Guaxi Folia terá seis atrações e mais de oito horas de música
17/01/2019 | 23h10
Guaxi Folia, dia 26
Guaxi Folia, dia 26 / Divulgação
Grandes nomes da música jovem atual vão aportar no litoral de São Francisco de Itabapoana na noite de sábado, dia 26. O Guaxindiba Praia Clube realiza, a partir das 21h, o “Guaxi Folia”, uma micareta com mais de oito horas e as presenças de Jorjão, Paulynho Badaloka, Balada Vip e os DJs Ronny Miranda, Hermano Cardoso e Dudu Porto. Os abadás, em quantidade limitada, já estão sendo vendidos em diversos pontos espalhados por SFI e na secretaria do clube (tel: 9-9996-0835).
Para garantir maior conforto aos foliões, uma infra-estrutura especial será montada, com uma grande praça de alimentação. “Será uma enorme satisfação retornar ao Guaxindiba Praia Clube nesta grande noite. Estarei levando um Set Especial do Dj Alok para agitar, próprio para os amantes da música eletrônica”, ressalta o DJ Hermano Cardoso. “O clube está trabalhando num novo tempo, buscando a retomada dos grandes eventos que marcaram sua história. Tudo está sendo preparado com muita atenção para que a noite de sábado seja especialíssima”, afirma Noel Junior, um dos organizadores do “Guaxi Folia”.
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No Açu, missa e procissão na festa de Santo Amaro
15/01/2019 | 08h15
Santo Amaro
Santo Amaro / Reprodução
Da Baixada Campista a devoção a Santo Amaro chega a Praia do Açu. Hoje, dia do Padroeiro da localidade sanjoanense, a programação terá missa às 19h, seguida de procissão. Legado dos monges beneditinos presentes na região desde 1648, a devoção a Santo Amaro tem forte presença em toda a região. “São quase quatro séculos de presença monástica em Campos e região. Nos primeiros séculos, os religiosos ajudaram a colonizar extensa região nos municípios de Campos e São João da Barra. Construíram igrejas e implantaram a fé católica nestas cidades e ajudaram o desenvolvimento cultural e religioso de suas populações”, destaca Ricardo Gomes, historiador e pesquisador da cultura religiosa.
Maria Therezinha Barreto Nunes, 70 anos, exalta a importância da festa no Açu. Ela conta que a primeira capela destinada à Santo Amaro construída no Açu ficava à beira-mar, sendo construída por Manoel Corrêa e Dona Lili. Com o passar do tempo e a erosão provocada pelo mar, a antiga capelinha entrou em risco de desabar. Com isso, foi construída a atual, localizada ao lado da residência de Dona Bentinha, hoje atuando como guardiã da capela.
O jovem Rafael Nunes, 16 anos, diz que se alegra por participar das celebrações. “A festividade é feita com muita devoção pela comunidade, toda tradição de anos se renova na fé. Tenho muita alegria em servir como cerimoniário na igreja, junto ao meu irmão Gabriel e toda minha família”, revela Rafael.
Lembrando que Santo Amaro era amigo próximo de São Bento e co-fundador da obra beneditina, padre Alfredo Rosa Borges salienta sua importância no processo de evangelização da comunidade, através de uma festa celebrada com entusiasmo e fervor pela população católica do Açu e comunidades vizinhas. “Com grande alegria, esperamos uma participação expressiva dos fiéis devotos do glorioso amigo e irmão de São Bento. Servimo-nos do presente depoimento para convidar a todos e dar-lhes as boas vindas”, finaliza padre Alfredo.
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Festa de Santo Amaro - valor histórico e de evangelização
11/01/2019 | 12h34
Festa de Santo Amaro, tradição
Festa de Santo Amaro, tradição / Divulgação
Recebi do amigo e colaborador Ricardo Gomes dois textos assinados pelo bispo Dom Roberto Francisco Ferreria Paz, falando sobre a história da Festa de Santo Amaro e sua Cavalhada, com grande importância na evangelização. Publico-os abaixo.   
A cavalhada da Paz, da Alegria e da Tolerância
Uma das tradições mais expressivas e de ampla ressonância popular da Baixada Campista é a da memorável cavalhada de Santo Amaro. Inspirada nos livros de cavalaria medieval como a "História de Carlos Magno e os Doze Pares da França", os torneios e justas que mostravam a arte dos cavaleiros e suas habilidades presentes na cavalhada campista: as argolas, o ataque de espadas e o salto da Garupa.
A primeira edição desta tradição equestre aconteceu no solar Fazenda do Colégio dos Jesuítas, em 7 de outubro de 1730. Esta tradição foi celebrada ininterruptamente, no dia 15 de janeiro, Festa de Santo Amaro (inscrita no calendário Estadual). Ela é precedida de uma romaria noturna, chamada Caminho de Santo Amaro, de 39 quilômetros, saindo por volta das 23h, da Basílica do Santíssimo Salvador, para chegar às 5h, na Capela de Santo Amaro.
A cavalhada está inserida profundamente no coração da festa e no espírito de Paz e reconciliação do cristianismo, legado da mística beneditina. A cavalhada acontece no dia 15, às 15h e encena o drama na luta dos cristãos e dos mouros, mas a trama termina na carreira do abraço, salientando a confraternização dos cavalheiros, no que o Papa Francisco chama de Cultura do Encontro.
Nestes tempos de intolerância e fundamentalismos religiosos, inspirados na obra de Samuel Huntigton, “O choque de civilizações”, que visa a Recomposição Imperialista da Ordem Mundial, a cavalhada de Santo Amaro propõe o diálogo das culturas, tradições religiosas e das Nações, na mesa comum da cordialidade e da partilha. Por todas estas razões e valores religiosos, espirituais e culturais, podemos concluir que esta cavalhada constitui um patrimônio histórico e civilizatório profundamente humano e cristão.
O potencial Evangelizador da Cavalhada de Santo Amaro
O Papa Francisco, na Laudato Si, inclui na Ecologia Integral o cuidado e a memória dos bens culturais e das tradições populares pelo seu conteúdo humano e portador de valores profundamente cristãos. A cavalhada apresenta, desde sua preparação até sua realização, processos coletivos que envolvem famílias e dão espaço a um aprendizado muito rico de símbolos, tradições orais e recordação de pessoas que construíram e fizeram parte da Cavalhada.
A identidade religiosa, a defesa da fé e a interação dialógica com o outro, neste caso o mouro, possibilitam ampliar o horizonte de compreensão com culturas diferentes, com pessoas de crenças diversas e no respeito e a tolerância firmar laços de hospitalidade e convivência.
Hoje, um grande desafio para nossa fé é o pluralismo e o sincretismo, fenômenos sócio-religiosos que exigem abertura, fineza de espírito e um olhar de empatia generosa. Desarmar os corações, dando sempre o primeiro passo rumo ao amor universal e a Aliança pacífica entre as civilizações, é o que caracteriza o cristianismo autêntico, liberto de espírito de sectarismo ou de fundamentalismos guerreiros.
É esta faceta de uma religiosidade popular viva e compartilhada entre as gerações num colorido plural, mas de raízes profundamente cristãs, que atrai e continua sendo um motivo de alegria e participação multitudinária em Santo Amaro.
Festa de Santo Amaro, crença
Festa de Santo Amaro, crença / Divulgação
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Gravadora Paulinas lança "Alencastro interpreta Pe. Zezinho, scj"
05/01/2019 | 08h25
Alencastro interpreta Pe. Zezinho
Alencastro interpreta Pe. Zezinho / Editora Paulinas
Os admiradores das canções do Padre Zezinho, scj contam agora com a opção de ouvir os grandes sucessos de sua obra de evangelização na voz do cantor Alencastro, que está completando 40 anos de carreira. A gravadora Paulinas-Comep está lançando o CD “Alencastro interpreta Pe. Zezinho, scj”.
E a obra chega recomendada pelo próprio padre da Congregação do Sagrado Coração de Jesus. “Alencastro é um dos primeiros cantores a cantar comigo. Continua inspirando e comunicando, como sempre, e evangelizando tranquilo e sereno”, afirma Padre Zezinho, scj, no encarte do CD, que conta com arranjos de Tutuca Borba, maestro e arranjador do cantor Roberto Carlos, e backing vocals do grupo Cantores de Deus.
Natural de Cuiabá (MT), Alencastro sempre teve participação ativa na Igreja, inspirado pela fé de sua mãe, atuando em diversos eventos católicos. Sua formação musical veio de berço, já que seu avô materno era maestro, e sua avó paterna, pianista e violinista. Além disso, seu pai tocava acordeom e gaita, e sua mãe sempre teve gosto pelo canto.
Com apenas sete anos de idade, começou seus estudos em conservatório de música optando pelo Piano.
A obra está disponível no portal da Editora Paulinas.
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Sobre o autor

Antunis Clayton

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