar protetores solares nas áreas dos corpos expostos aos raios solares, são algumas das nossas dicas.para passar o verão com saúde e qualidade de vida:
 
 
1- Beba grande quantidade de água – o ideal é consumir no mínimo 2 litros ao longo do dia
Nos horários de sol forte procure abrigo em lugares cobertos e arejados ou em áreas que possuam ar condicionado;
2- Vista-se com roupas leves, frescas – como as de algodão e cor clara. Óculos de sol e bonés também são aliados na proteção do corpo contra o calor;
3 - Evite atividade física extenuante na parte mais quente do dia (entre as 10 da manhã e às 16 horas) – em especial a prática de esportes ao ar livre neste período;
4-Filtro solar e banhos mais frios são alguns dos cuidados com a pele essenciais;
5-Evite tomar cafeína e álcool, pois são bebidas que contribuem para desidratação;
6-Evite refeições quentes. Privilegie alimentos como as frutas, verduras e legumes, pois são fontes de vitaminas, minerais e fibras, além de serem alimentos mais refrescantes. Sorvetes também devem ser lembrados neste período;
7-Alimente-se com uma frequência a cada três horas.Lavar e armazenar os alimentos de forma adequada ajudam a evitar contaminação, vômitos e diarreia.
8- Lavar e armazenar os alimentos de forma adequada ajudam a evitar contaminação, vômitos e diarreia.
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Envelhecimento: o papel do idoso ativo na sociedade e no mercado de trabalho .
29/12/2018 | 12h17
  Envelhecimento ativo é a capacidade de os idosos continuarem participando da sociedade, por meio do envolvimento em questões sociais, econômicas, espirituais, culturais e cívicas. Quanto mais ativos, mais os idosos conseguem superar as dificuldades.
  Para especialista, o Brasil deveria aproveitar o chamado "bônus demográfico" para estabelecer políticas públicas para sustentar o envelhecimento da população.Em 2002, a OMS, Organização Mundial de Saúde, lançou o Marco Político do Envelhecimento. Em 2015, o Centro Internacional de Longevidade lançou uma publicação incorporando novos conceitos sobre o envelhecimento ativo, principalmente a questão dos direitos dos idosos e da resiliência.

  Segundo o médico Alexandre Kalache, presidente do centro, o envelhecimento ativo é uma visão que garante às pessoas idosas uma participação continuada em questões sociais, econômicas, espirituais, culturais e cívicas.

   O envelhecimento ativo é o que irá garantir a qualidade de vida após os 60 anos, e ele está diretamente relacionado à capacidade do indivíduo de manter a sua autonomia e independência.

   Envelhecer no Brasil tem algumas particularidades, segundo a coordenadora-geral de Saúde da Pessoa Idosa do Ministério da Saúde, Maria Cristina Correa Lopes Hoffman. Ela lembra que o envelhecimento é muito pessoal e influenciado por vários fatores. No entanto, é um processo com o qual não devemos nos preocupar apenas ao completar 60 anos de idade, mas ao longo de toda a vida.
 Portanto , muito do nosso envelhecimento, de como se dará o nosso processo de envelhecimento será reflexo de como nós estamos cuidando desse nosso processo. Como que nós cuidamos das questões relacionadas à nossa alimentação, à nossa prática de atividade física, a nossa garantia de debate, de espaço, de decisão, de autonomia. Então, são diversos fatores que vão influenciar no processo de envelhecimento. Fatores socioeconômicos, hábitos de vida, aspectos culturais.
 Outro aspecto do envelhecimento ativo é a capacidade laboral. O consultor legislativo Alexandre Cândido tratou do tema "mercado de trabalho" no livro publicado pelo Cedes, Centro de Estudos e Debates Estratégicos da Câmara dos Deputados.

 Cândido fala sobre algumas das dificuldades enfrentadas pelos mais velhos para se reposicionar no mercado de trabalho."O que acontece é que, hoje, as faixas mais idosas da população, elas têm um maior grau de analfabetismo e acabam competindo com as gerações que já são nascidas na era digital. Óbvio que isso depende da ocupação, do trabalho que vai ser, que aquela pessoa está competindo. Ela vai ter uma grande dificuldade de competição."
 Fato é que não podemos esquecer a educação social continuada,são necessárias  políticas nacionais  educacionais, (assim como há a política nacional de saúde de cuidados) ou de capacitação, podem ser até profissionais, para essa faixa etária mais madura, para que eles consigam permanecer no mercado de trabalho.
 Há ainda a importância da participação sócio cultural do idoso e de quem se prepara para envelhecer, pois é justamente essa participação social que se dá através da empregabilidade da pessoa idosa, do exercício da cidadania, das oportunidades de vida saudável em sua plenitude , que possibilitam o aumento da autonomia, da funcionalidade preservada dando dignidade aqueles que envelhecem.

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Novas Tecnologias e o envelhecimento
08/12/2018 | 18h53
    
     A cada dia, se torna mais expressiva a importância  dos idosos, considerados "imigrantes digitais" , por diversos pesquisadores da área de envelhecimento humano, se familiarizarem com as novas tecnologias. Seja para sair do isolamento que muitas vezes a velhice trás consigo, seja, para estar conectado as mais novas possibilidades de manutenção da vida saudável e ativa.
    Ter um smartphone  com o aplicativo  Medex  pode auxiliar ao idoso monitorar sua saúde, desenvolvendo ações preventivas como  aferição de pressão arterial, glicose, triglirerídeos bem como da das atividades físicas praticadas com monitoramento remoto pelos profissionais de saúde envolvidos no Projeto Medex. 
     Com tecnologia produzida  pela IBM, o aplicativo Medex  entrou no mercado de para atender as demandas das seguradoras de saúde, que interessadas em traçar um perfil do estilo de vida de seus usuários, aderiu de pronto em várias partes do país a utilização dessa ferramenta.
     Coqueluche no mercado das seguradoras e planos de  saúde , o Medex é um conjunto de serviços, com call center personalizado, certificações internacionais no âmbito Acadêmico, proporcionando segurança aos usuários e consideráveis avanços para a população idosa.
    
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Velho Mundo
28/07/2017 | 13h17
Eles inventaram o rock’n’roll, derrubaram tabus, amaram livremente, enfrentaram ditaduras e juraram que seriam jovens para sempre. Mas um dia, ao se olhar no espelho, notaram um rosto juncado de rugas. O corpo já não obedecia aos comandos, a mente pregava peças, aquela vontade louca de mudar os rumos da história aquietou-se. A geração baby boomer — a nascida no pós-guerra, responsável por remodelar o mundo no século 20 — enfim envelheceu.
 
Nunca o globo esteve tão senil quanto agora. São 841 milhões de pessoas com mais de 60 anos, alterando radicalmente o desenho da pirâmide etária — se antes um funil invertido, agora base e topo têm largura semelhante. Em 2020, haverá mais idosos que crianças de até 5 anos, nas projeções da Organização Mundial de Saúde (OMS), que calcula em 2 bilhões o número de anciãos em três décadas, ou 20% dos habitantes do planeta. Enquanto, daqui a 30 anos, a população com mais de 60 vai quadruplicar em relação a 1950, na faixa dos octogenários, o salto será 26 vezes maior.
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Demência e Alzheimer
24/07/2017 | 16h40
O que é demência?
É um quadro neurológico, crônico e progressivo caracterizado por declínio das funções cognitivas com intensidade suficiente para interferir na vida diária e na qualidade de vida.
Demência é a mesma coisa que loucura?
Não. Em geral, a palavra loucura é aplicada para doenças psiquiátricas, como a esquizofrenia e a psicose. A demência é um quadro neurológico que envolve a perda de neurônios e, consequentemente, das funções a eles associadas. São doenças diferentes, entretanto, na fase mais avançada da Doença de Alzheimer é possível o aparecimento de sintomas como delírios e alucinações, que também são encontrados em pacientes psiquiátricos. Em ambos os casos, é necessário o auxílio de um médico para o uso adequado de medicação, a fim de amenizar tais sintomas.
A Doença de Alzheimer (DA) é considerada demência?
Sim. Há vários tipos de demência e a DA é uma delas. A DA é caracterizada por perdas progressivas de funções cognitivas. Com a evolução da doença, a interferência no cotidiano é crescente, resultando em perda de autonomia e de independência.
Fonte: Associação Brasileira de Alzheimer
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Envelhecimento e seus processos para uma velhice com saude
06/06/2017 | 13h05
  O envelhecimento é um processo que se inicia desde que nascemos. Exatamente por isso diariamente passamos por transformações biológicas que nos levam a necessidade de nos preparar para enfrentarmos os desafios de nos tornarmos parte da fatia da população com mais de 60 anos.
Portanto todos os esforços para a preservação da saúde física e mental, são importantíssimos para que tenhamos uma sociedade mais saudável e preparada para os embates fisiológicos , sociais, previdenciários dentre outros, desse processo chamado envelhecimento, que muitas vezes nos assusta. Isso por que na maioria das cidades desse Brasil, o idoso é visto como alguém que não contribui produtivamente, que não tem como deferia ter sua autonomia preservada.
 Em Campos já são 12% da população de quase meio milhão de habitantes, com mais de 60 anos e dentro em breve esse número vai pular para casa de 20% a 30% nas próximas décadas.
Assim, todas ações contra o sedentarismo, nas diversas faixas etárias, são importantíssimas para a mitigação do pior cenário que poderemos encontrar: Idosos com comorbidades, dependentes de medicamentos, sem a sua funcionalidade preservada dentre outros aspectos.
Nesse sentido, é de relevante importância a política pública inserida pela Fundação Municipal de Esportes, com a realização de programas e projetos que venham contemplar as mais diversas faixas etárias do município.
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Campos para muito além dos Roylties, da teoria à prática com Cristiane Brasil
17/05/2017 | 02h26
 
                 Com uma população beirando meio milhão de pessoas e 12%(IBGE 2016) com mais de 60 anos, Campos dos Goytacazes recebeu na última semana um reforço para alcançar suas metas para muito além dos Royalties: A Deputada Federal Cristiane Brasil, pesquisadora do envelhecimento saudável e ativo, esteve na cidade para lançamento de seu mais recente livro, Brasil 2050:Desafios de uma nação que envelhece. 
Dentre as perspectivas para o envelhecimento , é necessário que se tenha uma política pública de vanguarda que acompanhe não só o quantitativo de pessoas idosas(60 anos +), mais idosas(acima dos 80 anos), mas a qualidade das ações que a permeiam sejam na mesma velocidade de sua necessidade.
Campos para além dos Royalties requer essa atenção, pois entende-se que cuidaremos cada vez mais das pessoas em suas potencialidades , buscando alternativas vivas e simples de efetivarmos uma rede de proteção social para os que envelhecem.
Saindo da teoria do livro  para prática cotidiana de recursos escassos, Cristiane Brasil trouxe consigo a concretude do ato de através de suas emendas , destinar 957 mil reais para alavancar o desenvolvimento humano e social , para uma Campos mais justa e lépida em atender as necessidades tão urgentes.
Campos para além dos Royalties, é investimento na saúde preventiva através de iniciativas públicas voltadas para o esporte, lazer, cultura e sem dúvidas para o ser humano.
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Estilo de vida é fator importante na tendencia ao Alzhaimer
17/05/2017 | 02h26
As atividades cognitivas são importantíssimas para a prevenção do Alzheimer , mas o ESTILO DE VIDA é determinante de grande importância. Confira aí em baixo.

A idade é o principal fator de risco para o desenvolvimento de demência da Doença de Alzheimer (DA). Após os 65 anos, o risco de desenvolver a doença dobra a cada cinco anos.

As mulheres parecem ter risco maior para o desenvolvimento da doença, mas talvez isso aconteça pelo fato de elas viverem mais do que os homens.

Os familiares de pacientes com DA têm risco maior de desenvolver essa doença no futuro, comparados com indivíduos sem parentes com Alzheimer. No entanto, isso não quer dizer que a doença seja hereditária.

Embora a doença não seja considerada hereditária, há casos, principalmente quando a doença tem início antes dos 65 anos, em que a herança genética é importante. Esses casos correspondem a 10% dos pacientes com Doença de Alzheimer.

Pessoas com histórico de complexa atividade intelectual e alta escolaridade tendem a desenvolver os sintomas da doença em um estágio mais avançado da atrofia cerebral, pois é necessária uma maior perda de neurônios para que os sintomas de demência comecem a aparecer. Por isso, uma maneira de retardar o processo da doença é a estimulação cognitiva constante e diversificada ao longo da vida.

Outros fatores importantes referem-se ao estilo de vida. São considerados fatores de risco: hipertensão, diabetes, obesidade, tabagismo e sedentarismo. Esses fatores relacionados aos hábitos são considerados modificáveis. Alguns estudos apontam que se eles forem controlados podem retardar o aparecimento da doença.
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Sobre o autor

Helô Landim

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