Demências podem triplicar até 2050
27/05/2020 | 19h35
 
A demência é uma síndrome - geralmente de natureza crônica ou progressiva - na qual há deterioração da função cognitiva (ou seja, a capacidade de processar o pensamento) além do que se pode esperar do envelhecimento normal. Afeta a memória, o pensamento, a orientação, a compreensão, o cálculo, a capacidade de aprendizado, a linguagem e o julgamento.A demência resulta de uma variedade de doenças e lesões que afetam o cérebro, como doença de Alzheimer ou derrame.

Atualmente, o número de pessoas vivendo com demência em todo o mundo é estimado em cerca de 50 milhões. Espera-se que esse número triplique até 2050. A demência pode ser avassaladora, não apenas para as pessoas que a possuem, mas também para seus cuidadores e famílias. É necessário um melhor entendimento da demência em todos os países, para ajudar a quebrar o estigma e os mal-entendidos que ainda são comuns e, para muitas pessoas, impedir o diagnóstico e os cuidados.
A demência não é uma parte normal do envelhecimento Embora a demência afete principalmente pessoas idosas, não é uma parte normal do envelhecimento. É causada por uma variedade de doenças cerebrais que afetam a memória, o pensamento, o comportamento e a capacidade de realizar atividades diárias.
Fonte: OMS
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ONU lança documento com recomendações para proteger idosos durante pandemia
26/05/2020 | 15h06
   
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, iniciou o mês de maio,  com um relatório baseado em análises e recomendações sobre os desafios enfrentados pelas pessoas idosas.Acesse o documento clicando aqui.Acesse o documento clicando aqui.      
                                            
   Na pesquisa, (Clique aqui) o chefe da ONU informa que a taxa de mortalidade para os idosos é mais alta no geral e, para aqueles com mais de 80 anos, é cinco vezes a média global.
 
   Além do impacto imediato na saúde, António Guterres alertou que “a pandemia está colocando as pessoas mais velhas em maior risco de pobreza, discriminação e isolamento”, com um impacto potencialmente arrasador sobre as pessoas idosas nos países em desenvolvimento.
Recomendações da ONU para pessoas idosas
  Primeiro, nenhuma pessoa, jovem ou velha, é dispensável. Os idosos têm os mesmos direitos à vida e à saúde que todos os outros.Para Guterres,“as decisões difíceis em torno dos cuidados médicos que salvam vidas devem respeitar os direitos humanos e a dignidade de todos”.
 
Segundo, embora o distanciamento físico seja crucial, não se pode esquecer que o mundo é uma  -comunidade e que todos estão ligados. Guterres disse que são precisos mais apoio social e esforços mais inteligentes para chegar às pessoas mais velhas usando tecnologia digital.Segundo ele, “isso é vital para que possam enfrentar o grande sofrimento e isolamento criado por bloqueios e outras restrições”
Em terceiro lugar, todas as respostas sociais, econômicas e humanitárias devem levar em consideração as necessidades dos idosos, desde a cobertura universal de saúde à proteção social, trabalho decente e pensões.
 
O chefe da ONU lembrou que a maioria destas pessoas são mulheres, que têm maior probabilidade de viver na pobreza e sem acesso a cuidados de saúde.
 
Por fim, em quarto lugar, o secretário-geral disse que o mundo não deve “tratar as pessoas mais velhas como invisíveis ou impotentes”.
 
Muitos idosos continuam trabalhando, têm vidas familiares ativas e cuidam de familiares. Para Guterres, “suas vozes e liderança contam”.
 
O chefe da ONU afirmou que, para superar essa pandemia, o mundo precisa “de uma onda de solidariedade global e das contribuições de todos os membros da sociedade, incluindo os idosos”.
 
Guterres disse olhar para o futuro, dizendo que durante a recuperação será preciso “ambição e visão para construir sociedades mais inclusivas, sustentáveis e amigas dos idosos”.
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Viletas contra a violência ao idoso
24/05/2020 | 23h15
     
Disque 100, sua denuncia é sigilosa e anônima, combata a violência contra o idoso.
Disque 100, sua denuncia é sigilosa e anônima, combata a violência contra o idoso. / MMFDH

 A Organização das Nações Unidas, ONU, anualmente promove a campanha mundial " Junho Violeta" -Violetas contra a violência ao idoso.
Segundo o Ministério da Mulher da Família e dos Direitos Humanos, “Mesmo com o aumento das denúncias recebidas pelo Disque 100, a violência contra essa população é pouco reconhecida. Precisamos tratar as pessoas idosas com respeito. O legado delas para este país é grandioso”, afirma a ministra Damares Alves.
 Segundo o relatório, em se tratando de violações contra idosos no contexto intrafamiliar, pode-se dizer que há uma relação desigual de poder que se expressa contra a integridade física, psicológica, o direito à renda, às finanças e até mesmo a violação da sexualidade.
Para o secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do MMFDH, Antonio Costa, a violência contra a pessoa idosa vai muito além dos maus-tratos, pois inclui também a violência do abandono, a violência financeira e a não inclusão na sociedade.
 “Nesse sentido, estamos engajados no enfrentamento a esses tipos de violência desde o início de nossa gestão. O Programa Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável tem o propósito de resgatar a autoestima, conscientizar a pessoa idosa no âmbito da educação financeira e dos direitos a ela inerentes, afirma.
 Ainda neste âmbito, o secretário destaca também a realização da Campanha Junho Lilás e o “Seminário Enfrentamento à Violência contra a Pessoa Idosa: das ações às omissões”, em alusão ao Dia Internacional de Conscientização e Combate à Violência contra a Pessoa Idosa, lembrado em todo o mundo no dia 15 de junho.
*Com informações do MMFDH
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60 + Saúde cria canal no YOUTUBE
16/05/2020 | 16h01
O Canal Envelhecimento Ativo é uma iniciativa que faz parte da rede de proteção social,  implementada pela Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável.  https://www.youtube.com/watch?v=9mTjxlErk_Y
Os vídeos exibidos aqui são uma ação do Programa 60+Saúde, e inclui diversos projetos com foco na atividade física, e está presente nas seis Casas de Convivência do Município.
O projeto é destinado a pessoas com mais de 60 anos, e tem foco na saúde preventiva das pessoas que estão envelhecendo.
A meta é estimular a atividade física, uma iniciativa reconhecida pelas autoridades em saúde como o melhor remédio para o idoso.
O projeto oferece aulas de ginástica, força resistida, hidroginástica, caminhada e alongamento.
Neste momento de isolamento social, por causa do coronavírus, é importante que a pessoa idosa possa manter uma atividade física regular e sistemática.
Os exercícios sugeridos pelo Canal têm sempre a orientação de um profissional de educação física.
 
 
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Série de exercícios de Mobilidade está disponível no Youtube do CREF1
11/05/2020 | 11h08
Pelas próximas segundas, quartas e sextas-feiras, o Youtube do CREF1 vai divulgar uma série de vídeos com exercícios que podem ser feitos em casa. Abaixo, estão disponíveis os vídeos produzidos pela profissional de Educação Física Stephanie Iara sobre Mobilidade, que serão divulgados às segundas, às 16h.
Todos os vídeos desta série e das anteriores podem ser acessados no Youtube.
https://cref1.org.br/category/capacitacao/programa-com-aulas-praticas-fitness/

Marque na agenda:

Segundas-feiras, às 16h: Mobilidade
Quartas-feiras, às 16h: Exercícios com peso corporal e fita de suspensão
Sexta-feira, às 16h: Hiit
* Informações da página Oficial do Conselho Regional de Educação Física, CREF 1 RJ/ ES.
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"Infodemia" sobre covid 19 pode gerar ansiedade em idosos
04/05/2020 | 16h16
  O excesso de informações diárias sobre o covid19 pode comprometer uma parte da saúde bastante relevante: a saúde mental. A pandemia é um período penoso, e, quando temos em nossas mãos uma grande carga de informações, instrumentos variados de acesso, alguns com certeza sem confiabilidade, esta fase pode se tornar estressante. Pode nos adoecer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que temos que combater a COVID-19 e também a “infodemia”, uma “superabundância de informações”, sendo algumas fakes.

  Duas das principais consequências dessa condição são: ansiedade, medo, pânico e informações que possam levar ao descuido e quebra do isolamento. O ideal é avaliar qualquer material, duvidar das informações, buscar sites confiáveis e pesquisar dados oficiais sobre a COVID-19.

  Ao ler estudos sobre a doença, não opte apenas pelos mais recentes, procure buscar informações em sites do Ministério da saúde, da OMS e da secretaria municipal da saúde de sua cidade.

Nas mídias sociais, procure páginas oficiais e com credibilidade para falar sobre saúde. Mesmo pessoas influentes podem estar equivocadas. Olhe para os países que estão na nossa frente .

Durante sua pesquisa, cuide dos limites da sua saúde mental. Que tal estabelecer um tempo máximo diário para ler sobre o tema? Além disso, em momentos de ansiedade, lembre-se:

  Há medidas de segurança contra o coronavírus: lavar muito bem as mãos ou utilizar álcool gel 70%, adotar o isolamento social, usar máscara de forma correta quando sair de casa, evitar visitas e reuniões. Procure seu médico caso tenha sintomas como: febre, tosse, falta de ar, cansaço ou sonolência excessiva.

  Médicos e cientistas do mundo inteiro estão engajados na luta contra a COVID-19. Após descobertas sobre o vírus, as orientações podem mudar.Faça a sua parte e fique atento aos conteúdos que você consome. Estamos juntos nessa.

* Rubens de Fraga Junior é médico especialista em geriatria e gerontologia pela Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia.
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Casal italiano se abraça após curar-se da Covid-19: 52 anos de união
25/04/2020 | 17h39
Junto há 52 anos, Rosa e Giorgio dividiram não só uma vida, como agora também o enfrentamento do covid-19. Ambos enfrentaram as complicações de saúde em decorrência do coronavírus. Ele, em especial, uma grave pneumonia. O atendimento se deu no Hospital Cremona, na Itália.
Já em meados de março, Giorgio melhorou e relatou aos médicos que estava muito triste, porque queria voltar para casa, com sua esposa. Um dos médicos da equipe relatou que: “Giorgio é daquele tipo de pessoa de que qualquer um gosta, nunca reclama de nada, sempre agradece”.
Quando ambos apresentaram boa melhora de saúde, e estando ainda em quartos separados, duas médicas combinaram de fazer uma surpresa para o casal.
Arranjando uma desculpa, a equipe levou Giorgio e Rosa para o mesmo quarto. E lá, finalmente, puderam se abraçar, emocionados, em uma imagem que viralizou e comoveu o mundo. “Foi um daqueles momentos que a gente não esquece”, afirmou a equipe do hospital. “Nenhum de nós conseguiu segurar as lágrimas”.
O reencontro foi um momento de infinita ternura, repleto de palavras doces e da alegria pela superação e por, finalmente, poderem abraçar um ao outro.
*Do R7, com informações do jornal Corriere della Sera.
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O mundo pós-pandemia será diferente
17/04/2020 | 22h45
Confira as 10 tendências para o mundo pós-pandemia
 
 
1. Revisão de crenças e valores
 
A crise de saúde pública é definida por alguns pesquisadores como um reset, uma espécie de um divisor de águas capaz de provocar mudanças profundas no comportamento das pessoas. Já estamos começando a ver esses sinais no Brasil —e no centro de São Paulo, com vários exemplos de pessoas que se unem para ajudar idosos, por exemplo.
 
2. Menos é mais
 
A crise financeira decorrente da pandemia por si só será um motivo para que as pessoas economizem mais e revejam seus hábitos de consumo. Como diz o Copenhagen Institute for Futures Studies, a ideia de “menos é mais” vai guiar os consumidores daqui para frente.
 
Mas a falta de dinheiro no momento não será o único motivo. As pessoas devem rever sua relação com o consumo, reforçando um movimento que já vinha acontecendo. “Consumir por consumir saiu de ‘moda’”, escreve no site O Futuro das Coisas Sabina Deweik, mestre em comunicação semiótica pela PUC e pesquisadora de comportamento e tendências.
 
3. Reconfiguração dos espaços do comércio
 
A pandemia vai acentuar o medo e a ansiedade das pessoas e estimular novos hábitos. Assim, os cuidados com a saúde e o bem-estar, que estarão em alta, devem se estender aos locais públicos, especialmente os fechados, pois o receio de locais com aglomeração deve permanecer.
 
4. Novos modelos de negócios para restaurantes
 
Uma das dez tendências apontadas pelo futurista Rohit Bhatgava é o que ele chama de “restaurantes fantasmas”, termo usado para descrever os estabelecimentos que funcionam só com delivery. Como a possibilidade de novas ondas da pandemia num futuro próximo, o setor de restaurantes deve ficar atento a mudanças no seu modelo de negócios, e o serviço de entrega vai continuar em alta e pode se tornar a principal fonte de receita em muitos casos.
 
5. Experiências culturais imersivas
 
Como resposta ao isolamento social, os artistas e produtores culturais passaram a apostar em shows e espetáculos online, assim como os tours virtuais a museus ganharam mais destaque. Esse comportamento deve evoluir para o que se pode chamar de experiências culturais imersivas, que tentam conectar o real com o virtual a partir do uso de tecnologias que já estão por aí, mas que devem se disseminar, como a realidade aumentada e virtual, assistentes virtuais e máquinas inteligentes.
 
6. Trabalho remoto
 
O home office já era uma realidade para muita gente, de freelancers e profissionais liberais a funcionários de companhias que já adotavam o modelo. Mas essa modalidade vai crescer ainda mais. Com a pandemia, mais empresas —de diferentes portes— passaram a se organizar para trabalhar com esse modelo. Além disso, o trabalho remoto evita a necessidade de estar em espaços com grande aglomeração, como ônibus e metrôs, especialmente em horários de pico.
 
7. Morar perto do trabalho
 
Essa já era uma tendência, e morar no centro de São Paulo se tornou um objeto de desejo para muitas pessoas justamente por conta disso, entre outros motivos. Mas, com o receio de novas ondas de contágio, morar perto do trabalho, a ponto de ir a pé e não usar transporte público, deve se tornar um ativo ainda mais valorizado.
 
8. Shopstreaming
 
Com o isolamento social, as lives explodiram, principalmente no Instagram. As vendas pela Internet também, passando a ser uma opção também para lojas que até então se valiam apenas do local físico. Pois pense na junção das coisas: o shopstreaming é isso. Uma versão Instagram do antigo ShopTime.
 
9. Busca por novos conhecimentos
 
Num mundo em constante e rápida transformação, atualizar seus conhecimentos é questão de sobrevivência no mercado (além de ser um prazer, né?). Mas a era de incertezas aberta pela pandemia aguçou esse sentimento nas pessoas, que passam, nesse primeiro momento, a ter mais contato com cursos online com o objetivo de aprender coisas novas, se divertir e/ou se preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham mercado.
 
10. Educação a distância
 
Se a busca por conhecimentos está em alta, o canal para isso daqui para frente será a educação a distância, cuja expansão vai se acelerar. Neste contexto, uma nova figura deve entrar em cena: os mentores virtuais. A Trend Watching aposta que devem surgir novas plataformas ou serviços que conectam mentores e professores a pessoas que querem aprender sobre diferentes assuntos.
 
 
* Clayton Melo é jornalista e analista de tendências em A Vida no Centro
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Aos 91 anos e curada do Coronavirus, idosa admite: "Não precisa ter medo, porque onde existe Deus, existe cura"
06/04/2020 | 16h07
Vitalina Ferreira dos Santos, de 91 anos, ficou internada por 10 dias e recebeu alta médica neste domingo (5), em Cornélio Procópio, no norte pioneiro do Paraná. A idosa mora em uma fazenda em Leópolis e contou que viajou para São Paulo (SP), no início de março, antes de ser infectada pela Covid-19.
De acordo com a filha de Vitalina dos Santos Barbosa, a mãe teve pneumonia e ficou internada por um dia na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do hospital. Mas em nenhum momento apresentou um quadro grave de saúde.
Vitalina e a filha, que a acompanhou no hospital, ficarão em isolamento domiciliar por dez dias, mesmo em apresentarem sintomas da doença. A filha aguarda pelo teste da Covid-19.
Dona Vitalina é mãe de 10 filhos, tem 21 netos, 19 bisnetos e cinco tataranetos. Não à toa, ela disse que não vê a hora de abraçar todo mundo.
No hospital, segundo a filha, ela fazia videoconferência pelo celular com os familiares.
De acordo com Vitalina, apesar de saber da gravidade da doença, ela não ficou preocupada porque tinha fé de que ficaria bem.
“Não esquentei com nada. Não precisa ter medo, porque onde existe Deus, existe cura. Se você tem fé em Deus você tem tudo, porque Deus é amor.”
Recuperada, Vitalina contou que espera poder voltar para a fazenda dela para trabalhar. Ela explicou que morar em meio à natureza a ajuda a ter uma boa saúde.
Sempre ativa e há 60 anos vivendo na mesma fazenda, ela disse que gosta de cuidar de tudo, desde plantar flores até limpar o quintal.
Fonte: g1.globo.com
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Como proteger idosos do Coronavírus
29/03/2020 | 21h41
      Prevenção é a palavra de ordem quando o assunto é coronavírus e especialmente quando se trata de pessoas acima de 60 anos. Um Estudo do Centro de Controle e Prevenção de Doenças da China aponta que a letalidade progride de acordo com a faixa etária e, em pessoas com mais de 80 anos é de 15%.
    Separamos algumas dicas para você idoso(a) ou que possui idosos na sua família a principal dica é : FIQUE EM CASA! Porém, seguem outras tão importantes quanto a do isolamento social.
  1-  Lavar bem as mãos com sabão até os cotovelos sem esquecer de esfregar entre os dedos. Dê preferência a sabonete líquido.
Utilize álcool 70% para substituir a lavagem das mãos ou até para finalizar.
2 -Em ambiente público, evite passar a mão na boca, olhos e nariz já que o vírus é transmitido por vias aéreas e pelo contato com secreções respiratórias.
 3-Manter limpos os ambientes. Higienizar superfícies, móveis e até o celular com produtos desinfetantes.
 4-Prefira não cumprimentar as pessoas com beijo no rosto.
5-O contato próximo e a saliva devem ser evitados.
6-Estar com vacinas contra gripe em dia.
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Sobre o autor

Helô Landim

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